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Os 3 jogadores que mais cresceram com Ruben Amorim no United

A passagem de Ruben Amorim pelo Manchester United dificilmente será recordada com nostalgia pelos adeptos de Old Trafford. A promessa de uma rutura clara com o passado recente esbarrou numa realidade dura: resultados inconsistentes, um plantel pouco adaptado às suas ideias e um clube ainda longe da estabilidade estrutural necessária para absorver um treinador com princípios tão vincados. Amorim nunca conseguiu transformar o United numa equipa dominante, nem criar uma identidade coletiva sólida que resistisse à pressão constante da Premier League.

Ainda assim, mesmo em contextos falhados, há sinais individuais que merecem destaque. Se o projeto não vingou a nível coletivo, houve jogadores que beneficiaram diretamente da metodologia do técnico português — seja pela confiança recebida, pela clareza de funções ou pela adequação ao seu modelo de jogo. Num balanço que está longe de ser elogioso, este é um exercício de identificação dos três jogadores que mais cresceram, não porque o Manchester United tenha evoluído, mas porque encontraram em Ruben Amorim um enquadramento que antes lhes faltava.

1.

Ayden Heaven
Fonte: Instagram

Ayden Heaven – Num Manchester United pressionado por resultados imediatos e pouco dado a experiências, a gestão de Ayden Heaven foi uma das decisões mais interessantes de Ruben Amorim. O jovem defesa surgiu num contexto adverso, mas encontrou no sistema de três centrais um ambiente que lhe permitiu crescer sem ser exposto em excesso. Amorim percebeu rapidamente que Heaven não precisava de ser protagonista, mas sim integrado de forma progressiva, com tarefas claras e responsabilidade controlada.

A sua evolução foi sobretudo visível no entendimento do jogo. Heaven passou a revelar maior calma na saída de bola, melhor leitura dos tempos de pressão e uma ocupação de espaços mais criteriosa, algo essencial num modelo que exige dos centrais capacidade para defender alto e participar na construção. Sem se afirmar como uma solução imediata para o presente, saiu da passagem de Amorim com uma maturidade competitiva que dificilmente teria alcançado noutro contexto, afirmando-se como um nome a acompanhar no futuro do clube.

2.

Matthijs de Ligt
Fonte: Instagram

Matthijs de Ligt – A etapa de Matthijs de Ligt em Manchester foi marcada por alguma desconfiança inicial, fruto de um percurso recente irregular e de um United defensivamente frágil. Ruben Amorim acabou por ser determinante na recuperação do estatuto do internacional neerlandês, não tanto por o transformar num jogador diferente, mas por lhe devolver um papel claro dentro de uma estrutura que o protegeu das suas maiores debilidades.

Inserido numa linha de três centrais, De Ligt deixou de ser constantemente exposto em transições longas e em duelos no espaço aberto, passando a jogar mais de frente para o jogo e com maior controlo do contexto. Isso refletiu-se numa versão mais segura, mais concentrada e com maior capacidade de liderança, mesmo num coletivo instável. Embora longe de representar um regresso ao auge exibido no Ajax, a passagem por Amorim permitiu-lhe estabilizar rendimento e reencontrar uma identidade competitiva que parecia perdida.

3.

Amad Diallo
Fonte: Instagram

Amad Diallo – Amad Diallo já não era um nome completamente marginal no Manchester United quando Ruben Amorim chegou a Old Trafford. Com Erik ten Hag, o internacional marfinense começou a ganhar algum espaço, sobretudo pela sua capacidade de desequilíbrio em espaços curtos e pela inteligência na forma como interpretava o jogo entre linhas. Ainda assim, o seu papel permanecia intermitente e dependente de contextos muito específicos, sem uma função verdadeiramente estruturada dentro do coletivo.

Com Amorim, o papel de Amad ganhou maior continuidade, sobretudo como ala direito num sistema de três centrais, função que lhe deu enquadramento sem lhe retirar criatividade. A partir dessa posição, passou a ter mais bola em zonas adiantadas, mas também responsabilidades defensivas claras sem ela, algo que contribuiu para o seu crescimento competitivo. Amad tornou-se mais disciplinado na ocupação do corredor, mais criterioso no momento de decidir. Essa regularidade ajudou-o a afirmar-se como uma opção mais fiável, mesmo num contexto coletivo instável, consolidando o crescimento que já vinha a desenhar na fase anterior.

