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Paolo Vanoli vai deixar a Fiorentina no final da época e já há candidato à vista

Paolo Vanoli está de saída da Fiorentina. O técnico não vai prolongar o contrato e Domenico Tedesco pode ser o seu sucessor.

O vínculo entre Fiorentina e Paolo Vanoli deverá chegar ao fim no encerramento da época, segundo noticia o jornalista Matteo Moretto. O treinador italiano orienta o clube de Florença desde o início da presente época, tendo somado 33 jogos, nos quais conquistou 12 vitórias. Em Italia também já orientou clubes como Veneza e Inter de Milão.

Em sentido contrário, a imprensa turca já refere que Domenico Tedesco, que foi afastado do comando técnico do Fenerbahçe a três jornadas do fim do campeonato, pode ser o seu sucessor. O treinador alemão está agora livre no mercado e pode ser o eleito para o comando da equipa da Serie A.

A Fiorentina está no 15.º lugar da Serie A, tendo sido eliminada da Conference League nos quartos de final e da Taça de Itália nos oitavos de final da competição.

José Mourinho: «Estava com o Rui Costa e não acreditávamos que a nossa Itália pudesse ficar de fora do Mundial»

José Mourinho falou sobre vários temas à imprensa italiana. Técnico português comentou a não qualificação da Itália para o Mundial 2026.

José Mourinho prestou declarações ao Il Giornale e ao Sport Mediaset e falou sobre vários temas. Entre eles, o técnico português falou sobre o facto de a Itália ter falhado a qualificação para o Mundial:

«Estava com o Rui Costa e não acreditávamos que a nossa Itália pudesse ficar de fora do Mundial. A Itália tem de repensar tudo desde a base, o nome do senhor Malagò é forte, gostaria muito, ele pode mudar as coisas com a sua experiência, a Itália é muito forte em muitos desportos olímpicos. Eu apostaria no M&M: Malagò e Max».

Podes ler mais declarações de José Mourinho à imprensa italiana.

SJK Akatemia de Paulo Lopes segue em frente na Taça da Finlândia

O SJK Akatemia, orientado pelo treinador português Paulo Lopes, assegurou a passagem aos 16-avos de final da Taça da Finlândia, depois de vencer o Oulu fora de casa por 2-1.

O SJK Akatemia, sob o comando do técnico português Paulo Lopes, garantiu a qualificação para os 16-avos de final da Taça da Finlândia ao triunfar no reduto do Oulu por 2-1.

A formação da casa abriu o marcador ainda antes do intervalo, aos 45 minutos, por intermédio de Ridanpaa. No entanto, a equipa orientada por Paulo Lopes reagiu na segunda parte e chegou à igualdade aos 73 minutos, através de Tollinen. Já perto do apito final, quando o jogo caminhava para prolongamento, Nikkila marcou aos 90+3 minutos e garantiu a qualificação do SJK Akatemia.

Esta foi a segunda partida de Paulo Lopes, enquanto treinador, na edição de 2026 da Taça da Finlândia.

«Gostava que fosse o Braga a passar apesar das ligações que tenho ao Friburgo» – Entrevista Bola na Rede a Cafú

Cafú passou vários anos por Portugal em equipas como Boavista, Belenenses, Feirense ou Académico de Viseu. Entre 2005 e 2007 representou o Friburgo, onde marcou dois golos em 26 jogos, e falou com o Bola na Rede sobre o clube alemão, que vai agora enfrentar o Braga nas meias-finais da Europa League.

«O Friburgo chamou-me a atenção pelo estilo de jogo, que era um futebol mais técnico e dinâmico».

Bola na Rede: Cafú, obrigado pelo teu tempo. Como é que surgiu o convite para ires para o Friburgo?

