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Roberto Martínez garante que Paulinho volta à Seleção por «mérito» e ainda afirma: «Provavelmente estaria em qualquer seleção do mundo, mas…»

Roberto Martínez antevê México x Portugal. Selecionador Nacional falou sobre a convocatória de Paulinho, avançado do Toluca.

Roberto Martínez já fez a antevisão ao duelo entre Portugal e México, primeiro dos dois jogos particulares que a Seleção Nacional realizará neste estágio. Em conferência de imprensa, o selecionador nacional falou sobre a chamada de Paulinho:

«Quando o Rafael Leão sai da convocatória, tivemos de tomar uma decisão. Assim, chamámos o Paulinho por mérito e abre espaço para o Guedes jogar na ala, que era para utilizar como avançado. O Paulinho está aqui por mérito, pelo que tem feito no México e numa carreira é preciso ter momentos de sorte e saber aproveitar. Ele tem muito boa ligação com muitos jogadores na Seleção e é um jogador que trabalha muito bem».

Roberto Martínez foi questionado sobre o que Paulinho tem de fazer para estar na convocatória final:

«O mais difícil do futebol é a simplicidade. O Paulinho tem de ser o mesmo, e a verdade é que provavelmente o Paulinho estaria em qualquer seleção do mundo, mas em Portugal é muito complicado, principalmente quando há Cristiano Ronaldo e Gonçalo Ramos na posição dele. Tem vindo a treinar na seleção e é um prémio muito merecido. É um jogador que temos vindo a seguir de muito perto e é um goleador nato, muito inteligente no último movimento. A decisão final não é do jogador, mas o jogador pode vir a condicionar muito a decisão final».

O México x Portugal está marcado para a madrugada de dia 29 de março (sábado para domingo) pelas 02h00. Podes ler as restantes declarações de Roberto Martínez em conferência de imprensa.

Paulinho
Fonte: Toluca

Bruno Fernandes e uma eventual braçadeira de capitão: «É um privilégio enorme se assim acontecer»

Bruno Fernandes antevê México x Portugal. É o primeiros dos dois jogos da Seleção Nacional nesta pausa internacional.

Bruno Fernandes esteve presente na conferência de imprensa de antevisão ao duelo entre Portugal e México, primeiro dos dois jogos particulares que a Seleção Nacional realizará neste estágio. O médio internacional português falou sobre a possibilidade de utilizar a braçadeira de capitão:

«Não sei ainda se vou jogar, por isso não sei se vou ter a braçadeira de capitão, mas é um privilégio enorme, se assim acontecer. Para mim já é um orgulho representar a Seleção e ainda por cima poder entrar em campo num estádio mítico como este em que vamos jogar».

O México x Portugal está marcado para a madrugada de dia 29 de março (sábado para domingo) pelas 02h00. Podes também ler as restantes declarações de Bruno Fernandes em conferência de imprensa.

Bruno Fernandes elogia Paulinho e diz: «Espero que tenha um bom regresso à Seleção Nacional»

Bruno Fernandes antevê México x Portugal. Internacional português deixa elogios a Paulinho, avançado português do Toluca.

Bruno Fernandes esteve presente na conferência de imprensa de antevisão ao duelo entre Portugal e México, primeiro dos dois jogos particulares que a Seleção Nacional realizará neste estágio. O internacional português foi questionado sobre eventuais dicas de Paulinho, uma vez que joga no México:

«O Paulinho útil vai ser em campo, quando jogar e fizer golos para nós, quando ajudar os outros a marcar também, que é algo que ele é muito forte. Tem mais conhecimento dos jogadores do que nós, e poderá dar essa ajuda caso alguém precise, mas espero que o Paulinho tenha um bom regresso à seleção e possa ser mais um para ajudar, tem muita qualidade como tantos outros que não estão na lista. Infelizmente não podemos chamar 50 jogadores, mas isto também é sinal de que há um grande lote de jogadores preparados».

O México x Portugal está marcado para a madrugada de dia 29 de março (sábado para domingo) pelas 02h00. Podes também ler as restantes declarações de Bruno Fernandes em conferência de imprensa.

Bruno Fernandes aborda novas regras da FIFA para o Mundial 2026: «Acho que isto é bom para o futebol»

Bruno Fernandes antevê México x Portugal. É o primeiros dos dois jogos da Seleção Nacional nesta pausa internacional.

