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Artur Jorge revela conversa «olho no olho» com Walace após polémica e atira futuro do jogador para a direção

Artur Jorge abordou o afastamento de Walace após a vitória sobre o Bragantino. O treinador português referiu que o jogador assumiu o erro e que o caso está agora entregue à administração do clube.

O treinador Artur Jorge abordou a situação de Walace na conferência de imprensa após a vitória do Cruzeiro por 2-1 frente ao Bragantino, a contar para a 11.ª jornada do campeonato brasileiro. O técnico confirmou que falou com o médio depois do seu afastamento:

«Cruzei-me com ele no centro de treinos, já que passo muitas horas por lá. Num desses momentos, tivemos uma conversa e ele admitiu o erro, que é público — portanto, não há nada a esconder. Conversámos de forma muito correta, olho no olho, sobre o assunto», explicou.

Artur Jorge indicou que o futuro de Walace no plantel depende agora em exclusivo da estrutura do clube.

«A partir daí, nem eu nem ele temos mais nada a acrescentar. A situação está nas mãos da direção, que tomará a decisão final. Neste momento, é um processo que não me diz mais respeito. A ele cabe apenas aguardar a decisão da administração», acrescentou.

Além do caso de Walace, o treinador confirmou também que o avançado Kaio Jorge será baixa na equipa para os próximos jogos, no momento em que o Cruzeiro se prepara para o regresso à Taça Libertadores.

Cruzeiro - Neyser
Fonte: Cruzeiro

José Mourinho atento à formação do Benfica: Gonçalo Moreira é o sétimo jogador da cantera lançado pelo treinador

Gonçalo Moreira passou a ser o sétimo jogador da formação do Benfica a ser lançado por José Mourinho na equipa principal.

Gonçalo Moreira foi utilizado por José Mourinho na vitória do Benfica contra o Nacional da Madeira por 2-0. O médio ofensivo entrou em campo nos descontos e passou a ser o sétimo jogador lançado pelo treinador na equipa principal dos encarnados.

José Mourinho foi o responsável pelas estreias de Ivan Lima (que já saiu do clube), Rodrigo Rêgo, Tiago Freitas, José Neto, Daniel Banjaqui, Anísio Cabral e Gonçalo Moreira. Alguns destes nomes poderão inclusivamente somar minutos até ao final da época e entrarem na equação da próxima pré-temporada.

Gonçalo Moreira fará parte das escolhas, já que José Mourinho garantiu a sua presença na fase inicial de 2026/27 na conferência de imprensa pós-jogo. Eis os minutos dos atletas:

  • Ivan Lima (15 minutos)
  • Rodrigo Rêgo (203 minutos)
  • Tiago Freitas (1 minuto)
  • José Neto (96 minutos)
  • Anísio Cabral (42 minutos)
  • Daniel Banjaqui (154 minutos)
  • Gonçalo Moreira (1 minuto)

Franclim Carvalho responde com otimismo ao empate do Botafogo frente ao Coritiba: «Fizemos muito para ganhar o jogo»

Franclim Carvalho valorizou a atitude do Botafogo no empate a dois golos frente ao Coritiba. O técnico garantiu que a equipa está no caminho das vitórias.

O Botafogo não foi além de um empate a duas bolas (2-2) na receção ao Coritiba, em partida a contar para a 11.ª jornada do Campeonato Brasileiro. No rescaldo do encontro, o técnico Franclim Carvalho não escondeu alguma frustração com o desfecho, mas fez questão de valorizar a exibição:

«Um empate que nos deixa tristes. No futebol não há justiça nem injustiça. Fizemos muito para ganhar o jogo. Gostei muito do segundo tempo, os atletas que entraram foram bem. O adversário teve três chances claras e fez duas».

O treinador defendeu ainda as suas opções táticas de forma assertiva, justificando a decisão de retirar Montoro e Santi Rodríguez ao intervalo para lançar Edenílson e Villalba:

«Não sei se o torcedor aproveitou ou não as mudanças, mas eu aprovei porque nós conseguimos virar o resultado. O jogo não estava para o Montoro e para o Santi, e nós mudamos. O Edenílson entrou muito bem, é experiente e sabe o que o jogo pede».

A influência da substituição fez-se notar, já que o segundo golo carioca surgiu precisamente de uma assistência de Edenílson.