Cafú: Saí do Boavista em janeiro e, nessa altura, surgiu a possibilidade de ir para a Alemanha através de um amigo meu. Ele vivia lá, tinha boas ligações a clubes alemães e, depois de receber o meu contacto por intermédio de pessoas conhecidas, veio assistir a um jogo meu e começou a tentar convencer-me a dar esse passo. As negociações aconteceram praticamente em cima do fecho de mercado. Foi tudo decidido nos últimos dois dias e acabei por sair mesmo no último minuto. Lembro-me que o mercado fechava ao meio-dia e tivemos de tratar de contrato e assinaturas quase a correr, ainda no aeroporto, para que a documentação chegasse a tempo à federação. Foi uma mudança muito repentina. Numa primeira fase, houve a hipótese de ir para outro clube alemão, mas o valor que me ofereciam era muito semelhante ao que ganhava em Portugal e, sinceramente, não fazia sentido mudar de país para ficar praticamente na mesma. Acabei por recusar. Entretanto, apareceu a oportunidade de assinar pelo Siegen, da segunda liga alemã, um clube que tinha ambições de subida, e nessa altura achei que poderia ser um desafio interessante. Também é verdade que, em Portugal, já se começavam a sentir algumas dificuldades financeiras. O Boavista queria renovar comigo, mas a situação estava instável e os salários começavam a ser afetados. Perante esse cenário, decidi arriscar e aventurar-me na Alemanha para perceber até onde poderia ir. Cheguei a acordo com o Boavista literalmente na noite anterior à viagem. Andámos em negociações até bastante tarde e, na manhã seguinte, saí diretamente para o aeroporto. Foi tudo muito rápido e quase sem tempo para pensar. No Siegen fiz uma época positiva a nível individual, apesar de coletivamente as coisas não terem corrido tão bem e a equipa ter acabado por descer de divisão. Ainda assim, consegui despertar o interesse de três ou quatro clubes alemães e foi aí que surgiu o Friburgo. O Friburgo chamou-me a atenção pelo estilo de jogo, que era um futebol mais técnico e dinâmico, com muitos jogadores africanos, algo que me agradava bastante. Além disso, era um clube organizado, numa cidade excelente, e senti que era o passo certo para continuar a crescer. Acabei por aceitar e foi, sem dúvida, uma experiência muito boa na minha carreira.

Bola na Rede: Gostava que me falasses da tua experiência no Friburgo. Que diferenças sentiste em relação ao futebol português?

Cafú: A Alemanha, por acaso, naquele primeiro clube é que foi mais o choque. Naquele ano nevou muito, tu de manhã nem vias o carro, não o encontravas, estava cheio de neve. Tu subias uma rua e o carro descia outra vez… foi um bocadinho esse impacto inicial. Mas depois chegavas ao campo e fazias o que querias. Eu vinha de um patamar aqui, vinha do Boavista, de um certo nível, e estava a jogar na segunda liga alemã. O futebol alemão, na altura, eles passavam bem, chutavam bem, eram muito fortes fisicamente, mas depois faltava-lhes aquela qualidade técnica, aqueles pormenores, não havia muito improviso. E os estrangeiros é que davam isso, porque o futebol alemão antigamente, se tirares os estrangeiros, era mais fraquinho. Os estrangeiros é que traziam outra componente. Mas depois, no Siegen, a cidade era top, havia muitos estudantes e o estádio era pequenino, mas jogavas sempre com 15 mil pessoas, sempre cheio. Naquele nível, segunda liga, já tinhas tudo, entendes?

Cafú Friburgo
Fonte: Arquivo Pessoal Cafú

Bola na Rede: Em relação às condições, na altura sentiste que, mesmo estando no Boavista, deste um salto?

