O Sporting venceu fora o Racing Power por 3-2 na jornada 9 da Primeira Liga Feminina. Houve duas reviravoltas no marcador.
O Sporting está de regresso às vitórias depois de dois empates consecutivos (Torrense e Benfica) e uma derrota (Braga). Este domingo, as leoas bateram fora de casa o Racing Power por 3-2 na jornada 9 da Primeira Liga Feminina.
Érica Cancelinha (29′), Brittany Raphino (45+9′) e Telma Encarnação (65′) marcaram os golos da vitória do Sporting. Do lado do Racing Power, Ana Nogueira fez o primeiro golo aos 31 minutos e chegaram a estar a ganhar por 2-1 com auto-golo de Bea (36′).
Além disso, houve duas expulsões na reta final da partida: Telma Encarnação (80′) e Pamela González (81′). Ambas as jogadoras viram cartão vermelho direto. Quanto à classificação da Primeira Liga Feminina, o Sporting está em 2.º lugar com 18 pontos, enquanto o Racing Power leva 10 pontos no 6.º posto.
Na 16.ª jornada da Segunda Liga, o Portimonense recebeu o Felgueiras num encontro nenhuma das equipas conseguiu quebrar o empate a zero.
Este domingo, na 16.ª jornada da Segunda Liga, o Portimonense empatou a zero na receção ao Felgueiras. Desta forma, ambas as equipas terminam a série de vitórias que acumularam antes deste encontro.
A primeira parte trouxe muito pouca ação, sendo que os visitantes foram capazes de criar a única oportunidade clara dos primeiros 45 minutos. Na segunda parte, os algarvios cresceram na partida e foram superiores até ao final da partida. Porém nenhuma das equipas foi capaz de se adiantar no marcador e o jogo terminou empatado.
Com este resultado, o Portimonense chegou à 14.ª posição da Segunda Liga com 19 pontos e o Felgueiras subiu à nona posição com 23 pontos.
Após regressar ao FC Porto em dezembro, Gabriel Veron será emprestado ao CD Nacional até ao final da atual temporada.
Gabriel Veron vai rumar ao CD Nacional por empréstimo até ao final da temporada, proveniente do FC Porto. Após regressar em dezembro do empréstimo ao Juventude, o extremo de 23 anos tem agora uma oportunidade de mostrar serviço na Primeira Liga.
O brasileiro chegou ao Estádio do Dragão em 2022 por cerca de 10 milhões de euros, nunca sendo capaz de se afirmar na equipa principal. Este será o quarto empréstimo desde a sua chegada ao clube.
O CD Nacional ocupa, atualmente, o 13.º lugar da Primeira Liga com 16 pontos e recebe o Santa Clara, este domingo, pelas 15h30.
Marc Guéhi termina o contrato com o Crystal Palace no final da temporada e o clube já definiu o preço para o vender durante o mercado de inverno.
Marc Guéhi provavelmente abandonará o Crystal Palace antes do início da próxima temporada. O internacional inglês termina o contrato em junho mas o clube estabeleceu o valor de 40 milhões para a sua venda no mercado de janeiro, segundo o Guardian sport.
O capitão dos eagles leva três golos e três assistências em 33 jogos esta época e tem sido associado a alguns dos maiores clubes do mundo, incluindo o Real Madrid, Bayern Munique, Arsenal e Liverpool. A mesma fonte adianta que o Manchester City é o clube que está mais interessado em avançar por Marc Guéhi em janeiro.
O Crystal Palace conquistou a Supertaça Inglesa em agosto e atualmente ocupa a 13.ª posição da Premier League com 28 pontos.
🚨 Crystal Palace have set the asking price for Marc Guéhi in January at £40M.
Liverpool remain interested, while Barcelona and Real Madrid are both admirers, and Arsenal are the latest side to join the race for his signature.
O Vitória SC venceu o Braga por 2-1 e conquistou a Taça da Liga. É o terceiro título da sua história, após Supertaça e Taça de Portugal.
