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Artur Jorge reage à goleada sofrida pelo Cruzeiro frente ao São Paulo: «Estamos todos muito preocupados»

Artur Jorge reagiu à derrota do Cruzeiro frente ao São Paulo. O técnico português confirmou que há um grande desafio pela frente e que existe muita preocupação.

Artur Jorge falou após a goleada sofrida pelo Cruzeiro frente ao São Paulo. O treinador português, que cumpriu o segundo jogo com a equipa canarinha, assumiu que está preocupado com o estado atual do clube:

«Estamos todos muito preocupados. Eu disse isso desde o primeiro dia: temos muito trabalho a fazer. A vitória contra o Vitória foi apenas um momento, um jogo isolado. Precisamos de consistência nos resultados positivos. Pode até ser difícil para vocês compreenderem, mas, para mim, a questão é clara: o que mais me preocupa é encontrar esse equilíbrio para que possamos ter uma sequência de jogos mais estável», atirou o treinador português em conferência de imprensa.

Artur Jorge falou também da gestão de expectativas no Cruzeiro:

«É exatamente isso que precisamos gerir: toda essa situação (…) Quem disputa um campeonato no Brasil, além de outras competições, como a Libertadores e a Copa do Brasil, não pode ter muito tempo para ficar abatido com resultados maus, nem eufórico demais com os bons», afirmou.

O técnico português enalteceu também o desafio que tem pela frente:

«O desafio é enorme. Basta olhar para a história do Cruzeiro e sua dimensão para entender o quanto é importante conquistar resultados neste clube. A diferença em relação a outros momentos também é clara. Quando cheguei ao Botafogo, a situação era diferente. Aqui, encontrei a equipa já com 20 pontos perdidos e somamos apenas quatro desde então — essa é a grande diferença. Ainda assim, o desafio e a coragem de assumir o comando dessa equipe merecem, da minha parte, todo o empenho».

Cruzeiro de Artur Jorge goleado na deslocação ao terreno do São Paulo no Brasileirão

O São Paulo recebeu e goleou o Cruzeiro de Artur Jorge por 4-1, na jornada 10 do Brasileirão. Foi o segundo jogo do técnico português no emblema canarinho.

O Cruzeiro de Artur Jorge sofreu uma goleada na deslocação ao terreno do São Paulo por 4-1, na décima jornada do Brasileirão. Os golos da equipa da casa foram apontados por Jonathan Calleri (12′ g.p.) e por Ferreira, que anotou um hat-trick (16′, 62′ e 90+1′). Para a equipa do técnico português marcou Christian, aos 47 minutos.

Com este triunfo, o São Paulo subiu ao segundo lugar do Brasileirão, com 20 pontos, menos dois do que o Palmeiras, que tem menos jogo. Já o Cruzeiro de Artur Jorge, que tinha vencido pela primeira vez na última jornada, está em lugar de despromoção, no 18.º lugar do Brasileirão, com apenas sete pontos.

FC Porto tem baixa confirmada para o próximo jogo na Primeira Liga

O FC Porto não poderá contar com William Gomes para o próximo jogo da Primeira Liga. Extremo brasileiro viu o quinto cartão amarelo.

William Gomes vai falhar o próximo jogo do FC Porto na Primeira Liga devido a castigo. Na receção ao Famalicão, o extremo brasileiro recebeu o quinto cartão amarelo e por isso terá de cumprir castigo frente ao Estoril Praia. O duelo está marcado para o próximo fim de semana.

Nesta partida, William Gomes, que entrou no início da segunda parte, viu a cartolina amarela aos 55 minutos numa altura em que o marcador apontava para o 1-1 no FC Porto x Famalicão. Entretanto, houve golos de Seko Fofana (90+1′) e de Rodrigo Pinheiro (90+9′).

Na presente temporada, William Gomes regista até ao momento 39 jogos, 12 golos e duas assistências ao serviço do FC Porto, clube com o qual tem contrato válido até ao verão de 2029.

William Gomes FC Porto
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede

Seko Fofana desiludido com o empate no FC Porto x Famalicão: «Pensávamos que tínhamos a vitória garantida»

Seko Fofana analisou o desfecho do FC Porto x Famalicão. Duelo entre as equipas terminou com empate 2-2 no Estádio do Dragão.

