O Sporting vai enfrentar o Real Madrid ou o Bodo/Glimt nos oitavos de final da Champions League. Sorteio é na sexta-feira.
O Sporting vai jogar contra o Real Madrid ou o Bodo/Glimt nos oitavos de final da Champions League. Um deles será o adversário dos leões, sendo que a equipa de Rui Borges se qualificou diretamente para esta etapa ao terem terminado em sétimo lugar na fase de liga da prova.
Enquanto o Bodo/Glimt eliminou o Inter Milão nos playoffs da Champions League, o Real Madrid afastou o Benfica da competição. Esta quarta-feira, os merengues venceram em casa o Benfica por 2-1 com golos de Aurélien Tchouaméni (16′) e Vinícius Júnior (80′).
Conforme noticiado, o sorteio dos oitavos de final da Champions League realiza-se na sexta-feira, a partir das 11 horas, na Suíça.
Richard Ríos falou sobre Vinícius Júnior e deixou elogios após o Real Madrid x Benfica da segunda mão da Champions League.
Richard Ríos elogia Vinícius Júnior no final do Real Madrid x Benfica. Em declarações à TNT Sports, o internacional colombiano do Benfica disse o seguinte, quando questionado sobre o avançado brasileiro, que marcou golo nas duas mãos:
«É um jogador decisivo, acabou de mostrar, mas tem muitos bons jogadores [no Real Madrid], não nos preocupámos só com ele. É uma honra enfrentar um jogador desses. Não só ele como vários jogadores de seleção».
Nesta quarta-feira, o Real Madrid venceu em casa o Benfica por 2-1 na segunda mão do playoff de acesso aos oitavos de final da Champions League. Rafa Silva (14′) marcou o primeiro golo, mas depois Aurélien Tchouaméni (16′) e Vinícius Júnior (80′) fizeram os golos da reviravolta.
Vinícius Júnior deixa mensagem nas redes sociais após ter marcado golo e o Real Madrid ter eliminado o Benfica na Champions League.
Vinícius Júnior recorreu às redes sociais depois de o Real Madrid ter eliminado o Benfica e se qualificado para os oitavos de final da Champions League. O avançado brasileiro, que marcou um dos golos da partida, escreveu o seguinte:
«O baile continua», escreve Vinícius Júnior na legenda de uma publicação que tem como uma das imagens a tarja antirracismo que se exibiu no Santiago Bernabéu.
Nesta quarta-feira, o Real Madrid venceu em casa o Benfica por 2-1 na segunda mão do playoff de acesso aos oitavos de final da Champions League. Rafa Silva (14′) marcou o primeiro golo, mas depois Aurélien Tchouaméni (16′) e Vinícius Júnior (80′) fizeram os golos da reviravolta.
O Benfica encaixou um total de 53,1 milhões de euros nesta Champions League. Águias foram eliminadas nos playoffs.
O Benfica ganhou um total de 53,1 milhões de euros nesta edição da Champions League. Esta quarta-feira, a sua participação chegou ao fim, ao ser eliminado pelo Real Madrid nos playoffs de acesso aos oitavos de final da prova.
Na temporada passada, o Benfica, que foi eliminado nos oitavos de final pelo Barcelona, encaixou um total de 71,434 milhões de euros, que é um montante superior ao da presente época.
Quanto ao Sporting, que se qualificou para os oitavos de final da presente edição da Champions League, os leões ganharam até ao momento 67,09 milhões de euros. A equipa de Rui Borges irá enfrentar o Real Madrid ou o Bodo/Glimt na próxima fase.
O Benfica competiu contra o Real Madrid, mas voltou a falhar onde e quando não o é possível. Mesmo na vitória na fase de liga, houve oportunidades encarnadas a lamentar que, numa fase a eliminar e diante de uma equipa com o histórico e o historial dos merengues na competição, se pagaram.
Há muitos méritos na forma como o Benfica conseguiu entrar em ambas as partes, como conseguiu evidenciar alguns dos seus jogadores e como, no cômputo geral, tenha criado lances de perigo. No entanto, a diferença nas áreas – nas balizas, nas falhas defensivas e nos avançados – voltou a fazer a diferença.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
A surpresa de Richard Ríos catapultou o Benfica para um cenário que, como o próprio Álvaro Arbeloa, técnico do Real Madrid, admitiu, deixou os merengues desconfortáveis. O colombiano não começou no meio, como previsto, mas à direita no lugar que Aursnes já ocupou e que a suspensão de Prestianni deixou aberto.