Jogadores do Botafogo
Fonte: Botafogo

Um golo, três pontos, Sevilha no horizonte| Braga 1-0 Arouca

O SC Braga venceu o FC Arouca por 1-0, num jogo que disse tanto sobre o presente… como sobre o que vem a seguir. O Braga entrou com bola, como habitualmente. Mas sem urgência.  Com sete alterações no onze em respeito ao jogo contra o Bétis (a cabeça de Carlos Vicens já está em Sevilha onde discutirá com a equipa espanhola um lugar nas meias-finais da Liga Europa), o Braga apresentou-se mais preocupado em controlar do que em acelerar.

A consequência disso foi uma primeira parte morna. O habitual jogo rendilhado e de posse de bola, circulação paciente, mas pouca profundidade. Do outro lado, um Arouca compacto, disciplinado e confortável num bloco baixo, à espera do erro ou do momento.

O primeiro remate da partida foi, aliás, dos visitantes, Lee Hyun-Ju tentou de longe, sem perigo. E isso resume bem o que foram os primeiros 45 minutos.Pouco risco. Pouca intensidade. Pouco jogo de ambos conjuntos. O golo anulado a Ricardo Horta (31’) depois de uma excelente incursão pela esquerda de Leonardo Lelo (um dos jogadores menos utilizados que aproveitou o voto de confiança que o seu treinador lhe deu), foi o único momento que quebrou a monotonia. Mas nem isso alterou o rumo da partida. O 0-0 ao intervalo não surpreendia ninguém.

Para a segunda parte, Carlos Vicens lançou Paulo Oliveira para o lugar de Vítor Carvalho, um médio que foi adaptado a central neste jogo, devido às ausências prolongadas de Sikou Niakate por lesão e igualmente do central internacional sueco Gustaf Lagerbielke, que cumpriu um jogo de suspensão. A segunda parte trouxe um Braga mais ligado. Ainda que sem grande brilho, mas com mais intenção.E foi do banco que veio a diferença.

Carlos Vicens mexeu na equipa, lançou Pau Víctor e o jogo mudou. Aos 65’, com apenas dois minutos em campo, o avançado espanhol aproveitou uma descoordenação defensiva do Arouca após cruzamento de Tiknaz e fez o que o jogo pedia desde o início: decidiu. Frio, simples, eficaz. Um golo que valeu mais do que parecia. Golo com dedicatória especial de Pau Victor para Niakaté, que rompeu totalmente o tendão de Aquiles no jogo contra o Bétis, e que falhará o resto da época.

A partir daí, o jogo ganhou outro tom. O Arouca subiu as suas linhas.  E o Braga recuou. Sem criar grande perigo em jogo corrido, a equipa de Vasco Seabra encontrou uma oportunidade clara… num erro evitável.

Gabri Martínez, com pouco mais de vinte minutos em campo, cometeu uma falta completamente desnecessária sobre Lee Hyun-Ju dentro da área. Penalti. Segundo amarelo e consequente expulsão. Um momento que podia mudar tudo. Mas não mudou. Chamado à conversão da grande penalidade, Ivan Barbero acertou na barra. E o destino do jogo ficou praticamente decidido naquele momento. 

O Arouca carregou nos minutos finais, com bolas paradas, cruzamentos, pressão constante. Chegou perto, muito perto, do empate aos 95 minutos, mas Paulo Oliveira apareceu com um corte decisivo quando Barbero já se preparava para finalizar.

Com menos um, o Braga teve de sofrer. E sofreu. Foi o último suspiro. E o momento que selou o jogo. Uma vitória que diz mais do que o resultado. O Braga não foi brilhante, longe disso. Não encantou. Mas ganhou. E isso, nesta fase, pode ser tudo. Mantém-se firme no quarto lugar da tabela classificativa, com um jogo em atraso e com a sensação de missão cumprida antes de um desafio muito maior.

Porque este jogo nunca foi só este jogo. Foi também gestão. Foi também o contexto.  Foi também em Sevilha. Foi mais uma partida para cumprir calendário e ir com boas sensações para um jogo capital por parte do quadro minhoto, o que é absolutamente compreensível, mas terá sido penoso para os mais de 10 mil adeptos presentes numa tarde/noite bastante fria na Pedreira.

