O FC Porto anunciou a contratação de Tiaguinho ao Fortitudo Pomezia. O ala, é a segunda contratação para a equipa de futsal dos Dragões.
O ala português de 28 anos chega proveniente de Itália, onde, na última temporada ao serviço do clube italiano, realizou 30 jogos e contribuiu ainda com seis golos na campanha dos Rossoblú, ajudando a equipa a vencer o playoff de despromoção e a garantir, assim, a manutenção na Serie A.
Tiaguinho vai trazer muita experiência à equipa dos dragões, especialmente pela competição adquirida no campeonato português. O ala natural de Matosinhos tem uma vasta carreira no futsal sénior português. Estreou-se no Benfica na época 2014/2015, onde passou três épocas a fazer parte da equipa principal. Depois disso, seguiram-se três empréstimos em quatro épocas, com o ala a rumar ao SC Braga, ao Modicus e à Quinta dos Lombos, clube ao qual se viria a juntar em definitivo. Passou ainda no ACDR Caxinas Poça da Barca antes de rumar a Itália, onde atuou por duas temporadas.
Questionado pelos meios de comunicação do clube azul e branco, o ala afirmou que estava feliz de voltar ao clube de coração:
«Primeiramente, é um sentimento de muita felicidade, mas principalmente de gratidão por poder fazer parte da equipa do meu Clube do coração e por poder servir o FC Porto. Quero ajudar a equipa nos objetivos propostos».
A mais recente contratação dos Dragões reforçou ainda que os adeptos podem esperar, acima de tudo, compromisso, qualidade e experiência:
«De mim os adeptos podem esperar compromisso, é o primeiro ponto. Depois, taticamente e tecnicamente, quero dar muito à equipa. Já estive em várias finais e em várias fases finais de competições e também já joguei a Liga dos Campeões. É sempre bom ter esta bagagem e sem dúvida que vou fazer tudo para ajudar os meus colegas e o FC Porto».
O Nacional da Madeira anunciou a contratação de Markus Jensen. O dinamarquês assinou contrato para as próximas quatro épocas.
Markus Jensen é reforço do Nacional. O dinamarquês assinou um contrato válido para as próximas quatro temporadas com os madeirenses.
O internacional jovem da Dinamarca começou a sua carreira profissional no Odense BK. Na temporada passada, Jensen defendeu as cores do Utrecht por empréstimo dos dinamarqueses.
Na última época, o médio centro de 21 anos participou em 30 jogos e contabilizou dois golos e três assistências. O nórdico chegou aos alvi-negros e já está à disposição da equipa técnica no estágio na Lousada.
CD Nacional apresenta o extremo dinamarquês Markus Jensen, de 21 anos, e internacional pelas seleções jovens da Dinamarca.
Zeki Çelik trocou a Roma pela Juventus. O turco optou por não renovar com os giallorossi e reforçou a Velha Senhora.
A Juventus anunciou a contratação de Zeki Çelik. O turco não renovou com a Roma e assinou contrato com a Velha Senhora a custo zero até 2029.
O internacional da Turquia chegou a Turim depois das passagens de quatro anos na capital italiana, antes disso tinha estado no Lille e no Istanbulspor. Na França conquistou o único título da sua carreira, a Ligue 1 na temporada 2020/21.
O lateral direito esteve presente também no Mundial 2026, onde participou em dois jogos. Junta-se agora à equipa de Luciano Spalletti na nova fase da sua carreira.
Zeki Celik è un nuovo giocatore della Juventus ⚪️⚫️
Franco Cervi assinou pelo Rosario Central. O extremo esquerdo voltou para a Argentina para representar o clube onde começou a sua carreira.
O Rosario Central, clube onde joga Ángel Di María, assinou com Franco Cervi. O extremo esquerdo voltou para o clube que o lançou e que havia deixado em 2016.
O argentino começou a carreira profissional em 2014 nos auriazuis onde marcou sete golos em 56 jogos. Teve passagens no Benfica durante as temporadas de 2016/17 e 2020/21, e no Celta de Vigo desde 2021/2022 até 2025/26.
No nosso país, o internacional albiceleste conquistou duas Primeiras Ligas, duas Supertaças Portuguesas e uma Taça de Portugal. O ex-Benfica volta assim para o clube onde se formou e disputará a Taça Libertadores este ano.
Franco Cervi é reforço do Rosario Central. O extremo de 32 anos deixa o RC Celta e assina por duas temporadas. pic.twitter.com/er4OtnXZoL
— Diário de Transferências (@DTransferencias) July 19, 2026
Jorge Jesus admitiu que esteve muito perto de orientar a seleção do Brasil, realizando mesmo uma pré-convocatória.