Com bola, o colombiano era praticamente um segundo avançado, num Benfica que em certos momentos se posicionava num 3-2-5 claro com Dahl mais baixo e o colombiano sobre a meia direita. Os movimentos de fora para dentro do médio permitiam a Vangelis Pavlidis circular sobre a direita, variar posicionamentos e confundir marcações. Foi desta maneira, por exemplo, que surgiu o golo de Rafa Silva, com o grego a arranjar espaço sobre a direita para trabalhar a bola e cruzar.
Também o autor do golo, Rafa Silva, esteve em evidência. Com campo para acelerar – nem sempre com a decisão correta – o português foi-se infiltrando, procurando constantemente as ruturas e dando opções ao Benfica no espaço e a Pavlidis em apoio. Faltou outra precisão técnica ao avançado grego que, apesar do destaque posicional, limitou a exibição do grego.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Não só aí houve exibições a assinalar. Fredrik Aursnes, mantendo-se no meio, voltou a garantir segurança nas posses, mais prolongadas e controladas com a influência do norueguês. Leandro Barreiro, em vários momentos, conseguiu preencher espaços e recuperar lá à frente. Amar Dedic voltou a evidenciar-se em bom plano defensivamente diante de um jogador com o potencial criativo de Vinícius Júnior. Andreas Schjelderup encheu o campo na segunda parte, mais irreverente e ligado, com maior desequilíbrio individual e sendo capaz de pegar no jogo com uma ousadia que ainda lhe raramente foi vista em Portugal e cuja sequência, tão pedida para o norueguês, lhe tem permitido evidenciar.
Faltou ao Benfica, na verdade, ser diferencial. Se o controlo do jogo ser dividido foi um mérito encarnado, perante um plantel com recursos superiores e um onze com qualidade inegável, houve pontos nas áreas que impediram as águias de sorrir no Bernabéu.
Se no Estádio da Luz – na primeira mão, não é preciso sequer recuar ao golo mítico – Anatoliy Trubin deu pontos, desta vez não deu. Não tem culpas em nenhum dos golos sofridos, mas não se transcendeu como do lado contrário. O que Thibaut Courtois faz jogo sim, jogo sim, acumulando defesas, agarrando a equipa e somando pontos nas suas costas não está bem evidente em muitos casos. Fartou-se de defender e, mesmo no golo que sofreu, teve um primeiro momento assinalável.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Também não foi o jogo mais certinho da dupla defensiva do Benfica, nem da equipa no seu geral, especialmente na defesa da área e da última linha. Se o trabalho na pressão e os dois médios mais avançados conseguiram recuperar bolas, lá atrás houve erros que se pagaram caro. Nicolás Otamendi falha num primeiro momento e o golo do Real Madrid que empatou a partida num momento em que o Benfica estava a ser claramente superior – e segundos após o golo encarnado – é em tudo semelhante ao de Mbappé na Luz, no 4-2. Também aí se abriu uma cratera para rematar alguém na passada. No segundo golo, e numa altura em que o Benfica jogava a precisar do resultado, Tomás Araújo falhou a leitura. Saindo em Valverde, era proibido a bola entrar em Vinícius.
De resto, o Real Madrid não precisou de suar tanto como o Benfica para, com menos aproximações perigosas, criar perigo. É certo que não é um clube na máxima força, mas para lá de mais um grande jogo de Arda Guler a criar, da maior presença de Tchouaméni nas jogadas, da avidez dos médios exteriores e de meia dúzia de lances de Trent Alexander-Arnold, um dos mais diferenciados em campo, não houve um avolumar de lances que reiterem uma superioridade inequívoca que nunca existiu. Mesmo Vinícius Júnior, autor do golo merengue celebrado com uma dança que hoje era obrigatória, não viveu muito para lá do momento que coloca um ponto final, por agora, numa das semanas mais turbulentas de que há memória relativamente à luta que o brasileiro chamou a si, mas que não se fecha sobre ele. Se o Benfica precisou de fazer tudo muito bem para chegar ao golo, o Real Madrid fê-lo com uma naturalidade diferente. Foi essa a grande diferença no Bernabéu.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Sobre o Benfica, e concluindo, o campo dos “ses” é muito dúbio. Ainda assim, fica por saber o que teria sido o jogo com Sudakov a permitir (ainda) maior continuidade nas ações de um Benfica que se quis colocar a jogar no meio-campo adversário, e com Dodi Lukebakio na reta final, aproveitando as pernas desgastadas adversários. A lesão de Raúl Asencio e a interrupção demorada pareciam ser o timing perfeito para as substituições que já se andavam a arrastar. Num cenário de dificuldades físicas, normais dada a intensidade, o Benfica reagiu. Com isso, entregou o ouro a um bandido que gosta demasiado do pragmatismo europeu para o deixar fugir. Até à quebra física, a segunda parte encarnada estava a ser superior à merengue. Tal como o foi a exibição nas bancadas.