Seko Fofana fez a análise do FC Porto x Famalicão, encontro da 28.ª jornada da Primeira Liga. O duelo terminou com o empate a duas bolas e o médio, que inclusive marcou o segundo golo dos dragões, disse o seguinte:

«Estamos muito desiludidos com o resultado de hoje. Pensávamos que tínhamos a vitória garantida. Demos tudo de nós e, infelizmente, não fomos recompensados. Ainda faltam muitos jogos. Cada jogo tem a sua própria história. Sei que temos o grupo para fazer a diferença. Vamos preparar-nos bem para o próximo jogo e estamos prontos para todas as partidas».

«Hoje, as equipas estão a analisar-nos. Eles são bons. Organizámo-nos, tentámos muito. Infelizmente, não fomos recompensados. É a vida, é assim. Vamos lutar até ao fim. Não existem jogos fáceis. Sei que temos o grupo para fazer a diferença. São adeptos incríveis que nos apoiam até ao fim e vamos dar-lhes o que merecem», prosseguiu.

Seko Fofana admite cansaço:

«Continuar a trabalhar. Temos uma equipa que trabalha muito o tempo todo. Desafiamo-nos a cada partida. Não tenho dúvidas disso. Hoje, sentimos um pouco mais de cansaço. Mas faremos tudo o que for necessário para estarmos prontos para todos os próximos jogos».

Seko Fofana foi questionado sobre se acredita que o FC Porto será campeão:

«Não quero necessariamente pensar tão longe. O mais importante é continuar a trabalhar e, no final, conseguiremos o que merecemos».

Francesco Farioli responde ao Bola na Rede: «Não fizemos uma circulação rápida de bola, faltou precisão e não houve agressividade na construção de jogo»

O FC Porto empatou com o Famalicão em jogo da 28.ª jornada da Primeira Liga. Francesco Farioli respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.

Francesco Farioli analisou o empate entre FC Porto e Famalicão (2-2) na 28.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve presente no Estádio do Dragão, e, no final do encontro, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador dos dragões.

Lê também a questão colocada a Hugo Oliveira, treinador do Famalicão.

Bola na Rede: O Famalicão, em 4-4-2, acabou por dificultar os caminhos pelo corredor central do FC Porto na primeira parte. Pergunto-lhe o que procurou corrigir ao intervalo para que a equipa conseguisse explorar mais as triangulações pelo meio e também encontrar mais vezes o Terem Moffi?

Francesco Farioli: Jogámos quatro vezes contra o Famalicão: três em jogos oficiais e um na pré-época. Nós sabíamos os padrões do Famalicão, mas hoje ajustaram alguns detalhes. Na realidade, é mais da nossa responsabilidade, porque não estivemos ao nível: não fizemos uma circulação rápida de bola, faltou precisão e não houve agressividade na construção de jogo. Fomos definitivamente passivos e isso fez com que a nossa performance ficasse abaixo dos nossos padrões. Gosto de ser honesto e acho que hoje não merecíamos a vitória, porque a nossa exibição não esteve ao nível. Por outro lado, às vezes é bom conseguir um resultado mesmo quando não merecemos ou quando não fazemos um jogo top, mas mesmo assim, quando tivemos a oportunidade, não conseguimos gerir a situação da forma como devíamos.

Hugo Oliveira responde ao Bola na Rede após o FC Porto x Famalicão: «A dificuldade que criamos aos adversários passa por usar o nosso guarda-redes»

O FC Porto empatou com o Famalicão em jogo da 28.ª jornada da Primeira Liga. Hugo Oliveira respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.

Hugo Oliveira analisou o empate entre FC Porto e Famalicão (2-2) na 28.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve presente no Estádio do Dragão, e, no final do encontro, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador dos famalicenses.

Lê também a questão colocada a Francesco Farioli, treinador do FC Porto.

Bola na Rede: A equipa do Famalicão mostrou-se muito organizada desde o início, dificultando que o FC Porto jogasse pelo corredor central e obrigando os centrais a recorrerem muitas vezes à bola longa. Pergunto-lhe, por um lado, se isso fazia parte da estratégia defensiva da equipa e, por outro lado, se o surpreendeu o bloco médio do FC Porto, que não pressionou tão alto a primeira fase de construção do Famalicão na primeira parte?