Bruno Fernandes esteve presente na conferência de imprensa de antevisão ao duelo entre Portugal e México, primeiro dos dois jogos particulares que a Seleção Nacional realizará neste estágio. O internacional português deu a sua opinião sobre as novas regras da FIFA, relativas a tentativas para reduzir a perda de tempo:

«São mudanças para tentar fazer com que haja mais tempo de jogo, o que é importante, porque, como espetador, as pessoas querem ver o máximo possível, ver bom futebol. Sabemos que os clubes, as seleções tentam jogar com isso quando estão em vantagem. Acho que vai ser bom no sentido que vai haver muita coisa que ainda temos de nos habituar que não estamos habituados. Vai haver muita mudança de lançamento nos primeiros jogos. Vai haver muitos pontapés de baliza, onde o guarda-redes, no início, não vai estar tão ativo como tem de estar. Acho que é bom. Na Premier League temos a questão dos 8 segundos para o guarda-redes ter a bola na mão, tem funcionado bemAcho que isto é bom para o futebol, nem toda a gente vai estar de acordo, vão haver discordâncias a meio dos jogos, mas a situação dos cantos vai fazer com que o VAR pare o jogo mais algumas vezes, mas acredito que é para ajudar e temos de cumprir essas regras».

O México x Portugal está marcado para a madrugada de dia 29 de março (sábado para domingo) pelas 02h00. Podes também ler as restantes declarações de Bruno Fernandes em conferência de imprensa.

Bruno Fernandes comenta duelo com o México no Azteca: «Será um grande privilégio para nós poder ter este jogo lá»

Bruno Fernandes antevê México x Portugal. É o primeiros dos dois jogos da Seleção Nacional nesta pausa internacional.

Bruno Fernandes esteve presente na conferência de imprensa de antevisão ao duelo entre Portugal e México, primeiro dos dois jogos particulares que a Seleção Nacional realizará neste estágio. O médio internacional português falou sobre a reinauguração do Estádio Azteca:

«É um privilégio para nós poder jogar num estádio tão icónico e poder fazer a inauguração da remodelação do estádio. É sempre importante. Vamos jogar com uma seleção, que tem muitas presenças em Mundiais, tem bons jogadores e acho que nunca perdeu com uma seleção europeia na Cidade do México. Por isso vai ser um grande teste contra uma grande seleção. É um estádio icónico e será, para nós, um grande privilégio poder ter este jogo lá».

O México x Portugal está marcado para a madrugada de dia 29 de março (sábado para domingo) pelas 02h00. Podes também ler as restantes declarações de Bruno Fernandes em conferência de imprensa.

Bruno Fernandes aborda momento de forma no Manchester United: «Tenho tido uma boa época no geral»

Bruno Fernandes anteviu México x Portugal. É o primeiros dos dois jogos da Seleção Nacional nesta pausa internacional.

Bruno Fernandes esteve presente na conferência de imprensa de antevisão ao duelo entre Portugal e México, primeiro dos dois jogos particulares que a Seleção Nacional realizará neste estágio. O médio internacional português abordou o seu momento de forma:

«Tenho tido uma boa época em geral desde que começou. Sempre que represento a Seleção Nacional tento também ao máximo fazer o melhor das minhas capacidades e qualidades para que possa ajudar a Seleção a ganhar e a estar mais perto dos objetivos que todos temos como grupo, que é o mais importante do que propriamente o individual».

O México x Portugal está marcado para a madrugada de dia 29 de março (sábado para domingo) pelas 02h00. Podes também ler as restantes declarações de Bruno Fernandes em conferência de imprensa.

Roberto Martínez e o México x Portugal: «Vai ser uma grande festa do futebol»

Roberto Martínez antevê México x Portugal. É o primeiros dos dois jogos da Seleção Nacional nesta pausa internacional.

Roberto Martínez já fez a antevisão ao duelo entre Portugal e México, primeiro dos dois jogos particulares que a Seleção Nacional realizará neste estágio. O encontro está marcado para a madrugada de dia 29 de março (sábado para domingo) pelas 02h00.