O Vitória SC conquistou o terceiro título da sua história, ao ganhar a Taça da Liga. Foi assim uma grande noite para o conjunto de Guimarães, que venceu o Braga por 2-1 com direito a reviravolta e celebrou nova conquista para o seu palmarés.
Das 12 finais que o Vitória SC jogou, a equipa natural de Guimarães ganhou a Supertaça em 1988 e a Taça de Portugal em 2013. A juntar a estes dois troféus, está agora a primeira Taça da Liga da sua história.
Depois do triunfo histórico frente ao Braga na final da Taça da Liga, o médio angolano do Vitória SC, Beni Mukendi, fez todo o campo de joelhos.
Após a conquista da Taça da Liga com a vitória por 2-1 frente ao Braga, o médio do Vitória SC, Beni Mukendi, percorreu o campo inteiro de joelhos. O angolano foi titular no triunfo e ajudou o clube vimaranense a levantar pela primeira vez o troféu.
Beni Mukendi tem sido um dos destaques da equipa orientada por Luís Pinto, após custar três milhões de euros no mercado de janeiro da passada temporada, proveniente do Casa Pia. Esta temporada leva um golo em 17 participações.
Vê as imagens da celebração do internacional angolano:
Daniel Bragança está cada vez mais perto de voltar a jogar na equipa principal do Sporting. Médio sofreu uma grave lesão.
Daniel Bragança vai somar os primeiros minutos pela equipa principal do Sporting neste mês de janeiro. A garantia é dada pelo jornal A Bola, que dá novidades sobre a situação física do médio que sofreu uma lesão grave a 15 de fevereiro de 2025.
Nos últimos dias, Daniel Bragança regressou aos relvados, pois jogou cerca de 30 minutos pela equipa B do Sporting no dia 4 de janeiro, frente ao Académico de Viseu. O jogo foi relativo à Segunda Liga e terminou em derrota leonina por 2-1, em Alcochete. O médio de 26 anos esteve também no banco do Sporting x Vitória SC, da meia final da Taça da Liga.
Esta temporada, Daniel Bragança não registou ainda qualquer jogo pela equipa principal do Sporting. Já em 2024/25, o médio alinhou em 29 partidas, marcou quatro golos e fez nove assistências.
A saída de Ruben Amorim do Manchester United não deve ser lida apenas como um fracasso isolado, mas como um momento de mistura entre uma rutura e uma clarificação.
Aos 41 anos, embora o treinador português já não viva do estatuto de promessa, igualmente não precisa de provar que tem ideias e de que é resiliente em prol de um projeto desportivo. Tais características estão consolidadas e reconhecidas pelo seu trabalho em Portugal (sobretudo no Sporting) e que procurou aplicar em Inglaterra. Com argumentos a seu favor, mas também contra si, o seu período no Manchester United terminou esta semana.
Apesar de 14 meses ter sido um período curto para mudar um contexto absolutamente particular do futebol inglês e mundial, além de não terem sido dadas ao técnico as melhores condições, algumas questões ficaram expostas. A experiência em Old Trafford expôs limites, mais nomeadamente alguma inflexibilidade técnico-tática, mas também confirmou algo essencial: Amorim não é um treinador ideal de contexto caótico.
O que se impõe a partir de agora na carreira do jovem treinador português é a escolha do contexto certo, num futebol cada vez menos paciente e mais ruidoso, onde nem todos os projetos servem todos os treinadores e vice-versa. Tudo indica que próximo passo de Ruben Amorim não será apenas mais um desafio na carreira, mas uma decisão mais estrutural, capaz de definir se o seu futuro passa por reconstruir, afirmar de vez ou reinventar a sua identidade com vista a regressar aos nomes de topo do futebol europeu. Poderão ser muitos e diversos os clubes onde Amorim poderia vingar, mas ficam três exemplos de projetos onde o técnico português teoricamente encaixaria.
3.
