O Rennes chegou a acordo com o Benfica para a contratação do defesa-central de 19 anos, Gonçalo Oliveira, a troco de 3,5 milhões de euros.
Depois de realizar toda a formação na academia do Benfica, Gonçalo Oliveira está de saída da Luz. Segundo a Rádio Renascença, o jovem defesa-central de 19 anos vai assinar pelo Rennes a troco de 3,5 milhões de euros.
Gonçalo Oliveira não chegou a concretizar a estreia pela equipa principal encarnada, mas foi peça importante da campanha do Benfica B na Segunda Liga, onde alinhou em 24 jogos e registou três golos e uma assistência.
O jovem defesa-central marcou também presença em nove jogos da equipa sub-19 na Youth League, apontando um golo e uma assistência.
Borussia Dortmund ofereceu 12 milhões por Bastien Meupiyou. O jogador do Alverca deve deixar o clube este verão.
Segundo o especialista em transferências, Sebastião Sousa Pinto, o Borussia Dortmund apresentou uma proposta para a contratação de Bastien Meupiyou. O clube alemão ofereceu 12 milhões de euros, acrescidos de cinco milhões de euros adicionais mediante o cumprimento de objetivos. O atleta tem outra possibilidade disponível e deverá abandonar o atual clube muito em breve, avança a fonte.
O futebolista francês de 20 anos de idade chegou à equipa do Alverca no ano transato, proveniente do Wolverhampton. Antes desta transferência desportiva, o jogador completou todo o seu processo de formação ao serviço do Nantes.
O jovem assinou um contrato válido com a direção do Alverca até ao ano de 2029. Ao longo da presente temporada desportiva, Bastien Meupiyou acumulou um registo individual de 32 jogos oficiais disputados.
🚨🟡⚫️ EXCL: Borussia Dortmund fez uma proposta de 12M€+5M€ em objetivos por Bastien Meupiyou.
Há outra possibilidade em cima da mesa e francês de 20 anos deve deixar o clube muito em breve. 🇫🇷 pic.twitter.com/uMuKvO1F50
— Sebastião Sousa-Pinto (@sebsousapinto) June 7, 2026
Gonçalo Almeida, advogado especializado em direito desportivo, falou em exclusivo com o Bola na Rede sobre os casos «Mourinho» e «Luís Suárez».
Bola na Rede: Até que ponto o futebol moderno evoluiu para um modelo em que os acordos são feitos primeiro a nível político ou pessoal e só depois formalizados juridicamente, e que riscos isso cria do ponto de vista do direito desportivo?
Gonçalo Almeida: Essa é uma questão muito interessante, até porque é um bocado out of the box, não é? Na realidade, eu acho que isso sempre foi aquilo que se passou. Essa é uma realidade já bem assenta há muitos anos. A formalização ocorre sempre após as negociações, e as negociações ocorrem sempre, ou eu diria que quase sempre, entre os principais interessados. Neste caso, seria o Real Madrid e o José Mourinho. E depois, entre essas partes, acaba por ser uma terceira parte, muito importante no negócio, que acaba por ser contactada, que é o Benfica. Não faz sentido nenhum o José Mourinho contactar o Benfica sem saber se o Real Madrid o quereria contratar. Portanto, acho que neste caso, a normalidade imperou.
Bola na Rede: Um acordo para um treinador assumir funções condicionado ao resultado de eleições internas de um clube tem natureza juridicamente vinculativa no direito desportivo?
Gonçalo Almeida: Sim, eu não diria necessariamente no direito desportivo, embora a jurisprudência ao nível do direito desportivo consagre e respeite a validade desse tipo de acordos. E esses acordos, obviamente, quando estão sujeitos à verificação de um determinado acontecimento ou a um resultado, são correntes, são normais no âmbito da contratação. Por isso, neste caso em particular, vejo com bastante probabilidade de ter ocorrido um acordo, por exemplo, entre o Sport Lisboa e o Benfica e o Marco Siva, fazendo-me fé naquilo que a comunicação social divulga de que o Marco Siva será o treinador eleito. E nesse acordo estará uma salvaguarda. Esse acordo será válido, à condição de, efetivamente, o José Mourinho assinar pelo Real Madrid. E esse tipo de cláusulas contratuais são perfeitamente válidas a nível universal e reconhecidas pela FIFA.
