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André Villas-Boas e a situação de Cardoso Varela: «Mudou-se para um clube amador»

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, que contou com vários convidados André Villas-Boas esteve presente.

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, organizada pela Rádio Renascença que contou com várias figuras públicas ligadas ao desporto. André Villas-Boas, presidente do FC Porto, foi um dos nomes que participou.

O dirigente falou de Cardoso Varela:

«Foi o tema do Cardoso Varela, existiram discussões com o Barça sobre o tema e o Deco negou envolvimento. A maioria das conversas foram sobre isso. Há interesse em jogadores, temos observado. Ao Cardoso Varela foram-lhe vendidos sonhos falsos, mudou-se para um clube amador, com vantagem pela lei. Tudo muito estranho. Acabou por não acontecer uma grande transferência. Foi para o Dínamo Zagreb B. tenta encontrar um futuro. Não será no FC Porto, mas desejo-lhe a melhor sorte do mundo».

Podes ler todas as palavras de André Villas-Boas.

André Villas-Boas: «O Rui Costa é um senhor do futebol, uma pessoa digna e humana, lidera o nosso maior rival»

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, que contou com vários convidados André Villas-Boas esteve presente.

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, organizada pela Rádio Renascença que contou com várias figuras públicas ligadas ao desporto. André Villas-Boas, presidente do FC Porto, foi um dos nomes que participou. O líder portista falou sobre Rui Costa e Frederico Varandas.

«O Frederico Varandas dá-me muito trabalho, não gostamos um do outro, não confiamos um no outro. O Rui Costa é um senhor do futebol, uma pessoa digna e humana, lidera o nosso maior rival. O nosso maior rival histórico é o Benfica e somos o clube com mais títulos no futebol nacional. Eu com o Rui tenho uma relação muito estreita e franca. Não fui agradável com ele quando disse que estaria no bolso do Frederico Varandas. Querem sempre calcar os calcanhares do FC Porto. com o Frederico é algo pessoal, não posso permitir ataques pessoais e familiares. Não o posso permitir. No aspeto profissional, partilhamos algumas visões, principalmente pela centralização. Trabalhámos dois anos na repartição e muito bem. O FC Porto não foi apoiante de Reinado Teixeira, mas dei os parabéns pelo ano de mandato, fez um bom trabalho na centralização. 90% dos adeptos estão concentrados nos três grandes, sem desrespeito pelos demais. Isso significa que os grandes portugueses são os dinamizadores. Concedemos dinheiro para que haja a centralização, mas não podemos perder tudo de uma vez. Com todo o respeito, o Nacional mesmo com os jogos dos grandes tem uma audiência no estádio de 50%. Tem uma média de 2500 adeptos. Caso a proposta do Marítimo e do Nacional avance vamos apelar judicialmente. Há clubes que saem beneficiados com a centralização com o Braga ou o Vitória. Mas é preciso ter noção».

Lê a entrevista completa aqui.

André Villas-Boas sobre o mercado de verão: «Vamos ao mercado por um ponta de lança»

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, que contou com vários convidados. André Villas-Boas esteve presente.

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, organizada pela Rádio Renascença que contou com várias figuras públicas ligadas ao desporto. André Villas-Boas, presidente do FC Porto, foi um dos nomes que participou.

«Vamos ao mercado por um ponta de lança. O Samu deve regressar em outubro e em meados de novembro vai estar a 100%. Até novembro tem que se reforçar. Os alvos estão perfeitamente identificados. Há um pouco de tudo. Temos uma lista de top tier e outras listas por escalões e por valores. E também por contrato. Por exemplo, terem contrato até 2027. Maio é uma altura má para se negociar, todos os clubes pedem muito dinheiro. Em agosto há muitas movimentações. Temos de encurtar distâncias, saber as condições pelos agentes».

Lê a entrevista completa de André Villas-Boas.

Leonardo Jardim revela planos para o futuro: «Não vou voltar a treinar em Portugal»

Numa entrevista ao jornal A Bola, Leonardo Jardim revelou que não planeia regressar a Portugal, mas deixou em aberto uma passagem pela Seleção Nacional.

