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Declan Rice e a derrota do Arsenal nos penáltis da final da Champions League: «É cruel»

Declan Rice analisou a final da Champions League. PSG venceu Arsenal nos penáltis e é bicampeão continental.

Declan Rice fez a análise da final da Champions League ganha pelos parisienses. Depois de um empate por 1-1 ao final dos 120 minutos, o PSG venceu o Arsenal por 4-3 nos penáltis e conquistou a prova pela segunda vez na sua história, ambas de forma consecutiva.

Em declarações à TNT Sports, o internacional inglês refletiu sobre o peso da derrota e revelou a mensagem passada por Mikel Arteta no balneário:

«As emoções e o risco são enormes. É cruel. Arteta falou sobre o quanto nos ama enquanto grupo. Sobre como temos dado 100% em todos os jogos, apesar de todas as dificuldades que nos têm sido impostas».

O médio dos gunners referiu que é «devastador» perder uma final europeia nos penáltis, mas destacou a grande temporada do clube:

«É de partir o coração. É devastador perder uma final da Liga dos Campeões nos penáltis. Mas tentamos encarar as coisas com perspectiva, tendo em conta o caminho que percorremos como grupo. Uma época incrível. Esta noite foi o nosso 61.º jogo em todas as competições. É uma lotaria. É assim o futebol. Algumas das melhores equipas de sempre perderam nos penáltis em finais… Ganhamos juntos, perdemos juntos. Estou muito orgulhoso deste grupo e destes rapazes. Tem sido uma jornada incrível esta época. Vamos voltar».

Sobre os penáltis falhados por Eberechi Eze e Gabriel, referiu:

«É claro que falhar um penálti numa final da Liga dos Campeões não é nada agradável. Mas nós adoramo-los. Estamos do lado deles. Não vão ser os últimos jogadores a falhar penáltis em finais… Sem estes dois nesta época, não teríamos ganho a Premier League».

Por fim, Declan Rice reforçou que o Arsenal vai continuar num trajeto positivo:

«Para nós, isto é apenas o começo. Conseguimos ultrapassar a barreira da Premier League; isto teria sido mais um passo em frente, mas não estava destinado a acontecer. Continuamos a construir. Desde que cheguei ao clube, fomos eliminados nos quartos-de-final, depois nas meias-finais e agora na final. Continuamos em frente e mantemos uma atitude positiva. Isto não vai definir quem somos».

Sidny Lopes Cabral rende encaixe financeiro ao Estrela da Amadora

Sidny Lopes Cabral está a caminho do Trabzonspor por cerca de 10 milhões de euros, num negócio que vai render encaixe financeiro ao Estrela da Amadora.

A saída de Sidny Lopes Cabral para o Trabzonspor vai render mais um encaixe significativo aos cofres do Estrela da Amadora.

Segundo a imprensa nacional, o ala cabo-verdiano está prestes a rumar ao clube turco por cerca de dez milhões de euros, com os tricolores a deterem 10% do passe do jogador. Assim, o Estrela da Amadora deverá receber perto de um milhão de euros pela transferência do jogador de 23 anos.

Recorde-se que o Benfica pagou seis milhões de euros, mais 2,5 milhões em objetivos, para garantir a contratação do cabo-verdiano em janeiro de 2026. Ao serviço das águias, Sidny Lopes Cabral somou um golo e três assistências em 12 jogos disputados.

Anatoliy Trubin e Georgiy Sudakov de regresso à Ucrânia: «Estou muito contente por termos a oportunidade de vir a casa e treinar aqui»

Anatoliy Trubin e Georgiy Sudakov treinam com a seleção da Ucrânia. Os colegas do Benfica regressaram a solo ucraniano.

Anatoliy Trubin e Georgiy Sudakov voltaram à Ucrânia para treinar com a seleção. A seleção dos dois atletas do Benfica prepara os encontros amigáveis contra a Polónia e a Dinamarca após falharem a qualificação para o Mundial 2026.

