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Bélgica não convence e deixa para trás pontos diante do Egito na estreia no Mundial 2026

A Bélgica empatou com o Egito na estreia das duas seleções no Mundial 2026. Empate abre contas do Grupo G da competição.

A Bélgica era clara favorita, mas não convenceu e esteve mais próximo de perder que de ganhar. Diante do Egito, na estreia das duas seleções no Mundial 2026, empate por 1-1.

Inspirado por um qualquer dom de um Faraó, Emam Ashour (19′) foi assistido pelo mais próximo de um Deus egípcio na Terra, Mohamed Salah, e adiantou a formação africana no marcador, resultado que se arrastou até ao intervalo.

Sem grande dom criativo, Rudi Garcia chamou Romelu Lukaku a jogo e teve impacto imediato. No primeiro lance em campo, o avançado respondeu a um cruzamento e, na atrapalhação, Mohamed Hany (66′) meteu a bola dentro da baliza.

Com este resultado, belgas e egípcios estão igualados no Grupo G do Mundial 2026. Mais tarde, a partir das 02h desta madrugada, de segunda para terça-feira, Irão e Nova Zelândia defrontam-se no outro jogo.

Luis de La Fuente reflete sobre o empate entre Espanha e Cabo Verde: «Quando a bola não quer entrar… não quer entrar»

Luis de La Fuente deixou elogios à organização defensiva de Cabo Verde e destacou o número de oportunidades criadas por Espanha.

Num arranque histórico para Cabo Verde e desapontante para Espanha, o primeiro jogo do Grupo H terminou empatado a zero. Em reação ao resultado, Luís de La Fuente começou por elogiar a organização defensiva adversária e abordou o grande número de oportunidades desperdiçadas:

«Eles são uma equipa muito organizada, vimos que se metiam em bloco baixo, é muito difícil gerar espaços assim. Mesmo assim gerámos, faltou um pouco de circulação, quando a bola não quer entrar… não quer entrar. Houve remates, ocasiões e vontade de resolver o jogo de forma rápida. Sabemos que isto é muito difícil e sabemos que aqui custa imenso ganhar».

O selecionador espanhol explicou também a decisão de manter Lamine Yamal e Nico Williams no banco até à segunda parte:

«O objetivo é ir dando-lhes minutos, para que ganhem confiança e ritmo para estarem melhor nos próximos compromissos».

Jan van Hecke sofre lesão no olho no empate dos Países Baixos frente ao Japão: «Não estou a ver muito bem»

O defesa neerlandês Jan van Hecke ficou com um olho negro no empate dos Países Baixos frente ao Japão por 2-2.

O defesa Jan van Hecke terminou o encontro entre os Países Baixos e o Japão, que ditou um empate a duas bolas (2-2), com um olho negro. O jogador foi atingido no rosto pela chuteira de Maeda numa disputa de bola, mas, apesar do aparato e de ter saído maltratado, conseguiu manter-se em campo e já tem o seu foco apontado aos próximos embates da sua seleção, frente à Suécia e à Tunísia.

Em declarações prestadas ao canal NOS, o jogador abordou o choque, confessando que as dores foram aumentando à medida que os minutos passavam, mas acabou por desvalorizar o incidente:

«Durante o jogo, não se sente por causa da adrenalina. Ele acertou em cheio no meu olho. Fui com a cabeça à bola, podia acontecer. Em algumas alturas afetou-me a visão, aliás estou agora a reparar que não estou a ver muito bem deste lado. Espero que melhore um pouco, mas já sei que até deve inchar um pouco mais. Faz parte».

Para além da questão física, o defesa aproveitou a ocasião para lamentar o golo do empate nipónico, concedido já muito perto do apito final da partida:

«Tivemos bons momentos no jogo e marcámos dois bons golos. Depois recuámos demasiado no terreno. Devíamos ter mantido mais pressão sobre o adversário, porque assim tornámos as coisas mais difíceis para nós próprios».