Há vitórias que se constroem. Outras que se arrancam. Esta foi arrancada. Com pouco espetáculo, mas com eficácia. Com sofrimento, mas com maturidade.  E, acima de tudo, com um olho já no próximo palco. Porque, agora, o jogo joga-se noutro nível, e Sevilha já está no horizonte.

O Bola Rede esteve presente no Estádio Municipal de Braga e teve a oportunidade de colocar uma questão a ambos treinadores.

Bola na Rede: A sua equipa pareceu ter sempre muitas dificuldades em sair com critério para o ataque, principalmente na etapa inicial. O que sente que faltou para conseguir ser mais acutilante nessa zona de campo durante a primeira parte, dado que o Braga imprimiu um ritmo de jogo mais lento do que o habitual?

Vasco Seabra:  O Braga não costuma impor um ritmo de jogo mais rápido do que foi apresentado hoje. O Braga tem um ritmo pausado, com muitos jogadores por dentro e sempre com a largura máxima. Procura aglomerar muitos jogadores à volta da zona onde estão os jogadores, e isso diminui o ritmo do seu jogo. Creio que a nossa equipa fez um extraordinário mas muito difícil trabalho, onde se desgastou bastante durante a primeira parte. É muito complicado tirar a bola a este Braga. Nesse momento na primeira parte quando ganhávamos a bola, não estávamos com frescura suficiente para conseguirmos retirá-la da zona de pressão. Nunca conseguimos montar o nosso jogo posicional e sair da pressão do Braga, mas na segunda parte já fomos mais capazes, porque conseguimos roubar mais cedo um bocadinho. Os nossos médios foram mais audazes na pressão aos médios do Braga, que é a equipa com mais posse de bola no nosso campeonato. Na primeira parte, não estivemos tão bem nesse momento do jogo, na segunda parte estivemos bem melhores e conseguimos equilibrar o jogo.

Bola na Rede: O Leonardo Lelo não é um dos habituais titulares da sua equipa, mas fez uma hora de jogo bastante interessante com os seus movimentos à profundidade e a associar-se muito bem com o Ricardo Horta. Como avalia a sua prestação?

Carlos Vicens: Sabíamos que íamos precisar da sua largura e capacidade de atacar a profundidade perante um bloco tão baixo como o do Arouca. O seu trabalho foi muito importante para receber a bola e procurar espaço para ferir o adversário. Podia ter estado mais preciso em algumas tomadas de decisão, mas estou muito satisfeito com a sua prestação e com o Lelo ao longo de toda a época. Cumpre tudo o que lhe peço, é um jogador muito sério e disciplinado. 

Real Madrid está convencido: merengues pagam a cláusula de rescisão para garantir jovem promessa

Fran Santamaría vai ser reforço do Real Madrid no final da temporada, deixando os quadros do Castellón, emblema da La Liga 2.

O Real Madrid já decidiu e vai avançar para a contratação de Fran Santamaría, avançado de apenas 17 anos de idade que pertence aos quadros do Castellón. A informação está a ser avançada pelo jornal Marca, que indica que os merengues vão pagar a cláusula de rescisão do jovem, ainda que o valor não tenha sido revelado.

Fran Santamaría é visto como uma grande promessa do futebol espanhol e esta temporada dividiu-se entre os Sub-19 e a equipa B do Castellón, que atua na Segunda RFEF, um patamar com vários jogadores com experiência. No total, soma 32 encontros e 15 golos marcados.

O atleta já deixou inclusivamente uma mensagem de despedida:

«Chegou o dia que eu nunca teria imaginado. Desfrutei de oito anos no clube da minha vida e hoje despedir-me do meu Castellón, onde me formei como jogador e, mais importante ainda, como pessoa. «Gostaria de agradecer à minha família e aos meus amigos por me terem sempre guiado com humildade e esforço», começa ele na sua carta de despedida, após a oficialização da sua saída. «A todas as equipas técnicas com quem trabalhei ao longo destas temporadas e a cada um dos colegas com quem partilhei tantas experiências. Fui e serei sempre mais um albinegro. Pam pam Orellut».

Fran Santamaría será integrado nos escalões jovens do Real Madrid, podendo sonhar com algumas participações nos B’s, que estão na Primera RFEF.

Formou-se no Barcelona e trocou de clube 2 vezes no mesmo verão: Sergi Altimira é alvo do Sporting

Sergi Altimira está a ser associado a uma mudança para o Sporting. O jogador representa atualmente o Real Bétis.