Cafú: Não. Quando saí do Boavista, nós tínhamos um estádio novo, eu estava noutro patamar, balneários aquecidos… e depois fui para o Siegen e cheguei lá e o clube era mais fraquinho. Tinha subido à segunda liga, mas não tinha posto médico, não tinha ginásio. Eu vinha de alguns problemas físicos e tinha de alongar, e eu tinha de alongar no chuveiro, sabes? O estádio até era um bom estádio, tinha bancadas, mas às vezes quase nem dava para ver bem porque aquilo estava cheio de gelo. E nós treinávamos no gelo, com umas sapatilhas tipo sintético. Era engraçado porque nós entrávamos no campo cheios de roupa e eu não estava habituado a treinar com gorro, com tudo, e pensava que nem me conseguia mexer assim. Mas entrávamos no campo e eles começavam a correr de um lado para o outro, tipo suicidas. Com aquele frio tínhamos que andar sempre a correr. Foi uma experiência. E uma pessoa também fazia o que queria ali um bocadinho, foi interessante. Depois, quando fui para o Friburgo, aí sim, as condições já eram completamente diferentes. Tínhamos piscina interior, tínhamos sauna, comíamos lá, tínhamos pequeno-almoço, tínhamos tudo. Os jogos eram às duas da tarde, eram outras condições. Tínhamos dois campos, um deles aquecido para não ficar com neve. Naqueles anos eles também inovaram muito. Era uma cidade boa, vivia-se bem, bons carros… estavas na segunda liga mas não notavas que estavas na segunda liga. Claro que era um clube com outra dimensão, com estádio novo, e havia clubes da primeira liga que não tinham as condições que o Freiburg tinha.

Bola na Rede: Dizem que o Friburgo é uma equipa com uma grande identidade. Porquê? Como são os adeptos?

Cafú: Senti isso, sim. Até porque tenho uma história curiosa. No Friburgo o treinador era o Volker Finke, que já lá estava há 15 anos, e notava-se que ele controlava um bocado tudo. O Friburgo era um clube muito virado para a juventude, para passar aquela imagem de equipa de malta nova, organizada, e ele tinha muita influência nisso. Tu, por exemplo, não podias aparecer com um determinado carro. Na Alemanha muitas vezes os jogadores têm patrocínio de carro e os jogadores que já lá estavam contavam-me isso. Houve um que comprou um Porsche e o treinador pegou-se logo com ele, não o deixava jogar e disse-lhe que tinha de vender o carro. Era para manter aquela imagem de clube simples, de jovens, em que os jogadores não podiam passar a ideia de ostentação. Eu, quando cheguei, também comprei um Porsche usado na altura e ele não me deixou usar o carro. Tive logo de o mandar para Portugal. Para veres o ponto a que aquilo chegava. Eles queriam muito essa imagem. Na altura uma pessoa às vezes não entende bem, mas depois começa a perceber qual era a ideia: ali ninguém ganhava assim fortunas, era um clube extremamente organizado e queriam passar essa humildade para fora. A mim chocava-me um bocadinho porque eu dizia: fogo, aqui na Alemanha há tantos carros baratos, mais baratos do que em Portugal, e eles andam todos de bicicleta. Era engraçado.

«Se soubesse o que sei hoje, tinha ido mais cedo para fora»

Bola na Rede: No Friburgo cruzaste-te com três treinadores históricos do clube: Volker Finke, Christian Streich e Robin Dutt. Qual a tua opinião sobre eles? O que tens a dizer sobre eles?