Depois de passar pelo comando do Chaves, Beira-Mar, Braga e Sporting, Leonardo Jardim construiu uma carreira de alto nível fora de território português. Em entrevista ao jornal A Bola, o técnico do Flamengo revelou que não planeia regressar à Primeira Liga, mas não exluiu a hipótese de, um dia, ser selecionador nacional:

«Não, não vou voltar a Portugal para ser treinador de uma equipa. A única abertura para voltar é, se houver um dia essa possibilidade, ser treinador da Seleção. Mas também não faço disso um fardo nas costas, não é? Em 2014, maio de 2014, quando saí do Sporting, prometi a mim próprio que a minha carreira ia ser… Depois de passar da ilha da Madeira para o continente e após a fase do continente, saí uma vez para a Grécia, voltei outra vez a Portugal e, quando saí do país, disse que para Portugal só voltava para a Seleção. Ia fazer toda a minha carreira fora. E foi isso que fiz. Porque sou uma pessoa que gosta de experiências não só futebolísticas, mas de vida. E quando tu trabalhas em três continentes e em sete ou oito países com culturas diferentes, também cresces. Como ser humano, treinador e pessoa. E percebes que, afinal, há conceitos que tens de respeitar. São diferentes de um lado do mundo para o outro, mas tens de respeitar. E por isso, enquanto trabalhar numa equipa vou trabalhar sempre fora de Portugal».

Questionado se fica frustrado por não ter o reconhecimento de treinadores mais revolucionários, Leonardo Jardim respondeu:

«Não. Sinceramente, sou uma pessoa que vive muito bem consigo próprio. Quando não estou no futebol, quero passar extremamente despercebido. Eu sou um lobo solitário. Olho pela minha alcateia quando tenho de olhar, mas gosto de estar só. Gosto de estar com as pessoas que realmente me dizem alguma coisa. Não gosto muito dos holofotes, não gosto muito das entrevistas, não gosto muito do show off e há muito show off no futebol. Gosto de viver a minha vida de forma tranquila quando não estou no futebol, com as pessoas de que gosto, as pessoas que me dizem qualquer coisa. Não é essa a minha forma de viver, mas respeito aqueles de que o mundo do futebol gosta, que querem show off, querem contar histórias. Mas não me identifico com essa personalidade. Cada um tem de se identificar com a sua personalidade. Identifico-me com a minha, que é: quando não estou no futebol, estou em retiro com aqueles que me amam, com aqueles de que gosto e vivendo as experiências que me acrescentam alguma coisa. Não o show off, não a publicidade, não os media. Tento sempre fugir a isso porque a minha profissão já me obriga por si só a uma exposição grande».

Por fim, abordou o facto de ser considerado um treinador que se adapta muito bem às circustâncias em que se vai encontrando:

«O que interessa é aquela base das duas questões… Ganhar. Porque penso assim? Porque comecei há 30 anos a um nível baixo, não fui jogador profissional, não tive aquele agente que me colocasse a alto nível. As coisas aconteceram muito à base do sucesso desportivo. Subidas de visão da terceira para a segunda, da segunda para a primeira. Bons trabalhos. Isso é que me alavancou em termos de carreira e se me alavancou, eu acredito é no processo. Em relação à estrutura e ao jogo, volto a referir que o jogo, para mim, é uma coisa muito, muito simples. O jogo às vezes pede um tipo de estratégia, outras pede outro tipo de estratégia. Às vezes, temos jogadores que não conseguem realizar algumas tarefas, mas conseguem realizar outras. E aí o treinador tem de ter essa capacidade de potencializar ao máximo a capacidade dos jogadores. Não vale a pena a gente jogar kick n’ rush com jogadores que têm medo do contacto ou jogar como equipa de posse com jogadores que têm dificuldades técnicas. Isso é um contrassenso, ainda por cima no futebol moderno, onde é difícil os treinadores mudarem os seus elencos. Estes mudam muito pouco, porque já estão construídos hoje em dia com contratos longos. Por isso, o treinador tem de ter essa inteligência estratégica e táctica de rentabilizar os seus ativos e proporcionar aquilo que o clube pretende, que são resultados desportivos».

