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Eis o Ranking UEFA depois da eliminação do Benfica na Champions League

O Ranking UEFA já foi atualizado e Portugal não somou qualquer ponto, depois do Benfica ter sido eliminado da Champions League.

O Ranking UEFA já sofreu a sua mais recente atualização, depois de se terem realizado os jogos relativos à segunda-mão do playoff de acesso aos oitavos de final da Champions League.

Portugal não conseguiu somar qualquer ponto, depois da eliminação do Benfica frente ao Real Madrid, mantendo-se com 69.266 pontos, na sexta posição, atrás da França, mas à frente dos Países Baixos.

Inglaterra lidera a lista, com Itália e Espanha a fecharem o pódio. Eis a mais recente atualização:

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Fonte: Football Rankings

Sporting conhece a sua sorte: quando é o sorteio dos oitavos de final da Champions League?

O sorteio dos oitavos de final da Champions League realiza-se na sexta-feira, a partir das 11 horas, na Suíça.

O sorteio dos oitavos de final da Champions League não vai contar com o Benfica, mas o Sporting estará a representar Portugal, já que garantiu um lugar direto na eliminatória. O sorteio da mesma está marcado para as 11 horas de sexta-feira e será realizado a partir da Suíça.

Poderás acompanhar o mesmo na DAZN 1. O Sporting vai conhecer o seu oponente, numa fase em que poderá enfrentar o Bodo/Glimt ou o Real Madrid.

Os leões vão jogar a primeira-mão fora de casa (dia 10 ou 11 de março) e a segunda-mão em Alvalade (17 ou 18 de março).

Eis o quadro dos oitavos-de-final da Champions League após o playoff

Já são conhecidas as 16 equipas que estarão presentes nos oitavos-de-final da Champions League. Fica com os possíveis embates da próxima fase.

A noite desta quarta-feira fechou as contas dos playoffs e confirmou as 16 equipas que estarão presentes nos oitavos-de-final da Champions League. Estes são os possíveis embates da próxima fase, que serão decididos no sorteio do próximo dia 27:

  • PSG ou Newcastle x Barcelona ou Chelsea
  • Atletico Madrid ou Galatasaray x Liverpool ou Tottenham
  • Real Madrid ou Bodo/Glimt x Sporting ou Manchester City
  • Atalanta ou Bayer Leverkusen x Arsenal ou Bayern Munique

A primeira mão dos oitavos-de-final da Champions League será disputada entre 10 e 11 de março, e a segunda mão decorrerá entre o dia 17 e 18.

Quadro Champions League
Fonte: UEFA Champions League

Sporting é a única equipa portuguesa na Champions League: os possíveis adversários nos oitavos de final e a data dos jogos

O Sporting é a única equipa portuguesa que marca presença nos oitavos de final da Champions League, onde pode enfrentar duas equipas.

O Sporting passou a ser a única equipa portuguesa presente na Champions League e vai conhecer na sexta-feira o seu adversário nos oitavos de final da prova milionária. Bodo/Glimt e Real Madrid são as duas possibilidades para os leões.

Os noruegueses surpreenderam e eliminaram o Inter Milão. Já o Real Madrid deixou pelo caminho o Benfica durante esta quarta-feira. Recordar que o Sporting foi uma das oito equipas a conseguir apurar-se diretamente para os oitavos de final.

O Sporting jogará a primeira-mão fora de casa, no dia 10 ou 11 de março e a segunda-mão em Alvalade, no dia 17 ou 18 de março.

Arvid Lindblad, o único rookie de 2026: talento real ou nova peça na engrenagem Red Bull?

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A Fórmula 1 gosta de acelerar o tempo. Quando um jovem talento chega, já é rotulado: promessa, fenómeno, o próximo grande nome. Arvid Lindblad entra em 2026 como o único rookie da grelha, assumindo um lugar na Visa Cash App Racing Bulls. Por si só, isso coloca-o num foco que poucos conseguem controlar. É o único rosto novo num mar de veteranos, o que torna cada erro impossível de diluir no anonimato.

O currículo justifica a ascensão. Integração na academia da Red Bull Racing aos 13 anos, progressão meteórica e vitórias na Fórmula 2 como um dos mais jovens da história. Não é um produto de marketing. É um talento lapidado. Mas talento e contexto nem sempre falam a mesma língua.

