O Famalicão vai vender Gustavo Sá ao West Ham por 20 milhões de euros, tornando-se a maior transferência de sempre do clube minhoto.
Gustavo Sá está de saída do Famalicão para reforçar os ingleses do West Ham, de Nuno Espírito Santo, na temporada de 2026/27. A SAD minhota aceitou fechar o negócio por uma verba a rondar os 20 milhões de euros avançou a V+, montante que fica abaixo da fasquia inicial exigida de 25 milhões e da cláusula de rescisão de 50 milhões fixada no contrato válido até 2029. O jovem atleta de 21 anos prepara-se agora para rumar a Inglaterra e disputar o Championship, o segundo escalão do futebol britânico.
Apesar de o valor final do acordo ficar aquém da cláusula contratual, esta operação financeira representa o maior encaixe de sempre na história do emblema de Vila Nova de Famalicão. O negócio supera os valores globais alcançados com a transferência do uruguaio Manuel Ugarte, que tinha rendido um total aproximado de 19,7 milhões de euros de forma faseada.
Gustavo Sá encerra assim uma longa ligação à equipa minhota, iniciada no escalão de sub-15 durante a época de 2018/19. O jogador estreou-se como sénior na temporada 2022/23 e despede-se do plantel principal famalicense com um registo de 120 jogos disputados, 12 golos marcados e 15 assistências. De relembrar que Gustavo Sá vai ficar com a vaga deixada por Mateus Fernandes, que saiu para o Tottenham por 98 milhões de euros.
Benfica oferece 20 milhões por Tiago Gabriel, mas o Lecce exige 30 milhões pelo central, que também interessa ao AC Milan de RubenAmorim.
O Benfica está a procurar reforçar a defesa e fez uma proposta de 20 milhões de euros ao Lecce por Tiago Gabriel. No entanto, o clube italiano rejeitou esta primeira oferta pelo defesa português de 21 anos. Para libertar o jogador, os italianos exigem um valor entre os 25 e os 30 milhões de euros.
A notícia foi avançada pelo jornalista Nicolò Schira. O jovem defesa pode assim regressar a Portugal para jogar no Estádio da Luz, sendo que fez grande parte da sua formação no rival Sporting e passou ainda pelo Estrela da Amadora antes de sair para o estrangeiro.
De relembrar que o central luso já foi também apontado ao AC Milan do treinador Ruben Amorim, que também já demonstrou interesse em Gonçalo Inácio e em António Silva. O Benfica tenta assim acrescentar o central português às suas opções depois de reforçar o setor defensivo com Clément Lenglet e Gabriel Indio.
Quando o futebol viram um campo de atletismo, há um órgão que se destaca acima dos demais. Não é nenhum músculo, nenhum constituinte do pé ou qualquer mão de guarda-redes. É o cérebro, esse fiel escudeiro humano que insiste em permitir ao corpo executar ações que parecem impossíveis. E, num jogo marcado pela imposição física, pela capacidade atlética e pela vertigem constante, foi do cérebro que chegou a diferença do resultado.
Os primeiros 45 minutos da seleção do Canadá foram impositivos, com capacidade para vencer duelos, pressionar alto e de criar oportunidades a partir de recuperações altas, impedindo Marrocos de ganhar grande sequência e metendo o jogo em moldes saudáveis e ajustados às características da seleção de Jesse Marsch. Fossem outras cores na camisola, e podia ser um jogo qualquer do RB Leipzig, por exemplo.
Tani Oluwaseyi soube destacar-se e impor-se no meio-campo contrário, os centrais Moise Bombito e Luc de Fougerolles encurtaram o espaço e, quer pelos extremos, quer pelo trabalho da dupla da frente, a seleção canadiana conseguiu recuperar bolas lá à frente. Redouane Halhal não é Chadi Riad quando o assunto é passar a bola e Ayyoub Bouaddi foi cometendo alguns erros sob pressão. Como tem sido comum, faltou outro acerto na definição e na finalização. Para o Canadá, é preciso produzir muita quantidade para conseguir esconder alguma falta de qualidade em alguns momentos. O jogo foi para o intervalo tal como começou e, na segunda parte, Marrocos marcou diferenças pela única forma por onde se poderia superiorizar.