«Acho que no futebol adoramos memórias e momentos especiais e jogar no Azteca é especial. Lembro-me do Mundial 86 e de olhar para o Azteca como um estádio especial onde todos queriam jogar. Vamos jogar frente a uma seleção aguerrida, da Concacaf e vai ser muito bom. O estágio está a correr muito bem. Estou a adorar o sangue novo e vamos ver como o vamos gerir. E acho que vai ser uma grande festa do futebol», começou por dizer Roberto Martínez.

Roberto Martínez falou sobre a convocatória de Paulinho:

«Eu gosto de partilhar quando tomamos decisões. Eu já falei do perfil dos pontas de lança e dentro disso espaço para o Ronaldo e para o Ramos. E depois queríamos ver os 10 e os extremos. Quando o Rafael Leão sai da convocatória, tivemos de tomar uma decisão. Assim, chamámos o Paulinho por mérito e abre espaço para o Guedes jogar na ala, que era para utilizar como avançado. O Paulinho está aqui por mérito, pelo que tem feito no México e numa carreira é preciso ter momentos de sorte e saber aproveitar. Ele tem muito boa ligação com muitos jogadores na Seleção e é um jogador que trabalha muito bem».

Roberto Martínez abordou o tema da altitude:

«Alguém para estar preparado para jogar a grande altitude, precisa de no mínimo 14 ou 15 treinos. Durante o Mundial não temos isso, por isso a ideia foi tentar treinar a nível do mar, com muita humidade e chegar lá no último tempo para vermos como reagimos. É uma preparação científica, para recolhermos dados e sabermos o que fazer numa próxima ocasião».

Roberto Martínez falou sobre a escolha dos guarda-redes e a gestão:

«Estamos aqui para competir bem e ao mesmo tempo observar soluções diferentes, utilizando todos os palcos para a equipa técnica e de apoio para que possamos preparar o que ajustar para o Mundial. Sobre os minutos na baliza, temos dois guarda-redes, que estão a trabalhar muito bem como nos outros estágios. O José Sá vai jogar um jogo, o Rui Silva vai jogar outro jogo, e agora uma palavra para o Ricardo Velho que voltou à Seleção porque é o quarto guarda-redes e fico muito contente. Também dizer que é a primeira vez na história que a FIFA permite ter mais de seis substituições, acho que é um aspeto importante. Contra o México temos 10 substituições contra os EUA temos 11».

Roberto Martínez voltou a falar sobre o Azteca:

«Será especial e muito difícil. O México não perde há muito tempo em casa contra uma seleção europeia, por isso é o tipo de teste de que estamos à procura. Quanto aos minutos, posso dizer que todos merecem jogar».

Roberto Martínez aborda convocatória de Mateus Fernandes:

«É um exemplo muito vivo e bom do que tem sido feito na formação em Portugal. Saiu por empréstimo, protagonizou uma venda de mais de 40 milhões e agora está a ser um jogador importante na liga mais competitiva do mundo. Por isso, a porta da Seleção está aberta para situações como a do Mateus Fernandes».

Roberto Martínez fala sobre a chegada de Lourenço Coelho:

«A sua chegada foi muito importante. Tem corrido muito bem. Trouxe muita experiência e é uma pessoa muito afável e o seu contributo tem sido muito importante. Por isso, acho que o futuro das seleções está garantido com o papel muito importante que o Lourenço Coelho tem desempenhado».

«Dores de cabeça no estágio? Está a dar mais dores de cabeça, mas são positivas. Porque o Mundial 2026 é o mais complexo dos que trabalhei. Vamos precisar de energia e acho que vai ser precisa muita polivalência e versatilidade tática que já temos vindo a demonstrar. Temos de juntar tudo isso num grupo de 26 jogadores. As dores de cabeça são bem-vindas porque a escolha final tem de ser difícil e não uma escolha popular. Não tem de ser fácil. Estou muito contente com o que estou a ver neste estágio. Procurar novas dinâmicas e soluções, e isso vai continuar nos próximos dias», referiu Roberto Martínez.

