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Colega de Bernardo Silva despede-se com elogios: «É provavelmente o jogador mais inteligente com quem joguei»

Bernardo Silva despediu-se do Manchester City. Erling Haaland deixou grandes elogios ao colega de clube.

Bernardo Silva anunciou a sua saída do Manchester City, onde está em final de contrato, no final da temporada. Em declarações à Sky Sports, Erling Haaland, colega do português, deixou muitos elogios ao jogador.

«A sua inteligência. É provavelmente o jogador mais inteligente com quem joguei, pela forma que ele controla o jogo. A sua carreia no Manchester City nos últimos nove anos tem sido de loucos. Tem seis Premier League, olha para todos os seus troféus, ganhou a Champions League. Olha para o quão importante foi para nós na época do triplete, quando marcou frente ao Bayern Munique e dois ao Real Madrid», elogiou Erling Haaland, que confirmou que vai sentir a falta do português.

«É difícil encontrar as palavras, porque ele é uma figura tão importante para este clube nos últimos nove anos e tem moldado o clube pela forma como é dentro e fora do campo», destacou ainda Erling Haaland.

Erling Haaland jogou com Bernardo Silva as quatro temporadas que passou pelo Manchester City.

Barcelona avança com 12 milhões de euros por adversário do Braga na Europa League

O Barcelona está atento a um lateral do Friburgo, próximo adversário do Braga na Europa League. Jordy Makengo é alvo dos culés.

O Barcelona está atento ao mercado e quer contratar Jordy Makengo. De acordo com o diário Fichajes, o emblema catalão está de olho no lateral do Friburgo, o próximo adversário do Braga na Europa League.

A mesma fonte dá conta de que Jordy Makengo é considerado pelos catalães um nome mais acessível para reforçar uma posição necessitada. Em cima da mesa está uma proposta de 12 milhões de euros.

Jordy Makengo tem 24 anos e esta temporada realizou 26 jogos pelos alemães, nos quais somou uma assistência.

Thiago Silva deixa mensagem aos adeptos do FC Porto: «É um prazer fazer parte de uma equipa que até numa eliminação nos enche de orgulho»

Após o FC Porto ser eliminado pelo Nottingham Forest nos quartos-de-final da Europa League, Thiago Silva agradeceu o apoio dos adeptos portistas.

Thiago Silva alinhou nos 120 minutos dos quartos-de-final da Europa League frente ao Nottingham Forest, que terminou com a eliminação do FC Porto. Após a derrota por 1-0 da passada quinta-feira, o defesa-central brasileiro fez uma publicação nas suas redes sociais, com uma mensagem de agradecimento aos adeptos portistas pelo apoio:

«É um prazer fazer parte de uma equipa que até numa eliminação nos enche de orgulho. É triste e nós sabemos disso! Mas temos que seguir em frente porque a vida continua. Domingo temos outra final e esperamos por todos vocês na nossa casa. Gostaria de agradecer todos que tiraram um tempo pra vir nos apoiar. Vemo-nos domingo no Dragão».

Depois de chegar como reforço de inverno, Thiago Silva tem tido um papel importante na rotação da defesa portista, acumulando já 10 presenças, das quais quatro foram na Europa League.

Eis os onzes oficiais do Benfica x Club Brugge das meias-finais da Youth League

O Benfica e o Club Brugge defrontam-se nas meias-finais da Youth League. Jogo é realizado em Lausanne.

O Benfica defronta o Club Brugge nas meias-finais da Youth League. Em Lausanne, na Suíça, palco da final four da prova, realiza-se o primeiro dos dois encontros antes da final da prova.

O Benfica x Club Brugge tem apito inicial marcado para as 13h desta sexta-feira, 17 de abril. Lê a antevisão de Vítor Vinha ao encontro.

Eis os onzes oficiais das duas equipas:

Benfica: Diogo Ferreira; Daniel Banjaqui, Rui Silva, Gonçalo Oliveira, José Neto; Miguel Figueiredo, Gonçalo Moreira, Tiago Freitas; Federico Coletta, Jaden Umeh, Anísio Cabral.

Club Brugge: Argus Driessche; Mohamed Elbay, Wout Verlinden, Axl Wins, Andre Garcia; Gianluca Okon, Laurens Goemaere, Jessi da Silva; Tian Koren, Tobias Lund Jensen, Yanis Musuayi.

