Início Site Página 24

Ainda querem terminar com o jogo do 3º e 4º lugar? – Diário do Mundial 2026 #33

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026. 

Resultado final: 10 golos | França 4-6 Inglaterra

Jude Bellingham Bukayo Saka Reece James Inglaterra Jogadores
Fonte: Federação Inglesa de Futebol

O jogo para definição do terceiro e quarto lugar do Mundial é sempre um mistério. Nunca é o jogo mais interessante para qualquer uma das equipas, abaladas pela morte na praia, antes do duelo final, mas, muitas vezes, é dos duelos mais memoráveis e abertos do Campeonato do Mundo. A ausência de grande pressão, apesar da diferença natural entre o terceiro lugar, de medalha, e o quarto, leva a revoluções no onze e a uma leveza e abertura pouco vistas. Foi tudo exponenciado por França e Inglaterra.

Para se ter noção, o jogo do Mundial 2026 com mais golos foi o Alemanha x Curaçau, um 7-1 que refletiu a diferença entre as duas seleções e que contou com oito bolas na baliza. O duelo entre França e Inglaterra teve 10. Pela primeira vez, neste século, alcançaram-se os dois dígitos no mesmo jogo num Mundial. Assim, vale a pena ver este jogo.

O roteiro do França x Inglaterra é ainda mais entusiasmante. Didier Deschamps fazia a despedida da seleção francesa. Thomas Tuchel viveu dias difíceis, ao ser o mais questionado do grupo inglês depois da eliminação. Quando tudo parecia apontar para um favoritismo gaulês, foram os Três Leões quem chegou ao intervalo a golear. Na segunda parte, a reviravolta andou a pairar no ar, mas, no fim, Inglaterra lá se conseguiu salvar.

Kylian Mbappé Declan Rice Inglaterra França
Fonte: FIFA

Taticamente, não foi um jogo muito interessante. A adaptação de Thomas Tuchel, puxando, primeiro Eberechi Eze, depois Morgan Rogers (sai reforçado do Mundial pela polivalência e posicionamentos múltiplos), ajudou a criar superioridades no meio-campo, principalmente na primeira parte. Na segunda, o regresso de Michael Olise ao meio e a reformulação do quarteto ofensivo ajudou a França. Pouco mais há a destacar deste ponto de vista. O resto, passou pela qualidade dos jogadores.

Ivan Toney apareceu para, longe da qualidade, tentar replicar o papel de Harry Kane, baixando em campo para ajudar a Inglaterra a lançar os extremos, de fora para dentro. Foram várias as vezes em que, aproveitando o descalabro defensivo francês, abrindo espaços por todo o lado, com dificuldade na coordenação da linha e com imenso espaço para ser explorado, quer Marcus Rashford como Bukayo Saka conseguiram gerar vantagens.

Particularmente o último viveu uma exibição de luxo, principalmente pelo produto final. Ainda tem muito tempo para crescer, mas está a transformar-se num jogador de definição e de produção ofensiva no último terço, mais do que um desequilibrador nato. Chamou a responsabilidade e a sobriedade e, com o hat-trick, levou uma das bolas douradas para casa. O momento do penálti marcado é particularmente simbólico. Poucos jogadores terão sofrido mais, às mãos (e teclas, principalmente) de energúmenos, boçais e desprezíveis do que Bukayo Saka. Ajudou a fazer esquecer 2021.

Bukayo Saka Inglaterra 2
Fonte: Federação Inglesa de Futebol

Também no meio-campo há méritos. Declan Rice fez, porventura, a melhor exibição no Mundial, principalmente na primeira parte. Desta vez, sem Elliot Anderson a dar suporte, agigantou-se ainda mais na área de campo que conseguiu cobrir. Além do preenchimento de espaços, teve impacto ofensivo pela batida na bola. Sempre que tiveram espaços, Eberechi Eze, no passe, e Morgan Rogers, na abrangência de movimentos, criaram perigo.

Por aqui se explica uma superioridade inequívoca inglesa na primeira parte. Da França, para lá de Kylian Mbappé, que procurou sempre, num registo mais individualista que coletivo, agitar as águas, uma autêntica catástrofe, palavra de selecionador. A segunda parte ajudou à estabilidade, começando pela forma como as entradas de Bradley Barcola, pela ameaça ao espaço, e de Ousmane Dembélé, pela objetividade e por permitir a Michael Olise voltar a terrenos interiores, permitiram.

