Apesar do interesse de clubes como o Real Madrid e Bayern Munique, Tomás Araújo está comprometido a continuar no Benfica.
Tomás Araújo impressionou não só Roberto Martínez, sendo chamado para o Mundial 2026, como também gigantes do futebol europeu como o Real Madrid e Bayern Munique. Contudo, o Record avança que o defesa-central de 24 anos quer continuar no Benfica e ajudar os encarnados a voltar a conquistar o título da Primeira Liga.
Com a saída de Nícolas Otamendi, o internacional português passará a ter maior preponderância dentro e fora de campo, sendo também esperado queassuma uma posição mais alta na hierarquia de capitães.
Tomás Araújo tem um contrato com o Benfica válido até 2029, com uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros. Em 2025/26, registou um golo e duas assistências em 39 jogos pelas águias.
O Wolverhampton oficializou esta segunda-feira a contratação de César Peixoto. Técnico português deixa assim o Gil Vicente.
César Peixoto é o novo treinador do Wolverhampton. Depois de as notícias que davam conta desta transferência, a oficialização aconteceu esta segunda-feira por parte do emblema recém-despromovido ao Championship.
«Tenho orgulho de estar aqui neste grande clube histórico de Inglaterra. É uma grande oportunidade para mim e estou disposto a fazer tudo para colocar o Wolves no lugar que lhe cabe na Premier League. Temos grandes jogadores, mas acho que a equipa pode melhorar muito comigo e eu posso melhorar como treinador principal. Quero imprimir a minha identidade na equipa, construir uma identidade forte no clube e também ajudar a equipa a crescer, mostrando a minha identidade e a minha forma de jogar», referiu César Peixoto em declarações citadas no site oficial do clube.
«Este é um clube fantástico, e é importante para mim fazer com que o Wolves jogue de uma forma que reflita os adeptos. É uma cidade trabalhadora, com muita energia e muita paixão, e quero que vejam uma equipa que pratique um futebol ofensivo, com boa organização e que jogue para os adeptos. Quero que os adeptos se orgulhem dos nossos jogadores, se orgulhem da forma como jogamos e da forma como lutamos jogo após jogo para conquistar a vitória e alcançar o objetivo principal, que é levar o Wolves de volta à Premier League», prosseguiu César Peixoto.
César Peixoto assinou um contrato válido com o Wolverhampton por duas temporadas e prepara-se assim para uma experiência em Inglaterra.
O Sporting disse adeus a cinco jogadoras de futebol feminino: Catarina Potra, Anna Wellmann, Britanny Raphino, Beatriz Fonseca e Rita Almeida.
Catarina Potra, Anna Wellmann, Britanny Raphino, Beatriz Fonseca e Rita Almeida estão de saída do Sporting. Nesta segunda-feira, o clube verde e branco fez uma publicação onde agradeceu o «esforço» e «dedicação» das cinco jogadoras:
«Obrigado pelo vosso esforço e dedicação ao serviço do Sporting», pode ler-se na descrição, sendo que estas jogadoras não continuam assim no clube e é o adeus confirmado.
No futebol feminino, o Sporting também oficializou, no último mês, a renovação de contrato de Micael Sequeira, que tem agora contrato válido até 2028. O técnico português chegou ao Sporting já no decorrer de 2024/25, última temporada.
Em entrevista ao Bola na Rede, Bruno Romão analisou a seleção de Cabo Verde, que participa pela primeira vez num Mundial.
Bola na Rede: Cabo Verde estreia-se amanhã num Mundial. O que representa este evento para o povo cabo-verdiano e quais as tuas expetativas?
Bruno Romão: Esta qualificação representa já uma viragem no desenvolvimento do futebol cabo-verdiano, sobretudo no desenvolvimento do trabalho das seleções. Há um trabalho que a Federação tem feito em conjunto com os clubes de grande promoção daquilo que é o jogador cabo-verdiano que está na Liga Nacional agora. Os clubes da Liga cabo-verdiana têm recursos diferentes daquilo que são outras potências africanas e isso leva a que o desenvolvimento seja mais lento e tenha muitos mais desafios. Agora, em termos daquilo que é a seleção no contexto africano, Cabo Verde é uma seleção forte e isso fica provado pelo que têm sido as qualificações para a CAN, agora esta qualificação para o Mundial. Acho que não estamos a falar tanto de afirmação, estamos a falar sobretudo num trabalho de consistência da Federação, dos selecionadores, do selecionador atual que está a fazer um trabalho brilhante. Portanto, cabo-verde neste momento apresenta-se como uma seleção forte do futebol africano.
Bola na Rede: Acreditas que esta qualificação pode ser um ponto de viragem no desenvolvimento do futebol do país? Cabo-Verde pode se vir a tornar uma potência africana?
