Início Site Página 11076

As dinâmicas de Matheus Nunes para o dérbi | Sporting CP

0

Face à suspensão de João Palhinha no dérbi, após o médio português ter visto o cartão amarelo na deslocação ao Bessa, Matheus Nunes será, muito provavelmente, titular na equipa do Sporting CP na receção ao SL Benfica, aproveitando uma baixa de peso no meio-campo leonino. Os Leões partem com uma vantagem de seis pontos sobre o rival, algo raro na última década.

Depois de alguma polémica, o clube de Alvalade chegou a anunciar que pediu uma eventual despenalização. No entanto, o Conselho de Disciplina já confirmou a suspensão por um jogo do número seis sportinguista, falhando assim o embate frente aos encarnados. Rúben Amorim terá, inevitavelmente, de preparar o jogo grande da próxima segunda-feira sem João Palhinha.

O cenário mais provável será a titularidade de Matheus Nunes, ao lado de João Mário. O brasileiro de 22 anos acabou a temporada transata como figurante habitual do onze leonino perdeu espaço na equipa titular dos Leões com a reintegração de Palhinha e com o regresso João Mário a Alvalade, mesmo após a venda do compatriota Wendel para o Zenit.

Desta forma, existirão mudanças na dinâmica do meio-campo do Sporting CP, que se prenderão sobretudo no que diz respeito à capacidade de pressão e de vencer duelos defensivos, principalmente no meio-campo adversário, que não será tão frequente.

Matheus Nunes irá assumir a posição de João Palhinha no eterno dérbi frente ao Sport Lisboa e Benfica
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

O atual líder do campeonato tem em João Palhinha um verdadeiro pêndulo, pelo que a defesa ficará, naturalmente, menos protegida. Para além disso, o Sporting CP perderá agressividade em zonas mais avançadas do terreno, o que tornará as transições menos eficazes. No entanto, e tendo em conta as características do médio brasileiro, a capacidade da equipa para ter bola poderá ser maior, dado que Matheus possui outras valências, principalmente na parte técnica.

Entre elas, destacam-se a boa condução de bola, a capacidade para criar desequilíbrios em ataque posicional, bem como a facilidade que o brasileiro tem para realizar investidas pelos corredores laterais. Sem Palhinha, e tal como se viu contra o FC Boavista, o Sporting CP consegue ter mais posse, um maior controlo do jogo e é, naturalmente, melhor em ataque posicional.

Matheus Nunes, médio ofensivo de formação, terminou o jogo frente aos axadrezados como integrante do trio de ataque sportinguista, juntamente com Bruno Tabata e Tiago Tomás, revelando-se um jogador polivalente e pronto a ajudar a equipa em qualquer circunstância. O brasileiro tem aproveitado as oportunidades que recebe, demonstrando, para além da sua qualidade, toda a sua vontade, de modo a lutar por um lugar no onze no Sporting CP.

Na partida frente ao SC Braga, a contar para a Liga NOS, marcou mesmo o seu primeiro golo de leão ao peito, numa jogada de insistência, garantindo a vitória dos leões frente a um adversário de grande valor. Contra o SL Benfica, o grau de dificuldade será naturalmente mais elevado, pelo que o camisola oito terá uma grande oportunidade para demonstrar (ainda mais) o seu valor.

Gil Vicente FC 0-2 FC Porto: Há Díaz assim, onde os dragões voam para as “meias” da Taça

A CRÓNICA: O COELHO SAIU DA CARTOLA E O GIL VICENTE SAIU DA TAÇA

O último jogo dos quartos-de final da Taça de Portugal teve lugar no Estádio Cidade de Barcelos e opôs o Gil Vicente FC e o FC Porto. Os portistas tiveram de contar com alguns jogadores indisponíveis para o encontro, dado os procedimentos relativos à COVID-19. Já do lado do Gil Vicente, tudo parecia sereno e tranquilos nos comandados de Ricardo Soares. A nível estatístico, o recorde de confrontos entre as duas equipas na competição era totalmente favorável aos dragões, mas Ricardo Soares e os seus gilistas queriam o volte-face.

Os minutos iniciais, a contas com o dilúvio sentido, foram de pressão ofensiva do Gil Vicente. O FC Porto encontrou, durante os primeiros dez minutos, o contra-ataque como solução para conseguir chegar à área adversária com perigo. Na primeira ocasião, depois de um contra-ataque que necessitou apenas de três toque para a equipa portista chegar à área adversária, foi Luis Díaz que teve nos pés a oportunidade de inaugurar o marcador, mas o lance acabou invalidado por fora de jogo.

No entanto, nem foi preciso uma terceira porque, à segunda foi de vez. Aos dez minutos, Díaz conseguiu cortar a bola num duelo com Joel, perto da linha de meio-campo. O colombiano levou a bola até à grande área do Gil Vicente e apenas lhe bastou passar a Corona, que encostou, de forma vistosa, para o primeiro golo dos dragões.