Em menos de 10 minutos, dois golos franceses reabriram o jogo. Já não é a primeira vez que a França reage a uma desvantagem de quatro golos. Tal como na última Liga das Nações, diante da Espanha, foi insuficiente. Ainda assim, o registo à brutalidade da segunda parte de Kylian Mbappé e Michael Olise. O primeiro, tal como na primeira, andou à boleia da procura dos recordes. Ainda falta o veredicto de Lionel Messi, mas garantiu, para já, o estatuto de melhor marcador do Mundial 2026 e da história da competição. 22 em 22, números históricos. Impressionante a forma como consegue produzir chances em contextos complicados. Por mais que a ineficácia esteja de mão dada, não há como olhar para o Mundial de Olise com nota francamente positiva. Passou de vértice a centro das combinações e criou inúmeras oportunidades. Já não é Pelé o maior assistente numa única edição do Mundial. Nota de registo. 

Kylian Mbappé França
Fonte: Federação Francesa de Futebol

Lá atrás, e em comparação à primeira parte, apareceu Dayot Upamecano. Fez um Mundial de grande nível, coroado com uma última exibição de tremendo impacto. Ressuscitou um setor moribundo, deu liderança e segurança à linha defensiva e permitiu à equipa atacar de forma mais liberta e espontânea pelo conforto que passou a ter. Nos últimos minutos, o trabalho impecável do defesa foi penalizado por duas ocasiões, mas não anula a exibição, muito menos o torneio, de um dos destaques franceses na prova.

Para bem de Inglaterra e do próprio Thomas Tuchel, com outra cara para enfrentar o próximo ciclo de dois anos, nesta fase mais delicada, apareceram três nomes para resgatar. Desta vez, o treinador dos ingleses demorou a mexer e, com o arrastar do desgaste, foram sendo expostas lacunas. Dean Henderson segurou vários lances de perigo e, mais importante, Djed Spence voltou a deixar muito boas indicações. É um lateral agressivo a fechar o espaço, capaz de recuperar e com argumentos no 1X1 defensivo, para lá da capacidade que oferece em condução e a esticar jogo na frente. Depois de uma época meio desacreditado, ganha estatuto. Do banco, veio Jude Bellingham revolucionar o jogo ofensivo inglês. Há poucos nomes com a sua personalidade para mudar jogos. Deu ameaça no espaço, no drible e em transição e permitiu à seleção inglesa respirar e contrariar os lances de perigo. Sai do Mundial como o melhor jogador e o melhor marcador inglês na prova – e na história da seleção, numa única edição do Mundial. Hey Jude!

Thomas Tuchel reage ao bronze no Mundial 2026 e deixa elogios a destaque da Inglaterra: «Mostrou mais uma vez que é um jogador fundamental»

Inglaterra venceu a França por 6-4 e selou o terceiro lugar do Mundial 2026. Thomas Tuchel reagiu à vitória e ao bronze.

Num jogo com contornos históricos e épicos, Inglaterra venceu a França por 6-4 e garantiu o terceiro lugar do Mundial 2026, o último do pódio. Thomas Tuchel garantiu que a distância para as grandes seleções é menor, relembrou desgaste e elogiou Bukayo Saka.

«A França foi campeã há oito anos e finalista há quatro. Ainda existe uma diferença, mas acredito que conseguimos reduzí-la. É o primeiro passo para mostrar que podemos competir».

«A França teve um calendário menos desgastante. Eles também precisaram de viajar menos. Nós jogámos sob forte calor e ainda disputámos um prolongamento. Tivemos uma primeira parte espetacular e uma segunda parte complicada. Sabemos a diferença que um dia a mais faz no calendário e os jogadores estão muito cansados depois das últimas semanas».

«Tive a sensação de que o Morgan Rogers seria importante nas meias finais, mas cada jogo apresenta exigências específicas. Hoje, fizemos mais mudanças por questões físicas e o Saka mostrou mais uma vez que é um jogador fundamental».

Didier Deschamps reflete sobre percurso pela França e assume catástrofe diante da Inglaterra: «A culpa é minha»

Inglaterra venceu a França por 6-4 e selou o terceiro lugar do Mundial 2026. Didier Deschamps analisou o jogo, o último na sua passagem pela seleção.

