Bernardo Silva esteve muito perto de assinar com o Barcelona. O internacional português optou por rumar ao Real Madrid.
Bernardo Silva esteve próximo de assinar com o Barcelona nas últimas semanas, De acordo com o Sport, o internacional português esteve inclusivamente na Cidade Condal a analisar o seu contrato com advogados especialistas em direito fiscal, ficando quase tudo acordado com Deco.
O médio iria firmar um vínculo de duas temporadas com mais uma de opção, contando com um salário anual de seis milhões de euros. Ainda assim, nenhum elemento da estrutura conseguiu dizer a Bernardo Silva que seria um titular absoluto para Hansi Flick.
O jogador acabou por preferir assinar com o Real Madrid, com José Mourinho a ter um papel importante para convencer Bernardo Silva, que se sentiu uma prioridade no projeto desportivo, algo que não acontecia no Camp Nou. O atleta já tem acordo com os merengues.
Ruben Amorim já é oficialmente o novo treinador do AC Milan, conjunto ao qual pertence Rafael Leão, internacional português.
A imprensa italiana já desenha o futuro do AC Milan com Ruben Amorim ao leme. Num artigo da Gazzetta dello Sport, é analisado o futuro de alguns jogadores e como os mesmos encaixam no sistema tático do técnico português. O nome de Rafael Leão foi um dos escrutinados:
«Se, por outro lado, fosse mais um 3-4-3, é necessário refletir sobre o Leão. Os factos, tal como se apresentam, revelam duas realidades muito simples: ele quer sair – já nem sabe como dizê-lo, e imaginamos que o voltará a fazer – e o Milan pretende vendê-lo, a menos que Amorim se apresente como mais um treinador «crocerossino» a chegar com a missão de fazer dele um jogador completo em todos os aspetos. Há, no entanto, outro fator: neste momento, não há ofertas que o «Diavolo» possa considerar – digamos, na casa dos cinquenta milhões. E se, infelizmente, não surgirem, Leão terá de ficar. Relutantemente e em condições ambientais péssimas, mas terá de ficar. E, nesse caso, aquele tridente poderá até tornar-se apelativo, nessa eventualidade. Para Amorim, os extremos de ataque não são puros, têm de entrar no meio-campo para abrir espaços às investidas das alas, mas, enfim, poderia encontrar-se uma solução em termos táticos. A hipótese com o Rafa permanece no âmbito da sugestão, do futebol de fantasia de meados de junho. Mas por que descartá-la a priori?».
Rafael Leão tem sido apontado à saída do San Siro, mas ainda não existem propostas que satisfaçam a estrutura. Ainda não é conhecida a posição de Ruben Amorim em relação ao internacional português. O extremo de 27 anos leva esta época 35 encontros, com 10 golos e três assistências.
Nico Paz comunicou que não tem interesse em regressar ao Real Madrid no próximo mercado de transferências de verão.
Nico Paz comunicou aos dirigentes do Real Madrid que não quer regressar ao conjunto merengue no mercado de transferências de verão. A informação está a ser avançada pelo Diario As, que indica que o internacional argentino quer manter-se no Como 1907 por mais uma temporada.
Os merengues possuem uma cláusula de recompra e José Mourinho tinha o nome de Nico Paz no seu projeto, mas o médio adiou assim o seu regresso por mais uma época. O argentino de 21 anos é a grande estrela do conjunto orientado por Cesc Fàbregas e em 2025/26 somou 46 partidas, com 14 golos e sete assistências.
Para o comprar no verão de 2027 por 11 milhões de euros, que continua a ser uma oportunidade de mercado. Os restantes interessados, terão de investir muito mais.
O Grupo J do Mundial 2026 contempla Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia. Conhece melhor as seleções.
O Mundial 2026 está em andamento e tem 48 seleções repartidas por 12 grupos. No Grupo J figuram Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia.
Aspirações distintas, todas as seleções apresentam nuances e sistemas táticos distintos. Em baixo, podes conhecer melhor como jogam cada uma das integrantes no Grupo J, bem como as suas principais figuras, pontos fortes e pontos fortes.
Desde a década de 90 e do mítico Escocês Voador, Graeme Obree, que não se via algo assim. Quando começamos a analisar os detalhes, a história de van Schip (ainda) não tem o mesmo romantismo, mas a forma como vai irritando os patrões do desporto já lhe valeu um lugar especial na história recente do Ciclismo.
Primeiro, os básicos. Especialista na pista (disciplina em que alcançou até dois títulos mundiais), foi também aparecendo na estrada como um forte rolador capaz de bons resultados esporádicos e chegou a militar no segundo escalão em 2018 e 2019 ao serviço da Roompot. Com o covid, acabaria por voltar a prestar atenção primordialmente à pista.
