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Rui Borges responde ao Bola na Rede: «É a nossa marca e por mais que as equipas nos identifiquem a variabilidade, procuramos um ou outro comportamento diferente»

O Sporting venceu o Estoril Praia por 3-0 na Primeira Liga. Rui Borges analisou o duelo e respondeu ao Bola na Rede.

O Sporting recebeu e derrotou o Estoril Praia por 3-0, na 24.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve no Estádio de Alvalade e fez uma pergunta a Rui Borges, treinador dos leões.

Lê também a questão colocada a Ian Cathro, técnico dos canarinhos.

Bola na Rede: Já destacou a importância da mobilidade nas dinâmicas ofensivas do Sporting. Pergunto-lhe qual foi a importância da mobilidade e variabilidade dos posicionamento para brincar com as marcações do Estoril e antes disso como pretendeu colocar os jogadores de frente para lançar os homens da frente?

Rui Borges: A variabilidade da equipa é a nossa imagem. Não deixar os adversários confortáveis naquilo que são as marcações. O futebol cada vez mais é mobilidade, é dinâmico. Não dá para ser um jogo parado. Exige muito individualmente e coletivamente. Dentro das nossas dinâmicas e do Estoril, queríamos tentar atrair. Sabíamos que o Estoril ia pressionar alto, acreditávamos nisso porque é uma equipa que gosta disto. Já disse isto ontem e volto a deixar uma palavra ao treinador. O Estoril joga bem, com uma ou outra dinâmica diferente em termos defensivos em relação a nós, mas em termos ofensivos com uma ou outra dinâmica parecida com a nossa. Muita variabilidade de posição, difícil encontrar as marcações certas, tanto que fizemos uma boa primeira parte, mas à esquerda tivemos algumas dificuldades em encontrar as marcações nalguns momentos. Houve momentos em que o Morita correu quilómetros porque nunca teve a mesma marcação. Teve imensas leituras e foi algo que identificámos e sabíamos que podia acontecer pela variabilidade deles em termos ofensivos. Quanto a nós, é a nossa marca e as equipas por mais que nos identifiquem a variabilidade, dentro da estratégia procuramos um ou outro comportamento. Sabíamos que iam pressionar alto e era importante ligar mais longe, numa segunda linha, para entrarmos de frente para o jogo com uma linha que viesse de trás para fazer as paredes. Foi isso que aconteceu. Com o decorrer do jogo, percebermos que quando o Luis [Suárez] baixava e havia alguém a provocar a linha defensiva, e os golos surgem um bocado assim, linha defensiva do Estoril parava. Não tirava profundidade, parou em alguns momentos porque sentia que a referência estava baixa e não acompanhava os rasgos que vinham de segundas linhas. Dentro da variabilidade da posição, um ou outro comportamento derivado àquilo que é o adversário. Às vezes conseguimos antecipá-lo pelas leituras que temos e pela análise que fazemos, outras é até no momento do jogo e conseguimos entender isso. Os ataques à profundidade foi até mais no momento do jogo do que na análise que fizemos prévia ao Estoril. Agora, a variabilidade é nossa. É a nossa imagem, a nossa dinâmica e a equipa está super identificada com aquilo que é o nosso jogo.

Ian Cathro responde ao Bola na Rede: «Vamos ter de sair daqui a aceitar e olhar para um 3-0 que é horrível»

O Sporting venceu o Estoril Praia por 3-0 na Primeira Liga. Ian Cathro analisou o duelo e respondeu ao Bola na Rede.

O Sporting recebeu e derrotou o Estoril Praia por 3-0, na 24.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve no Estádio de Alvalade e fez uma pergunta a Ian Cathro, técnico dos canarinhos.

Lê também a questão colocada a Rui Borges, treinador dos leões.

Bola na Rede: Já falou nas dificuldades do Estoril na primeira parte, principalmente defensivamente. Pergunto-lhe quais sente que foram as principais dificuldades da equipa ofensivamente e que foram colmatadas na segunda metade.