Num jogo com contornos históricos e épicos, Inglaterra venceu a França por 6-4 e garantiu o terceiro lugar do Mundial 2026, o último do pódio. Depois de, ao intervalo, ter classificado o jogo como uma «catástrofe», Didier Deschamps fez a análise do encontro e da sua passagem pela seleção.

«É uma derrota, mas estávamos a perder por 4-0. Tivemos um desempenho desastroso na primeira parte. Reagimos a explorar os nossos pontos fortes. Tivemos duas chances de empatar e fazer o 4-4, mas precisávamos de levar mais jogadores ao ataque. Esse é o tipo de futebol de que somos capazes, mas não o praticámos. A culpa é minha. Claramente não fiz o que era necessário na primeira parte. No fim, a atuação acabou por ser digna, embora a derrota doa. Teria sido melhor terminar em terceiro».

«Começámos com grandes ambições e conseguimos alcançar coisas bastante positivas. Não rendemos o esperado contra a Espanha, eles jogaram muito bem contra nós, mas nem tudo foi perdido. Há aqui um plantel com verdadeira qualidade futebolística. Tínhamos a matéria-prima para obter mais resultados. A nível pessoal, foi uma jornada maravilhosa».

«Há uma decepção do ponto de vista desportivo, mas tivemos a oportunidade de criar momentos emocionantes para dezenas de milhões de franceses. É o Mundial, não há nada melhor. Não há nada melhor do que vestir a camisola da seleção francesa».

Este foi o último jogo de Didier Deschamps no comando técnico francês. Lê a mensagem de despedida da Federação Francesa de Futebol.

Kylian Mbappé prevê golo de Lionel Messi na final do Mundial 2026 e endurece discurso depois da derrota: «Posso entender quem diz que foi uma palhaçada»

Inglaterra venceu a França por 6-4 e selou o terceiro lugar do Mundial 2026. Kylian Mbappé fez o rescaldo da derrota.

Num jogo com contornos históricos e épicos, Inglaterra venceu a França por 6-4 e garantiu o terceiro lugar do Mundial 2026, o último do pódio. Kylian Mbappé, que bisou e se tornou no melhor marcador da história dos Mundiais, fez a análise do jogo.

«Na primeira parte, posso entender quem diz que foi uma palhaçada, que não respeitámos a camisola. Eu diria mais que fomos humanos. Infelizmente, estávamos completamente atordoados. Na segunda parte, voltámos a ser jogadores de alto nível, máquinas mentais que não têm sentimentos. Conseguimos vencer a segunda parte, mas no fim das contas não vencemos o jogo. Queríamos fazer algo por ele [Didier Deschamps], mas a primeira parte deu a impressão de que o abandonámos. Esse jogo não vai manchar a lenda de Didier Deschamps».

«Eu preferia não ser o melhor marcador da história e jogar a final amanhã. É bom para o legado, mas hoje não é a primeira coisa que passa pela minha cabeça. O Messi vai marcar, com certeza. Eu só tento ajudar a minha equipa a vencer. Quando fazes muitos golos em Mundiais, isso eleva-te a outro patamar».

Kylian Mbappé chegou aos 22 golos na história dos Mundiais, em apenas três edições e tornou-se no jogador com mais golos na história da competição. Atrás está Lionel Messi que pode, ainda assim, reassumir a liderança. O avançado argentino tem 21 golos e ainda tem por jogar a final, diante da Espanha. 

Kylian Mbappé França
Fonte: Federação Francesa de Futebol

França despede-se de Didier Deschamps de forma emotiva: «A Seleção Francesa recuperou credibilidade, respeito e carinho»

Inglaterra venceu a França por 6-4 e selou o terceiro lugar do Mundial 2026. O jogo marcou a despedida de Didier Deschamps da seleção francesa.

Num jogo com contornos históricos e épicos, Inglaterra venceu a França por 6-4 e garantiu o terceiro lugar do Mundial 2026, o último do pódio. O jogo marcou a despedida, anunciada ainda antes da competição, de Didier Deschamps da seleção francesa.

O técnico, que bateu o recorde e se tornou no treinador com mais jogos disputados na história dos Mundiais, deixa a seleção francesa com um Mundial (2018) e uma Liga das Nações (2021) no bolso, tendo alcançado ainda uma final do Europeu (2026) e outra final do Mundial (2022), ambas perdidas.