Fonte: Federação Marroquina de Futebol
O início do jogo foi complicado para a seleção africana, uma das que melhor futebol pratica neste Mundial. A imposição física canadiana nos duelos e a energia colocada nas transições fez do vai-vem um estilo de vida onde Marrocos nunca se conseguiu impor. A lesão de Ismael Saibari, que permitiria sempre alguma tranquilidade e variabilidade nos ataques, retirou algum poder à equipa de Mohamed Ouahbi. Até que apareceram Brahim Díaz, mas principalmente, Azzedine Ounahi para resolver. Quando se mete o atleticismo e capacidade e energia na corrida, estão fora da equação. Quando começaram a contrariar esta tendência e a interpretação de espaços e a definição técnica dos lances ganhou espaço, chegaram os golos. Impressionante o recorte técnico que o extremo tem metido em vários lances. Do médio, é destacável a velocidade com que perceciona espaços e com que toma decisões para acelerar ou travar o jogo. Já não é revelação.
Quando em vantagem, Marrocos voltou a 2022 por uns instantes. Anulou riscos e apostou numa postura mais expectativa, baixando o bloco e apostando na capacidade de sair de forma mais rápida – Soufiane Rahimi brutal neste cenário – e de se proteger. Entrou Amrabat, para fazer lembrar o último Mundial e, entre a redução dos riscos e a organização defensiva, anulou o Canadá da partida. No futebol, nada se cria de um jogo para o outro, mas também nada se perde. A solidez defensiva é uma obrigatoriedade em torneios de tiro curto, principalmente em certos contextos nos jogos a eliminar. E Marrocos conseguiu fazê-lo.
O desnível do resultado não transparece a competência e competitividade do jogo do Canadá. Correria sempre por fora diante dos Leões do Atlas, mas apresentou uma versão sólida, complicou o jogo e conseguiu, principalmente na primeira parte, demonstrar superioridade. O modelo de jogo de Jesse Marsch teve repercussão em campo e enquadrou os jogadores em posições e funções de onde lhes conseguiu extrair rendimento. Entre as certezas do caminho tomado, fica a dúvida: o que seria deste Canadá com Alphonso Davies a um bom nível físico. Uma pena que nunca o tenha conseguido demonstrar num torneio de bom nível para a sua seleção.
Mais do que um jogo de futebol, a França teve de vencer uma batalha campal. Nunca seria uma partida fácil, a Alemanha que o comprove, mas o Paraguai foi capaz de levar tudo para outro nível diante de uma das melhores seleções do mundo. Não há vitórias morais nem qualquer tipo de resultado final que os sul-americanos retirem do jogo, mas a exibição paraguaia teve alma e propósito. Só assim se explique que, pela primeira vez neste Mundial, a França tenha passado tamanhas dificuldades.
Não há qualquer intenção em romantizar o que o Paraguai fez. Para competir, entrou em campo para destruir. Defendeu-se em 5-4-1 com linhas muito juntas, preencheu a área e o espaço interior e reduziu quase todas as possibilidades para os gauleses combinarem, procurarem o espaço ou entrarem na área por via de intenções individuais. Sem referências na área para situações de cruzamento, a França fez o que lhe competia e foi circulando a bola à espera que um espaço se abrisse. E conseguiu fazê-lo. Mas, do outro lado, ergueu-se um verdadeiro muro.