Cafú: É assim, o Volker Finke tinha aquela experiência de muitos anos de casa. Era um treinador muito vivido e gostava muito de jogadores africanos. Ele conhecia África muito bem, falava muito disso. Uma vez até lá foi a Sara Tavares e ele falou bastante dela, de Cabo Verde, dessas ligações que tinha. Ele gostava muito de fazer montanha, caminhadas, era um homem muito ligado a isso, e o Friburgo naquela altura tinha também uma influência muito grande do modelo francês. A França era uma referência para eles em termos de seleção e de treino, e nós sentíamos isso muito no trabalho diário. O nosso aquecimento às vezes parecia quase uma dança, de tanta coordenação que tinha. Era impressionante. Havia ali uma metodologia muito própria e, por acaso, o ambiente era muito bom. O Robin Dutt já veio com uma cultura um bocadinho diferente. Fez ali algumas mudanças, tinha maneiras de trabalhar diferentes, embora a equipa continuasse a ser boa. Eu com ele estive pouco tempo, meio ano, porque depois saiu praticamente toda a gente que era do tempo do Volker Finke. Uns foram para clubes melhores, outros saíram, e acabámos por ficar lá eu e um nigeriano. Ele já não jogava muito e eu também andava ali entre jogar e não jogar. Depois comecei a jogar mais, mas entretanto vi que aquilo não estava muito estável para mim e quis sair. Tivemos a ver a possibilidade de eu ir para a Grécia e estava praticamente tudo acertado. Só que, antes disso, fizemos um jogo de treino com uma equipa que também estava na segunda liga e eu fiz um grande jogo com os miúdos. Quando estava quase tudo fechado para sair, ele chamou-me logo e disse: “Não, tu não vais porque és muito bom jogador e avançados não há.” Acabei por sair na mesma em janeiro, mas aí já percebi bem qual era a intenção: tirar a malta toda que vinha do antigo treinador e impor-se ali um bocadinho. E isso também é muito a maneira de funcionar na Alemanha. Lá o diretor desportivo manda muito e eles quiseram mudar quase tudo. Depois começaram também a pegar um bocadinho pelos valores que eu recebia, por pequenos pormenores, e eu percebi que estavam a arranjar forma de limpar aquilo tudo. Hoje em dia já consigo entender melhor. No futebol funciona muito assim. Às vezes as pessoas estão à espera de gratidão dos clubes, mas isto é uma máquina, é mesmo uma empresa.

Cafú Friburgo
Fonte: Arquivo Pessoal Cafú

Bola na Rede: Que ensinamentos é que o Friburgo te deixou para a carreira?

Cafú: O ensinamento que me deixou foi este: se soubesse o que sei hoje, tinha ido mais cedo para fora. Mesmo no Siegen eles queriam que eu ficasse. Diziam-me, a gente junta dinheiro, a gente faz um esforço, porque eles tinham subido quase sem querer e depois a segunda liga era muito exigente. Não tinham grande qualidade técnica nem grandes condições para estarem ali, e eu até estranhava porque parecia que eles queriam era descer para estabilizar. Mas na Alemanha, tanto na segunda como na terceira liga, os jogadores ganham bem. Tens estádios cheios, tens condições, não te falta nada. E foi aí que eu senti uma coisa: lá fora, como jogador, és muito mais valorizado. Tratam-te de outra maneira, sem dúvida nenhuma. Tu eras quase um herói. Na segunda liga havia filas de gente para dar autógrafos, filas mesmo. Era uma dimensão completamente diferente. Eles gostam genuinamente de futebol. Perdes e não te criticam logo da mesma maneira. Estás a entender? Aqui não. Aqui às vezes perdias e já levavas logo duras, críticas, pressão… A cultura deles em relação ao futebol é diferente, muito mais evoluída até como sociedade. Eles valorizam muito mais o jogador e às vezes cá a história não é bem assim.

Bola na Rede: E esperavas este crescimento do Friburgo nestes últimos 15/20 anos?

Cafú: Não, não esperava. É assim, a cidade é muito boa e o clube já naquela altura era muito estável a nível estrutural. Tinham boas condições de campo, tinham tudo muito bem organizado, e depois há uma coisa importante: tudo o que é da cidade anda muito ligado ao clube. Eles fazem muitos programas com os miúdos da cidade, chamam muita gente jovem e nós próprios, jogadores, também participávamos como treinadores ou observadores para ajudar a escolher talentos. Ou seja, há ali uma dimensão em que praticamente toda a gente é do clube. E quando tens uma cidade tão ligada a uma equipa, o clube tem sempre mais hipóteses de crescer. Depois, a nível de gestão, na Alemanha eles sempre foram muito organizados e isso nota-se. Mais tarde fizeram o estádio novo e hoje é um clube que me surpreende pelas condições que tem. Mas, olhando bem, também se percebe porquê: sempre teve muita qualidade de treinadores, muita organização e depois a Alemanha é um mercado muito grande. Se trabalhares bem, tens sempre margem para crescer.

«Acho que o Braga tem algum favoritismo, mas o futebol sabemos como é».

Bola na Rede: O Braga é o próximo adversário do Friburgo, nas meias-finais da Europa League. O que esperas desta eliminatória?