André Villas-Boas: «O Frederico Varandas dá-me muito trabalho, não gostamos um do outro, não confiamos um no outro»

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, que contou com vários convidados. André Villas-Boas esteve presente.

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, organizada pela Rádio Renascença que contou com várias figuras públicas ligadas ao desporto. André Villas-Boas, presidente do FC Porto, foi um dos nomes que participou. André Villas-Boas começou por falar acerca dos portistas da cidade de Lisboa e do poder demográfico de Benfica e Porto.

«Ser portista em Lisboa é um desporto de alta competição. Esta é uma alma de resistência e de combate. Os clubes de Lisboa têm grande poderio por aqui. Ser campeão é um prazer, dá vontade de falar sobre o trajeto do FC Porto. Fizemos grandes mudanças, treinador, jogadores… isso levou-nos ao sucesso. Dá-me muito gosto falar disto

O presidente do FC Porto citou o projeto dos portistas como base para o futuro.

«O ano passado foi complicado e este foi estrondoso. No futebol há mudanças cada vez mais abruptas, vimos o Xabi Alonso ou o Rosenior. São projetos instáveis. O Farioli aqui sentiu-se em casa, agarrado a um processo e uma visão. Infelizmente já sofri na pele a necessidade dessas mudanças. O Farioli encontrou aqui uma comunicação franca e direta. Todos o suportam. Essa estabilidade é difícil de encontrar.
Como Vítor Bruno estávamos numa situação complicada de resultados. Podiamos ter atingido a liderança depois de mil dias, deram-se depois algumas derrotas. Achámos que era oportuno mudar. Pensámos que o Anselmi nos podia levar ao topo, com uma forma diferente de jogar. Depois decidimos mudar outra vez. Investimos na reformulação do talento».

Falou também do rumor que liga Kiwior ao Barcelona.

«Não há abordagens, ontem neguei uma abordagem do Barcelona. Há muitos que funcionam pela notícias. Os movimentos de mercado atraem os adeptos. Tudo isso gera expectativa, ansiedade e excitação. O mercado oscila muito. Mas temos tido poucas abordagens e isso é bom sinal, é sinal de proteção. Queremos manter a base. Temos algumas modificações a fazer, poucas».

Sobre a dívida do FC Porto rematou:

«A divida está lá presente, algumas são a clubes. Temos de ter capacidade de ter tesouraria para fazer face a todos os pagamentos. Temos obrigatoriamente de operar no mercado para fazer frente às nossas responsabilidades financeiras».

Sobre Cardoso Varela, o líder dos portistas também aproveitou para falar da situação, aproveitando para realçar a boa relação com Deco.

«Foi o tema do Cardoso Varela, existiram discussões com o Barça sobre o tema e o Deco negou envolvimento. A maioria das conversas foram sobre isso. Há interesse em jogadores, temos observado. Ao Cardoso Varela foram-lhe vendidos sonhos falsos, mudou-se para um clube amador, com vantagem pela lei. Tudo muito estranho. Acabou por não acontecer uma grande transferência. Foi para o Dínamo Zagreb B. tenta encontrar um futuro. Não será no FC Porto, mas desejo-lhe a melhor sorte do mundo».

André Villas-Boas também abordou o caso de Rodrigo Mora e Al Ittihad, aproveitando para dizer que o jovem é peça essencial para a próxima época.

«O Rodrigo encontra-se numa posição totalmente diferente. Com o Anselmi tinha liberdade total de movimentos. Isso não há dúvida que potenciou a sua qualidade. Com o Farioli joga a 8/10, que obriga a outra intensidade defensiva. O Rodrigo assim não consegue impor a sua criatividade, trabalhando mais para a equipa. O talento está lá. Contamos com ele para o próximo ano. Há sempre jogadores que sonham com outros voos, mas está dentro dos nossos planos manter. Foi abordado pelo Al Ittihad o ano passado. O Rodrigo tem um talento que deve continuar no FC Porto, para o bem dos nossos olhos».

Sobre Diogo Costa o presidente do FC Porto aproveitou para falar sobre a continuidade e a camisola número dois.

