O Bola na Rede vai escolher a melhor equipa da jornada de todas as rondas do Mundial 2026. Eis as escolhas da 2.ª jornada da fase de grupos.
O Bola na Rede está de olho no Mundial 2026 e vai, a cada ronda, selecionar o melhor 11 da jornada. A segunda jornada já tem o seu onze definido.
Eis o 11 da 2.ª jornada:
Eloy Room
Alex Freeman
Gustavo Gómez
Pico Lopes
Nuno Mendes
Felix Nmecha
Martin Odegaard
Lionel Messi
Kylian Mbappé
Cristiano Ronaldo
Mikel Oyarzabal
Podes perceber o fundamento por detrás de cada escolha (e conhecer as menções honrosas) no podcast “AM Bola na Rede”. Ouve o episódio onde escolhemos este XI.
Continuam os dias da decisão no Mundial 2026 com seis embates diários. Sabe onde ver os jogos da noite (e madrugada) desta quinta-feira, 25 de junho.
O Mundial 2026 continua a todo o ritmo e a última jornada continua com as decisões de três grupos por dias. São, por isso, seis jogos nesta quinta-feira, 25 de junho, relativos aos grupos D, E e F.
No Grupo D jogam Paraguai x Austrália e Turquia x EUA, no Grupo E há espaço ao Curaçau x Costa do Marfim e ao Equador x Alemanha e, no Grupo F, disputam-se o Japão x Suécia e o Tunísia x Países Baixos.
Eis os horários e transmissões dos jogos:
Equador x Alemanha (21h, 25/06): SIC, LiveMode TV e Sport TV 5
Curaçau x Costa do Marfim (21h, 25/06): Sport TV 1
O Brasil venceu a Escócia e está nos 16 avos de final. Marrocos também venceu o Haiti e segue para a mesma fase no 2.º lugar do grupo do Mundial 2026.
O Brasil venceu a Escócia e segue para os 16 avos de final como líder do Grupo C. Marrocos teve menos facilidades, mas derrotou o Haiti e também segue em frente. Os escoceses ficam agora com o coração nas mãos para saber o futuro.
Em Miami, vitória clara dos brasileiros diante dos escoceses. Vinícius Júnior (7′ e 45+3′) e Matheus Cunha (60′) resolveram o jogo para a equipa de Carlo Ancelotti, que ainda lançou Neymar para o tão esperado regresso à seleção.
À mesma hora, Marrocos venceu o Haiti por 4-2. A seleção das Caraíbas até esteve em vantagem por duas vezes graças a um autogolo de Bono (10′) e a Wilson Isidor (43′). A seleção marroquina reagiu por Achraf Hakimi (39′), Ismael Saibari (45+1′), Soufiane Rahimi (78′) e Gessime Yassine (89′).
Matheus Cunha marcou o terceiro golo dos canarinhos. Escócia e Brasil defrontam-se na terceira jornada da fase de grupos.
O terceiro golo do Brasil chegou com direito a surf. Matheus Cunha, que já tinha trabalhado muito nos outros golos, aproveitou um bom passe de Bruno Guimarães para o golo do avançado brasileiro, que marca pelo segundo jogo consecutivo.
Vinícius Júnior já bisou e chegou aos quatro golos neste Mundial. Escócia e Brasil defrontam-se na terceira jornada da fase de grupos.
Vinícius Júnior está num grande momento e já bisou para chegar aos quatro golos neste Mundial. Recuperação alta de Matheus Cunha, prosseguida por um cruzamento de Bruno Guimarães para o avançado responder de cabeça ao segundo poste.
Vinícius Júnior adiantou os brasileiros na partida. Escócia e Brasil defrontam-se na terceira jornada da fase de grupos.
Foi Vinícius Júnior, numa pressão bem coordenada a roubar a bola à Escócia, que adiantou o Brasil no marcador. O avançado continua de pé quente e marcou em todos os jogos desta fase de grupos, algo de bom sinal para a Canarinha.