Sobre a agressividade – excessiva em muitos momentos – e, principalmente, a forma como foi permitida, não há culpas ao Paraguai. Por muito que se tentasse evitar um festival de cartões, é absolutamente impossível olhar para este jogo e achar normal que, do lado sul-americano, não tenha havido nenhuma atitude justificável de sanção disciplinar. E aí, a culpa não recai nos jogadores, que tinham na vontade de extrapolar o jogo para um plano transcendente ao futebol e ao toque de bola, mas à forma como a partida foi arbitrado. O risco da estratégia do Paraguai passava, para lá das brechas, pelo efeito que cartões amarelos poderia ter na contundência nos duelos. Sem esse fator em jogo, tudo o que os paraguaios procuraram saiu reforçado.
Fonte: Federação Paraguaia de Futebol
Não houve, ao contrário do que aconteceu noutros jogos, capacidade para escoar jogo e procurar saídas. Por mais que Julio Enciso e Miguel Almirón, suportado por Diego Gómez, tentassem sair de forma rápida para ganhar alguma falta ou alguma continuidade no lado contrário, quando se defrontam defesas como William Saliba ou Dayot Upamecano, todas as tentativas isoladas se transformam em esforços inócuos. E, a partir da capacidade de ter sempre solidez defensiva, a França conseguiu materializar o tempo de ataque.
Não houve espaço para muito e as principais referências até passaram algo longe do jogo. Manu Koné tentou por duas ou três vezes a meia distância e tentou forçar entradas, mas, quando saltou do banco Désiré Doué é que tudo se resolveu. Uma entrada em campo, uma entrada na área e um malabarismo improvável que meteu um pé paraguaio num sítio proibido. Não há qualquer artifício melhor para fazer face a blocos baixos que a qualidade e as artimanhas individuais no drible e desequilíbrio. A profundidade do plantel francês é absurda e voltou a ficar bem patente. Quando se tem Désiré Doué a saltar do banco…
Do lado francês, há também um grande mérito. Embora seja evidente que a postura paraguaia, acentuada por 70 minutos sem um golo, fez mossa e obrigou a equipa gaulesa a redobrar esforços, nunca o jogo esteve descontrolado. Dentro dos possíveis, a França manteve a paciência na circulação e na forma como forçou entradas e como, do ponto de vista mental, fez a gestão das emoções. Haveria sempre espaço a uma enormidade de confrontos em campo e alguns deles obrigariam aos famosos tête-à-tête. A cabeça fria salvou a França de males maiores e a vitória na Batalha do Paraguai vai ser combustível para a Guerra. Essa, ainda terá de ter mais três capítulos para ser vitoriosa.
Continuam a ser jogados os jogos dos oitavos de final do Mundial 2026. Sabe onde ver os jogos da noite deste domingo, 5 de julho.
Continuam os jogos dos oitavos de final do Mundial 2026. Neste domingo, 5 de julho – e pela madrugada – há espaço a dois jogos desta fase da prova, a segunda das rondas a eliminar.
Eis o calendário das transmissões televisivas:
Brasil x Noruega (4 de julho, 21h): LiveMode TV e Sport TV 1/5
França e Marrocos vão defrontar-se no primeiro jogo dos quartos de final do Mundial 2026. Chaveamento vai começando a ganhar forma.
Ao fim do primeiro dia de oitavos de final, passa a ser também conhecido o primeiro jogo dos quartos de final do Mundial 2026. Pelo segundo Mundial consecutivo, França e Marrocos têm encontro marcado.
Contas feitas, França x Marrocos é a primeira das quatro partidas dos quartos de final. O jogo vai realizar-se em Boston, dia 9 de julho, a partir da 21h.
A França venceu o Paraguai e está nos quartos de final do Mundial 2026. Vitória pela margem mínima apurou os franceses.
A França está nos quartos de final do Mundial 2026. Vitória por 1-0 diante do Paraguai, num jogo muito complicado e, ainda assim de sentido único, garantiu o apuramento.
O golo do jogo surgiu já na segunda parte. Désiré Doué conquistou um penálti e, dos 11 metros, Kylian Mbappé (70′) não desperdiçou e marcou para os franceses.