Jorge Jesus deu uma longa entrevista ao Canal 11, onde falou sobre vários temas. O atual selecionador nacional revelou que esteve perto de assumir o Brasil, depois da Argentina ter goleado a formação que era orientada por Dorival Júnior por quatro bolas a uma. O treinador afirmou que recebeu indicações para fazer uma pré-convocatória:
«Posso confessar aqui… Acabei por não ir treinar a seleção do Brasil, mas já tinha indicações para fazer a pré-convocatória para o jogo que havia em março, depois de terem perdido 4-1 com a Argentina. O que teria feito? O jogador brasileiro nasceu para jogar, até no campeonato do Brasil há muita qualidade. Fazia uma convocatória diferente daquela do Ancelotti? Claro que, num ou outro jogador, sim. Acho que, neste momento, o melhor ponta-de-lança do futebol brasileiro é o Pedro. Talvez seja um bocadinho tendencioso por ter sido meu jogador no Flamengo. Acho que, na maioria, concordava com o que ele [Ancelotti] fez. Mas depois, no cunho pessoal, na forma de olhar para o jogo, de treinar. Essas é que são as diferenças. As formas de cada treinador olhar para o jogo e colocar as suas ideias… E volto a dizer que isso envolve muita coisa. É atacar, é defender, é a estratégia… É muita coisa. O processo é que faz a diferença».
Quando o árbitro apitou pela última vez, ninguém precisava de olhar para o marcador para perceber que a história deste Mundial estava escrita. Os jogadores da Espanha correram uns para os outros, abraçando-se como quem acabava de conquistar muito mais do que um troféu. Mais atrás, Lionel Messi permanecia imóvel durante alguns segundos. Depois baixou a cabeça, e posteriormente, vieram as lágrimas.
Naquele instante, o Mundial inteiro pareceu resumir-se a uma única imagem. De um lado, uma seleção que representa o presente e o futuro do futebol. Do outro, um homem que, durante duas décadas, redefiniu tudo aquilo que julgávamos possível fazer dentro de um relvado.
Tus lágrimas son las nuestras, Capitán 👑🇦🇷
Nos diste las alegrías más grandes de nuestras vidas. Gracias por la entrega, por la magia y por dar la vida hasta el último segundo 🙌
— 🇦🇷 Selección Argentina ⭐⭐⭐ (@Argentina) July 19, 2026
E talvez tenha sido precisamente por isso que este Campeonato do Mundo foi tão especial. Porque não contou apenas a história de um campeão. Contou dezenas delas.
Há Mundiais que se recordam pelos campeões. Outros pelos golos. Alguns pelas polémicas. Mas, de vez em quando, aparece um daqueles torneios que nos lembram porque é que, de quatro em quatro anos, o mundo inteiro pára para ver um jogo de futebol. O Mundial de 2026 foi um desses casos.
A Espanha acabou por levantar a taça, e fê-lo com inteira justiça. Não foi apenas a melhor equipa da competição. Foi aquela que mais acreditou nas suas ideias. Luis de la Fuente construiu um coletivo extraordinário, onde o talento individual existiu sempre em função da equipa.
Rodri controlou jogos como poucos médios conseguem fazê-lo. Pau Cubarsí confirmou que nasceu para os grandes palcos. Os laterais Pedro Porro e Marc Cucurella completaram um Mundial excecional. Unai Simón sofreu apenas um golo (!) em toda a prova.
Lamine Yamal (embora limitado fisicamente), deixou de ser apenas uma promessa para assumir definitivamente o estatuto de estrela mundial. Ferran Torres encontrou finalmente o reconhecimento que tantas vezes lhe escapou. Não foi uma equipa de estrelas. E talvez essa tenha sido a maior vitória da Espanha. Foi uma estrela coletiva, como se viu na soberba exibição colectiva para derrubarem a ultra-favorita França, com um quarteto ofensivo assombroso.
Mas este Mundial nunca pertenceu apenas aos campeões. Durante meses ouvimos dizer que um Mundial com 48 seleções seria um erro. Que haveria demasiados jogos desinteressantes, demasiados desequilíbrios e pouca qualidade. O futebol respondeu como tantas vezes responde: dentro das quatro linhas.
É verdade que nunca houve tantas seleções, mas é igualmente verdade que nunca houve tantos países a acreditar. Nunca houve tantas histórias para contar e não houve assim resultados tão desnivelados como se esperava (apenas uma goleada muito expressiva, de 7-1 da Alemanha à estreante Curaçao).
Este Mundial pertenceu também a uma Noruega que recusou ser apenas a seleção do cyborg Haaland. Derrubou o Brasil, chegou a uns inéditos quartos de final e mostrou um futebol corajoso, organizado e ambicioso. Foi impossível não simpatizar com os vikings (a contagiante remada dos seus adeptos bancadas e a comunhão dos jogadores com os seus adeptos no final dos jogos, será para sempre recordada), que decidiu enfrentar gigantes como França, Brasil e Inglaterra, olhando-os nos olhos.
