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Há alturas que nós não sabemos bem quem está contra nós, nem mesmo o porquê. Desta vez, meus amigos benfiquistas, não falo de vocês.

Lembro-me que, mais ou menos por esta altura, no ano passado, caiu a verdadeira bomba no mundo do futebol português. Podia ter sido mais uma mirabolante transferência de um jogador de  Jorge Mendes, o dono do futebol. Mas, desta vez, foi mesmo a mudança de um treinador, um que dizem que mudou a casa na segunda circular: Jorge Jesus, pouco depois de terminar a sua temporada, foi anunciado como o mais recente treinador do Sporting Clube de Portugal. No entanto, como em todas as novelas mexicanas, havia uma terceira pessoa no meio desta relação, aquela esposa que foi traída pelo marido, sabem?

Essa esposa chama-se Marco Silva. O antigo treinador sportinguista tinha  acabado de ganhar a Taça de Portugal e, má ressaca, e como forma de celebração, recebe ordem de ‘despejo’, segundo dizem, por justa causa, do clube. Já dava uma história melhor que um reality show! Pessoalmente, gostava bastante do Marco Silva no comando técnico, que tirou o Sporting do sono profundo em que se encontrava (desde já que aproveito para felicitá-lo pela conquista do campeonato grego com o Olympiacos).

Marco Silva "deu" ao Sporting o penúltimo título do clube Fonte: FPF
Marco Silva “deu” ao Sporting o penúltimo título do clube
Fonte: FPF

Quem se aproveitou desta novela foram os meios de comunicação social. A tinta que se fez gastar sobre este tema dava quase para encher o Alqueva. Rumores e histórias sem fundamento foram inventadas sobre este tema, inclusive até ao fim da época que agora terminou. Mas porquê? Pela polémica? Pelo Sporting ‘roubar’ Jesus ao Benfica? Ainda hoje estou para perceber. No entanto, esta novela passou a ser uma série, com mais uma temporada, que começa assim:

“Junho de 2016. Porto.

Depois do divórcio algo expectável entre o Futebol Clube do Porto e Julen Lopetegui, eis que aparece uma nova luz, para dar esperança à conquista de títulos por parte do clube. Esta inspiração chamava-se José Peseiro. No entanto, a luz parecia efémera. No fim do campeonato, sabendo que já não se iria ganhar nada, eis que se começa a falar numa segunda pessoa. Jorge Jesus”.

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