Ruben Amorim não conseguiu deixar uma marca positiva duradoura no Manchester United, nem construir um projeto coletivo que sobrevivesse à exigência do clube e da Premier League. Ainda assim, mesmo num ciclo curto e pouco bem-sucedido, houve jogadores que cresceram individualmente graças à clareza das ideias e à coerência do modelo. Num contexto marcado pela falta de estabilidade estrutural, essa evolução individual acabou por ser um dos raros aspetos a resistir a uma passagem que, no plano coletivo, ficou aquém das expectativas.

Luis Suárez multado por partir uma porta de vidro após o empate no Gil Vicente x Sporting

O Conselho de Disciplina da FPF anunciou que Luis Suárez foi multado em 1530 euros pelos acontecimentos após o Gil Vicente x Sporting.

Esta quinta-feira, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol anunciou que foi atribuída uma coima de 1530 ao avançado do Sporting, Luis Suárez. A multa vem na sequência dos comportamentos do colombiano após o empate frente ao Gil Vicente.

No mapa de castigos, a FPF explicou a decisão:

«No final da partida, aquando do regresso das equipas aos balneários, o atleta do clube visitante, com camisola número 97, Suárez, deu uma pancada forte com a sua mão num vidro de separação da zona técnica (não tendo causado danos neste momento), pontapeando de seguida uma porta de vidro, tendo partido o material constituinte da mesma».

Luis Suárez cumpre a sua primeira temporada com a camisola dos leões após sair do Almería por 22 milhões de euros. O avançado está a ter uma grande época de estreia e segue já com 20 golos e três assistências em 28 jogos.

Os 3 erros de Ruben Amorim no Manchester United

A passagem de Ruben Amorim por Old Trafford chegou ao fim após 14 meses difíceis, marcados por uma relação desgastada com os jogadores e com a estrutura do clube. O treinador português não sobreviveu à teimosia no seu sistema tático e aos piores resultados das últimas décadas.

Com um aproveitamento de apenas 38,7% (24 vitórias em 63 jogos), Ruben Amorim deixa o Manchester United com o pior registo de um treinador na era pós-Alex Ferguson. Para se ter noção do descalabro, antecessores como David Moyes ou Erik ten Hag conseguiram sempre vencer mais de 50% dos seus compromissos. Pelo caminho, ficou um divórcio evidente com a mentalidade do balneário e uma gestão de ativos que nunca funcionou.

Abordamos neste artigo os três principais erros do português.

1.

Braço de ferro com a direção – Um dos maiores pontos de rutura foi a ambição de Ruben Amorim em assumir o papel de ‘manager’ à moda antiga, concentrando em si a gestão do clube e a palavra final no rumo do projeto. No entanto, a estrutura do clube está desenhada para um modelo, onde o treinador se foca no treino e a direção toma as decisões estratégicas. O conflito com o diretor-desportivo, Jason Wilcox, tornou-se insustentável quando as visões sobre o mercado de transferências divergiram, a estrutura queria jovens com potencial futuro, mas Ruben Amorim exigia reforços de impacto imediato para colmatar as limitações óbvias de um plantel sem profundidade.

Esta tensão culminou numa postura de confronto. Na sua última conferência de imprensa, o treinador expôs publicamente as falhas da estrutura, provocando deliberadamente uma situação de rutura. Ao tentar assumir um papel de liderança e impor um controlo que o clube não estava disposto a aceitar, o português acabou por ser isolado no cenário político.

2.

Ruben Amorim Manchester United 2
Fonte: Manchester United FC

A prisão tática e a incapacidade de adaptação – A rigidez tática de Ruben Amorim foi, talvez, a sua maior camisa de forças. O sistema de 3-4-2-1, que lhe deu glória no Sporting, revelou-se previsível e permeável na Premier League. Mesmo com o plantel com muitas lesões e ausências devido à CAN, Ruben Amorim raramente abdicou da sua ideia base, o que limitou a criatividade e a capacidade de resposta da equipa em campo. Os números defensivos são prova disso, em 63 jogos, o Manchester United conseguiu apenas ficar nove vezes sem sofrer golos, acumulando empates e derrotas em casa frente a equipas da metade inferior da tabela.

Embora tenha tentado pontualmente mudar para uma linha de quatro defesas, como aconteceu frente ao Newcastle, Ruben Amorim voltava sempre às suas convicções originais, mesmo quando os resultados não apareciam. Esta falta de flexibilidade, num clube que já vive mergulhado na instabilidade, impediu a equipa de encontrar um modelo de jogo entusiasmante para os adeptos.

3.