Fonte: Zito Delgado / Bola na Rede
Benfica – É uma das opções lógicas e mais faladas, pela ligação antiga ao clube da Luz, conhecimento do ADN dos encarnados e por ser uma das melhores maneiras de hipoteticamente começar um novo projeto com estabilidade. Sendo um treinador que aposta e trabalha jovens jogadores, os sabe valorizar e faz contratações cirúrgicas apenas para completar o seu grupo de trabalho, encaixa quem nem uma luva no antigo clube. Embora pudesse ser um retrocesso, visto que Amorim já triunfou no futebol português e é menos prestigiante que o inglês.
A sua vinda para o Benfica vai começar a ganhar mais peso enquanto o consulado de José Mourinho não apresentar melhorias que satisfaça a uma grande parte da massa adepta da equipa e aparentará ser a última salvação do projeto de Rui Costa para o clube em termos desportivos, a fim de ter sucesso sustentado e continuado. Mas olhando ao contexto atual, Ruben Amorim no Benfica só faria sentido num cenário de rutura profunda e recomeço estrutural, não como solução de curto prazo para apagar incêndios.
2.
Fonte: Chelsea
Chelsea – Seria uma opção muito interessante. Apesar da turbulência que o clube londrino já nos habituou a assistir, um projeto em torno do treinador português e com alicerces na estabilidade, poderia não só levantar o nome de Amorim em Inglaterra como levar o Chelsea novamente a sucessos internos e quiçá externos. Tendo acesso a número (quase) infinito de fundos para reforçar as posições que achar mais necessárias, já conhecendo a realidade do futebol britânico e tendo mais matéria-prima em termos de talento, Amorim teria condições que não encontrou em Manchester.
Caso a experiência Liam Rosenior não surta o efeito desejado e o atual projeto técnico não se estabilize, o treinador português seria uma alternativa de peso. No entanto, um aspeto a ter em conta é que o Chelsea nunca é apenas uma oportunidade, mas também um risco. A questão seria saber se o clube inglês estaria disposto a adaptar-se a um treinador, uma situação que raramente aconteceu durante as últimas duas décadas.
1.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Borussia Dortmund – Seria um projeto à medida do técnico português. O Dortmund sendo um clube que aprecia a construção de uma identidade própria e a estabilidade, além da aposta em talentos para os valorizar e chegar ao sucesso com isso, Amorim encaixaria como uma luva. Seria um contexto mais que ideal para destronar de vez a superioridade do Bayern de Munique e quebrar um jejum que já dura há 14 anos.
Mais do que ganhar títulos, Amorim poderia ganhar tempo, o que é algo raro e precioso no futebol dos tempos atuais. O estilo do técnico português encaixava perfeitamente no clube germânico. Num campeonato em que se verifica muitas vezes a intensidade, as transições rápidas e um jogo mais vertical, o seu modelo habitual de três defesas e alas projetados para um equilíbrio entre conseguir atacar e saber defender teria terreno mais que fértil para se afirmar, podendo também ser um ambiente algo diferente da rigidez e do ruído mediático da Liga Inglesa.
Depois do desafio na cidade Mancunian e independentemente de qual virá a ser o seu novo passo na carreira, Ruben Amorim não precisa de dar um passo atrás, mas sim de dar o passo certo. Pois, no futebol moderno, escolher bem o projeto é tão decisivo como vencer no dentro das quatro linhas.
O Grémio de Luís Castro anunciou, no passado sábado, a contratação do extremo José Enamorado, proveniente do Junior Barranquilla.
O Grémio confirmou, no passado sábado, mais um reforço para Luís Castro. José Enamorado assinou um contrato válido por duas temporadas após abandonar o Junior Barranquilla.
O extremo colombiano de 26 anos teve a sua época de afirmação durante o ano de 2025, terminando com 11 golos e sete assistências em 53 participações. Para além de José Enamorado, o Grémio já garantiu vários reforços para a temporada 2026, incluindo nomes como Willian, Arthur Melo, Fabián Balbuena e o ex-Benfica Carlos Vinícius.