«O Diogo Costa é um guarda-redes requisitado, tem a ambição de jogar noutros campeonatos. É o capitão. Ainda não aceitou a número 2. Ela traz muito peso para o FC Porto e muita memória. Acho que ele tem capacidade de aguentar esse peso». 

Sobre Vitinha e o futuro relatou:

«Falo com o Vitinha, gostava muito de o ter de volta, ele diz-me que ainda não é altura. Digo isto do Vitinha, mas também do Rúben Neves, de todos os que têm capacidade de jogar no FC Porto».

O recente reforço dos dragões também foi tema de conversa:

«João Afonso pode ter espaço na equipa A, vamos ver. Tem todas as condições para ser um guarda-redes do FC Porto e da seleção. Vimos muito o jogador na Liga Revelação, mas também nas camadas jovens. É o terceiro açoriano no FC Porto. Pode ser o segundo a estrear-se na equipa principal, porque o Pauleta não se estreou. Temos grandes expetativas».

O líder portista admitiu ir em busca de um ponta-de-lança neste mercado de verão.

«Vamos ao mercado por um ponta de lança. O Samu deve regressar em outubro e em meados de novembro vai estar a 100%. Até novembro tem que se reforçar. Os alvos estão perfeitamente identificados. Há um pouco de tudo. Temos uma lista de top tier e outras listas por escalões e por valores. E também por contrato. Por exemplo, terem contrato até 2027. Maio é uma altura má para se negociar, todos os clubes pedem muito dinheiro. Em agosto há muitas movimentações. Temos de encurtar distâncias, saber as condições pelos agentes».

O scouting também foi abordado pelo presidente dos Dragões, aproveitando também para deixar elogios a membros da estrutura.

«Na direção desportiva fizemos mudanças decisivas. Mudou a estrutura do scouting, foi entregue ao Paulo Araújo. O Tiago Madureira reestruturou todos setores do clube. A formação é com o José Tavares. Tem sido o perfeito ano do Dragão, falta apenas os Sub-15. Em 1996 vencemos tudo e ambicionamos isso. O Henrique Monteiro está a aprender como gestor executivo».

Sobre Frederico Varandas e Rui Costa, estes foram os comentários de André Villas-Boas.

«O Frederico Varandas dá-me muito trabalho, não gostamos um do outro, não confiamos um no outro. O Rui Costa é um senhor do futebol, uma pessoa digna e humana, lidera o nosso maior rival. O nosso maior rival histórico é o Benfica e somos o clube com mais títulos no futebol nacional. Eu com o Rui tenho uma relação muito estreita e franca. Não fui agradável com ele quando disse que estaria no bolso do Frederico Varandas. Querem sempre calcar os calcanhares do FC Porto. com o Frederico é algo pessoal, não posso permitir ataques pessoais e familiares. Não o posso permitir. No aspeto profissional, partilhamos algumas visões, principalmente pela centralização. Trabalhámos dois anos na repartição e muito bem. O FC Porto não foi apoiante de Reinado Teixeira, mas dei os parabéns pelo ano de mandato, fez um bom trabalho na centralização. 90% dos adeptos estão concentrados nos três grandes, sem desrespeito pelos demais. Isso significa que os grandes portugueses são os dinamizadores. Concedemos dinheiro para que haja a centralização, mas não podemos perder tudo de uma vez. Com todo o respeito, o Nacional mesmo com os jogos dos grandes tem uma audiência no estádio de 50%. Tem uma média de 2500 adeptos. Caso a proposta do Marítimo e do Nacional avance vamos apelar judicialmente. Há clubes que saem beneficiados com a centralização com o Braga ou o Vitória. Mas é preciso ter noção».

O presidente portista també falou acerca de José Mourinho:

«José Mourinho é o referente do treinador do futebol português, para mim sempre o foi. Ele não foi jogador, um bocadinho menos fraco do que eu era, sempre foi a referência. Se agora há miúdos com 18 anos que querem ser treinadores é muito por Mourinho. Estamos num campo impar de excelência no que diz respeito ao sistema educativo. Temos muito talento e continuamos a conseguir gerá-lo. O seu desaparecimento do futebol português será para um clube de topo».

Finalizou a falar acerca da época do Futebol Feminino.

