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Hull City empata a zeros com o Aston Villa e continua invicto na Premier League

Hull City e Aston Villa não foram além de um empate sem golos num encontro a contar para a terceira jornada da Premier League.

O Hull City e o Aston Villa empataram 0-0, no MKM Stadium, num jogo a contar para a terceira jornada da Premier League. Na equipa do Hull City, Mohamed Belloumi, ex-Farense, foi titular e jogou 82 minutos, enquanto, no Aston Villa, Victor Lindelof, ex-Benfica, foi titular e disputou os 90 minutos.

A equipa visitante entrou melhor na partida e criou perigo logo aos dois minutos, com Nicolas Jackson a cabecear ao lado. Ross Barkley também esteve perto de marcar aos 25 minutos, mas viu o seu remate ser travado por um defesa do Hull City.

Na segunda parte, John McGinn e Emiliano Buendía desperdiçaram boas oportunidades para o Aston Villa, enquanto Mohamed Belloumi esteve perto de marcar para o Hull City, aos 65 minutos, com um remate à barra da baliza de Zion Suzuki. o guarda-redes do Aston Villa ainda teve de se esforçar quando, já perto do final do jogo, Mohamed Ali-Cho o obrigou a uma boa defesa, mantendo o resultado a zeros.

Mitchell van der Gaag: «Quem vir o resultado, parece que o Marítimo não fez nada»

O Marítimo e o Benfica enfrentaram-se durante o final de tarde deste sábado. Mitchell van der Gaag analisou o encontro.

Mitchell van der Gaag analisou o encontro entre o Marítimo e o Benfica, que terminou com a vitória dos encarnados por 3-0. A partida era válida para a quinta jornada da Primeira Liga. O treinador disse o seguinte:

«O Benfica tem as próximas semanas com muitos jogos e procurou resolver o jogo o mais cedo possível. Têm uma boa equipa e nós tentámos responder, demorámos um bocadinho. Falámos de tudo isto antes do jogo. O Benfica tem muita qualidade. Depois do minuto 25 começámos a jogar, ainda que sem criar. A segunda parte foi diferente, entrámos muito bem, controlámos as transições do Benfica. Naquele momento, uma equipa como a nossa precisa de marcar golos. O Benfica pode sempre mexer com o jogo. Sofremos o segundo golo e depois resolveram a partida».

«Temos uma equipa dinâmica e várias opções para jogar. Atacámos muito bem pelo corredor e o Benfica passou por algumas dificuldades. Quem vir o resultado, parece que o Marítimo não fez nada. Isto não corresponde à verdade. Quando jogava cá, parecia sempre que o Benfica jogava em casa, mas hoje foi diferente e isso é motivo de orgulho. Conheci o Marítimo a lutar pela UEFA, é uma onda nova de maritimistas».

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Besiktas garante reviravolta em jogo grande e ultrapassa Fenerbahçe na Liga Turca

O Besiktas começou a perder, mas conseguiu a reviravolta e venceu o Fenerbahçe na Liga Turca. Houve portugueses em campo.

O Besiktas começou em falso, mas terminou em grande. Na visita ao terreno do Fenerbahçe na quarta jornada da Liga Turca, reviravolta para carimbar uma vitória por 2-1.

Milan Skriniar (26′) adiantou a equipa da casa na partida, mas a reviravolta chegou. Ridvan Yilmaz (38′) empatou e, com assistência de Orkun Kokçu, Dusan Vlahovic (73′) deu a volta ao resultado. O português Nélson Semedo foi titular na equipa derrotada e Tiago Djaló entrou para segurar o resultado, já aos 77 minutos, no conjunto vencedor.

Com a vitória, o Besiktas garantiu a ultrapassagem ao Fenerbahçe na tabela. Ainda de forma provisória, os dois clubes são, respetivamente, segundo e quarto classificados com nove e seis pontos.

Continua a acompanhar a Liga Turca.

Marco Silva arrasa: «Um campo horrível para se jogar futebol, é impossível jogar»

O Marítimo e o Benfica enfrentaram-se durante o final de tarde deste sábado. Marco Silva analisou o encontro.

Marco Silva analisou o encontro entre o Marítimo e o Benfica, que terminou com a vitória dos encarnados por 3-0. A partida era válida para a quinta jornada da Primeira Liga. O treinador disse o seguinte:

«Um jogo que tínhamos planeado, um campo horrível para se jogar futebol, é impossível jogar. Agradecer aos nossos adeptos. O ambiente estava certo, com o Marítimo a ser a equipa da casa e o Benfica com uma bancada para os adeptos. Isto não tem a ver com o Marítimo, aqui é a Liga que tem de intervir. Se queremos que o nosso campeonato atinja outro nível, terão de dar condições aos jogadores, tanto de um lado como do outro. Até à lesão do Bah estivemos muito bem. Depois eles começaram a marcar mais o Palhinha. Por culpa nossa começámos a perder bolas na transição. Não me lembro de uma oportunidade do Marítimo, sou sincero. Com o Circati e o Schjelderup também estabilizámos a equipa».