Sergi Altimira é o mais recente nome a ser associado ao Sporting. O médio pertence ao Real Bétis e está na lista dos leões para a sucessão de Morten Hjulmand, que deve abandonar Alvalade no mercado de transferências de verão.

O espanhol tem apenas 24 anos e atua como médio defensivo. Fez a sua formação no Barcelona, mas não conseguiu chegar à primeira equipa dos catalães, mudando-se para o Sabadell em 2019/20. Na época seguinte foi cedido ao Granollers, para ganhar experiência no futebol sénior.

Acabou por ser aposta no Nova Creu Alta em 2021, ganhando dimensão nacional em 2022/23, numa fase em que o Sabadell estava na Primera RFEF. Realizou 33 jogos e o Getafe ficou convencido, conseguindo a sua contratação a custo zero para o verão seguinte. Contudo, não chegou a estar às ordens de José Bordalás.

O Real Bétis também estava atento a Sergi Altimira e pagou a sua cláusula de rescisão de dois milhões de euros, rumando ao Benito Villlamarín. Na primeira época de verde e branco, foi um elemento de rotação, com 17 partidas e um golo, mas em 2024/25 ganhou relevância nos planos de Manuel Pellegrini.

Somou 52 jogos, marcou dois golos e deu uma assistência. Sergi Altimira manteve-se no Real Bétis e foi a melhor decisão possível, continuando a fazer parte do meio campo dos andaluzes: 38 encontros, dois golos e duas assistências.

O seu contrato com o Real Bétis é válido até ao verão de 2028 e os espanhóis não fecham a porta a uma saída (precisam de fazer algum dinheiro para atacarem o mercado), ainda que não se trate de uma negociação simples. O seu valor de mercado é de 20 milhões de euros, segundo o Transfermarkt.

Liam Rosenior reforça que está seguro no Chelsea e abre o livro sobre Enzo Fernández: «Tivemos conversas detalhadas sobre o mercado de verão»

Liam Rosenior refletiu sobre a segurança do seu cargo no comando técnico do Chelsea e admitiu que Enzo Fernández fez falta na derrota frente ao Manchester City.

O Chelsea foi derrotado por 3-0 na receção ao Manchester City, num jogo importante para a corrida aos lugares de acesso à Champions League. Após o encontro, Liam Rosenior começou por refletir sobre o projeto que quer implementar em Stamford Bridge, admitindo que entende a pressão colocada sobre si:

«É óbvio que estou aqui e que preciso de vencer neste momento. Este é um grande clube de futebol. Quando cheguei, nunca pedi muito tempo, porque compreendo este clube, compreendo as tradições e a história deste clube. Gostaria de ter esse tempo, porque estou confiante de que, nesse período, é possível criar algo muito, muito especial».

De seguida, relembrou que chegou ao Chelsea a meio da temporada e utilizou os exemplos de grandes treinadores que tiveram um ano completo para montar o seu elenco:

«Mesmo alguém tão experiente como o Pep (Guardiola) ou o Jürgen Klopp, quando conquistaram os títulos que conquistaram no Liverpool, tiveram um ano para organizar as coisas. Eu cheguei em janeiro. Não é uma desculpa, é uma realidade. Preciso de vencer agora e é nisso que vou concentrar-me».

O técnico assegurou que a sua posição está, pelo menos para já, segura, revelando que já planeia o ataque ao mercado de verão com o clube:

«Mesmo na última semana, tivemos muitas conversas detalhadas sobre o que precisamos de fazer a partir da janela de transferências de verão. Falamos sobre todos os diferentes aspetos do jogo – preparação física, técnica, questões posicionais. São todos temas que estamos a debater e sabemos o que queremos melhorar e em que áreas queremos melhorar durante o verão».

Questionado sobre a possibilidade do castigado Enzo Fernández ter feito a diferença na derrota frente ao Manchester City, Liam Rosenior respondeu:

«Talvez, olhando para trás. É sempre fácil ver as coisas com clareza depois de tudo ter acontecido. O Enzo é um jogador de topo e, sinceramente, é uma figura de destaque. Estou ansioso por tê-lo de volta na próxima semana».