A velocidade não é a incógnita

Quem acompanhou as categorias de base sabe que o britânico é agressivo sem ser caótico. Sabe gerir pneus, entende a leitura de corrida e é competitivo ao longo da distância.

Isto explica a promoção. O que ainda não sabemos é como reagirá quando o erro deixar de ser pedagógico e passar a ser amplificado pelo ecossistema mediático global. Dentro da estrutura Red Bull, não existe o conceito de “zona de conforto”.

O “fator Hadjar” como inspiração

O ponto mais positivo a que Arvid Lindblad se pode agarrar nos últimos tempos chama-se Isack Hadjar. A verdade é que já há muito tempo não surgia um piloto da academia Red Bull que impressionasse tanto.

Isack Hadjar chega à equipa principal da Red Bull em 2026, mas o que o catapultou até lá foi uma estreia sólida e impactante na Racing Bulls. Para Arvid Lindblad, o francês é a prova de que o sistema ainda funciona e de que a equipa de Faenza continua a ser o melhor lugar para brilhar.

No entanto, fica o aviso: o sucesso na equipa “B” é apenas a primeira parte de um teste que se torna muito mais cruel no degrau seguinte.

A estrutura que impulsiona… e vigia

Entrar na órbita da Red Bull é um privilégio, mas também um teste permanente. O sistema produziu Max Verstappen, redefinindo o conceito de promoção precoce, mas também mostrou que a gestão de carreiras pode ser volátil.

É importante sermos rigorosos: Pierre Gasly e Alexander Albon não “falharam” no sistema, já que brilharam em Faenza. Onde o processo se tornou duro foi na promoção antecipada à equipa principal.

Para Arvid Lindblad, o perigo não é apenas não ser rápido. É ser atirado para a fogueira antes de estar preparado para o calor. Ou, num cenário menos paciente, seguir o caminho de Nyck de Vries, onde a paciência se esgotou em poucos meses.

O salto emocional num mundo novo

Há ainda o salto invisível: o emocional. Ganhar na Fórmula 2 é competir sob expectativa, já correr na Fórmula 1 é viver sob escrutínio global.

A Fórmula 1 de 2026, com novos regulamentos técnicos, não oferece anonimato. O rookie aprende sob os holofotes. Arvid Lindblad mostrou maturidade em ambientes controlados, mas a maturidade na elite exige estabilidade sob pressão constante.

Expectativas realistas: observar antes de rotular

Arvid Lindblad merece estar na Fórmula 1. A sua progressão foi sustentada por performance. No entanto, isso não significa que o sucesso seja uma inevitabilidade matemática.

O cenário mais honesto é o de um piloto rápido que precisará de tempo. E tempo nem sempre é a moeda mais abundante numa estrutura orientada por exigência imediata.

O talento está lá. A dúvida é se o contexto lhe dará espaço para transformar potencial em consistência. Alguns prosperam sob pressão, outros são consumidos por ela.

A temporada de 2026 dirá em que lado desta equação ele se posiciona.

PSG qualifica-se com empate frente ao AS Mónaco e Galatasaray escapa no prolongamento: Eis os resultados do dia na Champions League

Na segunda mão do playoff da Champions League, o PSG empatou a duas bolas com o AS Mónaco e a Juventus bateu o Galatasaray por 3-2.

Na noite decisiva dos playoffs de acesso aos oitavos-de-final da Champions League, o PSG garantiu a qualificação com empate por 2-2 na receção ao AS Mónaco (5-4 no total). A Juventus venceu por 3-2 e quase conseguiu o que parecia ser impossível ao recuperar da desvantagem de três golos, mas acabou por sofrer dois golos no prolongamento e ser eliminado pelo Galatasaray.

Em Paris, Maghnes Akliouche (45′) igualou a eliminatória com um golo mesmo antes do intervalo, porém os visitantes ficaram reduzidos a 10 elementos coma. expulsão de Mamadou Coulibaly (57′). A equipa orientada por Luís Enrique respondeu rapidamente com golos de Marquinhos (60′) e Khvicha Kvaratskhelia (66′) e, já em tempo de compensação, os monegascos voltaram a igualar a partida com um golo apontado por Jordan Teze (90+2′).