Cafú: É assim, daquilo que tenho acompanhado do Friburgo e do que tenho visto, apesar de já ter estado muito mais ligado nos primeiros anos, acho que vai ser uma eliminatória interessante. Mas o Braga é o Braga, tem outra dimensão e disso eu não duvido. O nosso futebol português tem outra qualidade. Agora, claro, se a gente não andar, não ganha a ninguém. Mas se andar, se estiver ao seu nível, tem muito mais qualidade. Eu costumo dizer que fui para a Alemanha e fiquei muito mais jogador em termos de disciplina e de exigência, mas em termos de improviso e criatividade eu fazia coisas que eles não faziam. Nós tínhamos outra ginga, outra facilidade no um para um, outras soluções. Na altura o futebol alemão era muito físico. Os miúdos passavam bem, chutavam bem, mas depois não faziam uma finta, não havia aquele improviso. Treinava-se muito, era muita intensidade. Eu lembro-me que na Alemanha chegávamos a treinar três vezes por dia: um treino às sete da manhã sem comer, outro às dez e outro de tarde. Andava-se muito de bicicleta também. Agora, uma coisa que eu aprendi lá foi disciplina. Na disciplina eles são fortíssimos. E na alimentação também ligavam muito: o que comer, o que beber, a quantidade de água, a recuperação… mal acabava o jogo tinhas de beber isto, comer aquilo, papas de aveia, essas coisas todas, eu detestava papas de aveia. Mas a verdade é que eles já faziam em 2005 muita coisa que só anos mais tarde começou a aparecer aqui: aquecimento pré-jogo muito controlado, recuperação logo a seguir ao jogo, corrida, alimentação, tudo tratado ao detalhe. O Friburgo às vezes até para jogos longe ia de avião, depois o autocarro já estava lá e no regresso vinha-se de autocarro. Era outro patamar. A Alemanha é outro patamar. Eu adorei jogar na Alemanha, adorei mesmo a passagem que tive por lá. Quanto à eliminatória, acho que o Braga tem qualidade para discutir, mas vai apanhar uma equipa muito organizada, muito disciplinada e muito competitiva.

Friburgo Jogadores
Fonte: SC Freiburg

Bola na Rede: Para fechar, tens expectativas em relação a esta eliminatória? O que esperas dos dois encontros?

Cafú: É assim, sinceramente gostava que fosse o Braga a passar, até para somar pontos para nós aqui, apesar das ligações que tenho ao Friburgo. Por acaso ainda não consegui voltar lá para visitar o clube, que era uma coisa que gostava de fazer, mas desde que entrei no trabalho e como tenho um ginásio isso tira-me muito tempo. Não vai ser um jogo fácil, nesta fase nunca é, mas acho que o Braga, a jogar com os grandes, tem feito grandes jogos. É uma equipa boa, vem também moralizada depois do jogo que fez com o Sevilha, e eu gosto do modelo de jogo do treinador, jogam bem. Acho que o Braga tem algum favoritismo, mas o futebol sabemos como é. E os alemães, e o Friburgo também, jogam muito bem. Ainda há pouco tempo vi um jogo deles e aquilo é uma intensidade enorme, com o estádio novo a abarrotar, um ambiente mesmo bonito. Vai ser um jogo que eu quero ver mesmo.

José Mourinho elogia Francesco Farioli: «Vai ganhar o campeonato com mérito»

José Mourinho diz que Francesco Farioli, treinador do FC Porto, vai ser campeão com «mérito». Lê as palavras do técnico português.

José Mourinho prestou declarações ao Il Giornale e ao Sport Mediaset e falou sobre vários temas. Entre eles, o técnico português olhou para a Primeira Liga 2025/26 e disse que Francesco Farioli, treinador do FC Porto, vai ganhar a prova com mérito:

«Farioli, o novo Mourinho? Vai ganhar o campeonato com mérito, é um campeão. Pode gostar mais ou menos da forma como joga ou como comunica, mas quando se ganha, ganha-se», referiu sendo que o FC Porto está perto de se sagrar campeão, algo que pode acontecer já este sábado.