Pertenceu ainda (e talvez acima de todas as grandes surpresas) a Cabo Verde, que conquistou o coração das pessoas. Cada jogo era vivido como uma festa. Cada golo parecia aproximar um país inteiro de um sonho que poucos julgavam possível.
Cabo Verde não trouxe apenas um futebol atrevido. Trouxe sorrisos. Trouxe a alegria de quem ainda acredita que o impossível pode acontecer. E, quando regressou a casa, regressou sem a taça… mas com milhões de adeptos espalhados pelo mundo.
Caiu perante a Argentina nos 16-avos-de final naquele que provavelmente foi o melhor jogo do Mundial, e saiu do torneio infinitamente maior do que entrou. Porque o futebol não se mede apenas em eliminatórias ultrapassadas. Mede-se também nas emoções que deixa. E poucas equipas conseguiram criar uma ligação tão forte com os adeptos neutros, como os Tubarões Azuis.
Marrocos, Senegal, Bélgica, Estados Unidos, México… todos contribuíram para um Mundial onde o talento deixou definitivamente de ter passaporte.
E talvez essa seja a maior conquista deste novo formato. Mais seleções não representaram um decréscimo de qualidade. Este contestado novo formato da competição, significou mais futebol e diferentes formas de o jogar.
Nem todos, claro, corresponderam às expectativas. Portugal voltou a sair demasiado cedo para aquilo que a qualidade do seu plantel permitia imaginar. Ficou a ideia de que com outro timoneiro a comandar esta equipa e jogadores mais implicados, poderíamos ter chegado bem mais longe na competição, e quem sabe, marcar presença numa inédita final e lutar pela conquista do primeiro título mundial da nossa história.
Mas há seleções que atravessam uma crise bem mais profunda do que a nossa. Para além da já mencionada Brasil (que nos últimos anos, perdeu completamente as bases que a distinguiam das demais seleções, e que seguramente não as irá recuperar sob a liderança do resultadista Carlo Ancelotti), a Alemanha confirmou um ciclo de dificuldades que parece não ter fim.
Desde que foi campeã mundial em 2014, a Alemanha acumula descalabros atrás de descalabros, e desta vez ficou-se pelos 16-avos-de-final contra a modesta, mas combativa seleção do Paraguai.
Outras potências perceberam, da forma mais dura, que o peso da camisola já não assusta ninguém. Porque o futebol mudou. Hoje, vence quem joga melhor. E isso explica também o percurso da Argentina, que só derrotou a já mencionada Cabo Verde após prolongamento, que teve de recuperar de uma desvantagem (2-0) diante do Egito, e que só conseguiu levar de vencida a seleção da Suíça após prolongamento, num momento em que a seleção helvética já jogava com 10 unidades, deixando energias “desnecessárias”, pagando uma factura muita alta na final contra a Espanha.
Lionel Scaloni conseguiu levar novamente a Albiceleste à final, algo que poucos antecipavam antes do torneio começar. Mas foi impossível não sentir que a seleção viveu demasiado dependente do génio do seu capitão.
Messi voltou a desafiar a máquina do tempo. Aos 39 anos, terminou a competição com oito golos e quatro assistências, números simplesmente inacreditáveis para alguém que disputava, muito provavelmente, o último Campeonato do Mundo da carreira. Foi, mais uma vez, extraordinário e diferencial numa seleção que fez a pior final (e até indigna, diga-se de passagem) de sempre de um finalista de um Mundial, tendo efetuado apenas o primeiro remate aos 121 minutos (!).
As lágrimas que Messi deixou escapar após o apito final não pertencem apenas aos argentinos. Pertencem a todos aqueles que cresceram a vê-lo jogar. A todos os que tiveram o privilégio de acompanhar, praticamente semana após semana (como é o meu caso), a magia do melhor futebolista de todos os tempos. Se há jogadores que deviam ultrapassar rivalidades, Messi é um deles.
Mas o futebol tem esta beleza. Enquanto uma lenda se aproxima do adeus, outra geração bate à porta. Yamal, Cubarsí, Manzambi, Bouaddi, e tantos outros lembraram-nos que o futuro está em excelentes mãos. É assim que este jogo sobrevive. É assim que se reinventa.
Quando olharmos para trás, daqui a dez ou vinte anos, talvez já não nos lembremos de todos os resultados. Talvez alguns golos desapareçam da memória. Talvez até nos esqueçamos de determinados jogos.