Após a derrota por 5-2 na primeira mão, a vecchia signora entrou a todo o fulgor, chegando ao primeiro golo através de um penálti cobrado por Manuel Locatelli (37′), antes de verem a tarefa complicada com a expulsão de Lloyd Kelly. Mesmo assim, aumentaram a vantagem com o golo de Federico Gatti (70′), antes de restabelecer o empate na eliminatória com o golo apontado por Weston McKennie (82′). No prolongamento, o emblema turco levou a melhor com golos apontados por Victor Osimhen (105+1′) e Baris Yilmaz (119′).

Com estes resultados, nos oitavos-de-final da Champions League o PSG enfrentará o Barcelona ou Chelsea, e a Juventus enfrentará o Liverpool ou Tottenham. O sorteio será realizado no dia 27 de fevereiro.

Eis os resultados do dia na Champions League:

  • Atalanta 4-1 Borussia Dortmund (5-3)
  • Juventus 3-2 Galatasaray (5-7)
  • PSG 2-2 AS Mónaco (5-4)
  • Real Madrid 2-1 Benfica (3-1)

Tudo o que há para saber sobre a Liga Portuguesa de Futebol Americano

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Em 2009, nasce uma nova competição em Portugal, com um desporto desconhecido pela maior parte da população em grande destaque, o futebol americano. Mesmo contando apenas com cinco equipas, a Liga Portuguesa de Futebol Americano iniciou a todo o gás. Paredes Lumberjacks, Lisboa Navigators, Porto Renegades, Alverca Crusaders (atuais Cascais Crusaders) e Galiza Black Towers (Espanha) compuseram esta primeira edição da LPFA, edição esta que culminou numa vitória dos Lisboa Navigators frente aos Paredes Lumberjacks por 45-26, tornando assim os Lisboa Navigators com a sua marca na história da Liga enquanto primeiros campeões da competição.

Desde então muito aconteceu, desde mega dinastias, a equipas surpresa a vencerem a LPFA e muitas (muitas) mudanças relacionadas com federações e modelos de competições diferentes.

Mas e se tu não estavas cá? E se começaste a acompanhar (ou a praticar) o desporto recentemente? Vieste parar ao sítio mais correto. Aqui vai um pequeno guia sobre todas as equipas que participam atualmente na LPFA com uma menção no final às grandes equipas que, por vários motivos, deixaram de competir na LPFA.

Lisboa Navigators

Começamos com a maior equipa em Portugal. Os Navigators são, até hoje, a única dinastia que existiu em Portugal, tendo tido o total domínio sobre a LPFA de 2009 a 2015, onde venceram seis (!) campeonatos seguidos!

Após todas estas épocas de glória, o futuro não foi o mais sorridente. Os Lisboetas só se voltaram a deslocar a uma final nove anos depois, onde foram derrotados pelos Lisboa Devils, final esta que perderam por apenas um ponto.

Atualmente, os Lisboa Navigators são uma das três equipas totalmente invictas desde o início da LPFA XVI. Com um ataque liderado por Nuno Rodrigues, quarterback dos azuis e brancos ex-safety, ocupando a posição que era previamente ocupada por Tiago Ladeira, que voltou à sua posição de wide receiver. Do lado defensivo contam com estrelas como o Jogador Defensivo da LPFA XV, José Soares e com o Rookie do Ano, Janin Katoudi.

Os Navigators estão melhores que em épocas anteriores e melhoraram a olhos vistos. Só eles sabem o que este gigante adormecido nos pode trazer para esta época!

Lisboa Devils

Os atuais bicampeões são a segunda equipa mais titulada da LPFA, contando com cinco títulos, sendo o último na época passada frente aos Cascais Crusaders.

Se os Navigators adormeceram após os seus seis anos de domínio sobre a LPFA, os Lisboa Devils acordaram. De 2016 a 2025, os Lisboa Devils só não estiveram presentes na final de 2018, que viu os Portuscale Dragons a vencer os Porto Mutts por 6-0.

No total foram sete finais disputadas em nove anos (sendo que um dos anos não se realizou a final, devido à covid-19) e os Devils conquistaram cinco títulos contra cinco rivais diferentes, sendo esses rivais os Algarve Sharks (já extintos) em 2016, os Maia Renegades em 2017, os Porto Mutts (agora Maia Mutts) em 2019, os Lisboa Navigators em 2024 e os Cascais Crusaders em 2025, tendo perdido em 2022 e em 2023 frente aos Crusaders.

