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Futsal Feminino: Benfica vence Nun’Álvares e conquista a Supertaça

O Benfica venceu o Nun’Álvares por 3-1 e conquistou a Supertaça, chegando à décima conquista da competição.

O Benfica conquistou, este sábado, a Supertaça, ao vencer o Nun’Álvares por 3-1, no Pavilhão Municipal de Desportos de Vila do Conde. Com esta vitória as encarnadas elevam para dez as Supertaças no seu palmarés.

As águias entraram fortes e construíram a vantagem ainda na primeira parte. Fifó abriu o marcador aos dois minutos, Janice Silva aumentou para 2-0 aos 14 e Gaby Vanelli fez o terceiro no último minuto antes do intervalo.

Na segunda parte, o Nun’Álvares procurou reagir através de uma grande penalidade que Dinha desperdiçou aos 28 minutos. A formação de Fafe ainda conseguiu reduzir ao minuto 31, por intermédio de Ana Azevedo, mas não foi além do 3-1.

Al Gharafa de Pedro Martins perde frente ao Al Sadd na Liga do Qatar

O Al Gharafa de Pedro Martins perdeu frente ao Al Sadd por 4-1, num jogo a contar para a terceira jornada da Liga do Qatar.

O Al Gharafa, orientado por Pedro Martins, perdeu por 4-1 na visita ao Al Sadd, num jogo a contar para a terceira jornada da Liga do Qatar. Pedro Miguel, ex-Farense, e Yacine Brahimi, ex-FC Porto foram titulares nesta partida.

O Al Sadd entrou melhor na partida e chegou à vantagem logo aos cinco minutos, por intermédio de Yusuf Abdurisag, após assistência de Roberto Firmino. Aos 12 minutos, Claudinho aumentou a vantagem para 2-0, depois do passe de Akram Afif.

Na segunda parte, Akram Afif fez o 3-0 aos 50 minutos de jogo, após assistência de Pedro Miguel. A equipa orientada por Pedro Martins ainda reduziu aos 82 minutos, por intermédio de Yacine Brahimi. Já nos descontos, aos 90+3 minutos, Roberto Firmino fechou o resultado em 4-1.

Hull City empata a zeros com o Aston Villa e continua invicto na Premier League

Hull City e Aston Villa não foram além de um empate sem golos num encontro a contar para a terceira jornada da Premier League.

O Hull City e o Aston Villa empataram 0-0, no MKM Stadium, num jogo a contar para a terceira jornada da Premier League. Na equipa do Hull City, Mohamed Belloumi, ex-Farense, foi titular e jogou 82 minutos, enquanto, no Aston Villa, Victor Lindelof, ex-Benfica, foi titular e disputou os 90 minutos.

A equipa visitante entrou melhor na partida e criou perigo logo aos dois minutos, com Nicolas Jackson a cabecear ao lado. Ross Barkley também esteve perto de marcar aos 25 minutos, mas viu o seu remate ser travado por um defesa do Hull City.

Na segunda parte, John McGinn e Emiliano Buendía desperdiçaram boas oportunidades para o Aston Villa, enquanto Mohamed Belloumi esteve perto de marcar para o Hull City, aos 65 minutos, com um remate à barra da baliza de Zion Suzuki. o guarda-redes do Aston Villa ainda teve de se esforçar quando, já perto do final do jogo, Mohamed Ali-Cho o obrigou a uma boa defesa, mantendo o resultado a zeros.

Mitchell van der Gaag: «Quem vir o resultado, parece que o Marítimo não fez nada»

O Marítimo e o Benfica enfrentaram-se durante o final de tarde deste sábado. Mitchell van der Gaag analisou o encontro.

Mitchell van der Gaag analisou o encontro entre o Marítimo e o Benfica, que terminou com a vitória dos encarnados por 3-0. A partida era válida para a quinta jornada da Primeira Liga. O treinador disse o seguinte:

«O Benfica tem as próximas semanas com muitos jogos e procurou resolver o jogo o mais cedo possível. Têm uma boa equipa e nós tentámos responder, demorámos um bocadinho. Falámos de tudo isto antes do jogo. O Benfica tem muita qualidade. Depois do minuto 25 começámos a jogar, ainda que sem criar. A segunda parte foi diferente, entrámos muito bem, controlámos as transições do Benfica. Naquele momento, uma equipa como a nossa precisa de marcar golos. O Benfica pode sempre mexer com o jogo. Sofremos o segundo golo e depois resolveram a partida».