A rutura do balneário e a relação com os jogadores – O terceiro erro fatal residiu na gestão humana e na falha em implementar uma cultura de exigência. Ruben Amorim teve dificuldades em integrar figuras centrais como Marcus Rashford ou Alejandro Garnacho, cujas características não encaixavam na sua ideia de jogo. Mais do que a questão tática, houve um claro problema de mentalidade, enquanto jogadores mais velhos como Casemiro mostraram resiliência para se adaptarem, outros ativos importantes pareceram desligados e desmotivados pelo sistema do treinador.

A aposta nos jovens da formação foi vista mais como uma necessidade por falta de alternativas no banco e devido às muitas lesões, do que como uma estratégia real, o que desiludiu quem preza a história do clube. Ao não conseguir gerir as maiores figuras do clube e ao questionar publicamente a mentalidade do grupo, Ruben Amorim perdeu a confiança do balneário. Sem um entendimento com os jogadores, a sua continuidade num ambiente de tamanha exigência tornou-se impossível.

Real Madrid bate Atlético Madrid e está na final da Supertaça de Espanha

O Real Madrid bateu na noite desta quinta-feira o Atlético Madrid e garantiu a qualificação para a final da Supertaça de Espanha.

O Real Madrid bateu na Arábia Saudita o Atlético Madrid por 2-1 durante a noite desta quinta-feira, num encontro válido pela meia final da Supertaça de Espanha. Federico Valverde abriu o marcador na primeira parte, aos 2′, com Rodrygo a aumentar a vantagem, aos 33′.

A resposta dos colchoneros foi a melhor possível, por intermédio de Alexander Sorloth, aos 58′, mas o resultado não voltou a mexer até ao final.

O conjunto orientado por Xabi Alonso vai assim enfrentar o Barcelona no dia 11 de janeiro, a partir das 19 horas.

Análise às equipas #5: Racing Bulls, crescer sem sair do lugar

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A temporada de 2025 da Racing Bulls foi, à primeira vista, positiva. Mais pontos, maior consistência e menos fins de semana perdidos por erros básicos. No entanto, se olharmos com atenção, foi também uma época reveladora de um limite estrutural que a equipa continua incapaz, ou indisposta, de ultrapassar.

A Racing Bulls cresceu, mas dentro de um espaço que já conhece bem. Nunca ameaçou ser “a melhor das outras”, nunca foi verdadeiramente irrelevante e, acima de tudo, nunca deixou de cumprir o papel que lhe é imposto desde a sua criação: servir a Red Bull.

2025 não foi um ano de afirmação. Foi um ano de boa execução dentro de um teto baixo.

O VCARB 01: competente, mas sem ambição própria

O monolugar de 2025 foi, provavelmente, o mais equilibrado da Racing Bulls nos últimos anos. Não nasceu com defeitos estruturais graves, respondeu às atualizações e mostrou-se previsível em corrida e muito bom em qualificação.

O carro permitiu lutar regularmente por pontos e evitou os picos de forma tão comuns no passado. Mas nunca foi um carro capaz de mudar a hierarquia. Funcionou bem quando o contexto ajudou, desapareceu quando o nível subiu.

A proximidade técnica à Red Bull continuou a ser uma vantagem operacional, mas também um travão conceptual.

Isack Hadjar: talento confirmado, destino anunciado

Isack Hadjar foi o maior trunfo da Racing Bulls em 2025. Rápido, agressivo quando necessário e surpreendentemente sólido para um rookie, o francês confirmou que não chegou à Fórmula 1 por acaso. Para mim, foi o rookie do ano.

O pódio em Zandvoort foi o ponto alto da época e um momento raro de brilho puro numa equipa que raramente oferece esse palco. Mas, mais do que esse resultado isolado, foi a consistência que impressionou. Isack Hadjar percebeu rapidamente os limites do carro e aprendeu a explorá-los.

Ainda assim, a sua temporada teve algo de inevitável. Desde cedo, ficou claro que a Racing Bulls era apenas uma etapa. A promoção para a Red Bull em 2026 não foi uma consequência tardia, foi o objetivo desde o primeiro dia.

Isack Hadjar cumpriu, destacou-se e seguiu em frente. Como tantos outros antes dele. Resta saber se o desfecho será diferente.

Liam Lawson: entre dois mundos, mas a pertencer a um

A época de Liam Lawson foi o retrato perfeito da confusão estratégica da Red Bull em 2025. Chamado à equipa principal demasiado cedo, o neozelandês encontrou na Red Bull um carro exigente, um contexto implacável e zero margem de erro.

As corridas ao serviço da equipa principal expuseram fragilidades, mas sobretudo uma realidade: não estava preparado para aquele nível de pressão.