Roberto Martínez foi questionado sobre o que Paulinho tem de fazer para estar na convocatória final:

«O mais difícil do futebol é a simplicidade. O Paulinho tem de ser o mesmo, e a verdade é que provavelmente o Paulinho estaria em qualquer seleção do mundo, mas em Portugal é muito complicado, principalmente quando há Cristiano Ronaldo e Gonçalo Ramos na posição dele. Tem vindo a treinar na seleção e é um prémio muito merecido. É um jogador que temos vindo a seguir de muito perto e é um goleador nato, muito inteligente no último movimento. A decisão final não é do jogador, mas o jogador pode vir a condicionar muito a decisão final».

Roberto Martínez foi questionado sobre a Seleção do México:

«Primeiro, tenho de dizer que tenho uma grande admiração pela seleção mexicana. Lembro-me logo de Hugo Sánchez e acompanho desde sempre os Mundiais. Depois acho que Aguirre tem feito um grande trabalho, muito organizada e com muita capacidade entrelinhas e que beneficiou da afirmação de Jiménez. E depois é uma seleção muito querida dos adeptos e que é vivida com muita intensidade».

Roberto Martínez admite que teve contactos com a Seleção do México:

«É verdade que já tive alguns contactos com a seleção mexicana quando saí da Bélgica, mas nada em concreto. Acho que não sou ninguém para dizer o que lhes falta. Nestas competições tudo se decide nos pormenores e acredito que Aguirre é a pessoa certa para a levar longe e creio que vão fazer um grande Mundial».

Roberto Martínez fez ainda reflexão:

«Penso que não somos favoritos, porque só as seleções que já ganharam mundiais podem ser favoritas. Candidatos sim, mas falta-nos essa barreira psicológica de já termos vivido isso. Primeiro temos de jogar três jogos da fase de grupos e ganhar porque ninguém entra campeão. As equipas fazem-se campeãs. Por exemplo, a Argentina no último perdeu o primeiro jogo com a Arábia e depois fez-se campeã. Assim, temos esses três jogos para nos fazermos campeões».

Até que ponto o futebol europeu é seguido fora da Europa?

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O futebol europeu há muito que deixou de ser apenas um produto europeu. Hoje, ligas como a Premier League, a Liga dos Campeões ou La Liga são acompanhadas de forma regular em mercados tão diferentes como os Estados Unidos, a Ásia ou o Médio Oriente. Para muitos adeptos fora da Europa, seguir clubes e jogadores europeus já faz parte da rotina semanal, quase como se essas competições também fossem locais.

A escala global é maior do que parece

A dimensão dessa audiência é difícil de ignorar. A própria Premier League sublinha que a audiência mundial da Premier League vai muito além do Reino Unido, com transmissão em 189 países, presença potencial em 900 milhões de lares e 1,87 mil milhões de pessoas a interagir semanalmente com a competição através dos media. Isto ajuda a perceber que não estamos a falar apenas de exportação televisiva. Estamos a falar de uma marca desportiva global, com hábitos de consumo, horários e comunidades que já ultrapassam largamente o espaço europeu.

Não é só um fenómeno de televisão

O interesse também não se explica apenas pelas transmissões. O futebol europeu ganhou dimensão internacional porque juntou qualidade competitiva, jogadores mediáticos, clubes com identidade forte e uma presença digital constante. Os resumos circulam em minutos, os jogos alimentam discussão durante dias e os clubes comunicam diretamente com adeptos em vários continentes. Nesse contexto, os dados mais recentes da UEFA sobre a popularidade do futebol europeu reforçam a ideia de que o jogo continua a crescer em termos de audiência, visibilidade e capacidade de mobilização.

Ver de fora nem sempre é tão simples como parece

Seguir futebol europeu fora da Europa, ou mesmo noutro país dentro da própria Europa, nem sempre depende apenas de vontade. Os direitos televisivos são vendidos por território, e isso significa que a disponibilidade de jogos e plataformas muda conforme o local de acesso. O interesse é global, mas o acesso continua a ser organizado por mercados.

É neste ponto que faz sentido perceber o que é VPN. Em termos simples, os VPNs encaminham a ligação através de outro servidor e podem fazer com que os serviços interpretem a localização do utilizador de forma diferente. Isso não altera os contratos de transmissão nem a lógica dos direitos, mas ajuda a perceber porque é que tanta gente se cruza com este tema quando tenta seguir futebol europeu a partir do estrangeiro.

