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Redação Bola na Rede

Ailton Pereira

39 artigos publicados · no Bola na Rede desde 2025

Ailton Ricardo Pereira, tipster profissional com mais de dez anos de experiência, é apaixonado por futebol e ténis. Atualmente é o responsável pela PACATO, empresa que comercializa serviços e produtos para apostadores desportivos

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Opinião

Exigir sem pressionar | Fórmula 1

Na semana passada escrevi sobre quem soube esperar. Esta semana, três jovens lembram-me de que também se pode chegar cedo. Anteriormente, Carlos Alcaraz ganhou o primeiro Grand Slam, o US Open de 2022, com apenas 19 anos. Lamine Yamal, além do espectáculo que dá em campo e do título de campeão do mundo, foi o primeiro a terminar três edições consecutivas no top 10 da Bola de Ouro antes de completar 20 anos. Este fim-de-semana, no Grande Prémio do México de Fórmula 1, apareceu o terceiro: Kimi Antonelli. Aos 20 anos, na sua segunda temporada na Fórmula 1, é o campeão mais jovem de sempre e o primeiro italiano a conquistar o título desde 1953. Terminou em terceiro, atrás de Max Verstappen e Lewis Hamilton, e o pódio ficou com três campeões do mundo: quatro títulos de um, sete de outro e a estreia do mais novo. A fotografia emoldura o passado, o presente e, quiçá, o futuro.

Ailton Pereira · 3 min de leitura
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Opinião

Aplaudir não custa assim tanto | Bola de Ouro

Gosto de acreditar que existe nobreza no acto de saber aplaudir genuinamente. Aplaudir é um gesto pequeno que diz muito sobre quem o faz. Nesse sentido, há uma coisa que me parece cada vez mais difícil de encontrar nas conversas do dia-a-dia. Falo da capacidade de reconhecer o mérito dos outros sem sentir a necessidade de os diminuir.  A semana do 16º aniversário do Bola na Rede começa com a ressaca das manifestações pela habitação em Lisboa e no Porto, das presidenciais no Brasil, de um El Clásico em Espanha e da Bola de Ouro. É curioso observar como temas tão diferentes acabam, tantas vezes, por esbarrar na mesma dificuldade.

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La Liga

Quem vive do passado é che | Valência

Para os adeptos do Valência, os che, o virar do milénio foi sinónimo de coleccionar quadros bonitos para mais tarde apreciar. No final dos anos 90 e início dos anos 2000, o Valência encheu a vitrina: uma Taça do Rei, uma Supertaça de Espanha, dois campeonatos, uma Taça UEFA e uma Supertaça Europeia. Importa referir que, embora não tenha vencido, disputou duas finais consecutivas da Liga dos Campeões, sendo derrotado primeiro pelo Real Madrid, depois pelo Bayern de Munique. Em campo brilharam nomes como Santiago Cañizares, David Albelda, Pablo Aimar, Rubén Baraja e Gaizka Mendieta; já no banco, Claudio Ranieri, o futuro obreiro do conto de fadas em Leicester, plantou as sementes que Héctor Cúper e Rafael Benítez souberam regar e transformar em frutos.

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