Depois da inauguração do marcador, o jogo acabou por ficar algo partido no meio-campo. Deixaram de existir oportunidades flagrantes para qualquer um dos lados, apenas aproximações às áreas. Aos 35 minutos, a melhor oportunidade dos gilistas na primeira parte surgiu por Claude Gonçalves. O médio do Gil Vicente puxou a bola para o pé esquerdo, trocando as voltas a Pepe, mas Diogo Costa acabou a defender o remate que podia igualar o marcador (caso não tivesse sido invalidado por fora de jogo igualmente).

Com o recolher aos balneários para o tempo de intervalo, quem não se recolheu de maneira alguma foi a chuva que veio dificultar ainda mais o trabalho dos jogadores em campo. Quem pareceu indiferente ao dilúvio foi Luis Díaz que, logo no início da segunda parte, criou dois lances de perigo dentro da área gilista.

Os dragões entraram com tudo na segunda metade, com uma transparência total da vontade de deixar o jogo resolvido o mais cedo possível. Mas como o futebol é o que é e a bola é redonda, a primeira oportunidade mais que flagrante de golo na segunda parte veio do Gil Vicente. Numa jogada entre a mais recente contratação gilista, Pedrinho, e Samuel Lino, que fizeram chegar a bola a Lucas Mineiro, a bola bateu com grande estrondo no poste esquerdo da baliza de Diogo Costa. Aos 54 minutos, a turma de Barcelos mostrou que não estava morta no encontro.

Nem cinco minutos foram precisos para o Gil Vicente mostrar perigo novamente. Fujimoto entrou na partida para fazer mossa. Assistiu para Samuel Lino que esteve a centímetros de igualar o marcador.

A 15 minutos do final da partida, o FC Porto tornou-se algo passivo e o Gil Vicente começou a subir no terreno. Ricardo Soares já tinha feito todas as substituições permitidas até então, apesar de ser de senso comum que os dragões, mesmo em desvantagem no terreno, não deixaram de estar em vantagem no marcador e podiam, a qualquer momento, “tirar o coelho da cartola”.

E esse mesmo coelho acabou mesmo por sair da cartola. Ou possivelmente o contrário, dado que foi Taremi a puxar do chapéu por cima de Bernardeau aos 88 minutos. Uma finalização de qualidade que valeu um aumentar de vantagem no marcador para o FC Porto que vencia, e venceu, por 2-0.

 

A FIGURA

Quem pareceu indiferente ao dilúvio foi Luis Díaz que, logo no início da segunda parte, criou dois lances de perigo dentro da área gilista.
Com a velocidade e a profundidade sempre em mente, Luis Díaz é a principal fonte de irreverência portista
Fonte: Bola na Rede

Luis Díaz – O avançado colombiano do FC Porto foi uma figura incontornável no encontro. Esteve presente em, praticamente, todos os momentos de decisão da ofensiva portista. Tudo o considerado como oportunidade de golo teve, algures, uma passagem nos pés de Luís Diaz. O “sete” do FC Porto fez definitivamente a diferença na equipa de Sérgio Conceição.

 

O FORA DE JOGO

Quem pareceu indiferente ao dilúvio foi Luis Díaz que, logo no início da segunda parte, criou dois lances de perigo dentro da área gilista.
Carlos Silva / Bola na Rede

Joel Pereira – O lateral do Gil Vicente causou problemas, e podiam ter sido mais. Foi ele quem perdeu a bola que deu origem ao golo do FC Porto, após um erro algo grosseiro perante os jogadores portistas. Para além disso, arriscou demasiado com a bola em zona proibida. A manutenção da bola em posse e os passes tardios perto da área de Bernardeau podiam ter custado ainda mais ao Gil Vicente.

 

ANÁLISE TÁTICA – GIL VICENTE FC

Ricardo Soares construiu a base do onze inicial dentro de um 4-3-3. Bernardeau ocupou o lugar de Denis na baliza e Ygor Nogueira ocupou a zona central da defesa a par de Rodrigo. Joel Pereira e Henrique Gomes foram os laterais de serviço.

João Afonso, Lucas Mineiro e Claude Gonçalves continuaram a comandar o meio-campo, com a missão de ajudar os homens da frente, Baraye e Lourency (que tiveram a vida dificultada à custa dos laterais azuis e brancos) a servir Samuel Lino.

 

ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES 

Bernardeau (6)

Joel (4)

Rodrigo (5)

João Afonso (5)

Lourency (5)

Claude Gonçalves (6)

Baraye (5)

Lucas Mineiro (6)

Samuel Lino (6)

Ygor Nogueira (6)

Henrique Gomes (6)

 

SUBS UTILIZADOS

Pedrinho (6)

Ruben Fernandes (6)

Fujimoto (6)

Talocha (5)

Abbas (6)

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

Sérgio Conceição alinhou a equipa num 4-4-2. Diogo Costa segurou as redes da baliza, com a linha defensiva construída por Pepe e Mbemba na zona central e Zaidu com Manafá nas laterais. Os laterais do FC Porto encontravam-se bastante projetados no terreno, o que comprometeu a jogabilidade dos gilistas Baraye e Lourency.