Podes ler mais declarações de José Mourinho à imprensa italiana.

José Mourinho entre vários temas: «Estou a pensar tirar férias até aos quartos de final do Mundial. A partir daí é que começa a festa»

José Mourinho falou sobre vários temas à imprensa italiana. Mundial 2026, Francesco Farioli campeão e futebol italiano são alguns deles.

José Mourinho prestou declarações ao Il Giornale e ao Sport Mediaset e falou sobre vários temas. Entre eles, o técnico português olhou para o Mundial 2026, com menção a Portugal, Brasil de Carlo Ancelotti, Argentina (campeã em título), França e Inglaterra:

«Gostaria que fosse a Portugal, mas o Carletto é o Carletto. O Brasil pode conseguir com ele; uma coisa é uma equipa com o Carlo, outra é sem ele. A Argentina é uma verdadeira equipa, unida, coesa; os jogadores gostam de jogar pela seleção nacional. Depois, a França tem praticamente três equipas capazes de competir. A Inglaterra acabará por chegar lá. Estou a pensar tirar férias até aos quartos de final; há demasiadas equipas que vão lá apenas para perder. É um fenómeno social incrível, mas se falarmos de futebol a sério, há equipas que vão lá apenas para passear. A partir dos quartos de final é que começa a festa».

José Mourinho falou sobre o facto de a Itália ter falhado a qualificação para o Mundial:

«Estava com o Rui Costa e não acreditávamos que a nossa Itália pudesse ficar de fora do Mundial. A Itália tem de repensar tudo desde a base, o nome do senhor Malagò é forte, gostaria muito, ele pode mudar as coisas com a sua experiência, a Itália é muito forte em muitos desportos olímpicos. Eu apostaria no M&M: Malagò e Max».

José Mourinho, de acordo com a imprensa italiana, evitou falar sobre o Real Madrid e disse: «O meu próximo objetivo é levar o Benfica à Liga dos Campeões».

José Mourinho diz que Francesco Farioli, treinador do FC Porto, vai ser campeão com mérito:

«Farioli, o novo Mourinho? Vai ganhar o campeonato com mérito, é um campeão. Pode gostar mais ou menos da forma como joga ou como comunica, mas quando se ganha, ganha-se».

«Não gosto de ver o culpado antes dos julgamentos. Em Portugal diz-se que não há fumo sem fogo. As minhas batalhas? Mais contra o sistema do que contra os árbitros», também referiu José Mourinho.

José Mourinho também recordou os tempos na AS Roma:

«Porque é que em Roma é tão difícil vencer? Não sei, para mim é o lugar mais bonito da minha carreira. Nunca senti um ambiente tão incrível em torno de uma equipa de futebol, o Olímpico sempre cheio, o que as pessoas sentem pelos jogadores. O nível de exigência é elevado? Não é um drama porque quando ganhámos a Conference, a festa foi de loucos: nem mesmo nos triunfos que tive na Champions vi cenas assim».

José Mourinho falou sobre Chivu, treinador do Inter Milão:

«Fico contente pelo Chivu que o Inter possa ganhar o campeonato, embora, quando o treinei, nunca tivesse pensado que ele pudesse vir a ser treinador. Não parecia ter vocação para isso, mas foi inteligente, estudou e subiu na carreira passo a passo. Não surgiu do nada. Hoje em dia, muitos chegam ao banco de suplentes porque sabem vender-se bem».

«Depois, sejamos sinceros: essa ideia de que o estilo de jogo vale mais do que os resultados é a maior mentira do futebol. Ainda não escrevi ao Chivu, porque ainda não está matematicamente garantido. Vamos deixar que ele marque o ponto que falta; quando isso acontecer, eu escrevo-lhe. A conversa sobre o Triplete? Sou péssimo ao telefone, mas o Materazzi é o responsável por isso», disse ainda José Mourinho em declarações citadas pela imprensa italiana.

José Mourinho Benfica
Fonte: Rafael Canejo / Bola na Rede

Podcast Papo de Bola #104 – A crise no Galo tem fim?