«Duas épocas de sonho no futebol feminino, com uma final da Taça de Portugal. As miúdas portaram-se muito bem e orgulharam-nos muito. Eliminaram três equipa da Liga BPI. Quero um projeto formativo. O futsal vamos lançar uma equipa sénior. Quero também que seja um futuro formativo. Se não for assim, acabam por se transformar em custos».

Lucca Giuntini reforça meio-campo do Alverca e é mais um reforço para a próxima temporada

Lucca Giuntini foi oficializado como reforço do Alverca. Médio assina por três temporadas e chega do Mirandela.

Lucca Giuntini foi apresentado como novo jogador do Alverca. O médio dá um grande salto na carreira, do Campeonato de Portugal, onde atuava no Mirandela, à Primeira Liga, e assina um contrato válido por três temporadas com os ribatejanos.

«Fico feliz por integrar um projeto tão ambicioso como o do FC Alverca. Posso prometer aos adeptos que sempre darei o meu melhor com esta camisola», destacou o médio de 20 anos em declarações ao clube.

Lucca Giuntini fez 26 jogos pelo Mirandela esta temporada, nos quais somou três golos e uma assistência. Podes conhecer melhor o jovem com dupla nacionalidade italiana e brasileira e o seu percurso.

Este é o segundo reforço confirmado pelo Alverca neste mercado. Recorde-se que o clube, que ainda não tem definido o treinador para a próxima época, já oficializou também a contratação de Marco Essimi.

Franclim Carvalho insatisfeito com o jogo do Botafogo apesar da vitória: «Temos margem para melhorar»

Franclim Carvalho analisou a reviravolta do Botafogo, que terminou com um registo invicto no primeiro lugar do Grupo E da Taça Sul-Americana.

No último jogo da fase de grupos da Taça Sul-Americana, o Botafogo completou uma reviravlta para vencer o Caracas por 3-1. Após o encontro, Franclim Carvalho começou por lamentar a a exibição da sua equipa na primeira parte:

«Era importante ganhar hoje para ter a vantagem de jogar o segundo jogo em casa (no mata-mata). Fizemos um primeiro tempo abaixo da nossa capacidade. Tivemos um remate para fora com Barrera. Precisamos criar mais chances. Nós sofremos um golo de bola parada. É um momento que faz parte do jogo, mas acabou saindo o golo deles. O segundo tempo foi completamente diferente, foi de um ritmo mais alto e criamos mais chances e fizemos três golos. Não estou satisfeito com o primeiro tempo, estou pouco mais satisfeito com o segundo, mas temos margem para melhorar. Não podemos dar a chance do adversário criar dificuldade, eles poderiam ter feito 2 a 2 nos minutos finais e complicar».

Sobre o facto de ter terminado no primeiro lugar do Grupo E com cinco vitórias e um empate, o técnico português referiu:

«Não há jogos fáceis. Nós tínhamos o Racing no nosso grupo e toda a gente dizia que o Racing era o favorito para passar em primeiro. O Racing ficou fora, nós passamos em primeiro e o Caracas passou em segundo. No primeiro jogo em casa, que foi o meu primeiro jogo no Botafogo, empatamos por 1 a 1, tivemos chances, algumas chances para fazer mais golos, não fizemos».

De seguida, deixou fortes elogios ao Caracas, destacando um dos médios do clube venezuelano:

«O Caracas tem o mérito de ter passado a fase de grupos em segundo lugar. Tem bons jogadores, tem jogadores na frente muito perigosos. Tem um médio que eu gosto, é uma equipa com qualidade e nós sabíamos que íamos ter aqui algumas dificuldades. É uma equipa que tem bons valores individuais e coletivamente mostrou que mereceu passar. Não me surpreendeu de todo hoje, porque nós analisamos o adversário com o mesmo empenho e com a mesma dedicação, seja ele qual for».