Porque é que viaja tão bem

Há várias razões para este alcance. Primeiro, o futebol europeu concentra parte dos jogadores mais conhecidos do mundo. Depois, tem uma cadência quase perfeita para o consumo global: jogos ao fim de semana, grandes noites europeias a meio da semana, narrativa constante entre resultados, rumores e rivalidades. Além disso, muitos clubes deixaram de comunicar apenas para adeptos locais. Produzem conteúdo em várias línguas, pensam a marca para audiências internacionais e tratam o adepto estrangeiro como parte real do seu ecossistema.

Essa lógica também ajuda a perceber porque é que em Portugal se discute tantas vezes a possibilidade de levar competições para fora do mercado tradicional. A própria ideia de levar provas portuguesas para o estrangeiro parte do mesmo princípio: o futebol já não vive apenas dentro das fronteiras onde é jogado.

O futebol europeu já joga para o mundo inteiro

Hoje, o futebol europeu não é seguido fora da Europa apenas como uma curiosidade. É seguido como produto principal, semana após semana, por milhões de adeptos. O que muda de país para país não é o interesse. É, muitas vezes, a forma como esse interesse consegue realmente aceder ao jogo.

Bruno Fernandes antevê México x Portugal: «O Mundial começa a aproximar-se e é bom termos este tempo para podermos aprimorar as nossas ideias»

Bruno Fernandes antevê México x Portugal. É o primeiros dos dois jogos da Seleção Nacional nesta pausa internacional.

Bruno Fernandes esteve presente na conferência de imprensa de antevisão ao duelo entre Portugal e México, primeiro dos dois jogos particulares que a Seleção Nacional realizará neste estágio. O médio internacional português começou por dizer o seguinte:

«O estágio ajuda sempre, o facto de podermos estar juntos é sempre bom e importante. A última vez que isso aconteceu foi em novembro, já lá vai algum tempo. O Mundial começa a aproximar-se e é bom termos este tempo para podermos aprimorar as nossas ideias e aquilo que o mister deseja que seja a nossa maneira de jogar e de estar no Mundial. O jetlag existe sempre, mas acho que agora, ao terceiro dia, já praticamente estamos com o horário em dia».

Bruno Fernandes falou sobre o seu momento de forma:

«Tenho tido uma boa época em geral desde que começou. Sempre que represento a Seleção Nacional tento também ao máximo fazer o melhor das minhas capacidades e qualidades para que possa ajudar a Seleção a ganhar e a estar mais perto dos objetivos que todos temos como grupo, que é o mais importante do que propriamente o individual».

«Sei que agora nesta convocatória, não estando principalmente o Cristiano Ronaldo e o Bernardo Silva, sou o jogador com mais jogos pela Seleção. O facto de representar a Seleção já por si só, para mim, é o maior orgulho da minha carreira. Representar o teu país, podê-lo fazer em grandes competições é espetacular. Para mim, não existe essa questão. Venho para aqui para disfrutar, ajudar e tentar fazer o máximo pela Seleção. Não mudo consoante quem está ou não está. Quero ajudar os que estão à minha volta para ajudar a seleção a sobressair e a vencer», disse ainda Bruno Fernandes.

Bruno Fernandes fala sobre a reinauguração do Azteca:

«É um privilégio para nós poder jogar num estádio tão icónico e poder fazer a inauguração da remodelação do estádio. É sempre importante. Vamos jogar com uma seleção, que tem muitas presenças em Mundiais, tem bons jogadores e acho que nunca perdeu com uma seleção europeia na Cidade do México. Por isso vai ser um grande teste contra uma grande seleção. É um estádio icónico e será, para nós, um grande privilégio poder ter este jogo lá».

Bruno Fernandes comenta a elevada altitude:

«Uma das coisas que não sabia é que na Arménia também já existia esta altitude e nós fomos lá jogar. Não senti grande diferença, digamos assim. Sei que aqui existe ainda mais altitude do que na Arménia. Muda sempre um pouco, tanto na respiração, que temos de ter mais tempo para respirar quando recuperamos. Falei com o Paulinho e ele diz que a bola viaja mais rápido lá no Estádio Azteca. Temos de nos adaptar a isso. Tentar aprimorar mais os cruzamentos porque sabemos que a bola vai viajar mais. Acima de tudo, será um grande teste para sabermos onde temos de nos adaptar».