Esta é a quarta vez que um brasileiro marca nos três jogos da fase de grupos do Mundial depois de Jairzinho (1970), Romário (1994) e Rivaldo (2002). Em todos estes anos, o Brasil foi campeão.
Brasil e Escócia têm encontro marcado na fase de grupos do Mundial 2026. Em baixo, podes assistir ao jogo ao vivo e em direto.
Brasil e Escócia defrontam-se na terceira jornada do Mundial 2026. O jogo conta para o Grupo C e é transmitido de forma gratuita em Portugal pela LiveMode TV, no vídeo abaixo.
O jogo da terceira jornada joga-se a partir das 23h00 desta quarta-feira, 24 de junho. À mesma hora, e com natural impacto nas contas do grupo, Marrocos defronta a seleção do Haiti.
A Suíça e o Canadá seguem em frente no primeiro e segundo lugares do Grupo B. A Bósnia e Herzegovina tem quatro pontos no terceiro lugar.
Houve mudanças no Grupo B, o primeiro a ficar fechado no Mundial 2026. A Suíça venceu o Canadá e garantiu o primeiro lugar, na ultrapassagem, e a Bósnia e Herzegovina impôs-se na luta pelo terceiro.
Em solo canadiano, a Suíça garantiu uma vitória por 2-1 que inverte as contas da liderança. Ruben Vargas (46′) e Johan Manzambi (57′) adiantaram os helvéticos no jogo, mas Promise David (76′) ainda conseguiu reduzir.
No outro jogo, a Bósnia e Herzegovina venceu o Catar por 3-1 e venceu a luta pelo terceiro lugar que, com quatro pontos, é praticamente certo como que suficiente para a próxima fase. Kerim Alajbegovic (29′), um autogolo de Sultan Al-Brake (34′) e Ermin Mahmic (80′) marcaram os golos de uma vitória, ainda incomodada por Hassan Al Haydos.
Andreas Schjelderup pode deixar o Benfica no mercado de verão. O Como 1907 já está a preparar uma oferta pelo extremo norueguês.
O Benfica pode vender Andreas Schjelderup no mercado de transferências de verão. De acordo com a Gazzetta dello Sport, o Como 1907 prepara uma oferta pelo extremo. Trata-se de um empréstimo com uma cláusula de compra obrigatória, ainda que os encarnados estejam a pedir 40 milhões de euros.
Os italianos vão participar pela primeira vez na Champions League e procuram melhorar o seu plantel em várias posições. Pedro Gonçalves, jogador do Sporting, também tem sido associado ao posto de extremo esquerdo do Como 1907, mas o norueguês é um desejo da equipa de Cesc Fàbregas.
O jogador está no Mundial 2026 e realizou uma época em crescendo, com muita utilização por parte de José Mourinho. Até ao momento leva 54 encontros, com 11 golos marcados e oito assistências. O seu contrato termina em 2028 e conta com uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros.
Há jogadores que marcam uma geração. Há jogadores que marcam uma época. E depois há aqueles raríssimos casos que transcendem tudo isso e acabam por marcar a própria história do desporto. Lionel Andrés Messi pertence a essa última categoria.
À data da redação deste artigo, Messi completa 39 anos. E, ironicamente, continua a fazer aquilo que fez durante toda a vida: desafiar a lógica e a máquina do tempo.
Enquanto o futebol continua a procurar o próximo Messi, o verdadeiro Messi continua a jogar. Continua a decidir. Continua a marcar. Continua a encantar.
Cinco golos em apenas dois jogos neste Mundial de 2026. 18 golos no total em Campeonatos do Mundo. Melhor marcador da história da competição mais importante do futebol mundial. 26 (!) participações em golos com 18 golos e oito assistências, superando os números estratosféricos do rei Pelé. E quem sabe quantos mais ainda estarão para chegar até ao final desta Last Dance.
Lionel Messi takes the honours as your @MichelobUltra Superior Player of the Match. 👏
Os números de carreira impressionam. 916 golos e 414 assistências no total, são números absurdos e que revelam bem a sua influência no jogo das equipas que representou durante mais de 20 anos como futebolista profissional. Mas com Leo Messi, os números nunca foram suficientes para explicar aquilo que ele é. Porque a história de Leo não começa nos golos. Começa num pequeno rapaz de Rosario.