Hugo Oliveira: O Famalicão é sempre uma equipa organizada, não foi só hoje; a organização e disciplina são uma das imagens de marca da equipa. Depois, obviamente, esse era um dos planos sem bola: fechar o espaço central, cortar as ligações pelo meio do FC Porto e, quando a bola chegasse à largura, garantir cobertura para essa zona, porque o FC Porto tem jogadores nas alas extremamente agressivos no 1×1, criando até algumas permutas entre os jogadores que vêm de dentro e os que vêm de fora. Nós tínhamos de manter a nossa capacidade de pressionar e de saltar aos dois centrais em determinados momentos. Aqui tenho de enaltecer o trabalho de alguns jogadores: o jogo que o Gustavo Sá fez hoje foi de um nível muito, muito alto. Com bola, encontrava espaços e sabia para onde se virar; sem bola, sabia quando era o momento de saltar e quando não era. Um jogador com uma capacidade de interpretação tática fora do comum para alguém da sua idade, e caminhamos nesse sentido de desenvolvimento, é para isso que trabalhamos todos os dias. Obviamente, também tínhamos de encontrar os nossos caminhos para jogar. E não é só o FC Porto que decide não pressionar o nosso momento de construção; a dificuldade que criamos aos adversários passa por usar o nosso guarda-redes. O facto de construirmos o jogo com 11 jogadores cria naturalmente dificuldades: há sempre um homem livre, o que torna mais difícil para eles saltarem. O FC Porto é uma equipa pressionante, com poder para saltar, mas se não conseguem chegar a tempo depois de saltar ao guarda-redes, há sempre um homem livre. Sempre que encontramos esse homem livre, giramos e exploramos o espaço cego do FC Porto. Depois de criar, temos de definir, e é para isso que trabalhamos. Há coisas que temos de evoluir, de melhorar, mas acima de tudo, a vida é feita de momentos, e hoje queríamos dar essa alegria aos nossos adeptos. O FC Porto era, hoje, mais próximo de ser campeão nacional, um adversário extremamente forte, com uma campanha fortíssima, e mesmo assim bateu-se perante um Famalicão que teve coragem e jogou o seu jogo dentro deste ambiente. Mesmo depois de sofrer o 2-1 naquele minuto, o Famalicão não se vergou; foi atrás do empate. A vida, de vez em quando, devolve o que merecemos, e hoje devolveu.

Francesco Farioli comenta empate no FC Porto x Famalicão: «Não foi o melhor jogo que fizemos»

Francesco Farioli analisou o desfecho do FC Porto x Famalicão. Dragões empataram com a equipa famalicense a duas bolas.

Francesco Farioli fez a análise do FC Porto x Famalicão, encontro da 28.ª jornada da Primeira Liga. O duelo terminou com o empate a duas bolas e o técnico italiano disse o seguinte:

«Penso que o desempenho, no geral, foi abaixo do nosso standard, mesmo estando em vantagem e à frente na última parte do jogo. É uma pena não termos conseguirmos a vitória em casa. Não foi o melhor jogo que fizemos, de todo. Está feito. Quero agradecer novamente aos adeptos por 100 minutos a puxar-nos e agora é virar a página. Em quatro/cinco dias, vamos jogar os quartos de final da Europa League».

Francesco Farioli foi questionado sobre o que falhou na abordagem inicial:

«É normal, os jogadores estão 15 dias fora a fazer coisas diferentes e não é fácil, num par de dias, viajar milhares de quilómetros e estar no melhor. Não é uma desculpa, é um facto. Hoje estivemos abaixo do nosso standard. O Famalicão está a fazer uma grande temporada».

Francesco Farioli foi questionado sobre a ausência de Gabri Veiga:

«Seko teve um contributo importante, não só pelo golo. Há coisas que fazem parte do futebol, os castigos, as lesões, mas hoje não colocámos em campo tudo o que devíamos».

Francesco Farioli disse que ficou por assinalar grande penalidade a favor do FC Porto:

«Hoje era muito importante conseguirmos a vitória. Não fizemos o nosso melhor jogo, mas tivemos o nosso momento no jogo. É doloroso estar sempre a repetir o mesmo todos os dias, mas hoje parece-me novamente que as imagens são claras. É um problema que está a repetir-se. A ação sobre o Deniz Gul é um penálti claro. Esta área, à qual chamamos de área cinzenta, parece estar cada vez mais a tornar-se cada vez mais uma área verde, e a vergonha sobre o que a imprensa internacional disse sobre a Liga. Acho que o futebol português não merece isto. Mas é o que é. Quando cheguei aqui, no primeiro dia, disseram-me este slogan, que tínhamos de jogar contra tudo e contra todos, a mensagem é muito clara».

Francesco Farioli foi questionado pela situação de Rodrigo Mora:

«Baixa para quinta-feira? Não sei. Temos de avaliar, mas acho que será difícil de recuperar».