Atualmente são também uma das três equipas invictas na LPFA XVI, onde são também o melhor ataque da liga e a melhor defesa da liga, tendo marcado 84 pontos e sofrido apenas seis em três jogos. Por mais que tenham jogado mais um jogo que o resto do top-4, não deixa de ser uma estatística inacreditável.

Considerados por muitos a melhor equipa em Portugal, os Lisboa Devils vão atacar o recorde dos Lisboa Navigators no que toca a número de títulos.

Cascais Crusaders

A equipa da linha é uma das três equipas que compete desde a LPFA I, ao lado dos seus grandes rivais, Lisboa Navigators e os históricos Salgueiros Renegades. São também uma das quatro equipas a já ter conseguido levantar a taça. Os Crusaders bateram os Devils dois anos seguidos em 2022 e em 2023 para se sagrarem bicampeões. Os azuis já se tinham dirigido até à final da competição em 2015, onde caíram frente aos seus eternos rivais, Lisboa Navigators.

Na LPFA XV foi a sua quarta viagem até ao maior jogo do ano. Dirigiam-se para esta final enquanto única equipa do campeonato a ficar invicta até à final, onde acabaram por cair frente aos Devils, num jogo onde entraram como favoritos, mas nunca o foram ao longo do jogo, tendo perdido o mesmo por 31-15.

Atualmente são também uma das três equipa invictas na LPFA XVI, onde continuam a contar com grandes nomes como José Sarsfield, Matias Manuel, Bernardo Carvalho, João Miranda e outros grandes históricos da equipa da linha, mas também com muito talento jovem, como Gonçalo Cerdeira, Afonso Costa, Bruno Sakamoto, João Fonseca e, uma das estrelas até agora dos Crusaders, Rui Seide.

Até agora invictos, os Crusaders aparentam ser uma das melhores equipas da liga, mas também perderam bastantes peças ao longo dos anos. Paulo Terrinca tem lidado bem a colmatar estas ausências de jogadores-chave desenvolvendo Rui Seide a RB depois da lesão de “Sabonete” e a incerteza de Salvador, Bruno Sakamoto na ausência de Otávio e adaptando João Barros a right tackle preenchendo o espaço deixado por Diego e do lado defensivo pondo as fichas todas em Gonçalo Cerdeira e, aquele que é para mim o jogador revelação do ano dos Crusaders até agora, Gil Pacheco para o lugar de João Branco.

Vamos ver se os Crusaders conseguem chegar ao nível do ano anterior ou, quem sabe, excedê-lo e devolver a taça a Cascais.

Maia Mutts

Os ex-Porto Mutts são uma das equipas com mais idas à final da LPFA, mas nunca saíram vitoriosos de uma. A equipa da Maia que já participou em três finais diferentes, já participa na LPFA desde a sua quarta edição, em 2013, ano onde se dirigiram à sua primeira final.

As suas outras duas idas a finais surgiram em 2018 e em 2019, sendo que a 10º edição da LPFA (2019) foi também a sua última ida à final. Em 2018 caem frente à equipa mais surpreendente de sempre da competição, os Portuscale Dragons. Esta equipa de Vila Nova de Gaia venceu os Mutts por 6-0 na final, sendo que esta foi a sua única participação na LPFA.

No ano seguinte perdem também, desta vez frente aos Lisboa Devils, que conquistaram o seu quinto título frente aos nortenhos.

Atualmente, os Mutts passam uma péssima fase, com o maior problema dos caninos a ser a falta de jogadores, um problema que não é de agora, mas que persiste ao longo das últimas épocas.

Este é outro gigante adormecido da LPFA, gigante que antevejo ter muitas dificuldades ao longo dos próximos anos a acordar.

Braga Warriors

Os Braga Warriors já disputaram duas finais ao longo da sua existência, sendo que essas duas finais foram em 2012 e em 2014. Desde então os Warriors não voltaram a chegar a nenhuma final, por mais que se tenham deslocado aos playoffs com alguma regularidade (especialmente nos últimos anos).