Mas dificilmente esqueceremos o que sentimos. Lembrar-nos-emos da Espanha que encantou o mundo. Da Noruega que nos fez acreditar. De Cabo Verde que conquistou os nossos corações.
Das lágrimas de Messi. Do sorriso de Yamal e das caretas do seu irmão Keyne nas bancadas, também ele uma das estrelas deste Mundial. Lembrar-nos-emos igualmente de um Campeonato do Mundo que começou rodeado de dúvidas e terminou rodeado de aplausos (salvo algumas ingerências infames de Trump e de algumas decisões estapafúrdias de Infantino, o presidente da FIFA).
No relvado, a Espanha levantava a taça. Enquanto a Espanha corria em direção ao céu, Messi ficava preso ao relvado. Como se soubesse que alguns segundos podem pesar tanto como vinte anos. Quando baixou a cabeça, já não chorava apenas uma final. Chorava, talvez, o reconhecimento do fim de uma era.
— Selección Española Masculina de Fútbol (@SEFutbol) July 19, 2026
Foi um daqueles torneios que nos recordam, de quatro em quatro anos, porque continuamos a amar o futebol. O fascinante Mundial de 2026 deu-nos muito mais do que isso. Deu-nos razões para voltarmos a acreditar que o futebol continua a ser o jogo mais bonito do mundo.
«Um ambiente muito bom. É um dos estádios mais bonitos onde já joguei na minha carreira. Estou muito feliz por poder jogar aqui. Quero dar tudo! Quero trabalhar, ajudar a equipa. Gosto sempre de fazer o melhor possível, mas tenho de trabalhar para isso. Quero contribuir com tudo o que tenho, tal como eles também me podem ajudar».
O jogador deixou uma mensagem aos adeptos:
«Tenho expectativas muito altas de estar aqui. Quero jogar bem, dar tudo e sagrar-me campeão. Quero-lhes agradecer pelo apoio, pelas mensagens que deixaram no meu Instagram. Quero-lhes devolver isso dentro de campo. Quero trabalhar para retribuir todo o amor que me têm dado através de mensagens».
Flávio Gonçalves analisou a partida entre o Sporting e o Estrasburgo, que os leões venceram por sete bolas a zero.
Flávio Gonçalves analisou o jogo entre o Sporting e o Estrasburgo, particular que se realizou no Algarve e que terminou com um 7-0. O extremo elogiou o grupo, especialmente Eduardo Quaresma:
«Tem sido uma sensação inexplicável. Estou neste grupo e fui muito bem recebido. Esta vitória não significa nada. Temos de continuar a assim para entrar bem no campeonato. É sempre bom os reforços terem marcado. O grupo integrou muito bem a minha geração de 2007. O mister deu-me muitas oportunidades, variou o onze. O Eduardo Quaresma é um líder como o Dani e o Inácio. É um bom capitão».
O Sporting venceu o Estrasburgo por sete bolas a zero, num encontro particular que se realizou no Algarve esta segunda-feira.
O Sporting bateu o Estrasburgo por 7-0 no encerramento do estágio de pré-temporada, num particular que deixou boas imagens do plantel dos leões. O primeiro golo marcado surgiu pelos pés de Issa Doumbia, aos 4′, depois do italiano, que começou como médio ofensivo centro, entrar pela área pelo lado esquerdo. Sergi Altimira aumentou a vantagem, aos 35′.
O 3-0 foi feito por mais um reforço. Desta vez foi Silas Andersen a fazer o gosto ao pé, aos 51′. Rodrigo Zalazar conquistou uma grande penalidade, aos 65′, e não a desperdiçou. Já aos 69′, foi Maxi Araújo, o outro uruguaio, a marcar. Geny Catamo fez o 6-0 aos 80′, com um movimento interessante.
Fotis Ioannidis, o novo número 7, fechou as contas do resultado, aos 84′. O emblema de Alvalade regressa a Lisboa na terça-feira, sendo que no dia 25 de julho enfrenta o AS Mónaco, jogo relativo ao Troféu Cinco Violinos. A turma de Hugo Oliveira vai continuar a estagiar no Algarve.
Jhon Durán foi confirmado como reforço do Benfica durante esta segunda-feira. O avançado vai usar o número 22.
Jhon Durán foi confirmado durante esta segunda-feira como reforço do Benfica, chegando à Luz por empréstimo do Al Nassr, com uma taxa de cerca de seis milhões de euros. O colombiano está pronto para se juntar ao grupo de trabalho que é liderado por Marco Silva.
O ponta de lança elegeu a camisola número 22, que já não entrava nos planos da equipa principal do Benfica há algum tempo. O último atleta a utilizá-la foi Andreas Samaris, antigo capitão dos encarnados e que faz atualmente parte das equipas técnicas das camadas jovens das águias.