Presidente da Federação Marroquina provoca Lamine Yamal: «Espero que nos encontremos com Espanha na final»

O presidente da federação marroquina provoca Lamine Yamal e admite querer defrontar a seleção espanhola na final do Mundial.

Um dia após o empate a uma bola frente ao Brasil, o presidente da Federação Marroquina de Futebol já aponta à final do Mundial 2026. Quatro anos depois do histórico quarto lugar alcançado no Catar, torneio em que a seleção africana eliminou Portugal e Espanha, o dirigente aproveitou o momento para lançar uma provocação a Lamine Yamal.

Recorde-se que foi público o esforço de Marrocos para tentar convencer o jovem talento do Barcelona a representar as cores do país. No entanto, o atleta nascido em Espanha, filho de pai marroquino e mãe guineense, optou por defender a seleção do país onde nasceu. Sobre esta nega, o dirigente máximo do futebol marroquino atirou a seguinte declaração:

«Agora, espero que nos encontremos com Espanha na final do Mundial para ver se Lamine tomou a decisão certa».

Apesar da recusa de Yamal, a aposta de Marrocos em talentos da diáspora continua a ser muito forte e evidente. Frente à seleção do Brasil, a equipa magrebina fez mesmo história nos Campeonatos do Mundo ao ter em campo, em simultâneo, 11 jogadores nascidos fora do país que representam.

Ruben Amorim faz as malas e prepara viagem a Milão para assinar contrato

Ruben Amorim viaja nas próximas horas para Itália com o objetivo de formalizar o contrato com o AC Milan para as próximas duas épocas.

O acordo verbal já está fechado e Rúben Amorim prepara-se para viajar para Milão nas próximas horas. O objetivo é assinar oficialmente o contrato com o clube italiano. Como avançado pela imprensa internacional, o treinador português vai assinar por duas épocas (com mais uma de opção), regressando ao ativo depois de ter saído do Manchester United no início de janeiro.

Em Itália, Amorim vai ganhar um salário anual base de 3,5 milhões de euros. Este valor pode aumentar através de bónus, caso a equipa consiga conquistar títulos ou garantir o apuramento para a Liga dos Campeões. Foi precisamente por falhar a ida à Champions que o anterior treinador, Massimiliano Allegri, acabou por sair.

Rúben Amorim será o terceiro português a treinar o Milan, depois de Paulo Fonseca e Sérgio Conceição. Pela frente, terá um desafio muito exigente: o clube vive uma fase de grande instabilidade, pois a equipa não vence qualquer troféu desde o início de 2025.

Rodri critica a abordagem defensiva de Cabo Verde: «Eles não passam do meio-campo»

Rodri não apreciou as táticas defensivas de Cabo Verde no empate a zero frente a Espanha. Médio espanhol lamentou a falta de eficácia.

Cabo Verde limitou o poderio ofensivo espanhol e conquistou um ponto histórico na estreia no Mundial. Após o apito final, Rodri analisou o primeiro jogo do Grupo H e lamentou a falta de eficácia da equipa comandada por Luís de la Fuente:

«Não era para ser. Não há muito do que reclamar. Sabíamos que era um jogo que exigia paciência. Eles se fecharam e recuaram muito rapidamente. Não conseguimos marcar. Criamos chances, mas não conseguimos finalizar. O lado positivo é que eles quase não criaram nada contra nós. Precisamos melhorar nosso finalização».

De seguida, o capitão de Espanha mostrou-se frustrado com a postura defensiva de Cabo Verde:

«Sabíamos que era um jogo que exigia paciência. Eles se fecharam e recuaram muito rapidamente. Não conseguimos marcar. Criamos chances, mas não conseguimos finalizar. O lado positivo é que eles quase não criaram nada contra a gente. Precisamos melhorar nosso finalização».

Grupo H do Mundial 2026: Como jogam Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai?

O Grupo H do Mundial 2026 contempla Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai. Conhece melhor as seleções.

O Mundial 2026 está em andamento e tem 48 seleções repartidas por 12 grupos. No Grupo H figuram Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai.