A zona central do meio-campo foi ocupada por Grujic e Uribe. Corona e Otávio atuaram como extremos bastante chegados às linhas, num jogo em que o FC Porto optou por jogar bastante pelo flanco esquerdo de Otávio. Os homens-alvo de serviço foram Taremi e Luis Diaz, num jogo em que o habitual Marega nem no banco de suplentes se encontrou.

 

ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES

Diogo Costa (6)

Pepe (6)

Luís Diaz (7)

Uribe (6)

Taremi (5)

Zaidu (6)

Grujic (6)

Corona (6)

Manafá (6)

Mbemba (6)

Otávio (6)

SUBS UTILIZADOS

Sérgio Oliveira (6)

Fábio Vieira (-)

Felipe Anderson (-)

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

 

Gil Vicente FC

Questão: A projeção dos laterais do FC Porto dificultou a vida a Baraye e a Lourency. Acha que essa função dos jogadores portistas acabou por “estragar” os planos que tinha para o encontro e para os seus jogadores?

Ricardo Soares:  Já estávamos à espera dessa situação. Sabemos que o Manafá é um jogador que quebra muito bem as linhas, não só pela sua envolvência no ataque como pela sua velocidade. É um jogador muito rápido, um jogador que, vindo de trás, tem uma velocidade enorme para chegar à frente. E o Zaidu é precisamente a mesma coisa. São dois jogadores que quebram muito bem as linhas e têm uma enorme qualidade. Nós não fomos surpreendidos por aí. O FC Porto não nos criou assim muito pelos corredores. Criou mais problemas quando tínhamos bola e eles reagiam à perda de bola de uma forma brutal e agressiva. Eles conquistavam a bola na altura em que nós estávamos preparados para atacar. Esse momento foi determinante para o FC Porto nos criar instabilidade, fruto dessa zona pressionante que eles definiram. Nos momentos em que ganhavam bola, a minha equipa estava mal posicionada e foi isso que fez com que o FC porto nos criasse dificuldades.

 

FC Porto

Não foi possível colocar questões ao técnico do FC Porto, Sérgio Conceição.

Portugal 2-2 Polónia: Muro polaco garantiu um ponto na estreia

0

A CRÓNICA: PORTUGUESES PERDULÁRIOS APENAS SOMAM UM PONTO

Em Mafra, iniciava-se a campanha de qualificação para o campeonato europeu, quase um ano após o último jogo oficial da seleção portuguesa, e pela frente tinha a seleção da Polónia, um adversário claramente inferior à nossa equipa, mas um oponente que merecia todo o nosso respeito, sob pena de termos algum dissabor.

Uma equipa inicial na quadra que apostava claramente na experiência, com o único elemento menos experiente a ser o guarda-redes Edu Sousa, juntando-se Pedro Cary, João Matos, Ricardinho e Fernando Cardinal.

O primeiro minuto do encontro ficou claramente marcado pelo excesso de faltas da congénere polaca, duas no primeiro minuto. Nós assumimos o jogo desde cedo e “partimos para cima” do nosso adversário, mas não estávamos a acertar com a baliza adversária. Com o desenrolar dos minutos, alguns aspetos importantes a reter: A Polónia diminuiu a agressividade e com isso permitiu aos portugueses criar ainda mais ocasiões junto da baliza defendida pelo guardião adversário, mas o mérito do adversário, alguns falhanços escandalosos (destaque para um falhanço de Pany Varela) e decisões polémicas ao anular um golo de Tiago Brito, por alegado bloqueio de André Coelho ao seu marcador direto mantinham o placard empatado.

Numa jogada perfeita e muito bem criada pela equipa polaca, ocorreu o único golo da primeira metade, da autoria de Szczypczynski, transportando este resultado para o intervalo, completamente injusto tendo em conta o que ambas as equipas produziram nos primeiros 20 minutos, mas a confirmar uma velha máxima do futebol/futsal: o que conta é a eficácia e aí a Polónia esteve perfeita. A tática do nosso rival tenderia a manter-se e a defender com um bloco ainda mais baixo, algo que teríamos que corrigir para podermos quebrar finalmente o muro de leste.

A segunda parte trouxe mais do mesmo, Portugal a dominar e a criar ocasiões, mas sempre a esbarrar na organização defensiva da Polónia. Venenosa e cínica no bom sentido da palavra, um contra-ataque rápido e o segundo golo dos polacos, tornando a tarefa portuguesa muito difícil para os seis minutos finais.

Com Pedro Cary a jogar a guarda-redes avançado, na tentativa desesperada de tentar inverter o rumo dos acontecimentos, esta ideia revelou-se extremamente acertada, com dois golos de rajada a empatar o encontro.

O primeiro pelo jogador algarvio Pedro Cary, num desvio à boca da baliza após tentativa de golo de calcanhar de Ricardinho. O segundo golo surgiu através de um remate exemplar de Tiago Brito, capaz de marcar de longe quando a equipa portuguesa estava a ter dificuldades em furar a organização polaca.