Bruno Romão: A participação da seleção neste Mundial representa muito para o povo cabo-verdiano. Estamos a falar de um arquipélago de nove ilhas que tem muitos, muitos imigrantes fora e, um pouco à semelhança de Portugal, cuja participação internacional reflete uma viagem da cultura e da identidade do próprio país. Isso também terá impacto com certeza na receita turística do país, portanto há aqui todo um impacto cultural, económico, também de orgulho e identidade nacional que é que é muito importante para o país. As minhas expectativas relativamente à participação de Cabo Verde é que faça aquilo que tem feito internacionalmente. É uma seleção que não luta nem de perto nem de longe com os mesmos recursos dos outros rivais, sobretudo africanos, naturalmente, mas que tem sido muito competitiva em todos os jogos, vai ter uma estreia difícil contra a Espanha, mas aquilo que espero é que Cabo Verde consiga espalhar aquilo que é o seu futebol, a sua qualidade e de alguma forma a magia cabo-verdiana.
Bola na Rede: Quais as principais características da seleção de Cabo Verde? Há algum jogador que acreditas poder surpreender quem acompanha pouco o futebol africano?
Bruno Romão: A principal característica da seleção de Cabo Verde tem a ver com a ser competitiva como um todo. E quando digo como um todo, é como família, é como grupo, é como o conjunto entre os jogadores e o staff e aquilo que toda esta gente consegue girar junta. É uma seleção muito equilibrada, tem um lote muito equilibrado. Na minha opinião, não há muitos jogadores que se destaquem porque todos estão a um nível muito, muito semelhante. E o conjunto destes jogadores com essa fome de fazer melhor, com esse orgulho de representar a seleção é, na verdade, para mim, o grande ponto forte. Em termos de futebol, é uma seleção que gosta de ter bola, é uma seleção que também sabe defender quando é preciso e que, quando também precisa de jogar mais para transições, também o faz com qualidade.
Bola na Rede: Que aspetos da Espanha podem ser explorados por uma seleção como Cabo Verde e como prepararias um jogo desta dimensão?
Bruno Romão: O perfil de jogo da Seleção Espanhola é bastante diferente daquilo que é a Seleção Cabo-verdiana. Nós estamos a projetar um jogo em que muito provavelmente a Espanha vai ter controle e vai estar em ataque posicional. Dentro deste perfil esperado de jogo, parece-me que Cabo Verde vai procurar explorar as transições, vai defender compacto, fechar espaços. Saber sofrer será fundamental, não cometer erros é importante neste primeiro jogo. E depois explorar algumas dificuldades de transição defensiva que a Espanha tem, sobretudo com a velocidade dos centrais. Estes parecem-me ser os pontos fundamentais para este jogo.
Bola na Rede: O que falta às seleções africanas para conseguirem competir regularmente com as potências mundiais?
Bruno Romão: As seleções africanas têm muito talento. Aquilo que temos inclusive verificado nesta qualificação para o Mundial, nestes jogos amigáveis, perto da competição, é que vemos seleções competitivas, fruto também do trabalho dos seus selecionadores e das estruturas mais organizadas. A evolução do futebol africano e das seleções africanas tem muito a ver com as estruturas federativas serem capazes de manter trabalhos estáveis e de ter selecionadores que tenham uma visão a longo prazo, mas ao mesmo tempo que procurem ter um perfil de resultado e que procurem atingir estas qualificações. Talento existe, o jogador africano é um jogador de imensa qualidade, a maior parte dos jogadores das seleções africanas estão no Mundial, jogam na Europa e muitos, uma larga percentagem, tem um nível muito alto, portanto a qualidade não é um problema. Aquilo que falta muitas vezes é estabilidade, é estabilidade nestes projetos de seleção, não tanto a dois anos, mas mais a quatro anos, para que os resultados possam aparecer de forma consistente.
Luis de la Fuente antevê Espanha x Cabo Verde. Selecionador confirma que Lamine Yamal poderá ir a jogo e elogia adversário.
Luis de la Fuente fez a antevisão ao Espanha x Cabo Verde, jogo relativo à primeira jornada da fase de grupos do Mundial 2026. Em conferência de imprensa, o selecionador de Espanha destaca a «ilusão» e «ganas» dos jogadores:
«O que vejo nos meus jogadores? Ilusão e ganas! Eles sabem que este é um momento estelar para todos eles. Muitos nunca estiveram num Mundial. Não há nada mais bonito do que encarar um desafio com ilusão e confiança. É isso que vejo neles. Se eles estão assim… eu ainda estou mais».
«O favoritismo é uma questão literária. Ser favorito não te garante nada. Este é, aliás, o Mundial onde há mais favoritos», referiu ainda Luis de la Fuente, que também abordou a situação física de Lamine Yamal:
«Seguimos as indicações dos corpos médicos do Barcelona e da seleção. Dizem-nos que pode jogar amanhã sem contratempos. Não está pronto para cumprir os 90 minutos, apenas para algum tempo… não sei quanto».
