Dez de junho: Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Dez de junho de 2016: início do UEFA Euro 2016, em Paris. Dez de julho de 2016: Dia de Portugal e da Comunidade Portuguesa em França, Dia de Portugal Campeão Europeu. O primeiro título, o título festejado de norte a sul do País, em cada canto onde reside um português. Dia do caneco. O europeu foi um prolongar do festejo do nosso dia. Do dia em que somos mais que um país pequeno, mais que uma seleção em que só um jogador conta e que baixamos a cabeça frente aos que se dizem grandes. Dia 10 de julho fomos «grandes gigantes/com 10 metros de altura» (Desculpem, Da Weasel, pelo “roubo” da frase) e mostrámos a cada um deles o que é ser português e que David derrota sempre Golias, mesmo quando este mesmo Golias tem mais 20 aliados para o apoiar.
Um dos grandes momentos deste Euro 2016 Fonte: AP
Sou patriota, mas não cega: nem sempre jogámos como deveríamos (aliás, neste caso, jogámos como sempre e ganhámos como nunca), mas a raça lusitana falou sempre mais alto e o coletivo sobrepôs-se ao individual; jogámos como uma equipa, não como dez mais um. Não posso também, como Sportinguista, deixar de sentir orgulho por todos os jogadores que em campo, quer sejam da formação, quer estejam ainda no clube, deixaram tudo o que podiam para levar o nome português mais além. Depois da grande época que fizeram, conseguiram reunir forças por mais um jogo, por mais um objetivo! Claro está, e apesar de querer apenas destacar um só jogador, não o poderei fazer: acho que tanto Rui Patrício como João Mário estiveram à altura dos campeões e impulsionaram o jogo para passar mais uma fase.
Serrana e Sportinguista de gema. Doente por futebol desde que se conhece e apreciadora de ténis e NBA.
A Marta escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Dominik Szoboszlai confirmou que não há avanços na renovação de contrato com o Liverpool. O médio internacional pela Hungria deixou o seu futuro em aberto em Anfield.
Gustavo Silva marcou pelo terceiro jogo seguido e atravessa o melhor momento da época. O avançado foi decisivo frente ao Gil Vicente, garantindo o regresso às vitórias fora de casa.
Jannik Sinner continua na liderança do ranking mundial, depois da desistência por lesão de Carlos Alcaraz no torneio de Barcelona. Já o tenista português Nuno Borges subiu três posições e chegou ao 49.º lugar.