Fonte: Pedro Barrelas / Bola na Rede
Bola na Rede: No caso de o candidato presidencial não vencer, esse entendimento pode gerar responsabilidade pré-contratual ou indemnização por quebra de negociações avançadas, mesmo sem contrato formal assinado?
Gonçalo Almeida: Sim, efetivamente há aqui uma panóplia de cenários que podem ser equacionados. Logo à partida, um acordo celebrado entre o José Mourinho e Florentino Pérez, caso este vença ou não vença as eleições. Portanto, um acordo que estipule que caso vença as eleições ele será o treinador do Real Madrid, sob pena de pagamento de uma indemnização ou uma compensação financeira, e o cenário oposto também, ou seja, uma compensação financeira a ser paga ao José Mourinho pelo próprio Florentino Pérez, caso este último não vença as eleições. Isto é perfeitamente exequível. Depois, teremos aqui que ver a relação contratual. A relação contratual entre o José Mourinho e o Sport Lisboa e Benfica é gravemente afetada pela intervenção do Real Madrid, pelo interesse do Florentino Pérez, enquanto atual presidente, em contratar o treinador. E isso, todo este contexto, julgo eu, parece-me óbvio, que o Benfica já não conta mais com o José Mourinho. E parece-me igualmente óbvio que o José Mourinho não tem intenção de continuar a treinar o Benfica, quer Florentino Pérez ganhe as eleições e ele seja treinador, quer perca as eleições e ele fique vinculado ainda ao Benfica. Eu acho que aí haverá um acordo para desvinculação entre as partes, caso este último cenário (apesar de improvável) se suceder. Parece-me isso. Parece-me improvável que o Benfica e o José Mourinho não estejam em contato já há muito tempo sobre esta parte, estando a situação perfeitamente esclarecida para todos. E porque digo isto? Porque fruto desse conhecimento de todas as partes, relativamente a esta questão do José Mourinho vir a abraçar o comando da equipa técnica do Real Madrid, parece-me que estarão todos conformados com um desfecho, que é o Florentino Pérez ganhar, ou outro desfecho que é o perder as eleições. Portanto, essas questões de compensação financeira já deverão estar todas devidamente acauteladas. Seja em contratos, no contrato de trabalho desportivo inicialmente celebrado entre o Benfica e José Mourinho, ou ainda num outro acordo posterior entre ambas as partes, diretamente ou através do seu empresário, ou até pelo próprio Florentino Pérez ao comunicar ao Benfica o interesse na contratação.
Bola na Rede: A existência de uma cláusula de 15 milhões de euros neste tipo de acordo condicionado tem eficácia jurídica real antes da formalização do contrato de trabalho desportivo?
Gonçalo Almeida: Sim, tem eficácia, tem total eficácia, de acordo com os regulamentos da FIFA, e a jurisprudência tanto da FIFA como do CAS, que é o Court of Arbitration for Sports, de Lausanne, na Suíça. Este tipo de cláusulas são perfeitamente válidas. São as chamadas cláusulas de rescisão.
Bola na Rede: Sobre o caso «Luís Suárez», um acordo pessoal entre jogador e um futuro clube, sem entendimento entre clubes, tem relevância jurídica no direito desportivo internacional?
Gonçalo Almeida: Não, não tem qualquer relevância. Aliás, eu atrevo-me a dizer, que esse assunto é um não assunto porque estamos a falar de um candidato. Contrariamente ao caso do Florentino Pérez, que é ainda presidente do Real Madrid, é certo que ele fez muito bem, acho que podendo perder as eleições, não se quis comprometer com o novo treinador, mas poderia fazê-lo. Vinculava o Real Madrid ao José Mourinho e vice-versa. Mas preferiu não fazê-lo, e acho muito bem, deontologicamente. Neste caso do candidato à presidência do Fenerbahçe, não é sequer um assunto, porque não passa de um candidato. Portanto, passa a ser assunto quando e se ele algum dia vence a presidência do clube. E a partir daí, sim, poderá avançar para a contratação do Luís Suárez, mas aí terá sempre que negociar com o Sporting Clube de Portugal, uma vez que estes últimos têm um contrato de trabalho desportivo válido. E segundo sei, por intermédio das declarações públicas do presidente do Sporting, existe uma cláusula de rescisão, que terá dito não é preciso negociar, basta pagarem, que o valor de 80 milhões. E assim é. Se o Sporting aceitar baixar o valor da cláusula de rescisão, então aí cabe às partes negociarem.