Recentemente, porém, deixou de ser a qualidade das suas exibições velocipédicas a lhe dar destaque, com o foco a passar para a forma. Conhecido também por levar o equipamento ao limite e por posições na bicicleta menos convencionais, esta sua singularidade desencadeou a ira da UCI e dos seus comissários.
Tanto que, depois de uma desqualificação no final da época transata, esta época já leva duas. Três desqualificações em menos de um ano é obra. E, parece que qualquer motivo serve, já que para cada uma foi dada uma razão diferente: medidas irregulares da bicicleta, posição irregular na bicicleta, e levar um bidon dentro da parte da frente da camisola.
E, se o ridículo já se não tivesse encarregado de tirar a piada à situação, a última instância tratou de o fazer com contornos surreais, já que terá sido chamada a polícia para o placar e impedir que continuasse na corrida.
🇳🇱 Jan-Willem van Schip disqualified for the third time in a year
The Dutchman's disqualification at the Ronde de l’Oise was related to the use of bottles underneath his clothing.
Tudo isto deixa a nu dois dos principais problemas da UCI nos dias de hoje.
Um deles é da proporcionalidade (ou falta dela) tanto na criação como na aplicação das normas. O organismo que regula a modalidade deveria preocupar-se em criar regras gerais, focadas na segurança dos atletas e no ambiente competitivo justo. Em vez disso, entretém-se a procurar definir aleatoriamente qual é o tamanho das meias dos ciclistas ou a proibir posições generalizadas como as chamadas “patinhas de cão”.
O outro, ainda mais grave, é o da constante aplicação seletiva dessas mesmas normas. Uma das desqualificações de Van Schip foi por utilizar uma posição proibida que regularmente vemos outros ciclistas utilizar e escapar com um mero aviso. Da mesma forma, não faltam exemplos de sprinters menores relegados por manobras constantemente utilizadas por Jasper Philipsen, mas este, como é uma das estrelas do desporto, escapa constantemente impune. Que as regras nasçam iguais para todos é uma das bases fundacionais da nossa sociedade. Que no Ciclismo isso seja uma miragem é o pecado maior da UCI.
Por fim, há que mencionar que o título deste texto talvez seja exagerado. Afinal, não faltam coisas mal no Ciclismo e a UCI tem muitos outros erros para corrigir. Mas, se resolvesse estes estaria tão bem encaminhada para comandar um desporto mais justo para os seus competidores. E, no caso particular de Van Schip, é o Ciclismo que perde quando ostraciza os seus inovadores, ao invés de os celebrar.
Luís Pinto está perto de voltar ao ativo para assumir o comando do Gil Vicente. O treinador rejeitou uma abordagem do Vitória SC.
Luís Pinto está perto de assinar com o Gil Vicente, de maneira a suceder a César Peixoto. De acordo com o Flashscore, o treinador esteve reunido com o PAOK, com um entendimento perto de acontecer, mas o treinador foi convencido pelo projeto desportivo da formação de Barcelos.
Rui Rodrigues, novo presidente do Vitória SC, também tentou o regresso de Luís Pinto, que realizou parte da última época no D. Afonso Henriques, conquistando inclusivamente uma Taça da Liga. Porém, o técnico rejeitou rumar novamente à equipa de Guimarães, para ocupar o lugar de Gil Lameiras.
A oficialização de Luís Pinto deve ser feita nos próximos dias. O Gil Vicente finalizou a Primeira Liga na sexta posição, com 50 pontos no sexto lugar.
O Grupo I do Mundial 2026 contempla França, Senegal, Iraque e Noruega. Conhece melhor as seleções.
O Mundial 2026 está em andamento e tem 48 seleções repartidas por 12 grupos. No Grupo I figuram França, Senegal, Iraque e Noruega.
Aspirações distintas, todas as seleções apresentam nuances e sistemas táticos distintos. Em baixo, podes conhecer melhor como jogam cada uma das integrantes no Grupo I, bem como as suas principais figuras, pontos fortes e pontos fortes.
Domínio verde e branco numa tarde de consagração no distrito de Aveiro
O Estádio Municipal de Vagos recebeu no último sábado, dia 13 de junho a emblemática 10.ª edição da Taça de Portugal de Atletismo ao ar livre. Oito dos melhores clubes nacionais — apurados através das pontuações dos Campeonatos Nacionais de Clubes da época passada — mediram forças numa competição de classificação conjunta (masculina e feminina), onde a regularidade e a profundidade dos plantéis ditaram as leis.