O regresso à Racing Bulls trouxe estabilidade imediata. No mesmo ano, o mesmo piloto apresentou duas versões muito diferentes. Na Red Bull, inseguro e condicionado. Na Racing Bulls, competitivo, solto e eficaz.

Esta diferença diz mais sobre o contexto do que sobre o talento. Liam Lawson mostrou que é um piloto de Fórmula 1 sólido, capaz de pontuar regularmente quando o ambiente o permite. Mas também mostrou que a escada da Red Bull continua a ser íngreme demais para quem não chega pronto.

2025 não destruiu Liam Lawson, mas deixou uma pergunta no ar: quantas oportunidades reais existem, de facto, dentro deste sistema?

 Uma equipa que executa bem… aquilo que lhe pedem

A Racing Bulls terminou esta temporada como uma equipa melhor do que em 2024. Mais organizada, mais consistente e menos errática. Mas terminou exatamente onde sempre termina: no meio do pelotão, sem ambição própria e sem horizonte claro.

É uma equipa que já não compromete, mas também já não surpreende. Forma pilotos, executa estratégias limpas e aceita o seu papel sem contestação. Cresceu, mas sem sair do lugar.

Enquanto não decidir se quer ser mais do que uma extensão funcional da Red Bull, a Racing Bulls continuará a viver destas épocas competentes, mas inconsequentes. Em 2025, fez quase tudo bem. E talvez este seja, precisamente, o problema.

Também não será desta que Matthijs de Ligt cumpre duas temporadas com o mesmo treinador

Aos 26 anos e com 10 desses como profissional, Matthijs de Ligt já foi orientado por 19 treinadores e nenhum deles por mais de uma época.

Matthijs de Ligt é um dos defesas-centrais de maior renome do futebol europeu, com passagens por alguns dos maiores clubes do mundo. Contudo, em 10 anos como profissional o neerlandês já teve 19 treinadores diferentes e nunca cumpriu duas temporadas consecutivas com nenhum deles.

Aos 26 anos e com passagens pelo Ajax, Juventus, Bayern Munique e Manchester United, seria de esperar que o colega de Bruno Fernandes e Diogo Dalot já tivesse encontrado algum tipo de estabilidade numa destas paragens. Contudo, segue com uma média de quase dois treinadores por temporada.

Erik Ten Hag foi o treinador que orientou Matthijs de Ligt durante a sua exponencial ascensão no Ajax e mais tarde insistiu na sua contratação para o Manchester United. Mesmo assim, com dois períodos diferentes e em dois clubes distintos, o técnico neerlandês orientou um total de 82 jogos do defesa-central e nunca chegaram a cumprir duas temporadas consecutivas em conjunto.

Surpresa: Alberto Costa podia ter assinado pelo Manchester City

Alberto Costa podia ter sido confirmado como reforço do Manchester City em janeiro de 2025, mas acabou por assinar pela Juventus.

Alberto Costa trocou o Vitória SC pela Juventus em janeiro de 2025, mas o seu destino poderia ter sido o Manchester City. Cristiano Giuntoli, antigo diretor desportivo dos italianos, fez a revelação em entrevista ao Corriere dello Sport:

«Os meus jogadores são todos titulares. Não estou à procura de controvérsia. Não tive tempo para trabalhar, apenas um ano. Paguei pela lesão do Bremer. Sabiam que o Manchester City estava interessado no Alberto Costa? Estabilizei as finanças, quando cheguei, as perdas eram de 300 milhões. Agora baixaram para 58. A média de idades do plantel baixou de 30 para 25. Terias muitos factos para melhorar um pouco a minha imagem».

O jogador acabou por não ficar muito tempo em Turim, regressando a Portugal no último mercado de verão, depois de um investimento de 15 milhões de euros por parte do FC Porto.

FC Porto apresenta queixa contra Frederico Varandas depois de palavras fortes em Guimarães

O FC Porto decidiu apresentar uma queixa contra Frederico Varandas, presidente do Sporting, depois de declarações proferidas em dezembro.