Bola na Rede: Um clube detentor de contrato de longa duração e cláusula de rescisão elevada pode bloquear totalmente uma transferência mesmo perante um acordo prévio entre jogador e outro destino?
Gonçalo Almeida: Claro que sim, pode bloquear. Pode bloquear porque tem um contrato de trabalho desportivo que é válido e vinculativo para ambas as partes, para o jogador e para o clube. Agora, podem-me perguntar assim, mas e o que é que acontece se rescindirem? Pode rescindir? Pode, pode rescindir, mas neste caso rescenderia sem justa causa, ou seja, sem uma relação válida do ponto de vista legal, e isso originaria o pagamento de uma compensação. Esse valor não tem a ver com o valor da cláusula de rescisão, aí teria a ver com um valor, ou atendendo à cláusula penal, ou atendendo aos danos efetivamente sofridos, mas aí teria o cálculo de ser feito. Estamos a falar de um litígio, ou estaríamos a falar de um litígio de dimensão internacional, uma vez que estamos a falar de um clube português e de um jogador colombiano, mais a emissão de um certificado internacional para um clube turco. Portanto, isso cairia sob a alçada da FIFA, ou seja, a jurisdição da FIFA, ao brilho do artigo 17º do Regulamento do Estatuto de Transferência de Jogadores da FIFA, estão enumerados todos os critérios para o cálculo dessa compensação financeira a pagar ao Sporting, no caso Luís Suárez, se por iniciativa própria, unilateralmente, rescindisse o contrato.
Fonte: Ana Beles / Bola na Rede
Bola na Rede: Estes acordos prévios entre jogadores/treinadores e futuros clubes têm reconhecimento jurídico efetivo na prática atual do mercado de transferências?
Gonçalo Almeida: Se realmente existem estes acordos, o José Mourinho e o Florentino Pérez, e o Luís Suárez e o candidato ao Fenerbahçe, estes acordos serão, à partida, válidos, mas não caem sob a alçada das instâncias desportivas. Portanto, estes são acordos de natureza particular, mas que não têm a natureza desportiva. Portanto, a FIFA não pode intervir num contrato entre um candidato a um clube e um jogador, ou um candidato a outro clube e um treinador. Não. Porquê? Porque os candidatos a clubes ou são presidentes, atuam como tal e vinculam, em representação dos clubes, ou não sendo presidentes, não atuando em representação dos clubes, os clubes não são parte e, logo, o que estamos a falar são pessoas a título particular enquanto candidatos. Nesses casos, a FIFA não tem jurisdição para intervir e, portanto, a nível das entidades, as instituições desportivas, sejam federações nacionais, sejam as confederações, seja a FIFA, que seria, neste caso, a entidade com jurisdição sobre esse tipo de matérias, não pode intervir.
O Moreirense está disposto a negociar Gilberto Batista no mercado de verão. O defesa encontra-se no seu último ano de contrato.
O Moreirense está aberto a negociar Gilberto Batista neste mercado de verão, já que o jogador vai entrar no último ano de contrato com o conjunto do Minho. A informação está a ser avançada pelo Record, que indica que a equipa se rejeitou a vender o defesa na janela de transferências de inverno.
Gilberto Batista tem 22 anos e chegou ao Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas em 2023, depois de finalizar o seu contrato com o Sporting, emblema onde realizou a sua formação, passando pelos Sub-23 e pelos B’s. Na última época somou 28 partidas, sem qualquer golo.
O valor de mercado é de um milhão e meio de euros, segundo o Transfermarkt.
O Real Madrid nega a expulsão de Enrique Riquelme de Valdebebas. Florentino Pérez lidera a votação dos sócios.
O Real Madrid desmentiu a expulsão de Enrique Riquelme da Cidade Desportiva de Valdebebas, negando a informação veiculada pelo jornal Marca. O candidato abordou a polémica com a seguinte declaração:
«Foram-nos movendo porque muita gente pedia fotografias e para falar. Colocámo-nos na saída e estivemos várias horas com os sócios, quero agradecer-lhes por serem corajosos».
O ato eleitoral regista uma participação de 16,82% do universo de votantes. Os dados oficiais da Junta Eleitoral contabilizam 12.651 sócios a exercer o direito de voto até às 13:00 horas. As urnas encerram às 20:00 horas e a contagem final deve ser anunciada oficialmente pelas 23:00 horas. De recordar que já saíram novas sondagens sobre os resultados.