Num longo comunicado, com menção aos feitos do técnico e de forma emotiva, a Federação Francesa de Futebol despediu-se do treinador.

Eis a mensagem na íntegra:

«A FFF saúda e agradece ao selecionador nacional Didier Deschamps pelo trabalho excecional realizado à frente da seleção francesa desde 2012.

Ao deixar, dentro de alguns dias, as suas funções de selecionador da Seleção Francesa, Didier Deschamps encerra um quarto de século de um empenho excecional ao serviço dos Bleus e do futebol francês. Há percursos que marcam de forma duradoura a história de uma instituição e de um país.

Didier Deschamps encarnou a exigência, o rigor, o espírito de equipa e o amor pela camisola azul. Sob a sua liderança, durante catorze anos, a Seleção Francesa recuperou credibilidade, respeito e carinho, mantendo-se ao mais alto nível mundial, conquistando o Campeonato do Mundo de 2018, a Liga das Nações de 2021 e chegando a várias finais importantes, ao mesmo tempo que manteve uma regularidade extraordinária.

Para além dos 185 jogos disputados e das 120 vitórias, Didier Deschamps soube transmitir uma cultura de desempenho e de responsabilidade que permanecerá uma referência para as gerações futuras. Acompanhou a ascensão de numerosos jogadores internacionais, uniu vários grupos em torno de valores sólidos e contribuiu para reforçar o vínculo único entre os franceses e a sua seleção nacional.

Capitão da equipa campeã do mundo em 1998, campeão da Europa em 2000 e, mais tarde, treinador da seleção campeã do mundo vinte anos depois, Didier Deschamps ocupa um lugar à parte na história do futebol francês. Poucos terão dado tanto à camisola azul, primeiro como jogador e depois como treinador.

A Federação e os seus colaboradores prestam homenagem à sua disponibilidade e ao seu empenho. A sua marca permanecerá indelével, tanto em Clairefontaine como no coração de milhões de adeptos e dos voluntários que ele nunca esquecia.

A FFF deseja expressar-lhe a sua infinita gratidão.

Obrigado, Didier!».

Michael Olise ultrapassa Pelé e é o jogador com mais assistências numa única edição do Mundial

Inglaterra venceu a França por 6-4 e selou o terceiro lugar do Mundial 2026. Michael Olise juntou duas assistências à conta pessoal.

Num jogo com contornos históricos e épicos, Inglaterra venceu a França por 6-4 e garantiu o terceiro lugar do Mundial 2026, o último do pódio. Com duas assistências, Michael Olise faz história.

No total, ao longo do Mundial 2026, foram sete passes para golo do avançado francês. Este número é o maior registado numa única edição do Campeonato do Mundo. Até aí, o recorde pertencia a Pelé (1970), com seis assistências.

Das sete assistências, cinco foram para Kylian Mbappé, o melhor marcador do torneio e da história dos Mundiais. Este é também o máximo de envolvimentos em golo de uma dupla na competição.

Em sentido contrário, outro número curioso. Com 20 remates, mas sem qualquer golo, Michael Olise é, em simultâneo, o jogador com mais remates sem alcançar o golo desde Lionel Messi, em 2010.

Kylian Mbappé ultrapassa Lionel Messi e torna-se no melhor marcador da história dos Mundiais

Inglaterra venceu a França por 6-4 e selou o terceiro lugar do Mundial 2026. Kylian Mbappé bisou e ultrapassou Lionel Messi como melhor marcador da prova.

Num jogo com contornos históricos e épicos, Inglaterra venceu a França por 6-4 e garantiu o terceiro lugar do Mundial 2026, o último do pódio. Kylian Mbappé marcou dois golos, insuficientes para a vitória, mas suficientes para o recorde.

Além dos 10 golos neste Mundial, que o metem na liderança dos marcadores de 2026, Kylian Mbappé chegou aos 22 golos na história dos Mundiais, em apenas três edições e tornou-se no jogador com mais golos na história da competição.

Atrás está Lionel Messi que pode, ainda assim, reassumir a liderança. O avançado argentino tem 21 golos e ainda tem por jogar a final, diante da Espanha. Neste momento, é o francês quem lidera de forma isolada.