Anatoliy Trubin não visitava o país há três anos e confessou:

«Quando atravessas a fronteira e começas a ver os supermercados, os gelados, ris como uma criança» e acrescentou:

«Estou muito contente por termos a oportunidade de vir a casa e treinar aqui».

Heorhii Sudakov expressou a felicidade de voltar ao país e admitiu:

«Tive saudades do meu país, de muitos amigos meus».

Georgiy Sudakov concluiu:

«Estive com alguns que não puderam ir ter comigo a Portugal».

Adi Hutter oficializado como novo treinador do Eintracht Frankfurt

Adi Hutter foi oficializado como novo treinador do Eintracht Frankfurt. O técnico austríaco regressa ao clube alemão, depois de ter saído na temporada 2020/21.

O Eintracht Frankfurt anunciou a contratação de Adi Hutter para o comando técnico. O técnico austríaco assinou um contrato até junho de 2029 e vai suceder a Albert Riera no comando da equipa.

O treinador de 56 anos liderou o Eintracht Frankfurt entre 2018 e 2021, antes de rumar ao Borussia Monchengladbach. Já na última temporada começou ao serviço do AS Mónaco, mas foi despedido em outubro de 2025.

Ao longo da carreira, o técnico orientou ainda o Young Boys, o Red Bull Salzburg e o SV Grödig.

João Neves reage à conquista da Champions League: «Merecemos este título. Só vi uma equipa em campo»

João Neves analisou a final da Champions League. PSG venceu Arsenal nos penáltis e é bicampeão continental.

João Neves fez a análise da final da Champions League ganha pelos parisienses. Depois de um empate por 1-1 ao final dos 120 minutos, o PSG venceu o Arsenal por 4-3 nos penáltis e conquistou a prova pela segunda vez na sua história, ambas de forma consecutiva.

O internacional português falou sobre a sensação de ser bicampeão europeu e fez uma curta análise ao encontro:

«Fui celebrar com os meus colegas, estou muito feliz pela equipa e pelo que fizemos esta época. Acho que merecemos este título, só vi uma equipa em campo, para ser honesto. Criámos chances, tivemos a bola na maior parte do tempo, jogámos melhor e merecemos. (…) Significa que temos de ir para a terceira. Somos os campeões e temos de defender o nosso título».

De seguida, o médio formado no Benfica admitiu que o segundo título foi mais difícil de conquistar:

«É um prazer. Não só pela vitória, mas por jogar com estes colegas de equipa. Foi a melhor decisão que já tomei na minha vida. Este ano foi diferente; foi mais físico, mais difícil… Fizemos história no PSG, estamos todos muito felizes».

Enrique Riquelme espalha autocarros pela cidade onde se realizou a final da Champions League com a mensagem: «Aproveitem hoje, nós voltaremos»

Enrique Riquelme enviou quatro autocarros para as ruas de Budapeste a avisar os adeptos de Arsenal e PSG que o Real Madrid ia voltar.

Enrique Riquelme concorre contra Florentino Pérez à presidência do Real Madrid. O candidato enviou quatro autocarros para a cidade de Budapeste durante a final da Liga dos Campeões ,que colocou frente a frente o Paris Saint-Germain e o Arsenal.

Os veículos exibiam mensagens direcionadas aos rivais europeus. Enrique Riquelme provocou os adversários com as seguintes frases:

«Aproveitem hoje, nós voltaremos» e «Rivais vão e vêm, o Real Madrid volta sempre».

A vitória de Enrique Riquelme pode dificultar a chegada de José Mourinho a Madrid, visto que para o candidato há melhores opções disponíveis, sendo que este considerou um erro despedir Xabi Alonso que outrora já assinou pelo Chelsea.

Recorde-se que, dentro de campo, o encontro terminou empatado por 1-1 depois dos golos de Kai Havertz (6′) e Ousmane Dembélé (65′). Nos penáltis, o PSG foi mais forte e venceu o Arsenal por 4-3.