Por fim, Franclim Carvalho explicou a escolha de deixar Nahuel Ferraresi no banco de suplentes:

«O Ferraresi é um jogador que eu já conheço de Portugal. É um jogador que nós gostamos muito, é muito profissional, é muito trabalhador, muito focado no seu trabalho e neste momento é uma das opções que nós temos apostado mais. É um jogador que tem jogado sempre. Não jogou hoje única e exclusivamente porque vai jogar no sábado. Nós temos um jogo importante e esperamos do Ferraresi o mesmo comportamento e o mesmo rendimento que tem tido até aqui. Esperamos que ele apresente amanhã no treino e depois no jogo de sábado».

Antigo jogador de Francesco Farioli volta a ser associado ao FC Porto e Mundial 2026 poderá ser chave

Benjamin Tahirovic voltou a ser colocado na rota do FC Porto. Os dragões ainda não fizeram qualquer proposta oficial pelo médio do Brondby.

Benjamin Tahirovic está novamente a ser colocado no radar do FC Porto. De acordo com o Reprezentacija, os dragões querem o médio do Brondby e o negócio pode avançar em breve.

Ainda assim, de acordo com a mesma fonte, ainda não houve qualquer proposta dos dragões pelo médio. No entanto, já houve abordagens do FC Porto pelo médio junto do Brondby, emblema dinamarquês.

Francesco Farioli trabalhou com Benjamin Tahirovic no Ajax e conhece bem o médio bósnio, embora só tenha orientado o jogador por dois jogos. Em 2025, o clube colocou o jogador à venda pela política no mercado, apesar das boas indicações do atual treinador do FC Porto.

Benjamin Tahirovic tem 23 anos e esta temporada fez 32 jogos pelo Brondby, nos quais somou um golo e uma assistência. Este verão, o jogador estará no Mundial 2026 pela Bósnia e Herzegovina. Conhece melhor o médio que, curiosamente, fez a estreia como profissional às ordens de José Mourinho.

Benjamin Tahirovic Brondby
Fonte: Brondby IF

Jorge Mendes mete mais um internacional português na rota do Real Madrid e pode oferecer mais um reforço de peso a José Mourinho

João Neves é um dos nomes na lista do Real Madrid e Jorge Mendes ofereceu o médio ao clube. Internacional português representa o PSG.

O Real Madrid vai viver um mercado decisivo para o futuro do clube. Com José Mourinho certo nos merengues, caso Florentino Pérez vença as eleições, o foco está agora no mercado e há mais um português associado ao clube.

Jorge Mendes está a movimentar-se nos bastidores e, de acordo com o jornal El Debate, ofereceu João Neves ao Real Madrid. Um dos focos dos espanhóis passa por uma reformulação no meio-campo e o médio do PSG é um dos nomes em análise.

Recorde-se que João Neves não foi o único português que Jorge Mendes colocou na rota merengue. Também Rúben Dias, defesa central do Manchester City, foi oferecido pelo agente ao clube espanhol.

João Neves estará no Mundial 2026, o seu primeiro na carreira, pela seleção de Portugal e disputará a final da Champions League pelo PSG. Entre clube e seleção, o médio já leva 10 golos e quatro assistências em 42 jogos.

Franclim Carvalho: «Portugal não viu o verdadeiro Arthur Cabral»

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, que contou com vários convidados. Franclim Carvalho foi um dos oradores.

Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Braca, organizada pela Rádio Renascença, que contou com várias figuras públicas ligadas ao desporto. Franclim Cravalho, treinador do Botafogo, falou sobre Arthur Cabral e garantiu que Portugal não viu o verdadeiro potencial do avançado.

«Portugal não viu o verdadeiro Arthur Cabral; eu, infelizmente, vi porque jogávamos frente à Fiorentina quando estava no Braga. Portugal não viu o verdadeiro Arthur Cabral; quando chegou aqui, até havia a oportunidade de o Cabral sair e eu disse logo que era impensável. Mas o arthur nos temos tentamos procurar atacar muito e ter muita bola e isto leva a que os  ooos avançados faca golo o athur tem 7 golos. O Arthur tem uma média de um golo a cada dois jogos e já lhe disse que tem de fazer mais, mas tem capacidade para fazer mais e, ao contrário do que possa parecer, o Arthur é muito rápido e permite-nos esticar o jogo e é forte, é o atleta que nos permite ser o primeiro apoio frontal e é indispensável para nós; espero que o Arthur faça 14-15 golos».