Zêzere sobrevive à recuperação do Rio Ave e segue em frente na Taça

A CRÓNICA: A RESILIÊNCIA VILACONDENSE ESBARROU NA FRIEZA FORASTEIRA NA MARCA DOS SEIS METROS

O Pavilhão de Desportos de Vila do Conde foi o palco de um embate eletrizante a contar para os Oitavos de Final da Taça de Portugal. Com as bancadas bem compostas por adeptos locais, o Rio Ave FC procurou impor-se, mas encontrou pela frente um SC Ferreira do Zêzere taticamente inteligente e com uma defesa extremamente sólida.

​Os visitantes mostraram-se mais perigosos na primeira metade. A faltar 13 minutos para o final da primeira parte, Francisco Oliveira “Chico” abriu o ativo com um remate rasteiro para o fundo da baliza. O Rio Ave acusou a pressão, demonstrou nervosismo e teve muitas dificuldades em jogar rasteiro, recorrendo frequentemente a bolas aéreas e bombeadas. O intervalo chegou com a vantagem mínima (0-1) para a equipa visitante.

A segunda parte trouxe um Rio Ave a tentar inverter o rumo, mas foi o Ferreira do Zêzere a dilatar a vantagem a cerca de dez minutos do fim, através do capitão Rui Fontes, que rodou sobre o adversário e atirou a contar para o 0-2. A desvantagem despertou a alma vilacondense. Na sequência de um canto, Rúben Góis encheu o pé e reduziu a desvantagem com um remate fortíssimo (1-2). 

O jogo entrou numa fase vertiginosa. O Rio Ave balanceou-se para a frente e arriscou tudo. Num momento crucial, Kayque evitou o 1-3 com um corte limpo em frente a uma baliza escancarada. A cinco minutos do fim, um contra-ataque espetacular conduzido por Rúben Góis culminou no golo de Dinis, que restabeleceu a igualdade no marcador (2-2). A equipa da casa ainda teve oportunidades para consumar a reviravolta, mas o empate seguiu para prolongamento.

No tempo extra, o Rio Ave esteve em crescendo. O momento de maior tensão pertenceu a Rúben Góis, que teve nos pés uma oportunidade soberba através de um livre de 10 metros, mas acabou por falhar.

A decisão seguiu para a marcação de grandes penalidades. Aí, o SC Ferreira do Zêzere foi mais competente. Enquanto a equipa forasteira converteu quatro dos seus cinco remates (falhando apenas o quarto penálti, por Lucas Albani), o Rio Ave vacilou, com os jogadores Serginho e Gustavo Rodrigues  a desperdiçarem as suas penalidades. O triunfo sorriu ao Ferreira do Zêzere, que carimbou o passaporte para a Final Eight da Taça de Portugal em Gondomar.

A FIGURA

Francisco Oliveira
Fonte: Rui Pereira/Bola na Rede

Francisco Oliveira “Chico” (SC Ferreira do Zêzere) – Foi o grande motor da sua equipa e um quebra-cabeças constante. Abriu o marcador com um golo rasteiro e destacou-se pela excelente capacidade de reter a bola, jogar bem individualmente e distribuir jogo com potência e pormenores técnicos de grande nível.

O FORA DE JOGO

Francisco Silva Machado
Fonte: Duarte Rêgo/Bola na Rede

Francisco Silva (Rio Ave FC) – Teve uma segunda parte bastante infeliz, demonstrando muita dificuldade em lidar com a pressão alta da equipa adversária. Acabou por perder a posse de bola em zonas proibidas por mais do que uma vez, originando lances de enorme perigo que quase resultaram em golos para o Ferreira do Zêzere.

ANÁLISE RIO AVE FC

Os comandados de Bruno Guimarães tiveram uma tarde de duas caras. A primeira parte foi pautada por nervosismo e incapacidade de quebrar a defesa do Zêzere, forçando bolas aéreas. Contudo, a equipa mostrou enorme resiliência para não deitar a toalha ao chão quando se viu a perder por 0-2. Com muito coração, conseguiu chegar ao empate nos minutos finais. Apesar de ter tido o jogo “na mão” num livre de 10 metros no prolongamento, a sorte acabou por abandonar a equipa nos penáltis. 

5 Inicial do Rio Ave FC: Moreira (GR), Zezinho, Rúben Góis, Peixinho e Gustavo Rodrigues.

ANÁLISE SC FERREIRA DO ZÊZERE

A turma orientada por Cristiano Coelho fez uma exibição de grande inteligência e maturidade tática. Apresentou uma coesão defensiva assinalável na primeira parte. Quando alcançou o 0-2, sofreu com a forte reação vilacondense e cedeu o empate. Ainda assim, aguentaram a pressão no prolongamento e demonstraram uma frieza fundamental no momento das grandes penalidades, garantindo o apuramento. 