No final das contas, o Sporting Clube de Portugal provou ser a equipa mais forte e equilibrada em prova. Os leões somaram uns impressionantes 145 pontos, assumindo as rédeas da competição com um domínio assinalável em várias disciplinas para erguer o troféu de campeão da época 2025/2026.
A luta pelos restantes lugares do pódio foi intensa. A Associação Jardim da Serra (Madeira) viajou para o continente com a lição bem estudada e garantiu um brilhante segundo lugar com 117 pontos. Logo atrás, a fechar o pódio a escassos quatro pontos de distância (113 pts), ficou o Atlético Clube da Póvoa de Varzim, que selou a sua excelente prestação com uma vitória empolgante na última prova do dia: a mítica estafeta de 4×400 metros masculinos.
OS DESTAQUES DA TARDE
Para vencer uma competição coletiva desta dimensão, é preciso somar vitórias individuais. E, nesse aspeto, a tarde em Vagos esteve repleta de grandes exibições:
A “Máquina” Leonina: O Sporting CP alicerçou a sua vitória numa autêntica chuva de primeiros lugares. Destaque para a velocidade, com Gabriel Maia (20.99s) e Lurdes Oliveira (24.33s) a dominarem os 200 metros. Nos lançamentos, Arianne Morais arrasou no dardo com 55,22 metros (uma vantagem de 10 metros sobre a concorrência) e Edujose Lima foi o único a atirar o disco para lá da marca dos 50 metros (54,06m). O domínio estendeu-se aos saltos e às pistas, com vitórias de Rinelmo Sami (Triplo Salto), Diogo Oliveira (Altura), David Garcia (800m), Duarte Santos (3.000m), Lúcia Martinha (400m barreiras) e a fechar em beleza com a estafeta feminina de 4x400m (Diana Indeque, Maria Poppe, Teresa Delfino e Inês Alves).
O “Póquer” do Jardim da Serra: A equipa insular assegurou a prata coletiva graças a quatro vitórias categóricas. Francislaine Serra dominou o peso (14,55m), Ana Rita Silva foi a única a voar para lá dos 12 metros no triplo salto (12,09m), Maria Avelino impôs-se nos 800 metros (2:07.88) e Simão Bastos venceu os sofríveis 3.000 metros obstáculos (9:05.71).
Póvoa de Varzim a voar: Para além da vitória coletiva nos 4x400m masculinos (Lourenço Ribeiro, Gabriel Morim, Tomás Ribeiro e Carlos Carvalho), a equipa poveira brilhou com Cátia Pereira no salto com vara (3,40m) e Gabriel Morim nos 400m barreiras (52,35s).
Talento minhoto e maiato: A classe individual também se fez notar noutras formações. Pelo SC Braga, Laura Taborda (3.000m) e Fatumata Baldé (100m barreiras) subiram ao lugar mais alto. Já o Maia AC festejou com João Ferreira (Martelo) e Diogo Guerra (110m barreiras).
CLASSIFICAÇÃO GERAL
A 10.ª edição da Taça de Portugal de Atletismo ficou assim ordenada após o somatório de pontos das provas masculinas e femininas:
O ‘AM Bola na Rede’ é o podcast que vai acompanhar o Mundial 2026. No segundo episódio, a análise dos jogos dos oito primeiros grupos.
Segundo episódio do “AM Bola na Rede”, a Assistência ao Mundial 2026. Neste podcast que, iremos acompanhar nas próximas semanas os principais temas em torno da maior competição de futebol.
O segundo episódio traça o retrato dos primeiros jogos da competição, com a análise dos jogos dos oito primeiros grupos, onde, por exemplo, Cabo Verde travou a Espanha e o Brasil empatou com Marrocos.
Os comentários são do Ailton Ricardo Pereira e do Diogo Ribeiro.
Para veres todos os podcasts do Bola na Rede, clicar aqui.
O Académico Viseu está perto de chegar a um acordo com Bruno Pinheiro para a sucessão de Sérgio Fonseca no comando técnico.
O Académico Viseu já escolheu o treinador para o regresso à Primeira Liga. Segundo o Record, o clube recém-promovido está muito perto de chegar a um acordo com Bruno Pinheiro para a sucessão de Sérgio Fonseca.
A mesma fonte revela que as negociações intensificaram-se durante as últimas horas, estando muito perto de finalizar a contratação do novo técnico.
Bruno Pinheiro passou 2025/26 no comando do Eupen, alcançando o sétimo lugar da Liga Belga. Antes disso, o português de 49 anos liderou o Estoril Praia entre 2020 e 2022, passando ainda pelo Al Sadd antes de rumar ao Gil Vicente na época 2024/25.