Nos quartos de final, a França vai defrontar Marrocos, que venceu o Canadá por 3-0 e também confirmou a passagem para a próxima fase.
𝗘𝗡 𝗥𝗢𝗨𝗧𝗘 𝗣𝗢𝗨𝗥 𝗟𝗘𝗦 𝗤𝗨𝗔𝗥𝗧𝗦 𝗗𝗘 𝗙𝗜𝗡𝗔𝗟𝗘 ! 🤩🔥
Au terme d’un combat intense face au Paraguay, nos Bleus décrochent leur qualification et poursuivent leur aventure dans cette Coupe du Monde. 🇫🇷👊
A antevisão: Mercedes e Ferrari numa classe à parte, McLaren e Max Verstappen abaixo das expetativas
Sábado perfeito para Kimi Antonelli. Depois da vitória na Corrida Sprint, o piloto italiano conquistou a pole position para o Grande Prémio da Grã-Bretanha. O atual líder do campeonato mundial soma uma mão cheia de poles esta temporada e, na corrida, procurará cimentar ainda mais a sua liderança.
Com uma volta “canhão” de 1.28.111s, Antonelli deixou Charles Leclerc a quase duas décimas. Lewis Hamilton fechou os lugares do pódio e foi 23 centésimas mais rápido do que o seu compatriota George Russell. As duas equipas que ocupam os lugares cimeiros do Campeonato de Construtores demostraram um ritmo avassalador face à concorrência.
Isack Hadjar bateu o seu companheiro de equipa, Max Verstappen, que nunca se mostrou verdadeiramente confortável ao longo da qualificação. Entre os dois pilotos da Red Bull ficou Lando Norris. Má qualificação para o campeão do mundo, depois de ter alcançado o pódio na Sprint. Oscar Piastri parte logo atrás de Max Verstappen, uma sessão dececionante da McLaren diante do seu público. Arvid Lindblad e Liam Lawson completam o TOP-10.
Na Q2, vários pilotos reportaram aos respetivos engenheiros de corrida problemas nos seus monolugares. Oscar Piastri queixou-se de falta de aderência, Kimi Antonelli referiu que o pedal do travão não estava a funcionar como pretendia, George Russell trocou de assento por se sentir desconfortável e Max Verstappen alertou para a fraca performance do motor.
Ainda assim, todos garantiram a passagem à Q3, ao contrário de Gabriel Bortoleto, Pierre Gasly, Nico Hulkenberg, Oliver Bearman, Carlos Sainz e Alex Albon, respetivamente.
A Q1 começou logo com um susto para a Mercedes, mais precisamente para George Russell. Na curva 7, o piloto britânico bloqueou as rodas e só parou na gravilha. Conseguiu regressar à pista, mas com danos na asa dianteira.
Quem ficou pelo caminho foram as equipas do costume. A última linha do grid pertence aos dois Aston Martin, com vantagem para Lance Stroll. Sergio Pérez parte de 20.ª posição, enquanto Valtteri Bottas arranca da 18.ª. No meio dos dois Cadillac ficou Franco Colapinto, que se despistou na sua última tentativa. Esteban Ocon ficou de fora da Q2 por 42 milésimas.
— Scuderia Ferrari HP (@ScuderiaFerrari) July 4, 2026
Ferrari – Apesar de não ter conseguido a pole position, a Scuderia está muito bem posicionada para colocar os dois pilotos no pódio e até pela vitória. Não será fácil bater Kimi Antonelli, mas, com a estratégia certa, o Cavallino Rampante poderá conquistar a segunda corrida da temporada.
— Scuderia Ferrari HP (@ScuderiaFerrari) July 4, 2026
Lewis Hamilton (Ferrari) – Mesmo que tenha ficado atrás do companheiro de equipa, o heptacampeão do mundo costuma apresentar a sua melhor versão no circuito de Silverstone. Moralizado com a vitória em Barcelona e a correr em casa, Hamilton dificilmente ficará satisfeito com outro resultado que não seja o triunfo.