Rúben Dias vai falhar o jogo decisivo entre Manchester City e Arsenal na corrida pelo título da Premier League

Rúben Dias sofreu uma lesão no tornozelo que o afastará do encontro com o Arsenal no próximo domingo e não deve voltar antes do final de abril.

No próximo domingo, o Arsenal recebe o Manchester City num jogo de enorme peso para as contas da corrida ao título da Premier League. Contudo, Pep Guardiola não poderá contar com o líder da defesa, Rúben Dias, que sofreu uma lesão no tornozelo, segundo Simon Bajkowski.

A mesma fonte adianta que o regresso do internacional português não deve acontecer antes do final do mês de abril, numa altura em que o Manchester City depende apenas de si para ser campeão, após o desaire dos gunners frente ao Bournemouth na 32.ª jornada.

Na sua sexta temporada no futebol inglês, Rúben Dias tem tido alguns problemas com lesões, mas continua a ser peça fundamental dos cityzens, acumulando dois golos em 32 presenças.

Imprensa inglesa e a passagem do Nottingham Forest às meias-finais: «O Porto, reduzido a 10 jogadores, não conseguiu igualar a intensidade do Forest»

A vitória do Nottingham Forest frente ao FC Porto esteve em destaque na Sky Sports, apontando para a expulsão de Jan Bednarek como o momento decisivo.

O Nottingham Forest eliminou o FC Porto nos quartos-de-final da Europa League, depois de um triunfo por 1-0 na segunda mão que foi destacado pela imprensa inglesa. A Sky Sports destacou a expulsão de Jan Bednarek e a resposta intensa da equipa comandada por Vítor Pereira como o momento decisivo:

«Depois de ter lutado para conseguir um difícil empate 1-1 na primeira mão em Portugal, o Forest mostrou-se muito mais seguro em casa, impulsionado pela expulsão precoce de Jan Bednarek por uma entrada imprudente sobre Chris Wood, que levou o avançado a sair a coxear com mais uma lesão no joelho. O Porto, reduzido a 10 jogadores, não conseguiu acompanhar a intensidade do Forest, e Morgan Gibbs-White aproveitou a vantagem numérica pouco depois para marcar, com a bola a desviar-se em Pablo Rosario».

Não foi esquecida a dedicatória a Elliot Anderson durante os festejos do único golo da partida:

«Ele comemorou dedicando o golo ao médio Elliot Anderson, ausente devido a uma licença por motivos familiares na sequência do falecimento da sua mãe».

Por fim, foi referido que o Aston Villa apresentará um desafio ainda maior, mas que o jogo mais importante será disputado frente ao Burnley, na luta pela manutenção na Premier League:

«Vítor Pereira tinha prometido que a sua equipa iria demonstrar determinação e ambição numa competição em que não participava há quase 30 anos antes desta época, e agora tem de enfrentar o seu maior obstáculo até à data: o Villa de Unai Emery. (…) No domingo, recebem o Burnley; um jogo com consequências, sem dúvida, ainda mais importantes na luta para se manterem na primeira divisão. Murillo e Callum Hudson-Odoi ficaram de fora devido a lesões antes do fim da noite, e Pereira espera que isso não comprometa a série de seis jogos que a equipa tem pela frente. O seu cargo depende certamente disso».

Vítor Pereira Nottingham Forest
Fonte: Nottingham Forest

Barroso em exclusivo ao Bola na Rede após o apuramento do Braga para as meias-finais na Europa League: «É um momento histórico e muitas pessoas em Portugal não dão o devido valor ao clube»

Barroso falou em exclusivo com o Bola na Rede sobre o apuramento do Braga para as meias-finais da Europa League. O antigo médio dos minhotos destacou a evolução do clube e mostrou confiança na capacidade da equipa para continuar a fazer história na competição.

Barroso falou em exclusivo com o Bola na Rede, após o apuramento do Braga para as meias-finais da Europa League. O antigo médio dos minhotos, que representou fez 11 épocas pela formação principal dos bracarenses, destacou o feito histórico e mostrou confiança na equipa:

«Enorme, grande jogo! Não começou muito bem, mas o Sporting de Braga justificou plenamente o resultado e é mais um momento histórico. Parabéns aos jogadores, treinadores e à estrutura do Sporting de Braga. Penso que muitas pessoas em Portugal não dão o devido valor ao que o clube tem feito, sendo uma das equipas que mais pontos tem dado ao país nas competições europeias», afirmou.