Para os minutos finais, e apesar de o jogo estar empatado, Jorge Braz manteve o 5×4, para tentar desorganizar os polacos e tentar vencer o encontro. Mas o tempo de jogo terminou e não conseguimos ganhar o jogo, por muito demérito nosso e pela boa organização da Polónia, levando assim um ponto desta viagem até Portugal, sendo que na próxima quarta há novo duelo entre as duas equipas, desta feita em Lodz, em solo Polaco.

A FIGURA

Fonte: Seleções de Portugal

Tiago Brito (Portugal) – Não houve nenhum jogador que se destacasse pela positiva, mas opto por destacar o jogador português pelo lance do empate, ao conseguir um excelente golo de fora de área numa fase em que não estávamos a conseguir encontrar desequilíbrios na defensiva polaca.

O FORA DE JOGO

Ineficácia ofensiva de Portugal – Tudo bem que a Polónia teve mérito na forma como conseguiu empatar, mas temos que melhorar muito a eficácia no momento atacante. Não coloca o apuramento em risco, mas é um aspeto a rever nos próximos encontros.

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL

Não conseguimos reproduzir a nossa superioridade tática e individual em golos, mas o objetivo inicial era garantir uma vantagem confortável no início para depois gerir o jogo, algo que não sucedeu. A nuance tática do guarda-redes avançado resultou na perfeição, permitindo empatar um jogo que esteve muito complicado e que pareceu perdido quando esteve 0-2.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Edu Sousa (6)

João Matos (6)

Pedro Cary  (6)

Ricardinho (6)

Fernando Cardinal (6)

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

André Coelho (6)

Afonso Jesus (6)

Fábio Cecílio (6)

Erick Mendonça (6)

Miguel Ângelo (6)

Pany Varela (6)

Tiago Brito (7)

Pauleta (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – POLÓNIA

Com uma equipa muito limitada tecnicamente, Blazej Korczynski conseguiu manter a coesão defensiva praticamente até ao fim e só não aguentou a força do 5×4 português, senão teria sido um jogo perfeito e com um resultado perfeito. Mesmo assim, leva um ponto desta viagem ao sul da Europa.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Michal Kaluza (7)

Mikolaj Zastawnik (7)

Tomasz Kriezel (6)

Rzysztof Elsner (6)

Arkadiusz Szczypczynski (6)

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Lukasz Blaszczyk (6)

Sebastian Grubalski (6)

Michal Marek (6)

Michal Klaus (6)

Pawel Kaniewski (6)

Mateusz Madziag (6)

Sebastian Leszczak (6)

Bartlomiej Piórkowski (6)

Sebastian Wojciechowski (6)

Foto de Capa: Seleções de Portugal

Mile Svilar | Um talento que tarda em se afirmar no SL Benfica

0

O plantel do Sport Lisboa e Benfica tem sido assolado por vários casos de Covid-19 e são já vários os jogadores infetados. Posto isto, para a baliza resta, realisticamente falando, uma única opção, que é Mile Svilar.

Pois bem, Svilar realizou dois jogos pela equipa principal do SL Benfica esta temporada, ambos devido à falta de opções no plantel encarnado. Na hierarquia dos guarda-redes, o belga ocupa a terceira posição atrás de Odysseas Vlachodimos e Helton Leite, e a ausência de ambos devido a terem contraído Covid-19 catapultou o ainda jovem guardião para a titularidade da equipa principal frente ao CD Nacional e ao Belenenses SAD.

Svilar chegou à Luz no início da temporada 2017/18 como uma promessa que viria para afirmar o seu talento. A verdade é que isso não aconteceu, pelo menos até agora. Ainda assim, de relembrar que o compatriota de Vertonghen tem apenas 21 anos de idade e muito futuro pela frente. Contudo, esperava-se que já se tivesse imposto definitivamente no plantel principal do SL Benfica.

Com a chegada de Helton Leite esta temporada, o belga perdeu ainda mais espaço no plantel de Jorge Jesus, que parece ver nele uma terceira opção, ou melhor, uma última opção, até porque nem para os jogos das taças tem tido minutos. No entanto, o ex-Anderlecht FC foi titular nas duas últimas partidas registando um saldo de um empate e uma vitória, não tendo comprometido especificamente em nenhum dos jogos.

Em Lisboa há três anos, Svilar conta apenas com 21 aparições de águia ao peito, isto falando da equipa principal. Três anos, 21 jogos para uma eterna promessa, para um jogador que chegou com um enorme potencial, mas que nunca despoletou, que nunca se afirmou.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Feliz ou infelizmente, os adeptos não se esquecem das vezes que Svilar comprometeu quando foi chamado para fazer cumprir a sua função de não conceder golos aos adversários, o que pode interferir com a confiança do jogador. Apesar de ser verdade que comprometeu bastante nas suas primeiras aparições pelo Sport Lisboa e Benfica, não deixa de ser verdade que todos têm o direito a errar e, sobretudo, a ter direito a uma nova oportunidade.