Ian Cathro: Acho que ofensivamente, o problema não estava nesse lado. Tu só consegues entrar no ritmo de jogo e entrar no volume ofensivo se estás bem organizado, com controlo de organização e de uma possível transição e perda de bola. Se tratas destas coisas do lado defensivo, fica mais fácil ter volume de jogo ofensivamente. Não vou identificar algo que foi um grande problema no nosso jogo ofensivo na primeira parte. Acho que os problemas, já falei sobre isso, e melhorámos claramente na segunda parte nessas áreas, o que permitiu à equipa entrar no jogo muito mais forte. Sabemos que queremos realmente competir e hoje não conseguimos porque vamos ter de sair daqui a aceitar e olhar para um 3-0 que é horrível. Sabemos que, quando estamos a conseguir este jogo e volume de jogo ofensivo, e não fazemos golo na primeira, na segunda ou na terceira oportunidade vai ser difícil.

Terem Moffi estreia-se a marcar com a camisola do FC Porto

O FC Porto recebeu e venceu o Arouca por 3-1 na jornada 24 da Primeira Liga. Terem Moffi estreou-se a marcar com a camisola dos dragões.

O FC Porto resolveu o jogo frente ao Arouca já no tempo de descontos. Depois da grande penalidade convertida por William Gomes, Terem Moffi estreou-se a marcar pelo FC Porto ao responder a cruzamento do extremo brasileiro e sentenciou o resultado final em 3-1.

Eis o golo:

Francesco Farioli responde ao Bola na Rede após triunfo do FC Porto: «O Arouca mudou algumas coisas face ao que esperávamos»

O FC Porto derrotou o Arouca em jogo da 24.ª jornada da Primeira Liga. Francesco Farioli respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.

Francesco Farioli analisou a vitória do FC Porto frente ao Arouca por 3-1 na 24.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve presente no Estádio do Dragão, e, no final do encontro, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador dos dragões.

Lê também a questão colocada a Vasco Seabra, treinador do Arouca.

Bola na Rede: Gostaria de lhe perguntar se a disposição tática do Arouca, sobretudo no momento defensivo, e o posicionamento mais centralizado de Alfonso Trezza acabaram por o surpreender. E por outro lado, de que forma é que a equipa têm beneficiado com a dinâmica do corredor esquerdo, entre o Zaidu, Gabri Veiga e Oskar, e mesmo na dupla de largura que o médio espanhol muitas das vezes cria?

Francesco Farioli: Sim, muito boa análise. Penso que eles mudaram algumas coisas face ao que esperávamos. O Trezza, como mencionaste mais por dentro, não pelo flanco como joga habitualmente. Não jogaram com o lateral direito que, por norma, é o jogador mais ofensivo. E jogam ali com um jogador que por características é mais um central. São uma equipa com muita mobilidade, jogam muito por dentro. Isso por vezes complica o timing para encarar e pressionar, embora tivéssemos recuperado, se não estiver enganado, na primeira parte, uma quantidade impressionante de oportunidades que nos permitiram ter transições que infelizmente não transformámos em golo. Mas eles foram insistindo, continuaram a circular e é como te digo, quando enfrentas uma equipa tão corajosa, bem organizada, o jogo torna-se aberto e penso que competiram muito bem. Mas tal como disse, penso que merecemos vencer. E provavelmente, merecíamos digamos ter os minutos finais com maior controlo e calma com o resultado já fechado muito mais cedo. Em relação ao Zaidu, Gabri e Oskar contribuíram muito ofensivamente tal como no lado direito. Penso que o Alberto fez um bom trabalho, o Victor, como sempre, a subir e a descer os noventa minutos e o Pepê um líder absoluto desta equipa, um líder técnico, um jogador pelo qual somos gratos em tê-lo conosco pela maneira de ser, pela forma como compete. Ambos os flancos fizeram um bom trabalho.

Vasco Seabra responde ao Bola na Rede após derrota do Arouca frente ao FC Porto: «O Alfonso Trezza acabou por ter um posicionamento diferente»

O FC Porto derrotou o Arouca em jogo da 24.ª jornada da Primeira Liga. Vasco Seabra respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.

Vasco Seabra analisou a derrota do Arouca frente ao FC Porto por 3-1 na 24.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve presente no Estádio do Dragão, e, no final do encontro, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador dos arouquenses.

Lê também a questão colocada a Francesco Farioli, treinador dos dragões.