5 Inicial do SC Ferreira do Zêzere: Nilton (GR), Kaká, Chico, Rui Fontes e Djaelson Filho.

Hugo Oliveira e o FC Porto x Famalicão: «Tivemos jogadores com exibições fantásticas»

Hugo Oliveira analisou o desfecho do FC Porto x Famalicão. Jogo terminou com empate 2-2 no Estádio do Dragão.

Hugo Oliveira fez a análise do FC Porto x Famalicão, encontro da 28.ª jornada da Primeira Liga. O duelo terminou com o empate a duas bolas e o técnico português disse o seguinte:

«Acho que a equipa abordou o jogo como normalmente aborda: com a coragem e os princípios habituais. Jogámos hoje aqui contra um grande adversário, grandíssimo adversário, muito forte com muitas alternativas, muita capacidade individual e coletiva. O jogo entrou numa toada forte e agressiva, mas muito tática. Tenho de tirar o chapéu aos meus rapazes. Tiveram um comportamento incrível. Do ponto de vista de interpretação do jogo, tivemos jogadores com exibições fantásticas».

Hugo Oliveira deu o exemplo da exibição de Gustavo Sá com vários elogios e ainda disse:

«Hoje experimentámos uma forma de estar um pouco diferente sem bola e a capacidade interpretativa deles muito muito boa, mas depois mantendo a mesma coragem perante um ambiente fantástico. Foi um grande jogo entre o FC Porto e o Famalicão, que lindo jogo de futebol. Que fantástica emoção».

Hugo Oliveira falou sobre a reta final da partida:

«Falamos todos os dias de fome. O que nos alimenta na vida e no trabalho é viver emoções, não sobrevivendo e ver o que a vida dá. Não, ambição no máximo, esfomeados por tudo. Há jogo até ao final e nós acreditamos sempre. Sentimos que dava qualquer coisa. Quantas defesas fez o nosso guarda-redes? Quantas defesas fez o guarda-redes do FC Porto? Agora, sem tirar mérito a um adversário fortíssimo, que está em primeiro com muito mérito, com muita capacidade tática e que também é esfomeado. A vida é feita destes momentos. Para mim, o sábado de Páscoa é um dia muito especial para o futebol. As minhas memórias dos sábados de Páscoa são de ir com o meu pai ver a bola. Um dia vão lembrar-se do Famalicão que jogou de peito aberto com o FC Porto e no fim empatou».

«Acreditamos sempre no que vem aí. A primeira parte foi para analisar. Estávamos a chegar muito distantes, tínhamos de chegar a essas fases de finalização muito mais por dentro. O FC Porto foi crescendo pelo poder que foi entrando a partir do banco. Depois de o FC Porto fazer o golo não podia estar acabado. O golo do empate é algo trabalhado. Saímos daqui com este resultado, mas não era o mais importante, era sim jogarmos aqui o nosso jogo», referiu também.

Hugo Oliveira falou sobre o calendário do Famalicão:

«Nós não nos assustamos nunca. Quem estiver atento ao nosso campeonato, nunca estivemos assustados. O que tiramos daqui? Um momento de felicidade para os nossos adeptos. A vida é feita de viver momentos».

Sorriso reage ao empate do FC Porto x Famalicão: «Hoje foi um grande jogo»

Sorriso analisou o desfecho do FC Porto x Famalicão. Duelo entre as equipas terminou com empate 2-2 no Estádio do Dragão.

Sorriso fez a análise do FC Porto x Famalicão, encontro da 28.ª jornada da Primeira Liga. O duelo terminou com o empate a duas bolas e o jogador, que marcou o primeiro golo do Famalicão aos 54 minutos, disse o seguinte:

«Hoje foi um grande jogo esta noite. Trabalhamos para isso, quero parabenizar a equipa e os adeptos que vieram-nos apoiar aqui. Agora é continuar a trabalhar, um ponto muito importante para dar sequência no campeonato».

«Temos de ser resilientes, tivemos várias oportunidades. Não marcámos, mas continuámos focados no jogo. Veio mais oportunidades. Agora é dar sequência ao trabalho. Golo final? Com certeza, alegria, mas isso é fruto do trabalho. Tudo o que apresentámos hoje é tudo o que fazemos no dia a dia, durante a semana», disse ainda Sorriso.