Para Svilar, o próximo jogo será um teste de fogo. Será o jogo em que terá de provar aos adeptos, ao treinador, a toda a instituição do SL Benfica que merece estar ali e que merece mais oportunidades sem ter de ser a última opção.

O SL Benfica defronta o Sporting Clube de Portugal em jogo a contar para a Primeira Liga, e não se pode dar ao luxo de perder mais terreno para o seu rival de Lisboa. São já seis os pontos que separam as duas equipas, e uma vitória sobre um adversário direto é fulcral para que os encarnados possam continuar a sonhar com o título de campeão nacional.

Svilar será, ao que tudo indica, o escolhido para integrar o onze inicial nessa contenda, até porque não há mais nenhuma opção. Nem Vlachodimos nem Hélton Leite recuperarão a tempo de integrar os trabalhos com o plantel, de modo poderem ser opções para Jorge Jesus.

Resta Svilar, que terá mais uma oportunidade de agarrar a titularidade antes que voltem os seus adversários diretos na corrida pela baliza encarnada.

Paulinho: uma certeza em Alvalade?

Nos últimos dias a possível transferência de Paulinho do SC Braga para o Sporting CP tem sido (uma vez mais) tema quente na actualidade do futebol português. Segundo os rumores da imprensa desportiva, o Sporting CP terá apresentado uma nova proposta para aquisição do ponta-de-lança português, de 28 anos, pelo valor global de 15 milhões de euros.

Em termos muitos objectivos, é muito seguro afirmar que Paulinho deixará a pedreira rumo a Alvalade tendo em consideração os interesses das partes envolvidas – Sporting CP, SC Braga e o próprio jogador.

OS BRACARENSES TENTAM AVANÇAR PARA A PRÓXIMA FASE DA TAÇA DE PORTUGAL E PAULINHO DEVE SER OPÇÃO! SERÁ QUE A TURMA DE CARLOS CARVALHAL VAI VENCER? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Para os Leões, que lutam para manter o primeiro lugar, parece óbvio que Paulinho vem alargar o leque de soluções no seu eixo ofensivo até agora entregue a Sporar, que não tem sido feliz na eficácia, e ao jovem talentoso Tiago Tomás- Ora Paulinho é considerado por muitos o melhor ponta-de-lança da liga portuguesa pelo que certamente trará para a formação leonina uma qualidade de “consumo imediato” que se traduz em fazer golos.

Por seu turno, o clube minhoto encontra em Paulinho a oportunidade para um encaixe financeiro significativo, dado que o último grande negócio que fez foi o de Trincão que rumou para Barcelona e, ainda assim, nem recebeu a totalidade do valor dessa transferência o que na altura originou descontentamento entre os seus adeptos. 15 milhões de euros por um jogador de 28 anos é um valor irrecusável para um clube da dimensão do SC Braga que precisa de gerar receita e certamente não verá tão cedo uma proposta tão inflacionada por outro jogador seu.

Paulinho não foi opção inicial na final da Taça da Liga
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Por fim, o próprio Paulinho terá todo o interesse em integrar o Sporting CP, desde logo e mais não seja pela razão de poder representar um grande do futebol português. Depois, Paulinho vai auferir um maior salário e terá mais condições para se afirmar durante a época e, por conseguinte, conseguir um passaporte na Selecção Portuguesa para o Campeonato da Europa.

Na minha opinião, enquanto Sportinguista parece-me que o Sporting CP está, desde há muito tempo, hipnotizado por Paulinho: custa-me a acreditar que não haja melhores soluções que o avançado de 28 anos e por valores menos onerosos. Reconheço, todavia, que Paulinho é um avançado com crédito garantido e que fará a diferença de imediato.

De outra sorte, e tendo em consideração o recente episódio passado na final da Taça da Liga em que o presidente do SC Braga vociferou em biquinhos de pés o seu rancoroso mau-perder e palavras de ódio ao Sporting CP, bem como outros episódios anteriores, entendo que os Leões deveriam abster-se de fazer quaisquer negócios com o clube minhoto e que lhes favoreça. É certo que Rúben Amorim veio directamente do SC Braga para o Sporting CP, mas tal não foi propriamente um negócio mas sim o accionamento de uma cláusula de rescisão, um all-in da Administração Varandas que até ao momento tem sido uma aposta ganha.

Por fim, com a eventual chegada de Paulinho ao Sporting CP, temo que Tiago Tomás perca espaço no onze titular leonino, o que é pena dada a evolução enorme que o jovem avançado da cantera leonina tem demonstrado.

Em questões de Taça de Portugal, a vitória foi sempre azul

0

Seis jogos, seis vitórias azuis – é o recorde de confrontos entre gilistas e portistas na Taça de Portugal, histórico que os comandados de Sérgio Conceição quererão manter a todo o custo. O treinador, a contas com uma gripe, é um dos indisponíveis para o jogo desta sexta-feira (20h45), juntando-se a Nanú, Romário Baró e João Mário, infetados com COVID, e Marcano mais Mbaye, ainda limitados fisicamente ao trabalho de ginásio.