O FC Porto decidiu apresentar queixa contra Frederico Varandas no Conselho de Disciplina da FPF, depois das declarações que o presente do Sporting proferiu no dia 23 de dezembro, marcado pelo triunfo do emblema de Alvalade contra o Vitória SC. O dirigente proferiu palavras duras contra os rivais:

«O Sporting, na vitória ou na derrota, temos a nossa postura, também cometemos falhas, há dias em que não estamos tão bem, mas nunca fugimos à postura que eu entendo que é gerir um clube desportivo. Sou obrigado a vir defender o bom nome do Sporting. Quem não se sente não é filho de boa gente. Direi as vezes necessárias que temos de recuar. Durante décadas, a arbitragem não era independente, tinha um dono, FC Porto e Benfica, com Pinto da Costa e Luís Filipe Vieira e nós crescemos assim, onde o erro normal e humano, durante décadas, houve esse erro de forma completamente desproporcionada. Depois fala-se que isto atingiu um ponto insustentável. Insustentável? Para paraquedistas que chegaram agora. Insustentável foram 40 anos de fruta! 40 anos de reuniões do presidente Luís Filipe Vieira, Pinto da Costa, a escolherem quem é o presidente da Liga, quem é o presidente da Federação! 40 anos de escutas a dizer: ‘Olha, qual é que vai ser o árbitro para este jogo?’. 40 anos de ‘missas’, de ‘padres’, de agentes do futebol a comprarem jogadores para perderem jogos! Isso é que era insustentável! Continua esta obsessão, é no futebol feminino, é em todo o lado, é o Sporting, é o Sporting, é o Sporting! O presidente do Benfica faz a brincadeira de que chega 11 minutos atrasado ao discurso de Natal… também não é novidade nenhuma. O campeonato acaba e o Benfica costuma chegar atrasado».

Nos próximos dias vai decidir-se se Frederico Varandas sofrerá algum tipo de castigo.

PSG conquista mais um título com o triunfo frente ao Marselha na Supertaça de França

O PSG conquistou a Supertaça de França com o triunfo frente ao Marselha na decisão por penáltis, após um empate a duas bolas no tempo regulamentar.

O PSG levantou o seu terceiro troféu na temporada e o sétimo nos últimos 12 meses com a vitória nos pénaltis frente ao Marselha, numa final da Supertaça de França disputada no Kuwait. Após um empate a duas bolas no tempo regulamentar, Lucas Chevalier foi essencial para a vitória nos pénaltis por 4-1.

Ousmane Dembélé deu a vantagem aos parisienses logo aos 13 minutos, com assistência de Vitinha. O Marselha lutou pelo resultado e aos 76 minutos Mason Greenwood converteu um penálti e igualou as contas. Aos 87 minutos, o troféu pareceu estar a escapar das mãos do PSG quando William Pacho colocou a bola na própria baliza. Porém, já em tempo de compensação, Gonçalo Ramos voltou a empatar a partida e enviou o jogo para os penáltis. Lucas Chevalier esteve em grande destaque e defendeu os dois primeiros penáltis de Matthew O’Riley e Hamed Traorè. O PSG marcou nas quatro oportunidades que teve e garantiu a vitória.

Com esta conquista, o PSG conquista a Supertaça Francesa pela quarta vez consecutiva, numa altura em que passa pela melhor fase da história recente do clube.

Al Nassr volta a perder pontos com a derrota frente ao Al Qadsiah e Al Hilal aumenta a distância: Eis os resultados do dia na Liga Saudita

Esta quinta-feira, na 14.ª jornada da Liga Saudita, o Al Qadsiah venceu no terreno do Al Nassr por 2-1 e o Al Hilal recebeu e bateu o Al Hazem por 3-0.

Na 14.ª jornada da Liga Saudita, o Al Nassr foi derrotado em casa pelo Al Qadsiah por 2-1, no mesmo dia em que o Al Hilal venceu o Al Hazem por 3-0. Com estes resultados, o clube de Cristiano Ronaldo, João Félix e Jorge Jesus fica a uma distância de quatro pontos para a liderança.

Após uma primeira parte sem golos, na qual até foi o Al Nassr a criar mais oportunidades, os visitantes abriram o marcador aos 52 minutos por Julian Quinones, num lance marcado pelo erro do guarda-redes Nawaf Alaqidi. O Al Qadsiah aumentou a vantagem através de Nahitan Nández aos 66 minutos. Cristiano Ronaldo ainda teve tempo para fazer o seu 14.º golo na competição aos 81 minutos, mas o resultado final foi a derrota.

O Al Hilal confirmou o seu favoritismo com uma vitória tranquila, que começou com o golo de Sergej Milinkovic-Savic aos 29 minutos. Já na segunda parte, Rúben Neves fez o segundo golo com um grande remate de longa distância. O terceiro golo surgiu aos 90 minutos quando o ex-Benfica Darwin Núnez finalizou o passe de Kaio César.

Eis os resultados do dia na Liga Saudita:

  • Al Hilal 3-0 Al Hazem
  • Al Najma 3-4 Al Ettifaq
  • Al Nassr 1-2 Al Qadsiah