Apesar da ambição, Barroso prefere manter os pés assentes na terra quanto à possibilidade de conquistar a prova:

«Em primeiro lugar, é preciso jogar as meias-finais, isso é o mais importante. Não se pode pensar na final sem ultrapassar essa fase. A equipa já leva muitos jogos esta época, mas estando numa posição estável no campeonato, acredito que poderá estar na melhor forma possível para a meia-final», referiu.

Sobre a evolução do clube, o antigo “pé canhão” dos bracarenses tem dúvidas quanto ao crescimento do emblema minhoto:

«A evolução do Sporting de Braga tem sido enorme. Passei por fases diferentes no clube e há claramente um antes e um depois da entrada de António Salvador. O Sporting de Braga está num nível muito bom de crescimento e esta presença na Liga Europa prova isso», destacou.

Por fim, deixou uma mensagem de confiança ao plantel dos minhotos:

«Acredito muito na equipa e na forma como joga. É uma equipa difícil para os adversários, com muita posse de bola. Só têm de continuar a mostrar as suas qualidades dentro de campo, porque têm muitas, e dar continuidade ao grande trabalho que têm feito até agora», concluiu.

Imprensa Espanhola reage à reviravolta histórica do Braga em Sevilla: «Bétis desmorona-se e despede-se do sonho europeu»

A Marca reagiu à vitória do Braga por 4-2 frente ao Real Bétis, nos quartos-de-final da Europa League, descrevendo uma «oportunidade de ouro» perdida.

Nos quartos-de-final da Europa League, o Braga alcançou uma reviravolta impressionante frente ao Real Bétis, depois de os verdiblancos estarem a vencer por 2-0 na primeira parte. Após o encontro, a Marca descreveu esta derrota do emblema espanhol como uma «oportunidade de ouro» perdida.

Um dos momentos destacados pelo jornal espanhol foi o lance que originou o primeiro golo do Braga, apontado por Pau Víctor, no qual Marc Batra chocou de cabeça contra Diego Llorente, deixando o colega sem sentidos durante o resto da jogada:

«Mas um choque violento entre Bartra e Llorente, que deixou o madrileno fora de combate, marcou o início de um desastre com consequências imprevisíveis frente a um grande Sporting de Braga, que acabou por vencer por 2-4».

Outro dos pontos destacados foram os «oito minutos trágicos para o Bétis», no arranque da segunda parte, durante os quais os gverreiros marcaram dois golos e completaram a ‘remontada’:

«Uma inquietação que se manteve após o intervalo e que o Sporting de Braga soube explorar ao máximo. Num livre lateral marcado por Ricardo Horta, Pau López saiu para defender e Vitor Carvalho saltou acima de todos para cabecear a bola para o fundo da baliza. (…) Com o Betis a parecer ter ficado de joelhos após o lance de Diego Llorente, os jogadores de Carlos Vicens aproveitaram para completar a reviravolta. Pau López passou a bola para Víctor Gómez e Amrabat, de forma muito imprudente, derrubou-o por trás dentro da área. Penálti claríssimo transformado pelo especialista da equipa portuguesa, Ricardo Horta, para fazer o 2-3 e colocar os andaluzes numa situação limite».

Braga festejo Ricardo Horta Jogadores
Fonte: Edmilson Monteiro / Bola na Rede

Vermelho estraga sonho azul  | Nottingham Forest 1-0 FC Porto

O sentimento em torno do Nottingham x FC Porto era claro: esperava-se uma partida extremamente intensa, equilibrada e decidida nos detalhes. Havia a perceção de que o FC Porto teria pela frente um adversário difícil, capaz de discutir cada lance e de aproveitar qualquer erro. Ainda assim, existia confiança de que a equipa portista, pela qualidade demonstrada ao longo da época, conseguiria impor o seu jogo e lutar pela qualificação.

No entanto, este segundo jogo da eliminatória começou da pior forma para o FC Porto. O momento decisivo surgiu com a expulsão de Bednarek, um lance que acabou por condicionar profundamente toda a estratégia da equipa. Até esse momento, o Porto estava organizado, competitivo e dentro daquilo que se previa para uma partida desta exigência. Mas jogar com menos um jogador durante grande parte do encontro teve um impacto inevitável.