A HISTÓRIA DÁ O FC PORTO COMO FAVORITO, MAS OS GILISTAS PODEM APROVEITAR AS AUSÊNCIAS DOS CAMPEÕES NACIONAIS. CONSEGUIRÁ O GIL VICENTE FC “FAZER TAÇA”? APOSTA COM A BET.PT!

Depois de GD Fabril, CD Tondela e CD Nacional, o FC Porto enfrenta uma equipa em dificuldades na I Liga e que já sofreu chicotada psicológica, com a troca de Rui Almeida por Ricardo Soares. O novo técnico tem conseguido imprimir as suas ideias positivas na equipa, apesar dos resultados não serem animadores: a única vitória em 2021 foi precisamente na prova-rainha, frente ao Académico de Viseu FC, depois de já terem sido ultrapassados ARC Oleiros e União Desportiva de Leiria. As expectativas para a receção aos campeões nacionais são muitas, há vontade de ser o ‘Tomba-gigantes’ desta edição e revitalizar o balneário para o que resta da temporada, difícil até ao momento à conta das fragilidades que impedem a concretização do objetivo primordial – a manutenção. Ultrapassando este obstáculo, Sporting Clube de Braga e CD Santa Clara seriam sempre mais acessíveis para alcançar o sonho do Jamor.

Mas há que contrariar o peso da estatística e levar de vencida uma equipa que ainda não sabe o que é perder pontos em 2021. Os azuis e brancos estão bem, apresentam-se ao seu melhor nível e uma derrota no Cidade de Barcelos seria sempre encarada como hecatombe, situação inédita na Taça – aos jogos que se enunciarão de seguida, há ainda o confronto de 1977-78, quando José Maria Pedroto derrotou (3-0) o Gil nas Antas a caminho da final, jogada em Alvalade e perdida para o… Sporting CP.

Frente-a-Frente: Eduardo Quaresma vs. Gonçalo Inácio | Sporting CP

0

Eduardo Quaresma e Gonçalo Inácio são dois centrais Made in Sporting que surgiram na equipa principal leonina esta temporada. Quando um dos habituais titulares falha, são estes os jovens que espreitam a oportunidade de se destacar.

Começo por mencionar a minha preferência por Eduardo Quaresma. O atleta de 18 anos conjuga qualidade técnica e de passe, assim como as habilidades defensivas necessárias à posição onde atua. É um jogador que gosta de sair a jogar e, muitas vezes, atua como uma espécie de médio numa zona mais avançada do terreno, dando apoio também na segunda fase de construção. Um atleta versátil, que pode desempenha várias funções em campo, “Edu” é uma das grandes promessas da academia de Alcochete.

Gonçalo Inácio é uma das boas surpresas desta temporada. Muitas vezes posto à frente de Quaresma nas opções da equipa principal, a verdade é que o jovem de 19 anos tem mostrado serviço, justificando a aposta de Ruben Amorim. Inácio é um defesa central que se posiciona muito bem na marcação e que se tem destacado, sobretudo, pelo seu trabalho defensivo.

Gonçalo Inácio é um central com preponderância na estratégia de Rúben Amorim
Fonte: Bola na Rede

Na final-four da Taça da Liga, competição vencida pelos leões, Gonçalo Inácio esteve muito bem. Na partida frente ao SC Braga, não só manteve Galeno “no bolso” o jogo inteiro, como fez a assistência para o golo de Pedro Porro, que daria o título de campeão de inverno, ao fim dos 90 minutos.

Fico muito feliz de ver dois centrais formados em Alcochete a dar cartas na equipa principal. Gonçalo Inácio e Eduardo Quaresma são dois talentos bastante diferentes, mas, ambos, com trunfos para mostrar.

Porém, destaco a ideia de que vejo em “Edu” um central parecido a Mathieu, enquanto que Inácio me faz muito lembrar Paulo Oliveira. Não me entendam mal, gosto de ambos os atletas que mencionei. No entanto, sendo agora mais explícito, vejo um potencial maior em Quaresma e vejo-o como um futuro líder da defesa leonina. Já para Inácio, imagino a carreira de um bom defesa central.

 

Philadelphia 76ers | Processo concluído?

0

Os Philadelphia 76ers começaram a temporada 2020-2021 a todo gás, superando os Bucks e Nets, estando atualmente no primeiro lugar na Conferência Este, com um recorde de 13-6. Será evidentemente um posto complicado de assegurar até ao final da época, contudo os sinais até ao momento têm sido muito animadores, juntando às boas exibições, resultados muito convincentes.

Aliás, a hashtag “#TrustTheProcess” parece que finalmente se irá desvanecer, ao passo que o processo, pelo que tudo indica, está mesmo perto de estar concluído. Naturalmente, há sempre espaço para evoluir e se for possível não tenho dúvidas que Doc Rivers irá procurar acrescentar talento ao seu plantel, contudo, os primeiros sinais deste 76ers renovado têm sido deveras positivo, juntando ao bom desempenho defensivo, novas dinâmicas ofensivas muito interessantes de observar.