Explicou também a razão por detrás da suspensão do médio argentino e esclareceu o estado atual da situação:

«Às vezes, tomamos decisões não com base no curto prazo, mas sim com base no que queremos ver a longo prazo. Foi uma decisão de longo prazo que eu, os diretores e o clube, em conjunto com o grupo de jogadores líderes que formámos, tomámos para garantir que os nossos valores e a nossa cultura, a longo prazo, estejam no caminho certo. Mas o Enzo está agora livre de preocupações. Ele teve as conversas que precisava de ter, tem sido fantástico nos últimos dias a apoiar-me a mim e à equipa, e mal posso esperar para o ter de volta ao plantel.».

Sporting pensa em destaque do Euro 2026 para suceder a Francisco Costa

O Sporting deve avançar para a contratação de Uros Kojadinovic para ocupar o lugar de Francisco Costa, que vai rumar ao Flensburg.

O Sporting já sabe que deve perder Francisco Costa para o Flensburg e está no mercado em busca de um sucessor para o internacional português. De acordo com Hen Livgot, Uros Kojadinovic é o nome eleito pela direção do emblema do João Rocha e as conversações podem começar em breve.

O sérvio, tal como Francisco Costa, é lateral direito, mas também consegue desempenhar a função de ponta direita. Uros Kojadinovic tem 25 anos e cumpre a sua segunda época no Fenix Toulouse, onde chegou depois de ter estado ao serviço do Partizan. O seu contrato termina em 2027.

O jogador de andebol destacou-se no Euro 2026 da modalidade pela Sérvia, com três jogos disputados e 15 golos marcados. Na presente temporada soma 30 partidas e 105 tentos.

Rafael Leão na porta de saída do AC Milan e tubarões europeus fazem fila

A experiência de Rafael Leão no AC Milan não tem sido positiva esta temporada, abrindo portas ao interesse de vários gigantes europeus.

O talento de Rafael Leão é reconhecido pelos grandes europeus, mas a experiência no AC Milan tem sido difícil esta temporada, ilustrada pelos assobios soados para o internacional português na derrota em casa frente à Udinese. Desta forma, a saída do San Siro parece ser uma realidade cada vez mais próxima.

Segundo a Gazzetta dello Sport, o extremo formado no Sporting tem uma cláusula de rescisão de 175 milhões de euros. Contudo, esta só pode ser acionada até 15 de julho, perdendo a validade até ao final do mercado. Assim, os rossoneri exigem entre 80 a 100 milhões de euros por Rafael Leão, valor que o Chelsea chegou a atingir no verão passado.

Entre os candidatos para a sua contratação estão alguns dos maiores emblemas europeus, como o Bayern Munique, Barcelona e Manchester United. A mesma fonte avança que a Arábia Saudita é um mercado do qual podem também surgir propostas financeiramente atrativas.

Alejandro Garnacho relembra saída conturbada do Manchester United: «Talvez a culpa também seja minha, comecei a fazer algumas coisas erradas»

Alejandro Garnacho relembrou a saída do Manchester United, assumindo os seus erros após o mediático desentendimento com Ruben Amorim.

O último ano da experiência de Alejandro Garnacho no Manchester United foi bastante conturbada, perdendo espaço na equipa e criando tensão no balneário com publicações nas redes sociais. Em declarações à Premier League, o extremo argentino do Chelsea assumiu os erros cometidos sob o comando de Ruben Amorim:

«Lembro-me que nos últimos seis meses não estava a jogar como antes no Manchester United. Comecei a ficar no banco, o que não é assim tão mau, eu tinha apenas 20 anos, mas na minha cabeça era como se tivesse de jogar todos os jogos. (…) Na minha cabeça, talvez a culpa também seja minha, comecei a fazer algumas coisas erradas. Mas sim, foi apenas aquele momento da vida e, por vezes, temos de tomar decisões, e estou muito orgulhoso de estar aqui e ainda na Premier League, num clube como este».

Questionado se a saída de Old Trafford o magoou, Alejandro Garnacho não escondeu os seus sentimentos:

«Sim, talvez sim, porque eu amava aquele clube, sabe? Deram-me confiança desde o início, vindo de Espanha, para me trazerem para a formação, depois levaram-me para a equipa principal, por isso foram uns quatro ou cinco anos, e um carinho incrível de todos, dos adeptos, do estádio, tudo era muito bom».

Contudo, reforçou que a mudança para o Chelsea foi positiva:

«É que às vezes temos de mudar para o bem da nossa vida ou para dar os próximos passos. Só tenho boas recordações do Man Utd».