Casa Pia define preço de Jérémy Livolant: avançado francês soma vários interessados na sua contratação

Jérémy Livolant soma vários clubes interessados na sua contratação e pode deixar o Casa Pia neste mercado de verão.

Jérémy Livolant pode estar de saída do Casa Pia neste mercado de verão. Segundo o jornal Record, os gansos pretendem receber cerca de dois milhões de euros pelo avançado francês.

O jogador de 28 anos soma vários interessados na sua contratação, entre eles o Rayo Vallecano, duas equipas da Bundesliga, clubes do Championship, além de emblemas do Qatar e de França.

Com contrato até 2027, Livolant está avaliado em 2,5 milhões de euros, segundo o Transfermarkt. Na temporada 2025/26, o avançado francês somou cinco golos e oito assistências em 37 jogos pelo Casa Pia.

Martin Odegaard desapontado com a derrota mas realça: «Fizemos algo incrível esta época»

Martin Odegaard analisou a final da Champions League. PSG venceu Arsenal nos penáltis e é bicampeão continental.

Martin Odegaard fez a análise da final da Champions League ganha pelos parisienses. Depois de um empate por 1-1 ao final dos 120 minutos, o PSG venceu o Arsenal por 4-3 nos penáltis e conquistou a prova pela segunda vez na sua história, ambas de forma consecutiva.

O capitão dos gunners começou por destacar que, apesar da desilusão, 2025/26 foi uma temporada histórica para o clube:

«Todos estão muito desiludidos. Quando se está tão perto da vitória, é realmente difícil de aceitar. Ao mesmo tempo, sabemos o que fizemos esta época e que alcançámos algo incrível, e hoje estivemos tão perto de fazer ainda melhor. Por isso, temos de olhar para o panorama geral e lembrar-nos também de todas as coisas boas. (…) Queríamos ganhar tanto a Premier League como a Champions League. Estamos desapontados por não termos conseguido, mas a Premier League é uma conquista enorme».

De seguida, o médio norueguês referiu que o Arsenal controlou o jogo defensivamente, a partir do golo de Kai Havertz:

«Senti que controlámos o jogo depois de marcarmos o primeiro golo. Eles tiveram bastante posse de bola, mas não criaram muitas oportunidades. No final, perder nos penáltis é uma forma difícil de perder».

Martin Odegaard deixou ainda fortes elogios a Marquinhos pelo gesto com Gabriel, após o brasileiro falhar o penálti decisivo:

«Ele é um cavalheiro. É provavelmente um dos jogadores mais experientes que existem atualmente. Já esteve dos dois lados de uma final como esta e sabe bem o que estamos a passar neste momento».

Relativamente aos penáltis falhados por Eberechi Eze e Gabriel, o capitão referiu:

«Cabe-nos agora dar-lhes ânimo. Sabemos o que deram a esta equipa nesta época e não estaríamos aqui sem eles. Isso faz parte do futebol, faz parte da vida; cabe-nos dar-lhes ânimo — e a todos os outros — e garantir que voltamos ainda melhores na próxima época».

Imprensa brasileira avança: jogador do Corinthians fechado num dos três grandes de Portugal

A Rádio Craque Neto avança que André vai jogar em Portugal. André já interessou ao Benfica no mercado de inverno.

A Rádio Craque Neto avança que André está fechado num dos três grandes de Portugal, Benfica, FC Porto ou Sporting. O negócio vai custar cerca de quinze milhões de euros e três milhões em bónus, no entanto, o destino de André continua em segredo.

É importante relembrar que André já foi apontado ao Benfica no mercado de inverno. Diogo Silva representante de André, confirmou a proposta do Benfica na altura ao portal R7 Esportes e explicou:

«O Corinthians recusou na hora e nem quis estabelecer um valor ou fazer contraproposta».

