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Luís Pinto após ganhar Taça da Liga: «Olho para trás e percebo que vale a pena resistir e ser resiliente»

Luís Pinto já reagiu ao desfecho da final da Taça da Liga. Vitória SC venceu o Braga por 2-1 e conquistou a competição.

Luís Pinto reagiu ao desfecho do Vitória SC X Braga, em que a equipa natural de Guimarães ganhou por 2-1 e conquistou a Taça da Liga. No final do encontro disputado no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, o técnico da equipa vitoriana disse o seguinte:

«Parece que é o filme dos três jogos e daquilo que tem sido necessário esta época. Temos sempre capacidade de responder e, quando as coisas não estão como queremos, conseguimos unir-nos. A primeira parte foi muito complicada, o SC Braga tira a bola com muita qualidade. É um jogo de paciência, torna-se chato jogar contra o SC Braga, é uma equipa que tem muita capacidade para retirar a bola, mas conseguimos manter-nos unidos. Na segunda parte, as coisas foram diferentes. O SC Braga teve uma grande entrada e uma grande saída, mas a malta trabalhou muito e agarrámo-nos uns aos outros. Tem sido essa a imagem da época».

«Banco de suplentes? É algo que acho importante. O futebol está diferente, em constante mudança. Daqui a quatro ou cinco anos será diferente, mas os jogadores que começam no banco têm hoje uma importância muito maior na preparação do jogo em relação a há uns anos. Tentamos preparar os jogos pensando no que pode acontecer e, felizmente, tivemos felicidade, que também é necessária para ter sucesso», prosseguiu.

«Para mim significa muito. São sete anos como treinador principal e mais cinco ou seis como adjunto. Andámos num processo de acreditar muito no futuro, nem sempre com as melhores condições financeiras. Infelizmente, em Portugal passam-se dificuldades nas divisões mais baixas. Olho para trás e percebo que vale a pena resistir e ser resiliente: o trabalho acaba por devolver muita coisa. Temos crença no trabalho da equipa técnica. Nem tudo corre sempre bem, mas temos de acreditar sempre e dar o nosso melhor», completou Luís Pinto.

António Salvador lamenta morte de adepto do Braga e critica arbitragem da final da Taça da Liga: «O ponto de viragem neste jogo é claramente um penálti que o VAR descobre não sei como»

António Salvador falou após a final perdida pelo Braga frente ao Vitória SC, na Taça da Liga. O presidente dos bracarenses deixou críticas para a arbitragem.

António Salvador falou após a final entre o Braga e o Vitória SC e lamentou o desaire da sua equipa. O presidente dos bracarenses criticou a atuação do VAR na partida:

«Num jogo de futebol nem sempre ganhar aquele melhor joga ou que melhores oportunidades tem. Sabemos isso e aceitamos isso. Agora, não podemos aceitar é que estejam a retirar o futebol e os jogadores e que tenhamos um futebol entregue a um VAR que está a matar o futebol. Tem deturpado vários resultados e várias competições ultimamente. Hoje, o ponto de viragem neste jogo é claramente um penálti que o VAR descobre, não sei como, ninguém descobriu em campo. Nem os jogadores do Vitória SC reclamaram penálti. Nem o árbitro, nem os assistentes. Num ressalto num bola que vem do joelho. E, portanto, aquilo que quero dizer é que o futebol é dos jogadores. O que peço é que deixem de matar o futebol com o VAR e entreguem o futebol aos jogadores porque é isso a essência do futebol».

António Salvador continuou com as críticas e acabou por confirmar a morte de um adepto do Braga, vítima de um ataque cardíaco:

«VAR é uma ferramenta que foi para ajudar e melhorar os erros. E isso não tem sido assim. Têm visto os jogos e já houve jogos claros em que foram deturpados resultados este ano no campeonato. No ano passado, houve uma final e toda a gente viu o que aconteceu. É preciso refletir o que se passa no VAR. É um dia triste para nós. É uma final e as finais são para se ganharem. Nem sempre o que faz mais, consegue. Hoje esteve em campo um guarda-redes que defendeu tudo aquilo que havia para defender. Quero lamentar, isso, sim, a morte de um sócio do Braga. Morreu de um enfarte e isso sim é um dia muito triste. Quero lamentar».

Posteriormente, através de nota oficial do clube, o Braga lamentou a morte do adepto, que teve um ataque cardíaco no Estádio Magalhães Pessoa e que acabou por morrer no hospital:

«O SC Braga manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Luís Azevedo, Sócio do Clube que faleceu, este sábado em Leiria, na sequência de um ataque cardíaco. O Clube endereça a toda a família e amigos as mais sentidas condolências».