Morgan Gibbs-White
Fonte: Nottingham Forest

A partir daí, a equipa portista sentiu dificuldades. Baixou ligeiramente as linhas, perdeu algum controlo no meio-campo e permitiu que o adversário crescesse no jogo. Esse crescimento acabou por resultar no golo de Morgan Gibbs-White, que aproveitou a superioridade numérica para colocar a sua equipa em vantagem. Esse momento acentuou ainda mais o desequilíbrio e obrigou o Porto a correr atrás do prejuízo em condições complicadas.

Mesmo assim, é importante destacar a atitude da equipa. Apesar da inferioridade numérica, o Porto nunca deixou de lutar. Houve vários momentos em que conseguiu aproximar-se da baliza adversária, criar situações de perigo e mostrar que continuava vivo na eliminatória. Foi um jogo intenso do primeiro ao último minuto, com grande entrega, espírito competitivo e ambição.

Fica, inevitavelmente, a sensação de que o desfecho poderia ter sido diferente. Se o FC Porto tivesse conseguido um resultado mais favorável na primeira mão, poderia ter abordado este jogo de outra forma e, possivelmente, garantir a passagem às meias-finais, à semelhança do que fez o Braga. Esse “e se” acaba por marcar a análise final desta eliminatória.

Francesco Farioli FC Porto
Fonte: Luís Batista Ferreira / Bola na Rede

Ainda assim, há que valorizar o percurso europeu do FC Porto. A equipa realizou uma campanha consistente, enfrentou adversários exigentes e demonstrou, em muitos momentos, futebol de elevada qualidade. No entanto, por estar a fazer uma grande época, esta eliminação acaba por saber a pouco. Existia uma expectativa legítima de que o Porto pudesse ir mais longe, até porque era visto como um dos favoritos à conquista da Liga Europa.

Em suma, foi uma eliminação marcada por um momento-chave – o cartão vermelho de Bednarek – mas também por uma atitude competitiva que merece reconhecimento, apesar do desfecho amargo.

Tribuna VIP: A tasca europeia do Rui

João Prates está na Tribuna VIP do Bola na Rede. É treinador de futebol, licenciado em Psicologia do Desporto e está no seu espaço de opinião no nosso site. O técnico de 52 anos já orientou o Dziugas da Lituânia, o Vaulen da Noruega e o Naft Maysan, do Iraque, e esteve na formação do Al Batin e Hajer Club da Arábia Saudita.

Chamar “tasqueiro” a um treinador diz mais sobre quem o diz do que sobre quem o recebe. No caso de Rui Borges, a realidade é simples, há trabalho, há ideia, houve evolução e há resultados visíveis dentro de campo.

No Sporting CP desta época, não há acaso, há um modelo claro, há identidade e há uma equipa que sabe exatamente o que faz em cada momento do jogo. Organização com bola, critério na construção, capacidade de variar ritmos e uma ocupação racional dos espaços.

Sem bola, uma equipa agressiva, compacta e com comportamentos coletivos bem definidos, isto não nasce por geração espontânea, quem conhece o relvado sabe que isto é treino, é liderança.

Rui Borges Sporting
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede

Rui Borges não herdou apenas um plantel, fez ajustes, impôs a sua ideia. E isso, no futebol atual, separa treinadores de gestores de grupo. O Sporting joga com intenção, não joga por jogar, há princípios, há padrões e há repetição de comportamentos que mostram trabalho diário.

 E mais, há evolução, a equipa hoje é melhor do que era há meses. Isso é o maior indicador de qualidade de um treinador.

Dizer que é a equipa que melhor joga em Portugal não é opinião emocional, é análise objetiva. O Sporting apresenta consistência, qualidade no processo ofensivo, defensivo e equilíbrio competitivo.

E depois há esta eliminatória com o Arsenal. Quem viu os jogos percebe que o detalhe decidiu, bolas nos postes, momentos que podiam ter mudado a narrativa. Mas no futebol de alto nível, competir assim contra uma equipa deste calibre não é sorte, é competência. O Sporting não foi inferior, foi competitivo, organizado e fiel à sua identidade, jogou olhos nos olhos com uma das melhores equipas da Europa.

Rui Borges Sporting x Arsenal
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

No futebol, há uma tendência perigosa, rotular rápido e analisar pouco. Rui Borges é o oposto disso, é trabalho consistente, é ideia clara e é capacidade de transformar uma equipa numa estrutura competitiva sólida.

No fim, o futebol não se decide nas palavras, decide-se dentro de campo. E aí, Rui Borges tem respondido como os melhores, com futebol e liderança..