Na madrugada deste domingo, Luís Castro estreou-se no comando técnico com uma vitória por 4-0 no terreno do Avenida, num jogo a contar para a primeira jornada do Campeonato Gaúcho. Na temporada passada, o Grémio terminou na nona posição do Brasileirão.
ENAMORADO É NOSSO! 🇪🇪👏🏾 O novo atacante Tricolor chega do Junior Barranquilla, clube em que teve sua melhor temporada na carreira. Boa sorte com as três cores! Bienvenido ao Maior do Sul! Vamos juntos!
Pedro Neto é um daqueles casos curiosos do futebol moderno: toda a gente reconhece o talento, quase todos gostam do jogador, mas raramente surge no centro do debate quando se fala das grandes figuras da Premier League. E, no entanto, olhando para o que fez nas últimas duas temporadas, é difícil justificar esse silêncio.
Depois de anos em que o talento era questionado pelas sucessivas lesões que lhe davam mais tempo de fisioterapia do que de jogo, Pedro Neto conseguiu provar o seu valor enquanto um dos melhores jogadores portugueses na liga inglesa. Voltou a ser aquele extremo desequilibrador, explosivo, capaz de ganhar metros com bola, de destabilizar defesas organizadas e de criar perigo a partir do nada.
Nos Wolves, Pedro Neto foi claramente o jogador mais influente no último terço; no Chelsea, chegou e não demorou a mostrar por que motivo foi contratado… Não fosse ele dono e senhor da intensidade, verticalidade e uma noção muito clara do que pede o jogo inglês.
Fonte: Filipe Oliveira/Bola na Rede
O que mais impressiona no número sete do Chelsea é a forma como combina velocidade com critério. Ele não é apenas um extremo que corre muito. Há intenção nos movimentos, há leitura do espaço, há capacidade para assistir e para decidir rápido em transição.
Nas últimas duas épocas, os números em assistências e ações decisivas acompanham o impacto visual que Pedro Neto tem em campo. É daqueles jogadores que fazem a equipa jogar mais alta, que empurram o adversário para trás e que libertam colegas em zonas interiores. Um autêntico Ás de Trunfo numa mão na última jogada.
Fonte: Chelsea FC
Neste Chelsea, que também já teve dias mais felizes, Pedro Neto acabou por ser algo que muitos treinadores valorizam mais do que admitem… é fiável. Apesar de ser um elemento que nem sempre é brilhante, é quase sempre útil. Não é a estrela mediática da equipa, mas é uma peça que encaixa em vários contextos e sistemas, e isso torna-o fundamental num clube que ainda procura uma identidade definitiva. Passando a redundância do nome que ecoa em quase todas as minhas opiniões, faz lembrar um Diogo Jota num clube de Salah, Van Dijk, Luís Diaz e Darwin.
Claro que não é um jogador isento de erros, mau era se assim fosse (significa que atingiria um nível de perfeição superior a Maradona). Por vezes, ainda falha na definição no último toque, especialmente quando procura o golo em vez do passe simples. Há jogos em que Pedro Neto desaparece durante largos períodos, muito por culpa de decisões precipitadas ou de alguma previsibilidade quando é bem marcado, e ainda podia assumir mais vezes o jogo, ser mais “egoísta” quando a equipa precisa de alguém que arrisque.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Mesmo assim, a sensação é que Pedro Neto está a ser, de certa forma, esquecido. Fala-se dos jovens promissores, das contratações milionárias, das estrelas que ainda “vão explodir”, mas raramente se sublinha quem já entrega rendimento real, semana após semana.
Pedro Neto não faz muito barulho, não vive de momentos virais, mas soma minutos, impacto e consistência, algo que é bastante raro num Chelsea em construção.
Não será injusto dizer que não é o rosto do projeto, mas é claramente um dos seus pilares. Um jogador que eleva o nível competitivo da equipa, que entende o jogo e que, finalmente livre de fantasmas físicos, parece pronto para se afirmar de vez.
Talvez não seja esquecido por falta de qualidade, mas porque o futebol, tantas vezes, prefere promessas a certezas. E Pedro Neto, hoje, é muito mais certeza do que promessa.