António Miguel Cardoso: «Para ganhar e conquistar títulos é preciso muita humildade e o Vitória nunca desistiu»

António Miguel Cardoso já reagiu ao desfecho da final da Taça da Liga. Vitória SC venceu o Braga por 2-1 e conquistou a prova.

António Miguel Cardoso falou após o Vitória SC x Braga, em que a equipa natural de Guimarães ganhou por 2-1 e conquistou a Taça da Liga. No final do encontro, o presidente do Vitória SC disse o seguinte:

«É futebol, as coisas correram bem. Estamos felizes, mas há uma longa época pela frente e muito para alcançar. Lógico que este brilharete a meio é muito importante, mas temos de continuar com os pés no chão. É uma grande alegria ver estes miúdos da formação em afirmação. Tivemos a sorte do jogo, mas também lutámos por isso. Para ganhar e conquistar títulos é preciso muita humildade e o Vitória nunca desistiu. Provou a sua humildade e qualidade em todos os jogos».

«O Vitória tem de se habituar a marcar presença nestes palcos. Sempre tivemos a noção da nossa qualidade. Crescer de dentro para fora. O projeto está definido com estrutura e com participação da academia. Apareceram estes miúdos, mas vão aparecer muitos mais nos próximos tempos», prosseguiu.

«Há sempre muitas dúvidas, mas internamente nunca deixou de haver confiança. Não podemos achar que somos os maiores e já conseguimos tudo. Hoje é festejar e pensar já no próximo jogo, que é frente ao FC Porto. Este projeto não é fácil, ainda por cima pela forma como o Luís entrou no clube durante a saída de vários jogadores influentes. Sei que foi complicado no início, mas sempre acreditámos nele e na qualidade dos jogadores. Está de parabéns», completou.

Herói Charles após Vitória SC x Braga: «Deus coroou-nos com este grande título»

Charles já reagiu ao desfecho da final da Taça da Liga. Vitória SC venceu o Braga por 2-1 e conquistou a competição.

Charles reagiu ao desfecho do Vitória SC x Braga, em que a equipa natural de Guimarães ganhou por 2-1 e conquistou a Taça da Liga. No final do encontro, o guarda-redes brasileiro de 31 anos, que defendeu uma grande penalidade já nos descontos, começou por agradecer a Deus:

«Quero agradecer a Deus por tudo, por dar-me capacidade, a mim e a toda a equipa, para vencer. Espera-se sempre o melhor e estou feliz por contribuir para este final da equipa. Agradecer aos adeptos, que foram incansáveis no apoio. Deus coroou-nos com este grande título»

«Quando vim para cá, Deus disse que eu ia marcar o meu nome no clube. Acho que está marcado. Fico feliz por isso, quero mandar abraço à família, que esteve a ver o jogo (…) É um estudo muito grande, por detrás disto trabalhamos muito. Quero enaltecer não só o Charles, porque há o Castillo… Quero enviar um abraço ao Gui [Ribeiro], que foi operado. O título é para ti! Agradecer ao mister Douglas [treinador de guarda-redes do Vitória], não vou dizer tudo, mas houve muito estudo», disse.

«A dúvida é diária, é futebol. Nem quando se ganha se é sempre o melhor, nem quando se perde se é o pior. Sabemos o nosso valor, o que podemos demonstrar, espero que as críticas venham para ajudar o grupo, que é muito jovem e que os mais experientes possam ajudar esta juventude», referiu também Charles.

Gustavo Silva de volta aos relvados na final da Taça da Liga: «Não tem momento mais especial do que hoje»

Gustavo Silva falou à imprensa após a final da Taça da Liga. Vitória SC venceu o Braga por 2-1 e conquistou a prova.

Gustavo Silva falou após o Vitória SC x Braga, em que a equipa natural de Guimarães ganhou por 2-1 e conquistou a Taça da Liga. No final do encontro, o avançado brasileiro, que esteve lesionado mais de três meses, voltou aos relvados e disse o seguinte:

«Acho que não tem nem palavras para descrever o momento exato para voltar. Mentalizei muito, depois de passarmos contra o FC Porto, foquei isso como meta na minha recuperação, junto do staff. Deus tem mostrado tantas coisas para mim. Não tem momento mais especial do que hoje, hoje ficou para a história. Um grande regresso que eu tive».

«O mais importante para mim foi a dificuldade de ter saído daquele jogo com o  Braga a saber que passei por mais uma situação dessas. Foram três meses e pouco intensos. Essa sensação de voltar com uma vitória frente ao nosso rival, com todo o respeito, num dérbi do Minho. Mostrar aos adeptos, nesta festa tão linda e especial. Será o melhor dia da minha vida», prosseguiu.