Em duas finais disputadas enfrentaram sempre o mesmo rival, os Lisboa Navigators, tendo perdido em 2012 por 25-7 e em 2014 por 34-7.

Os nortenhos que integram a LPFA desde a sua segunda edição estão a passar por uma fase um pouco complicada. Encontram-se neste momento com um recorde negativo e com jogos bastante complicados pela frente.

Ainda que se encontrem com algumas lesões, os Warriors sofrem um pouco da sua inconsistência, o que leva a este tipo de situações a acontecer.

Eles que, para mim, são uma das melhores equipas da liga, continuam a passar por algumas dificuldades. Veremos se será assim até ao final da sua época, ou se chegarão aos playoffs com bastante tranquilidade à semelhança dos últimos dois anos.

Salgueiros Renegades

É sempre um pouco difícil olhar para a história dos Renegades. Muitos argumentam que são a continuação dos extintos Maia/Porto Renegades, outros que são uma nova organização. De qualquer modo apresento a história dos Maia/Porto Renegades e depois da sua versão Salgueiros.

Os Renegades começaram a competir na primeira edição da LPFA, tendo se deslocado à final apenas uma vez, em 2017 frente aos Lisboa Devils, onde acabam por perder por 40-35.

Acabam por se extinguir nesse mesmo ano e voltam a aparecer em 2022 na 12º edição da LPFA enquanto Salgueiros Renegades.

Os mesmos nunca chegaram a uma final desde que iniciaram a competição com esta versão de Renegades e estão neste momento a passar uma fase de reconstrução com o head coach Marcus Allex a referir que está a colocar as suas fichas todas em Afonso Camarinha, novo quarterback dos vermelhos e brancos e Afonso Vinhas, também jovem running back dos nortenhos.

Neste momento não contam com qualquer vitória na LPFA XVI e são a pior defesa da liga, com 91 pontos sofridos em três jogos.

Lisboa Bulldogs

Os Lisboa Bulldogs são a equipa mais recente a entrar em atividade na LPFA. Com apenas quatro épocas enquanto equipa, os Bulldogs nunca se deslocaram aos playoffs e em todos os seus anos de competição, ocuparam sempre a última posição da tabela.

Os Bulldogs já tiveram também outro nome, sendo que começaram a competir na LPFA em 2022, na sua 12º edição enquanto Lisboa Lions. Após uma mudança do Clube Desportivo Olivais e Moscavide para o São Miguel Bulldogs em Alvalade, clube de rugby que acolheu o futebol americano através dos Lisboa Lions.

Esta época já prometem mais do que em anos anteriores (também devido ao enfraquecimento dos rivais ao longo dos anos), sendo que neste momento ocupam a quarta posição da tabela classificativa com um recorde de 1-1. Vamos ver o que consegue fazer esta jovem equipa nesta edição da LPFA.

Andreas Schjelderup desapontado com eliminação: «Queríamos seguir em frente e tivemos as nossas chances»

Andreas Schjelderup analisou o embate entre o Real Madrid e o Benfica, na segunda mão do playoff da Champions League.

Andreas Schjelderup analisou o Real Madrid x Benfica, encontro da segunda mão do playoff da Champions League. Depois do 1-0 para os merengues na Luz, a vitória por 2-1 carimbou o apuramento do Real Madrid para os oitavos de final.

O extremo norueguês mostrou a sua frustração relativamente ao resultado:

«Estamos desapontados com o resultado, queríamos seguir em frente e tivemos as nossas chances. Estamos muito desiludidos, mas temos que pensar em frente e no próximo jogo. Depois do primeiro golo estávamos a controlar o jogo. Devíamos ter marcado mais, mas o Real Madrid tem jogadores de topo. O futebol é assim, queríamos tirar mais deste jogo, mas não foi possível. Tivemos vários momentos para os castigar, espero que da próxima vez que venhamos cá possamos vencer, temos qualidade para tal».

Thibaut Courtois abre as portas a um Sporting x Real Madrid: «Há muito tempo que não jogo contra o Sporting, é um estádio bonito»

Thibaut Courtois analisou o duelo entre o Real Madrid e o Benfica. Encontro marcou a 2.ª mão do playoff da Champions League.