Bola na Rede: O Vasco não pôde contar com três jogadores suspensos em relação ao último jogo. Gostaria de lhe perguntar de que forma é que isso condicionou a preparação do jogo, tendo em conta que a organização defensiva, a pressão e o posicionamento do Trezza acabaram por ser um pouco diferentes relativamente aos jogos anteriores?

Vasco Seabra: Sim, o Trezza acabou por ter um posicionamento diferente, a 10. Passámos o Brian e o Pablo, que também têm características para jogar a 10 ou a 8, e acabou por ser ele a jogar. Eu sei que nós tivemos, no caso, três médios, contando com o Trezza, de roda mais baixa, mas ao mesmo tempo com muita qualidade com bola e capacidade para serem muito intensos. São jogadores que têm um entendimento do jogo muito grande. O Diogo jogou a titular pela primeira vez na época, estreou-se o Zé Silva, portanto são muitos motivos de orgulho pela forma como trabalham todos os dias. O Diogo tinha poucos minutos e hoje fez 90, e mais os da primeira parte fez 104 minutos a um nível muito interessante e muito bom. É português, portanto tem todas as condições para ser chamado à seleção, mostrou que está preparado e essas são as sensações que ficam e que nos dão orgulho.

Ian Cathro critica arbitragem: «Não foi o meu melhor dia, mas infelizmente não foi o melhor dia da equipa de arbitragem»

Ian Cathro analisou o duelo da 24.ª jornada da Primeira Liga. O Sporting defrontou o Estoril Praia no Estádio de Alvalade.

Ian Cathro fez a análise do Sporting x Estoril Praia da 24.ª jornada da Primeira Liga. O encontro terminou com a vitória dos leões por três bolas a zero.

O técnico do Estoril Praia começou por olhar para os erros da sua equipa:

«Ficou claro. Na primeira parte não conseguimos ter agressividade, dificuldade em organização no lado esquerdo, erros nos golos por alinhamentos, que não podemos sofrer. Por outro lado, quero ser justo aos jogadores. É verdade que não temos dois centrais disponíveis, Gonçalo sem muito ritmo de jogo. A linha defensiva não tem muitos treinos juntos e não quero ser injusto. Criámos os nossos problemas na primeira parte».

Explicou também o raciocínio das substituições:

«Ficou óbvio que precisávamos de mais agresssivdade em 1X1 e organização. Ficou claro que precisávamos disso. Na segunda parte não fomos obrigados a baixar tanto por tanto tempo, mais recuperações altas. Tivemos grandes oportunidades… talvez não, mas situações em que em alguns dias fazemos golos. Saímos zangados».

Ian Cathro referiu ainda:

«Temos de olhar para a primeira parte. Duas coisas que permitiam transições: controlo do Trincão em zona central e agressividade e organziação no lado esquerdo. Fizemos o ajuste e conseguimos melhorar e permitir à equipa entrar no jogo. Se queremos competir nestes jogos, quando criamos oportunidades temos de fazer golos. Não foi o meljhor dia nesse sentido. Sobre a equipa de arbitragem, acho que também não foi o melhor dia. Não foi o meu, mas também não foi o da equipa de arbitragem».

Por fim, deixou algumas críticas à arbitragem:

«Ninguém vai analisar as situações por duas horas, não foram golos ou penáltis. Quando há falta que permite transição, tem impacto no jogo. Não houve e pronto. Às vezes temos de dizer as coisas. Não foi o meu melhor dia, a primeira parte não foi o nosso melhor dia, mas infelizmente não foi o melhor dia da equipa de arbitragem».

Rui Borges elogia exibição do Sporting: «Duas partes distintas, boas reações na primeira parte com e sem bola»

Rui Borges analisou o duelo da 24.ª jornada da Primeira Liga. O Sporting defrontou o Estoril Praia no Estádio de Alvalade.

Rui Borges fez a análise do Sporting x Estoril Praia da 24.ª jornada da Primeira Liga. O encontro terminou com a vitória dos leões por três bolas a zero.