Bruno Fernandes abordou novas regras da FIFA, relativas a tentativas para reduzir a perda de tempo:

«São mudanças para tentar fazer com que haja mais tempo de jogo, o que é importante, porque, como espetador, as pessoas querem ver o máximo possível, ver bom futebol. Sabemos que os clubes, as seleções tentam jogar com isso quando estão em vantagem. Acho que vai ser bom no sentido que vai haver muita coisa que ainda temos de nos habituar que não estamos habituados. Vai haver muita mudança de lançamento nos primeiros jogos. Vai haver muitos pontapés de baliza, onde o guarda-redes, no início, não vai estar tão ativo como tem de estar. Acho que é bom. Na Premier League temos a questão dos 8 segundos para o guarda-redes ter a bola na mão, tem funcionado bem. Acho que isto é bom para o futebol, nem toda a gente vai estar de acordo, vão haver discordâncias a meio dos jogos, mas a situação dos cantos vai fazer com que o VAR pare o jogo mais algumas vezes, mas acredito que é para ajudar e temos de cumprir essas regras».

Bruno Fernandes foi questionado sobre eventuais dicas de Paulinho, uma vez que joga no México:

«O Paulinho útil vai ser em campo, quando jogar e fizer golos para nós, quando ajudar os outros a marcar também, que é algo que ele é muito forte. Tem mais conhecimento dos jogadores do que nós, e poderá dar essa ajuda caso alguém precise, mas espero que o Paulinho tenha um bom regresso à seleção e possa ser mais um para ajudar, tem muita qualidade como tantos outros que não estão na lista. Infelizmente não podemos chamar 50 jogadores, mas isto também é sinal de que há um grande lote de jogadores preparados».

Bruno Fernandes falou sobre a possibilidade de utilizar a braçadeira de capitão:

«Não sei ainda se vou jogar, por isso não sei se vou ter a braçadeira de capitão, mas é um privilégio enorme, se assim acontecer. Para mim já é um orgulho representar a Seleção e ainda por cima poder entrar em campo num estádio mítico como este em que vamos jogar».

Bruno Fernandes volta a falar sobre o Estádio Azteca:

«É um estádio onde não temos sempre oportunidade de jogar e onde já aconteceram tantos momentos icónicos é muito especial. Esperamos ser a primeira seleção europeia a vencer nesse estádio».

Bruno Fernandes falou sobre Raúl Jiménez e deixou elogios:

«O Raúl é um jogador muito bom, até já me marcou alguns golos, espero que não o faça novamente [risos]. Mas não é só ele, há muita qualidade nesta seleção do México e acredito que vá ser um bom teste. Tive a oportunidade de falar com ele num set da Nike e falámos um pouco sobre o jogo».

O México x Portugal está marcado para a madrugada de dia 29 de março (sábado para domingo) pelas 02h00. Podes também ler as declarações de Roberto Martínez em conferência de imprensa.

Leandro Barreiro em contexto de seleção: «Saber que um jogo contra Malta tem o estádio completamente cheio é um orgulho para todos»

Leandro Barreiro prestou declarações depois do triunfo de Luxemburgo, que venceu a Malta por 2-0 nos playoffs da Liga das Nações.

Leandro Barreiro prestou declarações após a vitória do Luxemburgo sobre a Malta por 2-0 nos playoffs da Liga das Nações. No dia 31 de março, as seleções jogam a segunda mão e o vencedor da eliminatória continuará na Liga C da respetiva prova, enquanto o derrotado passará para o Grupo D1.

«Como jogador da seleção nacional e vendo como tudo se desenvolveu, saber que um jogo contra Malta tem o estádio completamente cheio é um orgulho para todos, para toda a equipa. Sabemos que somos bons, sabemos que podemos deixar as pessoas orgulhosas, que podemos jogar pelo nosso país. E desejamos ao público, aos verdadeiros adeptos, que o resultado esteja à altura», referiu Leandro Barreiro, médio do Benfica, em declarações citadas pela imprensa.

«Quando nos lembramos de onde viemos e como tudo se desenvolveu, saber que um jogo contra Malta enche o estádio é um orgulho para todos, para toda a equipa», reforçou ainda Leandro Barreiro.