Thibaut Courtois analisou o Real Madrid x Benfica, encontro da segunda mão do playoff da Champions League. Depois do 1-0 para os merengues na Luz, o 2-1 carimbou o apuramento dos merengues para os oitavos de final. O guarda-redes falou dos encarnados:

«Eles não jogaram com um extremo direito, jogaram mais no meio e isso criou-nos problemas para fechar bem, por isso é que veio o golo. No intervalo, ajustámos, sofremos na primeira parte, o golo foi azar, eu defendi e a bola foi para o jogador, mas empatámos rapidamente».

O belga admitiu que gostaria de jogar frente ao Sporting:

«Sabemos que vai ser o City, há muito tempo que não jogo contra o Sporting, é um estádio bonito, espero que possamos mudar. É um adversário difícil, mas temos muita experiência contra o City, é o jogo dos sonhos da lotaria».

Quais conclusões retiramos dos testes da Fórmula 1?

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Os testes oficiais de Fórmula 1 no Bahrain chegaram ao fim e já podemos ter uma ideia de como será este início de temporada. Num ano em que quase tudo é novo, as equipas do primeiro pelotão parecem estar no caminho certo, há algumas surpresas no meio da grelha e existe uma equipa que está em apuros. A insatisfação de alguns pilotos continua, mas a FIA não vai alterar os regulamentos, pelo menos para já.

Estamos a duas semanas de um dos inícios de campeonato mais entusiasmantes e incertos dos últimos tempos, novamente em Melbourne, e este é o momento ideal para fazer um balanço da performance atual das 11 equipas.

A McLaren, em busca do terceiro campeonato de construtores consecutivo, sai do deserto do Bahrain com uma certeza. Têm que trabalhar mais para alcançar a concorrência. Os testes até foram positivos com muitos quilómetros e poucos problemas de fiabilidade, mas Andrea Stella, chefe de equipa, assume que ainda estão um pouco atrás da Ferrari e da Mercedes. Ao que tudo indica, os papaya vão manter a maior parte das configurações do MCL40 para a Austrália, optando assim por uma abordagem mais conservadora.

Lando Norris, que fez o segundo melhor tempo no último dia de testes, é um dos poucos pilotos que está otimista com os novos regulamentos. Ao longo das sessões, mostrou-se confiante e a fazer bons tempos. Será que o campeão do mundo vai entrar nesta nova era com o pé direito?

Em Barcelona, a Mercedes era a favorita e aparentava estar em vantagem face aos restantes, mas depois dos testes do Bahrain a história já não é bem assim. Os problemas da primeira sessão de treinos mantiveram-se até ao último dia e começam a surgir alertas sobre a fiabilidade do W17. Na parte da manhã, Kimi Antonelli provocou uma bandeira vermelha devido a um problema na unidade de potência que o obrigou a parar em pista. A equipa alemã teve um problema semelhante na semana anterior.

No entanto, nem tudo foi mau. Ao nível de ritmo de corrida, foram os melhores em pista, o que levou a Red Bull e, principalmente, Max Verstappen a acusarem a Mercedes de estar a esconder o jogo. Estes testes podem não ter sido tão positivos como os de Barcelona, mas pelo menos já sabem quais são as áreas em que precisam de melhorar.

A Red Bull teve uma prestação sólida, mas em simulação de corrida não foi a mais rápida em pista. Ainda assim, a equipa de Milton Keynes continua na luta pelos lugares da frente, muito graças ao novo motor. Os “touros vermelhos” parecem ter feito a escolha acertada em escolher a Ford como nova parceira na construção do motor, uma vez que a Honda ainda não encontrou o caminho certo, mas já lá vamos.

Verstappen, no derradeiro teste, terminou a mais de um segundo do tempo de Charles Leclerc, que foi o mais rápido. Mesmo que não estivesse a forçar, ficou evidente que a Red Bull ainda não está no patamar seguinte e, neste momento, diria que está ao nível da McLaren. Ao contrário do ano passado, o neerlandês tem indícios que pode estar na luta pelo título mundial.

A Ferrari é, sem dúvida, a equipa que sai do Bahrain com os melhores indicadores. Os fãs da equipa italiana têm a esperança que este seja finalmente o ano em que o título regressa a Maranello. Contudo, já vimos este filme várias vezes, e na hora da verdade, a Ferrari acaba por desiludir. Mesmo assim, nestes testes tiveram uma excelente prestação e não tiveram medo de arriscar em novas ideias, algumas delas originais.