Os 76ers, de resto, prosperam em várias áreas esta época, ao passo que Rivers tem ao seu dispôr um plantel extremamente plurivalente, com as principais referências da equipa no topo da liga na respetiva valência que trás ao jogo. Ao nível dos ressaltos, por exemplo, a equipa de Philadelphia tem três jogadores no top 20 da liga, sendo eles Joel Embiid, Ben Simmons e Dwight Howard. Depois ao nível ofensivo, a presença de Danny Green no top 20 de jogadores com mais triplos efetuados, sublinha uma das principais melhorias da equipa relativamente à época passada, ao passo que Brett Brown não tinha nenhum jogador nesta lista em 2019-2020.

Individualmente falando, os 76ers acrescentaram talento ofensivo que permitiu que o cerco às estrelas da equipa (Ben Simmons e Joel Embiid) ficasse menos cerrado, abrindo espaço para números ofensivos inatacáveis de Embiid, apresentando uma melhoria substancial até ao momento nos dois lados do campo.

Atualmente, o poste camaronês tem em média 27.7 pontos, 11 ressaltos, 2.8 assistências e 1.4 desarmes de lançamento por jogo, cimentando-se como um candidato sério ao prémio de MVP esta temporada.

Todavia algumas críticas no princípio da época pela sua baixa produtividade ofensiva, Ben Simmons, mantém-se uma peça fulcral no lado defensivo do campo. Seja pela sua versatilidade posicional, seja pelos números impressionantes que vai desenvolvendo termos de roubos de bola: esta época tem em média 1.6 steals por partida, Simmons ratifica-se como um jogador fundamental nas aspirações de Doc Rivers.

A não esquecer, igualmente importante, como terceiro homem neste círculo de estrelas da «turma» dos 76ers, Tobias Harris. Tem médias assinaláveis de 20 pontos, 6.7 ressaltos e 2.8 assistências, culminando tudo com percentagens de 52.5% em lançamentos de campo e 46% em lançamentos de três pontos. Isto é também derivado da menor limitação que acarreta dentro das dinâmicas da equipa, uma vez que com Brett Brown, Tobias exercia trabalho de isolação com uma frequência demasiado grande, tendo agora com Doc Rivers um trabalho diferente sem bola, obtendo lançamentos mais fáceis a partir dos principais criadores da equipa.

Depois, como uma equipa não funciona somente com três, quatro ou cinco jogadores, tem havido jogadores tais como Shake Milton ou até mesmo o rookie Tyrese Maxey, com um contributo bastante positivo. Para além disto, o acréscimo no plantel de atiradores de alto nível como Seth Curry e Danny Green têm sido a chave para o sucesso desta equipa.

A equipa de Philadelphia, de resto, parece dar continuidade ao bom trabalho defensivo da época trasata, na medida em que ofensivamente, com o acréscimo de Seth Curry e Green, como atiradores de elevada notoriedade, vêm desenvolvendo novos mecanismos de “ferimento” nas defensivas contrárias.

Tudo culminado, permite atualmente aos 76ers ser a quinta melhor defesa da liga e o 12.º melhor ataque, evoluindo nos dois parâmetros comparativamente à época transata, onde terminaram como o 13.º melhor ataque e a oitava melhor defesa da liga. Muito mérito disto, é também de Doc Rivers, que evidentemente tem gerido esta equipa com uma mentalidade vencedora e com uma visão mais simplista, possibilitando a melhor extração de talento do seu grupo de jogadores.

Ainda assim, Rivers não é um treinador perfeito e a sua trajetória “nos momentos a doer” não é a melhor. Isto é, se por um lado podemos auferir uma temporada regular promissora para esta equipa, por outro lado, os playoffs não passam de uma incógnita. Ainda assim, de sublinhar que a presença de vários jogadores novos com outro traquejo para atuarem nesta fase da temporada, possa conferir outra viabilidade a quem prospera que os 76ers cheguem, porventura às finais de conferência ou até mesmo às finais da NBA.

Foto de Capa: Philadelphia 76ers

Os 10 melhores lutadores da História do Royal Rumble da WWE

0

Como é sabido, o Royal Rumble é o evento que marca oficialmente o início da Road to WrestleMania, isto é, a época de preparação para o maior evento de wrestling no planeta, a WrestleMania. É normalmente neste pay-per-view que se começam a desenhar as rivalidades que se estenderão até março e abril, meses em que se realiza o ‘Super Bowl’ do wrestling.

Para além do evento em si, este pay-per-view, que faz parte dos Big Four (ao lado de WrestleMania, SummerSlam e Survivor Series), traz consigo o famoso ‘Royal Rumble match’, em que último lutador a ficar no ringue é declarado o vencedor, sendo a única maneira de ganhar o combate eliminando os seus adversários, atirando-os por cima da corda.

Este evento é conhecido pela sua imprevisibilidade, tanto no que toca ao vencedor, como de quem participa. Os participantes são lutadores do RAW, SmackDown, NXT e até algumas lendas, com boa parte dos grandes regressos de lutadores a ocorrerem no Royal Rumble.