O Gil Vicente definiu que Roko Baturina e Jorge Aguirre não entram nos planos da equipa principal na próxima temporada.
O Gil Vicente está a trabalhar no plantel da próxima temporada e determinou que Héctor Hernández e Carlos Eduardo vão ser dois dos pontas de lança da equipa em 2026/27. Porém, de acordo com o jornal Record, Roko Baturina e Jorge Aguirre não entram nos planos dos minhotos.
O croata de 25 anos foi cedido pela terceira vez consecutiva pelo Gil Vicente, desta vez rumando ao Horsens. Pelos dinamarqueses realizou 16 partidas, com quatro golos marcados. Já o espanhol de 26 anos também foi para fora de Portugal, sendo cedido ao Panetolikos. Em 2025/26 fez 27 encontros, com oito golos e uma assistência.
Rochinha não deve prosseguir a sua carreira no Famalicão. O médio ofensivo não entra nos planos de Hugo Oliveira para 2025/26.
Rochinha não entra nos planos do Famalicão para a próxima temporada e tem a porta de saída aberta. De acordo com o jornal A Bola, o jogador pode mesmo rescindir o seu contrato, que é válido por mais uma época. Porém, não se descarta que chegue uma proposta ao Minho.
O médio ofensivo tem 31 anos e praticamente não foi utilizado por Hugo Oliveira em 2025/26, com apenas dois encontros e um golo marcado. Rochinha realizou parte da sua formação no Benfica (e no FC Porto), chegando a vestir a camisola do Sporting em 2022/23.
O português não conseguiu destacar-se em Alvalade e partiu para um empréstimo rumo ao Catar. Em 2024 assinou em definitivo com o Kasimapasa, mas no verão seguinte regressou a Portugal pela porta do Famalicão. O seu valor de mercado é de 500 mil euros, segundo o Transfermarkt.
Os números colocam o atual presidente na liderança da corrida eleitoral. Florentino Pérez regista 64,55% das intenções de voto dos inquiridos.O candidato adversário encontra-se na segunda posição desta mesma sondagem. Enrique Riquelme reúne 35,45% das preferências para assumir a direção da equipa.
De recordar que estas sondagens não contam com os votos por correspondência, é esperado que o atual presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, vença as eleições e dê continuidade ao seu mandato.
André Silva está muito perto de regressar ao FC Porto. O jogador terminou o seu mais recente contrato com o Elche, conjunto da La Liga.
André Silva está muito perto de regressar ao FC Porto, mas voltar a vestir de azul e branco esteve sempre na mira do internacional português. Na última época, quando assinou contrato com o Elche, o mesmo colocou uma cláusula de rescisão inferior para os dragões, caso existisse o interesse.
Na prática, se um outro emblema quisesse comprar André Silva teria de investir oito milhões de euros. Porém, o preço no caso do FC Porto baixaria para os quatro milhões de euros. O seu contrato não renovou automaticamente com o Elche pois não chegou a atuar em minutos suficientes, apesar do rendimento positivo.
André Silva tem 30 anos e finalizou a época com 32 encontros e 10 golos marcados. Será o sucessor de Luuk de Jong no plantel do FC Porto.
Vincenzo Italiano era alternativa a Marco Silva para treinar o Benfica. Giovanni Sartori revela que o treinador escolheu o Besiktas na liga turca.
O Benfica já tem Marco Silva praticamente assegurado, preparando a sucessão de José Mourinho. O treinador tinha em carteira uma proposta para renovar o seu contrato com o clube inglês do Fulham até ao ano de 2030.
Perante este cenário, a estrutura encarnada avaliou outras opções no mercado e considerou a contratação de Vincenzo Italiano, um treinador que acabou por assinar contrato com a equipa do Besiktas.
O diretor técnico do Bolonha abordou a saída do treinador italiano e o interesse do clube português durante uma entrevista. Giovanni Sartori explicou o processo através da seguinte declaração:
«Ele tinha interesse na Itália e em Bolonha. Esperava que ele tivesse continuado, mas tinha outras propostas. Ele achou que tinha terminado um ciclo, e, quando isso acontece, mesmo que te esforces para mudar a opinião, o treinador continua outro caminho. Quando percebemos que ele ia sair? Digamos que sabíamos que ele poderia ter um efeito dominó… Acho que o Benfica também o queria».