«É estranho, mas estava ansioso desde que saímos de Guimarães. Estava nervoso por voltar num contexto destes, histórico. Quando ouvi o meu nome não pensei duas vezes em dar o meu máximo. Ainda não estou a 100 por cento, mas jogo a jogo vou integrando-me com o grupo. Agradecer aos adeptos que saíram de casa e presenciaram este momento da história do clube», disse ainda.

«Quando vens para uma cidade tão apaixonada pelo futebol que é Guimarães, não tinha dúvidas que ia conquistar um título. É muito trabalho. O presidente disse que tinha total confiança em nós. Transformou o nosso balneário. Somos um grupo jovem que trabalha muito. Agora vamos começar a segunda volta com os pés no chão e humildade», completou.

Podes ver mais declarações do Vitória SC: palavras de Nélson Oliveira, após a conquista da Taça da Liga.

Nélson Oliveira responde a críticos e reage à conquista do Vitória SC: «É indescritível»

Nélson Oliveira já reagiu ao desfecho da final da Taça da Liga. Vitória SC venceu o Braga por 2-1 e conquistou a competição.

Nélson Oliveira reagiu ao desfecho do Vitória SC X Braga, em que a equipa natural de Guimarães ganhou por 2-1 e conquistou a Taça da Liga. No final do encontro disputado no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, o avançado disse o seguinte:

«Com todo o respeito pelo Benfica, o clube que me formou e onde estive 10 anos, mas a emoção que este título tem para o clube e para cidade… Não tem nada a ver. É indescritível. A alegria que vejo nos adeptos, o sentimento é diferente. Esta malta vive o clube a 500%, quer para o bem, quer para o mal. Eles mereciam isto há muito tempo, é uma massa adepta de clube grande e, como clube grande, temos de estar na Europa, ganhar taças, fazer isto consecutivamente. Para jogar neste clube é preciso personalidade e uma alma muito grande».

Nélson Oliveira responde a críticos:

«Há muitos profetas que falam de bola, mas percebem pouco e nem sabem porque é que a bola pincha. A diferença para o SC Braga foi provada ali dentro, tudo o que esses entendidos disseram, estão a comer agora».

Carlos Vicens e a final da Taça da Liga: «O futebol decide-se nas áreas e o Vitória SC teve mais eficácia»

Carlos Vicens analisou a final da Taça da Liga que opôs Vitória SC e Braga. Arsenalistas perderam por 2-1 na final.

Carlos Vicens reagiu ao desfecho do Vitória SC x Braga, em que a equipa natural de Guimarães ganhou por 2-1 e conquistou a Taça da Liga. No final do encontro disputado no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, o técnico espanhol disse o seguinte:

«Sofremos dois golos e só marcámos um. O futebol decide-se nas áreas e o Vitória SC teve mais eficácia. Entrámos bem na primeira parte, dominámos e criámos o suficiente pelo menos para anotar o segundo golo. Se fazes o segundo golo, muda. Aconteceu ao Sporting nos últimos dias, aconteceu hoje a nós, além de que tivemos duas situações muito claras para depois empatar o jogo».

«Quando tantas coisas correm mal é porque não era para nós. Felicitar ao rival, porque conseguiu a vitória. Temos de continuar a trabalhar, porque temos vários meses pela frente e falta muito em três provas que queremos continuar a competir até ao final», referiu ainda Carlos Vicens.

«Podíamos aproveitar as oportunidades. Numa final podemos falar de aspectos táticos, mas numa final as energias, os momentos, decidem as finais. Queríamos ganhar pelos adeptos, mas é assim. Os rapazes vão ter que se levantar, que isto não para. Temos de ir a Fafe fazer um bom jogo e passar a eliminatória», disse também

O golo decisivo de Alioune Ndoye que selou a conquista da Taça da Liga para o Vitória SC

Vitória SC conquistou a Taça da Liga ao vencer o Braga por 2-1. Alioune Ndoye apontou o golo decisivo para os vimaranenses.

O Vitória SC conquistou a Taça da Liga pela primeira vez na sua história, ao bater o SC Braga por 2-1. Alioune Ndoye, lançado a partir do banco, aproveitou da melhor forma o pontapé de canto cobrado por Samu Silva e apontou o segundo golo do Vitória SC ao minuto 83′.

Eis o golo:

Ricardo Horta após Vitória SC x Braga: «Todas as finais perdidas custam. Esta custa mais bocadinho»

Ricardo Horta reagiu ao desfecho da final da Taça da Liga. Braga perdeu este sábado frente ao Vitória SC por 2-1.