BnR na Conferência de Imprensa
Bola na Rede: Em relação às substituições do Benfica, o que pretendia com a entrada do Ivanovic à esquerda e com as mudança? Também em relação ao timing, depois de um momento em que o jogo esteve um pouco parado, qual o objetivo das substituições e o que pretendia com as trocas?
João Tralhão: Pela nossa experiência, sabíamos que este tipo de jogos, pela intensidade a que se jogam, qualquer jogador que entre é sempre para um ritmo difícil de acompanhar. Nós sabíamos disso. O ritmo estava alto, o jogo estava muito repartido, com o Real Madrid a defender baixo e a sair em transição e com nós a conseguirmos defender baixo e trazer o jogo de forma mais apoiada para o meio-campo do Real Madrid. Sabíamos que o ritmo estava alto e a determinado ponto do jogo, tentámos manter a solidez do início até ao máximo de tempo possível. Não é que os jogadores do banco não trouxessem solidez. Sabíamos que banco tínhamos, um banco recheado de bons jogadores, preparados para entrar e para mostrar que estão inteirado naquilo que é o nosso processo. Não foi por causa dos jogadores, foi por causa da situação do jogo. Relativamente ao Ivanovic, traz velocidade, traz verticalidsde, traz imprevisibilidade sem bola que precisávamos. Relativamente ao [Sidny] Cabral, tentámos abrir um bocado o corredor direito. Em vez de atacarmos sobretudo com o Amar Dedic, atacar com dois jogadores, o Cabral e o Dedic. As substituições permitiram-nos estar perto da baliza do Real Madrid. Devíamos ter marcado, não marcámos e saímos frustrados.
João Tralhão analisou a derrota do Benfica diante do Real Madrid. Treinador respondeu à pergunta do Bola na Rede em conferência de imprensa.
João Tralhão analisou a derrota do Benfica por 2-1 na segunda mão do playoff da Champions League e consequente eliminação da prova aos pés do Real Madrid. O Bola na Rede esteve no Santiago Bernabéu e, no final do jogo, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador-adjunto do Benfica.
Infelizmente, não nos foi concedida a oportunidade de colocar uma questão a Álvaro Arbeloa, técnico do Real Madrid.
Bola na Rede: Em relação às substituições do Benfica, o que pretendia com a entrada do Ivanovic à esquerda e com as mudança? Também em relação ao timing, depois de um momento em que o jogo esteve um pouco parado, qual o objetivo das substituições e o que pretendia com as trocas?
João Tralhão: Pela nossa experiência, sabíamos que este tipo de jogos, pela intensidade a que se jogam, qualquer jogador que entre é sempre para um ritmo difícil de acompanhar. Nós sabíamos disso. O ritmo estava alto, o jogo estava muito repartido, com o Real Madrid a defender baixo e a sair em transição e com nós a conseguirmos defender baixo e trazer o jogo de forma mais apoiada para o meio-campo do Real Madrid. Sabíamos que o ritmo estava alto e a determinado ponto do jogo, tentámos manter a solidez do início até ao máximo de tempo possível. Não é que os jogadores do banco não trouxessem solidez. Sabíamos que banco tínhamos, um banco recheado de bons jogadores, preparados para entrar e para mostrar que estão inteirado naquilo que é o nosso processo. Não foi por causa dos jogadores, foi por causa da situação do jogo. Relativamente ao Ivanovic, traz velocidade, traz verticalidsde, traz imprevisibilidade sem bola que precisávamos. Relativamente ao [Sidny] Cabral, tentámos abrir um bocado o corredor direito. Em vez de atacarmos sobretudo com o Amar Dedic, atacar com dois jogadores, o Cabral e o Dedic. As substituições permitiram-nos estar perto da baliza do Real Madrid. Devíamos ter marcado, não marcámos e saímos frustrados.