O Milan também tentou comprar André por quinze milhões de euros. Osmar Stábile recuou na decisão após ouvir Dorival Júnior, técnico da altura, que considerava André uma peça essencial no Corinthians e então o ex-treinador do clube travou a saída do jogador.

De recordar que esta temporada ao serviço do Corinthians André conta com 29 jogos efetuados aos quais junta cinco golos, três no Brasileirão e dois no Campeonato Paulista.

Luis Enrique reflete sobre a conquista da Champions League: «A primeira foi histórica, a segunda será ainda mais»

Luis Enrique analisou a final da Champions League. PSG venceu Arsenal nos penáltis e é bicampeão continental.

Luis Enrique fez a análise da final da Champions League ganha pelos parisienses. Depois de um empate por 1-1 ao final dos 120 minutos, o PSG venceu o Arsenal por 4-3 nos penáltis e conquistou a prova pela segunda vez na sua história, ambas de forma consecutiva.

O técnico espanhol começou por abordar a vitória em penáltis, relembrando as críticas que recebeu quando perdeu dessa forma frente a Marrocos, ainda enquanto selecionador espanhol:

«Perdi o jogo de Marrocos contra a Espanha, e foram por isso que me criticaram tanto. Quando se chega aos penáltis, depende da qualidade dos jogadores, não é sorte; depende da qualidade dos guarda-redes e, depois, do acaso. Uma série de penáltis não vai alterar nem o desempenho do Arsenal nem o nosso».

De seguida, refletiu sobre os 120 minutos de jogo:

«Foi muito, muito difícil. O Arsenal é uma equipa muito competitiva, uma equipa que demonstrou ter perdido muito pouco esta época. Começaram o jogo da melhor maneira possível, com um pouco de sorte precisamente naquilo que é decisivo numa final: marcar o primeiro golo».

Luís Enrique destacou o peso histórico da revalidação do título europeu:

«E foi difícil, foi uma verdadeira luta. Mas enfim, em Paris estamos no auge e isso faz bem de vez em quando. Como só vi o Real Madrid fazer isto, não faço ideia de como é. A primeira foi histórica, a segunda vai ser ainda mais. O PSG é uma equipa que precisava de entrar no grupo das melhores equipas, agora já estamos lá e não queremos sair. Queremos continuar a identificar-nos por uma forma de jogar que agrada às pessoas».

Relativamente às dificuldades que o PSG foi sentindo ao longo do jogo, referiu:

«Quando se joga contra o Arsenal, se tentarmos avançar pelo corredor central, estamos perdidos. Era algo que tínhamos discutido antes do jogo e acabámos por ir por lá demasiadas vezes, devido à frustração de termos sofrido o golo. Na segunda parte, tentámos corrigir isso e acho que conseguimos aparecer mais na área. (…) Este tipo de jogos é controlado por quem está a perder, não por quem está a ganhar; e, nesse sentido, estamos muito habituados a jogar contra equipas que se fecham na defesa. Mas isto é outro nível, eles tiram partido de qualquer jogada, de qualquer falta, de qualquer momento. É muito frustrante jogar assim, mas acho que merecemos ganhar esta final; o Arsenal também teria merecido, não vou enganar-te. Mas acho que o que fizemos ao longo da época é algo notável e estamos muito contentes».

Por fim, deixou elogios a Mikel Arteta e à equipa técnica do Arsenal, reforçando que cada equipa tem a sua forma de jogar e atingir os objetivos:

«No futebol, conhecemo-nos todos. Tenho um grande respeito pelo Mikel, claro; pelo Gaby Heinze, que foi meu jogador, e pelo Arsenal enquanto clube. Mas cada um tenta levar o jogo para o seu terreno, para onde se sente mais forte. Nesse caso, tentamos que, quanto mais tempo de jogo efetivo houver, melhor para nós, e acho que também tentamos tirar partido das qualidades que temos. Mas tudo é respeitável».