Luis de la Fuente deixou ainda elogios ao Cabo Verde, sendo que o jogo acontece esta segunda-feira, dia 15 de junho, pelas 17h00:
«Se alguém pensa que é um jogo fácil… está enganado. É um adversário com conceitos táticos muito definidos e que tem jogadores poderosos fisicamente. Muitos deles jogam na Europa! Será um desafio que exigirá a nossa melhor cara!».
Cabo Verde tem o duro desafio de enfrentar Espanha na estreia num Mundial, com apito inicial marcado para as 17h desta segunda-feira.
Cabo Verde prepara-se para o primeiro jogo da história do país num Mundial, com um primeiro embate frente à poderosa Espanha. Já são conhecidos os onzes iniciais escolhidos pelos selecionadores Luis de la Fuente e Bubista.
O apito inicial do Espanha x Cabo Verde está marcado para as 17h desta segunda-feira, em Atlanta.
Eis os onzes oficiais:
Espanha: Unai Simón, Marcos Llorente, Pau Cubarsí, Laporte e Marc Cucurella, Rodri, Fabian Ruíz, e Pedri, Ferran Torres, Oyarzabal e Gavi.
Cabo Verde: Vozinha, Steven Moreira, Roberto Lopes, Diney Borges e Sidny Cabral, Laros Duarte e Kevin Pina, Jovane Cabral, Jamiro Monteiro, Ryan Mendes e Dailon Livramento.
Matheus Nunes realizou a antevisão ao Portugal x RD Congo, jogo que marca a estreia da Seleção Nacional no Mundial 2026.
A Seleção Nacional está cada vez mais perto de iniciar a campanha no Mundial 2026. Na conferência de imprensa desta segunda-feira, nos EUA, Matheus Nunes falou sobre o livro biográfico de Diogo Jota:
«Sim, comecei a ler o livro no voo para cá, já tinha comentado com a minha família que o ia fazer. É curiosidade minha descobrir coisas que não sabia. Já descobri detalhes do que aconteceu. Fica para mim. Estou a descobrir coisas que não sabia».
«Sim, acho que a carreira do Diogo foi de superação, podemos tirar ilações disso. Não foi fácil para ele nem para outros jogadores. Foi uma carreira muito bonita e de sucesso que ele teve, começar em baixo e chegar onde ele chegou. Tenho a certeza de que olha para nós e nos deseja o maior sucesso no mundo. Carregamo-lo nos nossos corações», referiu ainda.
«Queremos que o Ruben esteja presente em todos os jogos, porque ele é muito importante. Sabemos de toda a importância que tem para a seleção, é um dos líderes. É uma voz muito presente dentro e fora. Espero que esteja bem para o primeiro jogo e para o resto do Mundial».
Matheus Nunes realizou a antevisão ao Portugal x RD Congo, jogo que marca a estreia da Seleção Nacional no Mundial 2026.
A Seleção Nacional está cada vez mais perto de iniciar a campanha no Mundial 2026. Na conferência de imprensa desta segunda-feira, nos EUA, Matheus Nunes falou sobre o facto de partilhar balneário com Cristiano Ronaldo por Portugal:
«Se me imaginei a jogar com ele? Nunca. Há 10 anos estava na 6.ª divisão de Portugal. Nunca imaginei, é uma honra estar aqui com ele. Estamos felizes por estarmos aqui com ele. Se pudermos ganhar o título por ele seria uma grande coisa».
Matheus Nunes realizou a antevisão ao Portugal x RD Congo, jogo que marca a estreia da Seleção Nacional no Mundial 2026.
A Seleção Nacional está cada vez mais perto de iniciar a campanha no Mundial 2026. Na conferência de imprensa desta segunda-feira, nos EUA, Matheus Nunes, entre vários temas, foi questionado sobre uma final contra o Brasil seria o cenário perfeito e comentou decisão importante:
«Seria especial, se preferia num jogo assim… é o que for. Quero é estar na final contra quem for. Seria diferente, especial obviamente. No final, quero é ganhar. Diria que foi muito difícil tomar a decisão de escolher Portugal porque sinto que sou os dois por igual. No futebol devo muito mais a Portugal do que ao Brasil. Foi onde vivi o período em que comecei a jogar a sério, no Brasil nunca fui federado. Foi difícil, mas tenho muito orgulho de ter escolhido Portugal e sou muito contente por jogar por Portugal».
E os familiares?
«Tem de lhes perguntar! Os meus familiares no Brasil provavelmente torceriam por Brasil, a minha mãe por Portugal. Teve uma opinião vincada em relação à escolha».