Samuel Dahl analisou o duelo entre o Real Madrid e o Benfica. Encontro marcou a 2.ª mão do playoff da Champions League.
Samuel Dahl analisou o Real Madrid x Benfica, encontro da segunda mão do playoff da Champions League. Depois do 1-0 para os merengues na Luz, o triunfo por 2-1 carimbou o apuramento do Real Madrid para os oitavos de final.
«Enfrentámos uma equipa muito boa. Nestes jogos as diferenças são pequenas, eles ganharam e passaram. Não tenho uma boa resposta. Marcaram mais do que nós. Enfrentámos uma excelente equipa, eles jogaram bem, mas também estivemos bem em alguns momentos».
«Foi bom para avaliarmos o nosso nível, isto irá ajudar-nos na Liga. Tentaremos fazer o melhor na Liga».
«O Benfica merecia mais? É difícil dizer. Tivemos boas oportunidades para marcar mais, mas é difícil dizer. Seria diferente com Mourinho? Não sei, não tenho uma resposta para isso».
«Os adeptos fizeram com que nos sentíssemos em casa, estou muito agradecido».
José Mourinho já não sabe o que é vencer um jogo numa eliminatória de Champions League desde 2014, quando orientava o Chelsea.
José Mourinho voltou a não conseguir vencer um jogo de eliminatória na Champions League. O técnico português já não sabe o que é vencer uma partida de tal dimensão desde 8 de abril de 2014, data em que venceu pelo Chelsea o PSG, jogo da segunda-mão dos quartos de final.
Entretanto, José Mourinho disputou mais nove partidas dentro de eliminatórias da prova milionária, perdendo quatro e empatando cinco. Nos restantes anos, o luso apresentou-se na maioria dos casos na Europa League.
O registo do português não vai sofrer mais alterações esta época, podendo só voltar a vencer uma partida numa eliminatória da Champions League em 2027, com esta seca a durar pelo menos 13 anos.
Recordar que o Benfica sofreu duas derrotas perante o Real Madrid, no playoff de acesso aos oitavos de final da Champions League.
Álvaro Arbeloa analisou o encontro entre o Real Madrid e o Benfica, que terminou com a vitória dos merengues por 2-1.
Álvaro Arbeloa marcou presença na sala de imprensa do Santiago Bernabéu, de maneira a realizar a conferência de imprensa do pós jogo entre o Real Madrid e o Benfica, que garantiu a passagem dos merengues aos oitavos de final da Champions League. O técnico falou do tento de Vinícius Júnior e a celebração:
«Fiquei feliz pelo grande golo que ele marcou. Ele merece e está em ótima forma. Sem Mbappé, isso é ainda mais importante».
O treinador abordou a não convocatória de Kylian Mbappé:
«Ele teve que sair do treino e, em outros dias, sentiu desconforto. Conversamos com os médicos e ele decidiu que o melhor era parar. Ele é muito importante e, a partir de agora, teremos que esperar. Espero que seja uma questão de dias».
Álvaro Arbeloa falou sobre o sorteio dos oitavos de final:
«O objetivo era estar no sorteio. As pessoas já se habituaram a um City x Real Madrid. De certeza que nos vai calhar novamente. Não nos importa, será complicado sabendo que o jogo de volta é fora de casa».
O espanhol confirmou que não esteve com José Mourinho:
O adepto apareceu nas câmaras televisivas e os merengues decidiram ter mão dura, anunciando que o pedido de expulsão já foi feito. Eis o comunicado:
«O Real Madrid C. F. comunica que solicitou urgentemente à Comissão Disciplinar do clube que inicie um processo imediato de expulsão do sócio que foi filmado pelas câmaras de televisão a fazer a saudação nazi na zona onde se localiza a Grada de Animación, momentos antes do início do jogo entre o Real Madrid e o Benfica.
Este sócio foi localizado pelos membros da segurança do clube instantes depois de aparecer na transmissão e foi imediatamente expulso do estádio Santiago Bernabéu.
O Real Madrid condena este tipo de gestos e expressões que incitam à violência e ao ódio no desporto e na sociedade».