O técnico falou sobre a entrada de Jakub Kaminski para a lateral direita:

«Não tinha um lateral suplente. Quisemos que o Banjaqui jogasse esta tarde. Tínhamos duas soluções: manter o Rafa e dar a lateral ao Kaminski. Ele joga na ala com uma linha de três. Estávamos sempre a construir a três. A outra opção era colocar um defesa central, ser mais conservador».

Marco Silva defende que o bis de Leandro Barreiro não tem qualquer relação com a entrada de João Palhinha em campo:

«Se analisarem todos os jogos do Benfica até hoje contem os momentos em que o Barreiro esteve dentro de área. A entrada do Palhinha não tem nada a ver com os dois golos do médio».

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Pepa responde ao Bola na Rede: «Era um crime se cortássemos a criatividade do Eddy Doué, do Beni Souza, entre outros»

Pepa analisou o empate entre o Estrela da Amadora e o Famalicão. Técnico respondeu a uma questão do Bola na Rede.

Pepa fez a análise do empate entre o Estrela da Amadora e o Famalicão por 2-2, num jogo da 5.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve no Estádio José Gomes e, no final do jogo, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador do Tricolor da Reboleira.

Lê também a pergunta e respetiva resposta de Carlos Carvalhal, treinador famalicense.

Bola na Rede: O Estrela da Amadora cresce na segunda parte com a inclusão de vários jogadores com um perfil muito desequilibrador, irreverente e imprevisível. Como é que um treinador consegue equilibrar o lado do controlo, que todos os treinadores querem ter, com este lado mais irreverente e aleatório do jogo.

Pepa: Dando-lhe disciplina tática. Não cortando… É importante não cortar a criatividade a quem a tem. Era um crime se cortássemos a criatividade do Eddy [Doué], do Beni [Souza], entre outros. É impensável. São jogadores que têm esse talento natural e muito jovem. Nós temos é de os ajudar a ter a responsabilidade tática e não só. Também emocional e física. Técnica eles têm de sobra. Agora é ajudá-los. Ajudá-los a crescer, ajudá-los a entender o jogo, ajudá-los a perceber que a equipa está acima de tudo o que é individual. Vejo com satisfação a evolução de alguns jovens da nossa equipa.

Igor Julião: «Perder por 3-0 é doloroso»

O Marítimo e o Benfica enfrentaram-se durante o final de tarde deste sábado: Igor Julião analisou o encontro.

Igor Julião analisou o encontro entre o Marítimo e o Benfica, que terminou com a vitória dos encarnados por 3-0. A partida era válida para a quinta jornada da Primeira Liga. O lateral disse o seguinte:

«Tivemos uma infelicidade logo no começo da equipa, mas mostrámos bons momentos. Há uma diferença nas equipas. Há aqui um emblema de classe europeia e que se nos apanhar a dormir sofremos golo. Perder por 3-0 é doloroso. Entrámos na equipa para vencer. Mostrámos coragem e procurámos a vitória, o resultado não reflete a partida. Jogos destes são importantes para a ilha, é um lugar de pessoas trabalhadoras».

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Carlos Carvalhal responde ao Bola na Rede: «O Mathias de Amorim é um jogador inteligente e nós estamos a utilizá-lo mais perto do avançado e ele fá-lo muito bem»

Carlos Carvalhal analisou o empate entre o Estrela da Amadora e o Famalicão. Técnico respondeu a uma questão do Bola na Rede.

Caros Carvalhal fez a análise do empate entre o Estrela da Amadora e o Famalicão por 2-2, num jogo da 5.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve no Estádio José Gomes e, no final do jogo, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador famalicense.

Lê também a pergunta e respetiva resposta de Pepa, treinador do Tricolor da Reboleira.

Bola na Rede: O Mathias de Amorim começa em posições um bocadinho mais adiantadas do campo, depois, com a primeira substituição, acaba por baixar no terreno. Como é que futebolisticamente falando entende o jogador e pergunto se considera que a capacidade para pegar no jogo, ler o jogo e ter intervenção no jogo é superior ou, pelo menos, mais importante e preponderante que a posição inicial?