«Temos uma equipa dinâmica e várias opções para jogar. Atacámos muito bem pelo corredor e o Benfica passou por algumas dificuldades. Quem vir o resultado, parece que o Marítimo não fez nada. Isto não corresponde à verdade. Quando jogava cá, parecia sempre que o Benfica jogava em casa, mas hoje foi diferente e isso é motivo de orgulho. Conheci o Marítimo a lutar pela UEFA, é uma onda nova de maritimistas».

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Besiktas garante reviravolta em jogo grande e ultrapassa Fenerbahçe na Liga Turca

O Besiktas começou a perder, mas conseguiu a reviravolta e venceu o Fenerbahçe na Liga Turca. Houve portugueses em campo.

O Besiktas começou em falso, mas terminou em grande. Na visita ao terreno do Fenerbahçe na quarta jornada da Liga Turca, reviravolta para carimbar uma vitória por 2-1.

Milan Skriniar (26′) adiantou a equipa da casa na partida, mas a reviravolta chegou. Ridvan Yilmaz (38′) empatou e, com assistência de Orkun Kokçu, Dusan Vlahovic (73′) deu a volta ao resultado. O português Nélson Semedo foi titular na equipa derrotada e Tiago Djaló entrou para segurar o resultado, já aos 77 minutos, no conjunto vencedor.

Com a vitória, o Besiktas garantiu a ultrapassagem ao Fenerbahçe na tabela. Ainda de forma provisória, os dois clubes são, respetivamente, segundo e quarto classificados com nove e seis pontos.

Continua a acompanhar a Liga Turca.

Marco Silva arrasa: «Um campo horrível para se jogar futebol, é impossível jogar»

O Marítimo e o Benfica enfrentaram-se durante o final de tarde deste sábado. Marco Silva analisou o encontro.

Marco Silva analisou o encontro entre o Marítimo e o Benfica, que terminou com a vitória dos encarnados por 3-0. A partida era válida para a quinta jornada da Primeira Liga. O treinador disse o seguinte:

«Um jogo que tínhamos planeado, um campo horrível para se jogar futebol, é impossível jogar. Agradecer aos nossos adeptos. O ambiente estava certo, com o Marítimo a ser a equipa da casa e o Benfica com uma bancada para os adeptos. Isto não tem a ver com o Marítimo, aqui é a Liga que tem de intervir. Se queremos que o nosso campeonato atinja outro nível, terão de dar condições aos jogadores, tanto de um lado como do outro. Até à lesão do Bah estivemos muito bem. Depois eles começaram a marcar mais o Palhinha. Por culpa nossa começámos a perder bolas na transição. Não me lembro de uma oportunidade do Marítimo, sou sincero. Com o Circati e o Schjelderup também estabilizámos a equipa».

O técnico falou sobre a entrada de Jakub Kaminski para a lateral direita:

«Não tinha um lateral suplente. Quisemos que o Banjaqui jogasse esta tarde. Tínhamos duas soluções: manter o Rafa e dar a lateral ao Kaminski. Ele joga na ala com uma linha de três. Estávamos sempre a construir a três. A outra opção era colocar um defesa central, ser mais conservador».

Marco Silva defende que o bis de Leandro Barreiro não tem qualquer relação com a entrada de João Palhinha em campo:

«Se analisarem todos os jogos do Benfica até hoje contem os momentos em que o Barreiro esteve dentro de área. A entrada do Palhinha não tem nada a ver com os dois golos do médio».

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Pepa responde ao Bola na Rede: «Era um crime se cortássemos a criatividade do Eddy Doué, do Beni Souza, entre outros»

Pepa analisou o empate entre o Estrela da Amadora e o Famalicão. Técnico respondeu a uma questão do Bola na Rede.

Pepa fez a análise do empate entre o Estrela da Amadora e o Famalicão por 2-2, num jogo da 5.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve no Estádio José Gomes e, no final do jogo, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador do Tricolor da Reboleira.

Lê também a pergunta e respetiva resposta de Carlos Carvalhal, treinador famalicense.

Bola na Rede: O Estrela da Amadora cresce na segunda parte com a inclusão de vários jogadores com um perfil muito desequilibrador, irreverente e imprevisível. Como é que um treinador consegue equilibrar o lado do controlo, que todos os treinadores querem ter, com este lado mais irreverente e aleatório do jogo.