Desde uma asa de escape até uma asa traseira totalmente giratória, a Ferrari soube inovar, algo que não acontecia nos últimos anos. De momento, esta nova asa traseira, apelidada de “Macarena”, ainda não apresenta muitos benefícios, mas quem sabe se no futuro poderá fazer a diferença. Outro ponto a destacar é o arranque. Muitos fãs contestaram os novos arranques de corrida da Fórmula 1, onde alguns pilotos tiveram algumas dificuldades, algo que não aconteceu com Lewis Hamilton. O motor da Scuderia é um trunfo nas arrancadas rápidas.

Feita a análise ao suposto pelotão da frente, foquemo-nos nas restantes equipas. A Williams está numa fase de recuperação. Chegou ao Bahrain em desvantagem por não ter estado presente no shakedown de Barcelona, mas, aos poucos, está a aproximar-se dos seus rivais diretos. A equipa de Grove não fez muitos quilómetros, mas James Vowles está otimista com desenvolvimento do carro e garante que vão utilizar um programa mais agressivo para recuperar o tempo perdido face à concorrência.

Pouco se viu da Racing Bulls. A equipa irmã da Red Bull foi muito discreta nestas sessões. Não teve muitos problemas, que é positivo, mas, do lado negativo, os tempos não foram nada de especial. O único foco da Racing Bulls é ser a única equipa com um rookie esta temporada. Arvid Lindblad teve uma prestação satisfatória e terminou o último dia com 165 voltas realizadas. Para Melbourne, a equipa de Faenza prometeu um pacote de atualizações para tornar o monolugar mais competitivo.

O que se pode dizer sobre a Aston Martin? Desilusão. Com uma boa dupla de pilotos, um dos melhores engenheiros da Fórmula 1, Adrian Newey, e um motor Honda, a Aston Martin tinha tudo para ser umas das surpresas da temporada. E está a ser, mas pela negativa. Ao longo dos seis dias de testes, realizou apenas 334 voltas, menos 252 do que a segunda equipa que menos andou, a Cadillac. O AMR26 esteve muito tempo na garagem devido a problemas na unidade de potência e também na bateria.

Contrariamente, a Haas foi uma boa surpresa. Sem ninguém dar por ela, a equipa americana está muito bem posicionada para ser a líder do pelotão do meio. O VF-26 deu sinais que é um carro fácil de conduzir e muito rápido tanto em retas curtas como longas. Somente, a Mercedes rodou mais do que a Haas nos últimos três dias de treino e, tal como a Ferrari, são muito fortes no arranque. Aquele motor poderá ajudar e muito a Haas a fazer uma boa temporada.

A Audi, durante os treinos, teve sempre em ascensão. Na primeira parte da sessão, os tempos não eram muito impressionantes, mas nos treinos onde as equipas normalmente abrem mais o jogo, estive muito sólida e poderá estar mais perto do meio da grelha do que o fundo. As simulações de corrida de Nico Hulkenberg e Gabriel Bortoleto foram muito satisfatórias, com o piloto brasileiro a terminar o último dia na sétima posição.

Após uma temporada desastrosa, a Alpine parece estar a renascer das cinzas. O A526 é um carro equilibrado, mas ainda não há alguns fantasmas de 2025. Apesar de não ter tanto foco como a Haas, a Alpine poderá estar ao mesmo nível do que a equipa americana e a luta pelos pontos é realista. Terminaram os testes em alta, mas não sabemos como este carro se comportará em corrida, uma vez que fizeram poucas simulações. Prestes a estrear-se na Fórmula 1, a Cadillac deverá iniciar a temporada a rodar no fundo da grelha, com a esperança que os últimos dois lugares fiquem para a Aston Martin. Tal como a Audi, à medida que os dias passavam o carro melhorava e com tempos mais baixos, mas longe das equipas que estão num patamar intermédio. Os problemas nas primeiras sessões prejudicaram o trabalho da equipa, mas Graeme Lowdon, chefe de equipa, está satisfeito com o progresso que fizeram e acredita que vão estar preparados para a estreia em Melbourne.