Eis o top 5 atualizado:

  1. Kylian Mbappé (França) – 22 golos
  2. Lionel Messi (Argentina) – 21 golos
  3. Miroslav Klose (Alemanha) – 16 golos
  4. Ronaldo Nazário (Brasil) – 15 golos
  5. Gerd Muller (Alemanha ) – 14 golos
Kylian Mbappé França 2
Fonte: Federação Francesa de Futebol

10 golos num só jogo é registo inédito no século e visto apenas por 6 vezes na história dos Mundiais: qual a dimensão do França 4-6 Inglaterra?

Inglaterra venceu a França por 6-4 e selou o terceiro lugar do Mundial 2026. Jogo teve 10 golos, algo inédito este século em Mundiais.

Num jogo com contornos históricos e épicos, Inglaterra venceu a França por 6-4 e garantiu o terceiro lugar do Mundial 2026, o último do pódio. O embate teve 10 golos… um número que entra na história dos Mundiais.

No século XXI, ainda não tinha havido qualquer jogo com 10 golos nos Campeonatos do Mundo disputados. Na história, também é raro: esta foi apenas a sexta vez.

O máximo de golos ainda está no Áustria x Suíça, disputado em 1954: teve 12 golos, num 7-5 que sorriu aos austríacos.

Eis os 6 jogos com mais de 10 golos na história dos Mundiais:

  • Brasil 6-5 Polónia (1938) – 11 golos
  • Hungria 8-3 Alemanha (1954) – 11 golos
  • Áustria 7-5 Suíça (1954) – 12 golos
  • França 7-3 Paraguai (1958) – 10 golos
  • Hungria 10-1 El Salvador (1982) – 11 golos
  • França 4-6 Inglaterra (2026) – 10 golos
Trionda Bola Mundial 2026 Mundiais
Fonte: FIFA

Ainda chegou aos 10: eis os golos de Ousmane Dembélé e Jude Bellingham que fecharam a vitória de Inglaterra sobre a França por 6-4

Ousmane Dembélé e Jude Bellingham fecharam o resultado. França e Inglaterra defrontaram-se na decisão do 3.º e 4.º lugar do Mundial 2026.

Inglaterra venceu a França por 6-4, num jogo absolutamente épico e com dois golos nos minutos de descontos. Primeiro, Ousmane Dembélé, a fazer o 5-4. Quando ainda se poderia pensar num empate, Jude Bellingham fechou as contas e selou a vitória inglesa.

Resultado final: um 6-4 e 10 golos no mesmo jogo. Números absolutamente inacreditáveis. Recorda os onzes oficiais de França e Inglaterra e assiste ao jogo ao vivo e em direto.

Conhece todas as informações relativas ao jogo. Acompanha também todo a competição nas redes sociais do Bola na Rede.

Golos, golos e golos: jogo louco termina com vitória de Inglaterra sobre França por 6-4 e com 3º lugar no Mundial 2026 para os… 3 Leões.

França e Inglaterra defrontaram-se na decisão épica do 3.º e 4.º lugar do Mundial 2026. 10 golos na vitória inglesa, que garante o pódio.

Está fechado o último lugar do pódio do Mundial 2026. Grande jogo de futebol, com muitos golos e muita emoção, termina com vitória de Inglaterra diante da França por 6-4.

Para não perder os golos, é mesmo preciso uma lista. Na primeira parte, foram quatro da seleção inglesa: marcaram Declan Rice (3′), Ezri Konsa (18′), Buykayo Saka (37′) e, novamente, Bukayo Saka (45′).

A segunda etapa do jogo não poderia ser mais diferente. Kylian Mbappé (48′), Bradley Barcola (54′) e novamente Kylian Mbappé (66′) ainda assustaram. A França não aproveitou as oportunidades para empatar e viu Bukayo Saka (87′) devolver a tranquilidade e marcar o 5-3.O jogo ainda não havia terminado porque Ousmane Dembélé (90+5′) e Jude Bellingham (90+7′) fecharam o resultado.

Com este triunfo, Inglaterra fecha o pódio no terceiro lugar. Falta saber quem irá subir ao primeiro posto: Espanha ou Argentina. O derradeiro jogo do Mundial 2026 disputa-se este domingo, dia 19 de julho, a partir das 20h.