Ricardo Horta reagiu ao desfecho do Vitória SC x Braga, em que a equipa natural de Guimarães ganhou por 2-1 e conquistou a Taça da Liga. No final do encontro disputado no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, o internacional português disse o seguinte:

«Todas as finais perdidas custam. Esta custa mais um bocadinho, porque estávamos a ganhar. A primeira parte é toda nossa. Podíamos ter saído para o intervalo com 2 ou 3-0, mas este Vitória SC, até chegar à final, conseguiu dar a volta ao jogo no Porto, aqui contra o Sporting e estávamos preparados para que o Vitória SC entrasse para virar o jogo».

«A segunda parte foi equilibrada. Não houve um domínio do Vitória SC assim tão claro para virar o jogo, mas são as finais. É isto o futebol. Temos de aprender com os erros. Mais um golo de canto. Já são muitos golos de bola parada que sofremos, temos de aprender com isso. Ficar tristes, fazer o luto, mas quarta-feira há jogo», disse ainda Ricardo Horta.

«O penálti falhado é uma grande ocasião para empatarmos e irmos a penáltis. O guarda-redes fez uma grande defesa. É o futebol, por isso é que o futebol é o desporto mais bonito. Parabéns ao Vitória. Não pode acontecer», referiu ainda Ricardo Horta.

Eis os destaques do Vitória SC x Braga da Final da Taça da Liga

O Vitória SC conquistou a Taça da Liga pela primeira vez na história ao vencer o Braga por 2-1. Confere os destaques do encontro.

Mario Dorgeles: O ala costa-marfinense inaugurou o marcador ao minuto 17’, na sequência da cobrança irrepreensível de um livre direto. Em termos funcionais, Dorgeles assume um papel muito importante na manobra ofensiva do SC Braga, ajustando constantemente os seus movimentos às dinâmicas de Rodrigo Zalazar e Ricardo Horta. Com estes dois jogadores a descair com frequência para o corredor esquerdo, procurando tabelas e a criação de superioridades, foi recorrente ver Dorgeles a ocupar zonas interiores ou até o corredor direito, com o objetivo de fixar elementos do Vitória SC e libertar espaço. Sem bola, revelou também compromisso defensivo, baixando em vários momentos para a linha defensiva bracarense, de forma a travar as projeções ofensivas do lateral Tony Strata.

Beni Mukendi: Num primeiro tempo bastante exigente para o Vitória SC – marcado por dificuldades nos ajustes de pressão, muito espaço concedido nos três corredores e uma capacidade de pressão efetiva inferior à demonstrada frente ao Sporting —, o médio angolano foi uma das exceções pela positiva. Com bola, ofereceu maior tranquilidade à equipa, ora optando por lateralizar o jogo, ora recebendo sob pressão, respondendo de forma acertada na maioria das situações. Já no momento de transição defensiva, e tendo em conta o espaço de que o SC Braga dispôs para criar perigo, Beni Mukendi destacou-se com alguns desarmes importantes, evitando que o perigo se tornasse ainda mais evidente.

Ricardo Horta: Aos 31 anos, Ricardo Horta continua a ser o jogador mais móvel da equipa bracarense. Foi sobretudo através dos seus movimentos a cair no corredor esquerdo que o Braga conseguiu criar superioridades e aproximar-se com maior frequência da baliza de Charles. A ligação entre Ricardo Horta e Rodrigo Zalazar, quando ambos procuravam o mesmo corredor para tabelar – claramente a dinâmica ofensiva mais eficaz da equipa -, revelou-se decisiva para criar dúvidas nas referências defensivas do Vitória SC, originando várias situações de 3×2 no corredor, quer com a entrada de um médio, quer com a participação de Mario Dorgeles. Esta dinâmica evidencia o trabalho desenvolvido por Carlos Vicens desde a sua chegada. Já em zonas centrais, Ricardo Horta encontrou também espaço entre linhas e nas costas dos médios adversários, recebendo e girando com qualidade.

Samu Silva: A entrada do médio português, ao minuto 54’, alterou por completo o paradigma do encontro. Apesar do Braga ter entrado melhor na segunda parte, o golo de Samu Silva, na conversão de uma grande penalidade aos 58’, deu origem a um Vitória SC mais pressionante e dinâmico no processo ofensivo. Muito desse crescimento deveu-se à energia que Samu trouxe ao meio-campo vimaranense (saída precoce de Grillitsch), conferindo maior tranquilidade e experiência numa fase de maior ascendente bracarense. Com a saída de Diogo Sousa, Gonçalo Nogueira recuou no terreno para formar dupla com Beni Mukendi, permitindo a Samu Silva assumir um papel mais ofensivo. Acabou por fazer a assistência para o golo decisivo de Alioune Ndoye, ao minuto 83’.

Charles: O guarda-redes brasileiro protagonizou o momento da noite ao defender a grande penalidade de Rodrigo Zalazar já no tempo de descontos. Já depois de uma exibição de grande nível frente ao Sporting, Charles voltou a ser importante para a conquista da Taça da Liga.