Em 2021, o Royal Rumble irá realizar-se pela primeira vez na história sem público, devido à pandemia do COVID-19. No ano passado, Drew McIntyre venceu o famoso combate, depois de eliminar Brock Lesnar, que havia eliminado 13 (!) adversários naquela noite, e por fim, Roman Reigns. O regresso de Edge, depois de nove anos ausente, foi o outro ponto alto da noite.

É tempo de realizar uma análise aos 10 melhores lutadores da história do Royal Rumble, um evento que se realizou pela primeira vez no ano de 1988 e que já teve 22 vencedores diferentes.

Existem diversos nomes importantes, pelo que alguns ficaram de fora do top 10, tais como The Rock (vencedor em 2000), o gigante Big Show, Rey Mysterio (vencedor em 2006), Edge, que saiu vitorioso em 2010 e que protagonizou um dos melhores regressos de sempre na WWE em 2020, Roman Reigns, o vencedor em 2015 e último eliminado em 2014, 2017, 2018 e 2020 (um recorde absoluto) ou Chris Jericho, atualmente na AEW, que acumula cerca de 5 horas no Royal Rumble.

Foto de Capa: WWE

Um embate entre invictos: Hamburger SV x SC Paderborn

2.Bundesliga, Jornada 19: sábado, 12h00, 30 de janeiro 2021
ANTEVISÃO: DIE ROTHOSON PARTEM EM VANTAGEM

O Hamburger SV continua em busca do regresso à Bundesliga, depois de ter descido em 2017/18. O histórico emblema de Hamburgo atravessa um excelente momento de forma, com um registo de invencibilidade de oito jogos, com 20 pontos somados em 24 possíveis (fruto de seis vitórias e dois empates). Neste momento, só o Fortuna Dusseldorf está num período melhor (não perde há nove). Quanto ao Paderborn, está também em bom momento e não perde há quatro jogos, com especial destaque para os empates diante dos candidatos à subida, Kiel e Furth. Merece, portanto, máxima atenção por parte da equipa comandada por Daniel Thioune.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Ambas as equipas chegam a este jogo depois de empatarem na última jornada.
  2. Nunca se registaram empates entre as duas equipas em toda a história.
  3. Hamburger SV soma 4 vitórias e 1 derrota nos últimos 5 jogos frente ao SC Paderborn.
  4. Hamburger SV não perde há 8 jogos (6V + 2E).
  5. Hamburger SV soma 3 vitórias consecutivas em casa (Total em casa: 23g e 9gs).
  6. SC Paderborn não perde há 4 jogos (2V + 2E).
  7. No último ano, Hamburger SV ficou em 4.º lugar na 2.Bundesliga e o SC Paderborn terminou na última posição da Bundesliga.
  8. Equipas estão juntas na 2.Bundesliga pela segunda vez na história (a primeira foi em 2018/19).
  9. SC Paderborn joga com Borussia Dortmund para a Taça da Alemanha no próximo dia 2 de fevereiro (o Hamburger SV já foi eliminado da prova pelo Dynamo Dresden).
  10. Hamburger SV tem o melhor ataque da prova (40g). Já o SC Paderborn tem a terceira melhor defesa do campeonato (20 gs) – só superado por Kiel (18) e Bochum (19).

JOGADORES A TER EM CONTA

Simon Terodde (Hamburger SV) – É o melhor marcador da 2.Bundesliga (17 golos marcados) com larga distância para o segundo classificado, que é Christian Kühlwetter que soma 11 golos. É a grande referência ofensiva da equipa de Hamburgo e uma ponta de lança com uma frieza acima da média para finalizar. Além de ser um goleador-nato, tem também uma excelente capacidade para segurar a bola e jogar de costas para a baliza.

Chris Fuhrich (SC Paderborn) – É o principal candidato a jogador da primeira-volta do Paderborn. Reforço para esta temporada, ganhou protagonismo imediato e é o principal desequilibrador na equipa de Stefan Baumgart. Quando tem espaço para atacar a profundidade, é muito difícil de ser travado. Para observar com atenção nesta partida.

XI’S PROVÁVEIS

Hamburger SV: Sven Ulreich, Toni Leistner, Ambrosius, Gyamerah, Leibold, Heyer, Kinsombi, Duziak, Bakery Jatta, Sonny Kittel e Simon Terodde
Treinador: Daniel Thione:
Gosto muito do futebol do Paderborn. Pressionam alto e vai ser um jogo intenso“.

SC Paderborn: Zingerle, Hunemeier, Schonlau, Ananou, Jamilu Collins, Thalhammer, Schallenberg, Srbeny, Fuhrich, Adjei e Sven Michel
Treinador: Stefan Baumgart:
Na primeira volta perdemos por 4-3 porque não fomos consistentes. Não queremos apenas contra-atacar, queremos marcar”.

PREVISÃO DE RESULTADO: Hamburger SV 3-1 SC Paderborn