Aspirações distintas, todas as seleções apresentam nuances e sistemas táticos distintos. Em baixo, podes conhecer melhor como jogam cada uma das integrantes no Grupo B, bem como as suas principais figuras, pontos fortes e pontos fortes.

Eis a análise tática em imagem:

Eis a análise tática em vídeo:

Recorda todos os grupos do Mundial 2026. Acompanha também as análises aos restantes grupos nas redes sociais do Bola na Rede.

Grupo G do Mundial 2026: Como jogam Bélgica, Egito, Irão e Nova Zelândia?

O Grupo G do Mundial 2026 contempla Bélgica, Egito, Irão e Nova Zelândia. Conhece melhor as seleções.

O Mundial 2026 está em andamento e tem 48 seleções repartidas por 12 grupos. No Grupo G figuram Bélgica, Egito, Irão e Nova Zelândia.

Aspirações distintas, todas as seleções apresentam nuances e sistemas táticos distintos. Em baixo, podes conhecer melhor como jogam cada uma das integrantes no Grupo B, bem como as suas principais figuras, pontos fortes e pontos fortes.

Eis a análise tática em imagem:

Eis a análise tática em vídeo:

Recorda todos os grupos do Mundial 2026. Acompanha também as análises aos restantes grupos nas redes sociais do Bola na Rede.

Raúl Asencio mostra-se entusiasmado com José Mourinho e comenta possível chegada de português ao plantel: «É muito bom, seria um salto de qualidade para a equipa»

Raúl Asencio elogiou a chegada de José Mourinho ao Real Madrid e aprovou a possível contratação do português Bernardo Silva.

O Real Madrid prepara-se para uma nova era sob o comando técnico de José Mourinho, e Raúl Asencio não esconde o entusiasmo com o projeto para a próxima temporada. Numa altura em que o clube madrileno se mostra muito ativo no mercado de transferências, com as chegadas previstas de Konaté, Dumfries, Cucurella e do português Bernardo Silva, o defesa-central perspetivou o futuro da equipa.

Em declarações prestadas ao El Desmarque, o jogador não poupou elogios ao novo treinador, recordando o impacto da sua primeira passagem pelo clube:

«Agora, com o novo projeto de Mourinho, creio que é muito entusiasmante e tenho muita vontade de começar. Eu era pequeno e via-o, como mudou a equipa, a competitividade que introduziu no clube, a raiva e a garra… Creio que são características que me definem como jogador. Muito entusiasmado por começar com ele ao leme».

O central comentou também a possível contratação de Bernardo Silva (que ainda não foi oficializada), um reforço que considera ser uma grande mais-valia para os merengues:

«É muito, muito bom. Seria um salto de qualidade para a equipa. Tudo o que vier receberemos de braços abertos e temos a certeza de que o projeto que estão a fazer é incrível».

De recordar que também Sami Khedira está a ser apontado ao lugar de treinador adjunto na equipa técnica de José Mourinho.

Estreia que bateu recordes dos anos 60: Cabo Verde cometeu apenas uma falta e anulou Mikel Oyarzabal

Cabo Verde tornou-se a primeira seleção desde 1966 a cometer apenas uma falta num jogo completo e a primeira a limitar um adversário a 0 toques na bola nos primeiros 30 minutos.

Num dia que seria digno de celebração independentemente do resultado, Cabo Verde estreou-se no Mundial 2026 com um empate frente a Espanha que quebrou recordes com 60 anos de história. No campo disciplinar, os Tubarões Azuis tornaram-se a primeira seleção desde 1966 a cometer apenas uma falta ao longo de uma partida completa do torneio.

A nível individual, a equipa comandada por Bubista foi capaz de anular totalmente Mikel Oyarzabal, limitando o talentoso avançado espanhol a zero toques na bola durante a primeira meia hora de jogo. Este foi outro dos marcos que também não era alcançado deste o Mundial em Inglaterra.

Cabo Verde voltou a demonstrar que é um adversário feroz para qualquer seleção, sofrendo apenas uma derrota em 16 jogos contra seleções europeias, incluindo empates frente a Portugal e Sérvia.