HORA DO EPISÓDIO NÚMERO 104 DO PODCAST “PAPO DE BOLA” SOBRE A ATUALIDADE DO FUTEBOL SUL-AMERICANO!

O “Papo de Bola” desta semana analisa o momento atual do Atlético Mineiro, focando no impacto da situação do clube e nas estratégias possíveis para superar os desafios em curso.

Ouve em baixo o novo episódio, o teu podcast de futebol sul-americano do Bola na Rede:

Além do Papo de Bola, os podcasts do Bola na Rede estão disponíveis nas mais diferentes plataformas e procuram dar-te um pouco de tudo sobre o mundo do desporto em geral. Atualmente, temos para te oferecer os seguintes conteúdos:

Ouve já os nossos podcasts nas plataformas habituais:

Podcast À Prova de Bola #27 – José Mourinho e o possível regresso ao Bernabéu

HORA DO EPISÓDIO NÚMERO 27 DO PODCAST “À PROVA DE BOLA” SOBRE ATUALIDADE

Episódio especial do “À Prova de Bola” dedicado à possível mudança de José Mourinho para o Real Madrid. Analisamos as notícias de última hora e, mais importante, o que realmente está em jogo: o impacto desta decisão na carreira de Mourinho, as implicações desportivas e estruturais no Real Madrid e o efeito dominó que pode atingir o Benfica.

Os comentários são do Ailton Ricardo Pereira e do Mário Cagica.

Ouve em baixo o vigésimo-sétimo, o teu podcast sobre atualidade do Bola na Rede:

Além do À Prova de Bola, os podcasts do Bola na Rede estão disponíveis nas mais diferentes plataformas e procuram dar-te um pouco de tudo sobre o mundo do desporto em geral. Atualmente, temos para te oferecer os seguintes conteúdos:

Ouve já os nossos podcasts nas plataformas habituais:

Cruzeiro de Artur Jorge vence Boca Juniors na Taça Libertadores e Botafogo de Franclim Carvalho também ganha na Sul-Americana

O Cruzeiro de Artur Jorge venceu em casa o Boca Juniors por 1-0 na Taça Libertadores. Botafogo de Franclim Carvalho bateu o Independiente Petrolero por 3-0 na Sul-Americana.

O Cruzeiro de Artur Jorge e o Botafogo de Franclim Carvalho ganharam os seus desafios nas competições internacionais. Ambos os jogos foram disputados esta madrugada, porém para provas diferentes: Taça Libertadores e Taça Sul-Americana.

A jogar em casa, o Cruzeiro venceu o Boca Juniors por 1-0 na terceira jornada do Grupo D da Taça Libertadores, graças a golo de Neyser Villarreal (83′). Assim sendo, a equipa de Artur Jorge está agora igualada em pontos com o Boca Juniors: ambos com 6 pontos.

Já o Botafogo de Franclim Carvalho bateu em casa o Independiente Petrolero por 3-0 na terceira jornada do Grupo E da Taça Sul-Americana. Mateo Ponte (15′), Álvaro Montoro (62′) e Newton (77′) fizeram os golos da vitória e o Botafogo lidera agora com 7 pontos.

Benfica interessado em Viery: eis o ponto de situação

O Benfica mostra interesse em Viery e já conhece preço exigido. Ainda assim, não existe, de momento, contactos com o Grémio.

Viery é um defesa-central que tem sido associado ao Benfica nos últimos tempos. Segundo o jornal a Bola, não existe, de momento, contactos com o Grémio (formal ou informal), apesar de os encarnados já se terem informado das condições para um eventual negócio.

Conforme já noticiado, o Grémio quer receber 20 milhões de euros pelo jovem brasileiro, que conta também com os interessados Brighton e Newcastle (ambos da Premier League). Bolonha e Lille são outros clubes associados ao defesa-central.

Viery tem sido figura recorrente do onze inicial do Grémio esta temporada, depois de se estrear na equipa profissional durante a temporada passada.

Viery Grémio
Fonte: Grémio FBPA