Jakub Kaminski é o alvo do Benfica no mercado de verão. O extremo é colega de Luca Waldschmidt no Colónia.
Jakub Kaminski é um dos alvos do Benfica no mercado de verão, sendo o nome desejado para a posição de extremo esquerdo. Os encarnados podem contar com um aliado importante para conseguirem garantir o polaco. No Colónia, o atleta é colega de equipa de Luca Waldschmidt.
O alemão, hoje em dia com 30 anos, passou pelo Benfica entre 2020 e 2021, sem grande sucesso. Foi comprado ao Freiburg por 15 milhões de euros e saiu um ano depois, por 12 milhões de euros rumo ao Wolfsburgo. Foram 43 jogos de águia ao peito, 12 golos e três assistências.
Chegou ao Colónia em 2023/24, inicialmente por empréstimo. O internacional alemão cumpriu 26 jogos na última época, com cinco golos e cinco assistências. Também se cruzou com Jakub Kaminski no Wolfsburgo. Curiosamente, o extremo foi igualmente colega de Denis Huseinasic, que recentemente se transferiu para o Braga.
O FC Porto tem apostado em jogadores polacos, com os atletas a destacarem-se. O Benfica pode seguir o mesmo caminho.
O FC Porto conseguiu contratar três jogadores polacos na última temporada, com os três elementos a conseguirem alcançar o sucesso de dragão ao peito. Jan Bednarek e Jakub Kiwior estabeleceram-se como a dupla de centrais indiscutíveis, enquanto que Oskar Pietuszewski é visto como uma jovem promessa.
Depois destes casos exemplares, o Benfica pode ser o próximo conjunto luso a investir num atleta polaco. Jakub Kaminski está a ser associado aos encarnados. O extremo esquerdo, tal como os centrais do FC Porto, chegaria de uma Big 5, uma vez que representa o Colónia, formação da Bundesliga.
Jakub Kaminski tem 24 anos e no seu país natal passou pelo Lech Poznan, emblema que lucrou 10 milhões de euros em 2022, com a saída do jogador para o Wolfsburgo. Pode ser assim a próxima coqueluche do país da Europa de Leste a chegar à Primeira Liga.
Unai Simón realizou a antevisão ao jogo entre Portugal e Espanha. O guarda-redes falou também de Cristiano Ronaldo, avançado luso.
Unai Simón esteve presente este sábado na sala de imprensa, de maneira a realizar a antevisão ao encontro entre a Espanha e Portugal, relativo aos oitavos de final do Mundial 2026. O guarda-redes recordou a final da Liga das Nações:
«Temos que nos concentrar no nosso jogo, sem esquecer que Portugal nos venceu na Liga das Nações [em 2025]. Sabemos que temos de fazer um grande jogo, sem lapsos de concentração, e estar perto do nível que todos desejamos. É melhor enfrentar Portugal depois do jogo contra a Áustria do que ter avançado de qualquer outra forma. Os adversários vão melhorar, mas estamos numa boa sequência. Vai ser um jogo mais competitivo. O grupo é semelhante, então Portugal irá jogar num estilo ao da final da Liga das Nações. Temos de corrigir os erros desse jogo e tentar ser mais fluidos».
O jogador do Athletic também falou de Cristiano Ronaldo:
«Ronaldo não é o mesmo de há uns anos, mas temos de mantê-lo longe da área. Já o mostrou na final da Liga das Nações. O que Ronaldo tem a seu favor agora é que é letal dentro da área. Cria muitas oportunidades sozinho. Não sei como controlá-lo. Temos de estar preparados para tudo e mantê-lo o mais longe possível da área».
A partida entre Portugal e Espanha está marcada para a próxima segunda-feira, a partir das 20 horas.