Um menino tímido com mutismo selectivo. Apaixonado por uma bola, que foi sempre como melhor se expressou. Um menino que teve de lidar com dificuldades que poderiam ter aniquilado o sonho de qualquer criança. O diagnóstico de défice da hormona do crescimento parecia uma sentença para alguém que sonhava ser futebolista profissional.
O tratamento era caro. A incerteza era enorme. E durante algum tempo ninguém sabia se aquele talento extraordinário conseguiria sequer ter um corpo capaz de acompanhar aquilo que a sua mente imaginava.
Mas o futebol, às vezes, também sabe recompensar os escolhidos. O Barcelona abriu-lhe as portas. A família atravessou o Atlântico, tendo o pequeno Leo apenas 13 anos de idade. E o resto tornou-se uma das histórias mais extraordinárias que o desporto já conheceu.
Vieram os golos. Vieram os títulos. Vieram as Bolas de Ouro. Vieram as Ligas dos Campeões. Vieram as noites mágicas em Camp Nou. Vieram os slaloms impossíveis. Vieram as assistências que mais pareciam obras de arte. Veio aquele pé esquerdo que parecia ter sido desenhado por um poeta e não por um ser humano.
Mas vieram também as críticas. Críticas muito ferozes, ao ponto de Messi ter entrado uma vez em plena emissão de uma estação de rádio argentina para dizer que o seu filho chorava muito porque não entendia porque “matavam” o seu pai no país que ele tanto amava.
Talvez mais nenhum outro craque da história recente do futebol tenha recebido críticas tão destrutivas. Durante anos, uma parte significativa da Argentina acusou-o de não ser suficientemente argentino. De não cantar o hino. De não sentir a camisola. De não ser Maradona. Cada derrota era transformada numa acusação. Cada final perdida tornava-se um julgamento público. Cada lágrima era analisada até à exaustão, sendo que naquele momento Leo Messi não se sentiu com mais forças e decidiu retirar-se da selecção.
Poucos jogadores carregaram um peso emocional tão grande. Porque o problema nunca foi aquilo que Messi fazia. O problema era aquilo que as pessoas queriam que ele fosse. Queriam um novo Maradona.
Mas Messi nunca quis ser Maradona. Quis apenas ser Messi. E acabou por conseguir algo ainda mais difícil. Criou o seu próprio lugar na história.
A Copa América de 2021 (emocionante aquela imagem de Messi sentado a falar em videochamada com a sua mulher e os seus filhos num estádio completamente vazio por causa da pandemia) mudou muita coisa.
O Mundial de 2022 mudou tudo. Aquela caminhada no Catar não lhe deu apenas um troféu. Deu-lhe paz. Deu-lhe reconhecimento. Deu-lhe o amor incondicional do seu povo que sempre amou com toda a sua alma, amor esse que nunca o fez hesitar por um segundo em representar as cores alviceleste, apesar das várias tentativas que a federação espanhola fez para que o mago argentino mudasse de ideias.
Y NOSOTROS TE AMAMOS A VOS CAPITÁN 🫶🏻🇦🇷
Después de su marcar un doblete y convertirse en el máximo goleador de la historia de los Mundiales, LIONEL MESSI no ocultó su deseo.
🔟🗣️ “No juego pensando en la edad que tengo. Si no en cómo me siento físicamente y desde ahí intentar… pic.twitter.com/pdiZB6pcmr
A conquista desse tão desejado troféu do Mundial, deu-lhe aquilo que faltava para que a discussão eterna encontrasse finalmente uma resposta.
Hoje já não faz sentido perguntar se Messi está ao nível de Diego Armando Maradona. A verdadeira pergunta é outra. Quantos jogadores na história estiveram ao nível de Lionel Andrés Messi Cuccittini? Muito poucos. Talvez nenhum.
Porque a sua grandeza nunca esteve apenas nos títulos. Nem nos golos. Nem nas assistências. Nem nos recordes (que nunca foram uma obsessão para La Pulga, que sempre colocou o seu incomensurável talento ao serviço do colectivo).