Carlos Carvalhal: O Mathias é um jogador muito inteligente e interpreta muito bem as duas funções. É um jogador inteligente e nós estamos a utilizá-lo mais perto do avançado e fá-lo muito bem. Hoje esteve muito bem, tem a assistência para o golo e uma presença importante, com dinamismo no lado direito com o Roméo [Beney] e com o Rodrigo [Pinheiro] por trás deles. Conseguiu fazer muito bem essa função. Quando assume a função de segundo médio, um dos médios da equipa, fá-lo também muito bem. A recuperação é sempre muito boa e quebra linhas. É um jogador que quebra linhas e ajudou-nos muito na parte final. A intencionalidade quando metemos o Pedro [Santos] e o Gil [Dias], era mesmo essa, passar o Mathias para ficar com o Paulo, e com o Mathias subirem uma linha e ganharmos uma linha dentro do campo. No momento da substituição, sofremos um golo e só se veio a manifestar mais à frente. O Mathias desempenha muito bem essas duas funções. Quer uma ou outra, ele fá-lo muito bem.

Leandro Barreiro: «Ajudei a equipa a ganhar o jogo»

O Marítimo e o Benfica enfrentaram-se durante o final de tarde deste sábado: Leandro Barreiro analisou o encontro.

Leandro Barreiro analisou o encontro entre o Marítimo e o Benfica, que terminou com a vitória dos encarnados por 3-0. A partida era válida para a quinta jornada da Primeira Liga. O médio disse o seguinte:

«Ajudei muito a equipa hoje a ganhar o jogo. O relvado não estava bom, mas já sabíamos isso. Fizemos um bom jogo e o mais importante são os três pontos. Acho que ajudei a equipa. O João Palhinha entrou e sabia o que tinha a fazer. O meu rol na equipa é sempre o mesmo, com o Palhinha ou com o Enzo».

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Eis os 4 destaques da vitória do Braga em Alverca

O Alverca recebeu o Braga em jogo a contar para a 5.ª jornada da Primeira Liga. Eis os 4 destaques da partida.

O Alverca recebeu e perdeu frente ao Braga por 1-2. Os ribatejanos receberam a turma de Carlos Vicens num duelo a contar para a 5.ª jornada da Primeira Liga.

Eis os destaques da partida:

Chiquinho: Foi sempre o mais desequilibrador do lado do Alverca. O extremo português conseguiu, após um grande passe de Figueiredo, encontrar o espaço para finalizar, não fosse a defensiva do Braga a travá-lo em falta. Chiquinho assumiu a marcação da grande penalidade e não tremeu.

Tiknaz: O farol do meio-campo do Braga. O turco facilita a vida dos colegas sempre que a equipa se vê pressionada perto da sua área. O médio parece que toca na bola em todos os ataques do Braga, sendo que o esférico nunca fica muito tempo nos seus pés.

Pau Victor: O avançado do Braga foi sempre muito importante a ligar o jogo, no entanto foi na segunda parte e numa posição mais interior, que conseguiu retirar mais proveito do jogo. O espanhol bisou na partida logo no início do segundo tempo. Mais um grande jogo do avançado do Braga que se vai consolidando como um dos melhores da Primeira Liga.

Carlos Vicens: Muito assertivo nas substituições que fez ao intervalo. O técnico espanhol preparou bem a partida; o Braga, apesar de ter começado a perder, dominou sempre o jogo. Na entrada para a segunda parte Carlos Vicens mexeu na equipa e viu as suas altercaoes dar resultado, moveu Pau Victor mais para a zona interior do terreno e o avançado foi a tempo de bisar na partida.

Reviravolta consumada: Bis de Pau Víctor dá vitoria ao Braga em Alverca

O Alverca recebeu o Braga em jogo a contar para a 5.ª jornada da Primeira Liga. O resultado fixou-se em 1-2.

O Alverca perdeu por 1-2 frente ao Braga, em jogo a contar para a 5.ª jornada da Primeira Liga. A partida começou com os bracarenses a criarem perigo através de Dordeles num remate de fora de área que rasou o poste.

Era o Braga que dominava o encontro quando, aos 24 minutos, Figueredo fez um grande passe para Chiquinho, que acabou por sofrer falta dentro da grande área. O próprio Chiquinho acabou por assumir a responsabilidade e marcar o golo que iria colocar o Alverca em vantagem. Até ao intervalo, o Braga teve algumas oportunidades para igualar o marcador, mas sem conseguir concretizar.

Contudo, a segunda metade trouxe uma resposta categórica e avassaladora por parte dos arsenalistas. A grande figura da partida foi o avançado Pau Víctor., que iniciou a reviravolta aos 50 minutos após corresponder a um passe de Tiknaz, e acabou por consumar a cambalhota no marcador logo aos 57 minutos, carimbando o bis decisivo. O resultado não se iria alterar até ao fim do encontro.

Com este resultado, o Braga conquistou a segunda vitória no campeonato; já os comandados de Sérgio Ferreira ainda procuram o primeiro triunfo na Primeira Liga esta temporada.