Pepa: Dando-lhe disciplina tática. Não cortando… É importante não cortar a criatividade a quem a tem. Era um crime se cortássemos a criatividade do Eddy [Doué], do Beni [Souza], entre outros. É impensável. São jogadores que têm esse talento natural e muito jovem. Nós temos é de os ajudar a ter a responsabilidade tática e não só. Também emocional e física. Técnica eles têm de sobra. Agora é ajudá-los. Ajudá-los a crescer, ajudá-los a entender o jogo, ajudá-los a perceber que a equipa está acima de tudo o que é individual. Vejo com satisfação a evolução de alguns jovens da nossa equipa.

Igor Julião: «Perder por 3-0 é doloroso»

O Marítimo e o Benfica enfrentaram-se durante o final de tarde deste sábado: Igor Julião analisou o encontro.

Igor Julião analisou o encontro entre o Marítimo e o Benfica, que terminou com a vitória dos encarnados por 3-0. A partida era válida para a quinta jornada da Primeira Liga. O lateral disse o seguinte:

«Tivemos uma infelicidade logo no começo da equipa, mas mostrámos bons momentos. Há uma diferença nas equipas. Há aqui um emblema de classe europeia e que se nos apanhar a dormir sofremos golo. Perder por 3-0 é doloroso. Entrámos na equipa para vencer. Mostrámos coragem e procurámos a vitória, o resultado não reflete a partida. Jogos destes são importantes para a ilha, é um lugar de pessoas trabalhadoras».

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Carlos Carvalhal responde ao Bola na Rede: «O Mathias de Amorim é um jogador inteligente e nós estamos a utilizá-lo mais perto do avançado e ele fá-lo muito bem»

Carlos Carvalhal analisou o empate entre o Estrela da Amadora e o Famalicão. Técnico respondeu a uma questão do Bola na Rede.

Caros Carvalhal fez a análise do empate entre o Estrela da Amadora e o Famalicão por 2-2, num jogo da 5.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve no Estádio José Gomes e, no final do jogo, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador famalicense.

Lê também a pergunta e respetiva resposta de Pepa, treinador do Tricolor da Reboleira.

Bola na Rede: O Mathias de Amorim começa em posições um bocadinho mais adiantadas do campo, depois, com a primeira substituição, acaba por baixar no terreno. Como é que futebolisticamente falando entende o jogador e pergunto se considera que a capacidade para pegar no jogo, ler o jogo e ter intervenção no jogo é superior ou, pelo menos, mais importante e preponderante que a posição inicial?

Carlos Carvalhal: O Mathias é um jogador muito inteligente e interpreta muito bem as duas funções. É um jogador inteligente e nós estamos a utilizá-lo mais perto do avançado e fá-lo muito bem. Hoje esteve muito bem, tem a assistência para o golo e uma presença importante, com dinamismo no lado direito com o Roméo [Beney] e com o Rodrigo [Pinheiro] por trás deles. Conseguiu fazer muito bem essa função. Quando assume a função de segundo médio, um dos médios da equipa, fá-lo também muito bem. A recuperação é sempre muito boa e quebra linhas. É um jogador que quebra linhas e ajudou-nos muito na parte final. A intencionalidade quando metemos o Pedro [Santos] e o Gil [Dias], era mesmo essa, passar o Mathias para ficar com o Paulo, e com o Mathias subirem uma linha e ganharmos uma linha dentro do campo. No momento da substituição, sofremos um golo e só se veio a manifestar mais à frente. O Mathias desempenha muito bem essas duas funções. Quer uma ou outra, ele fá-lo muito bem.

Leandro Barreiro: «Ajudei a equipa a ganhar o jogo»

O Marítimo e o Benfica enfrentaram-se durante o final de tarde deste sábado: Leandro Barreiro analisou o encontro.

Leandro Barreiro analisou o encontro entre o Marítimo e o Benfica, que terminou com a vitória dos encarnados por 3-0. A partida era válida para a quinta jornada da Primeira Liga. O médio disse o seguinte:

«Ajudei muito a equipa hoje a ganhar o jogo. O relvado não estava bom, mas já sabíamos isso. Fizemos um bom jogo e o mais importante são os três pontos. Acho que ajudei a equipa. O João Palhinha entrou e sabia o que tinha a fazer. O meu rol na equipa é sempre o mesmo, com o Palhinha ou com o Enzo».

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