A sua grandeza está na capacidade única de fazer milhões de pessoas apaixonarem-se pelo jogo. De transformar um simples passe numa memória. De fazer adultos voltarem a sentir-se crianças (como este seu contemporâneo que lhe dedica estas palavras hoje). De nos obrigar a parar tudo durante alguns segundos para assistir a algo que nunca vimos antes. E talvez nunca voltemos a ver.
Ao longo dos anos, também eu fui muitas vezes acusado de ser anti-patriota por defender que Lionel Messi é o melhor jogador que alguma vez vi jogar futebol. Como se admirar a genialidade de um significasse necessariamente desvalorizar a grandeza do outro. Nunca significou.
Nunca retirei um único mérito a Cristiano Ronaldo. Pelo contrário. Sempre admirei a forma como reinventou o seu jogo, a disciplina quase sobre-humana com que prolongou a suacarreira ao mais alto nível e a capacidade extraordinária de competir durante quase duas décadas contra aquele que considero ser o melhor jogador de todos os tempos. Devemos apreciar a grandeza de ambos, desfrutar de uma rivalidade histórica e de dois génios do futebol mundial.
O simples facto de Cristiano ter conseguido ombrear durante tantos anos com Messi é, por si só, um feito que talvez nunca mais se volte a repetir na história do futebol. Mas gostar mais do jogo de Messi nunca foi um ato de desrespeito para com Ronaldo.
Foi apenas uma questão de sensibilidade futebolística. Porque enquanto Cristiano me impressionava, Messi fazia-me sonhar. E essa diferença, sendo totalmente subjetiva, acabou por moldar a forma como sempre vivi o futebol desde que me apaixonei por este desporto, sentado no colo do meu pai com apenas cinco anos e deliciando-me com a Dream Team do Barcelona de 1992, comandada pelo eterno Johan Cruyff, que revolucionou o futebol.
Não consigo desassociar a ligação emocional e estética que me conecta com o futebol de Messi. A forma como ainda desliza em campo, como pensa uns segundos antes de todos os demais, a maneira como cola a bola ao seu bendito pé esquerdo numa relação quase magnética e umbilical. A transcendência que ainda tem num futebol cada vez mais físico, só está ao alcance dos predestinados.
Por isso, este Mundial tem um sabor especial. A Argentina continua fortíssima. Tem talento. Tem profundidade. Tem qualidade suficiente para sonhar com o bicampeonato mundial, algo que não acontece desde o Brasil de Pelé em 1958 e 1962.
Mas continua também a depender daquele número 10. Daquele pé esquerdo. Daquele génio. Daquele homem que parece ter feito um pacto com o tempo. Porque enquanto os anos passam para todos os outros, para Messi parecem apenas acrescentar capítulos. Capítulos de uma história que ninguém quer ver terminar. E talvez seja precisamente por isso que este Mundial esteja a ser vivido de forma diferente.
Porque todos os que amam o seu futebol, somos conscientes de que estamos a assistir aos últimos capítulos de um jogador irrepetível.
Os golos acabarão. Os títulos acabarão. Os recordes acabarão por ser batidos. Mas aquilo que Messi nos fez sentir permanecerá para sempre. Porque os grandes jogadores ganham jogos. As lendas ganham títulos. Mas apenas os imortais conseguem conquistar gerações inteiras.
E Leo Messi é e será infinito no coração de quem o ama. Por isso, hoje, no dia em que completa 39 anos, só existe uma coisa que qualquer amante do futebol consegue pensar: ¡Que no te vayas nunca, Leo!
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Lionel Andrés Messi, el hombre que rompió todos los récords existentes y sigue agigantando su leyenda…
🏆 1 MUNDIAL 🏆 8 BALONES DE ORO 🏆 4 THE BEST 🏆 2 COPA AMÉRICA 🏆 4 CHAMPIONS LEAGUE 🏆 3 SUPERCOPAS 🏆 3 MUNDIAL DE… pic.twitter.com/fRvDi3zSlp