«Duas partes distintas, boas reações na primeira parte com e sem bola. Muito bem conseguida contra uma equipa muito competente. Na segunda parte falhamos demssiados passes e deixamos o estoril ter mais bola do que queríamos. A energia foi caindo de forma geral na segunda parte. Grande jogo do Inácio e do Ousmane, evitaram bem as transições e lances perigosos. Merecíamos o 3-0 e malta que saiu do banco ajudou a manter a equipa ligada».

Relativamente às dinâmicas pelo corredor direito, referiu:

«Tem a ver com as nossas dinâmicas, e as do Estoril do lado defensivo. sabíamos que iam ser ambiciosos na pressão e sabíamos como devíamos quebrar por ambos os lados. Fomos conseguindo anular e a equipa quis muito ganhar e seguir ano caminho que temos vindo a construir».

De seguida, abordou o estado físico de Pedro Gonçalves:

«Pote nao estava a 100 por cento, foi melhor nao utilizar e não tivemos essa necessidade. Mais do que olhar para o próximo jogo. E agora vemos quem pode estar bem para o jogo com o Porto».

Por fim, falou sobre os adversários na Champions League, Bodo/Glimt:

«Têm demonstrado a sua qualidade com um coletivo forte. A eliminação de grandes equipas é um alerta que temos de manter-nos ligados. Até lá ainda temos dois jogos difíceis que queremos muito ganhar».

Podcast Raio-X Tático #1 – As substituições do Benfica no Bernabéu

HORA DO EPISÓDIO NÚMERO 1 DO PODCAST “RAIO-X TÁTICO” SOBRE AS PERGUNTAS BOLA NA REDE EM CONFERÊNCIAS DE IMPRENSA

Estreia do podcast “Raio-X Tático”, espaço para dissecar as perguntas táticas feitas pelo Bola na Rede nas conferências de imprensa. Em análise, as opções, timing e impacto das substituições executadas pelo Benfica frente ao Real Madrid.

A análise do Ailton Ricardo Pereira e do Diogo Ribeiro.

Ouve em baixo o primeiro episódio do Raio-X Tático do Bola na Rede:

Além do Raio-X Tático, os podcasts do Bola na Rede estão disponíveis nas mais diferentes plataformas e procuram dar-te um pouco de tudo sobre o mundo do desporto em geral. Atualmente, temos para te oferecer os seguintes conteúdos:

Ouve já os nossos podcasts nas plataformas habituais:

Luis Suárez após o bis frente ao Estoril: «Hoje fico desiludido comigo por ter perdido muitas bolas».

Luis Suárez analisou o duelo da 24.ª jornada da Primeira Liga. O Sporting defrontou o Estoril Praia no Estádio de Alvalade.

Luis Suárez fez a análise do Sporting x Estoril Praia da 24.ª jornada da Primeira Liga. O encontro terminou com a vitória dos leões por três bolas a zero.

Começou por refletir sobre o resultado:

«A verdade é que entramos muito bem, depois dos dois golos baixamos um pouco a intensidade. Na segunda parte procuramos o terceiro golo e fico feliz com a vitória. Queríamos o terceiro para ter uma partida tranquila, o Estoril tentou fazer coisas diferentes na segunda parte mas dominamos a partida. Agora temos que recuperar amanha e preparar o próximo jogo».

De seguida, foi o seu maior crítico após apontar um bis:

«Hoje fico desiludido comigo por ter perdido muitas bolas e acho que a equipa precisava de mais mas fico orgulhoso por ter conseguido apontar dois golos».

Benfica reage ao penálti no FC Porto x Arouca: «Vitória mentirosa. Dois pontos oferecidos. Assim, é fácil continuar à frente»

O Benfica deixou uma publicação nas redes sociais a comentar o lance do penálti que deu o 2-1 para o FC Porto, no encontro, em casa, frente ao Arouca.

O Benfica deixou uma publicação nas redes sociais para manifestar desagrado com o penálti assinalado para o FC Porto, no encontro desta sexta-feira, frente ao Arouca. Através de uma publicação, acompanhada pelo vídeo do momento, as águias deixaram a seguinte mensagem:

«Penálti inexistente, vitória mentirosa. Dois pontos oferecidos. Assim, é fácil continuar à frente», escreveu o Benfica.

O penálti assinalado para o FC Porto foi marcado ao minuto 87, num altura em que o encontro estava empatado a um golo.