A Liga Portugal anunciou a escolha de Diogo Costa, guarda-redes do FC Porto, como o primeiro elemento do Onze do Ano.
Esta quarta-feira, a Liga Portugal anunciou que Diogo Costa foi escolhido como o primeiro nome do Onze do Ano na Primeira Liga. O guardião do FC Porto superou colegas de posição Lukas Hornicek (Braga) e André Gomes (Alverca), que fecham o pódio da votação.
Diogo Costa liderou a competição em jogos sem sofrer golos com 19, sofrendo um total de 15 golos em 33 presenças, numa temporada que terminou com a conquista do título nacional.
As votações do Onze do Ano são realizadas entre treinadores e capitães de equipa da Primeira Liga.
Na segunda mão das meias-finais da Taça Revelação, o Santa Clara eliminou o Benfica e o Gil Vicente deixou o Leixões para trás.
Esta quarta-feira, duas equipas garatiram a presença na final da Taça Revelação. O Santa Clara bateu o Benfica em penáltis (4-1), depois de um empate a três golos em tempo regulamentar e o Gil Vicente eliminou o Leixões (4-3), após a igualdade de um golo em 120 minutos.
No Benfica Campus, Francisco Neto(8′) abriu as contas para os encarnados, antes de o auto-golo de Tiago Freitas(14′) restabelecer a igualdade. Na segunda parte, as águias voltaram a adiantar-se com golos de Francisco Silva(26′) e João Pedro Gonçalves(81′). Contudo, o conjunto açoriano não desistiu e, com um bis de Osvaldo Miranda(89′ e 90+3′) já perto do final, o encontro foi decidido em penáltis.
A final da competição será disputada à melhor de duas mãos, com jogos marcados para os dias 26 e 31 de maio.
O jornal A Bola avança que Andreas Schjelderup não pretende renovar com o Benfica. Extremo norueguês pode estar de saída no mercado de verão.
Andreas Schjelderup não começou a temporada da melhor forma, mas acabou por se afirmar como um dos destaques da temporada do Benfica. Segundo o jornal A Bola, o extremo norueguês não pretende renovar contrato com os encarnados, estando totalmente focado no Mundial 2026.
Na terceira época ao serviço das águias, Andreas Schjelderup registou 10 golos e sete assistências, num total de 43 presenças. O internacional norueguês chegou à Luz por 14 milhões de euros, proveniente do Nordsjaelland.
Paulo Pinto analisou a primeira mão do playoff da Primeira Liga. Torreense e Casa Pia disputam última vaga na prova.
Paulo Pinto (adjunto de Álvaro Pacheco) fez a análise da primeira mão do playoff da Primeira Liga. Torreense e Casa Pia defrontaram-se em Torres Vedras, com um resultado final de
«Foi um jogo muito equilibrado onde tivemos as melhores oportunidades. Com 10, é normal o que aconteceu, a jogar fora. Sabíamos que íamos sair daqui sem ter um resultado avultado, estamos no intervalo da eliminatória. Senti que foram duas equipas que lutaram muito, que procuraram o golo, mas que sabiam do valor uma da outra. Senti um Torreense a lutar muito o Oeste aderiu em peso. Vamos tentar resolver a eliminatória em nossa casa. O nosso jogo valoriza-se pelo coletivo. Entra um jogador e sai outro, continua tudo igual.
Luís Tralhão analisou a primeira mão do playoff da Primeira Liga. Torreense e Casa Pia disputam última vaga na prova.
Luís Tralhão fez a análise da primeira mão do playoff da Primeira Liga. Torreense e Casa Pia defrontaram-se em Torres Vedras, com um resultado final de 0-0:
«Há um amargo de termos criado mais situações que o Casa Pia e não termos conseguido finalizar. Sabíamos que dificilmente a eliminatória ia ficar resolvida. Mostrámos a razão para estar aqui. Os jogadores estiveram muito bem. Os adeptos foram fantásticos e queríamos dedicar a vitória. Ficou a nossa energia e a nossa entrega, representámos os nossos valores. A qualidade de trabalho é muita. Aconteça o que acontecer, vai haver muito orgulho nesta equipa. Chegar ao final da Taça, chegar a este playoff, é brilhante. Tenho pena do pouco tempo de recuperação, mas é o calendário. Tivemos sempre a postura do jogo a jogo. A janela vai ser muito pequenina. É uma final da taça, vai ser emblemático para todos. Vamos ser iguais a nós próprios. Temos demonstrado nas últimas semanas que temos um plantel com qualidade, jogando A, B ou C».
David Bruno analisou a primeira mão do playoff da Primeira Liga. Torreense e Casa Pia disputam última vaga na prova.
David Bruno fez a análise da primeira mão do playoff da Primeira Liga. Torreense e Casa Pia defrontaram-se em Torres Vedras, com um resultado final de 0-0.
«Eu acho que mesmo antes da expulsão já estávamos por cima. Na primeira parte o Casa Pia entrou melhor, mas a segunda parte é toda nossa. Penso que fizemos o suficiente para vencer. Está tudo em aberto. Queríamos sair daqui com a vitória. Continuamos confiantes pelo que vem pela frente. A final da Taça é um momento histórico para o clube e para todos nós. Vai ser difícil, mas o importante é o Torreense fazer um bom jogo e levantar a taça».
João Goulart analisou a primeira mão do playoff da Primeira Liga. Torreense e Casa Pia disputam última vaga na prova.
João Goulart fez a análise da primeira mão do playoff da Primeira Liga. Torreense e Casa Pia defrontaram-se em Torres Vedras, com um resultado final de 0-0.
«Tínhamos um plano, a equipa estava a cumpri-lo e tivemos ocasiões flagrantes. Com 10 a equipa teve atitude, como se fosse 11 contra 11. Acho que tivemos mesmo muitas oportunidades. O vermelho acontece, podia ser a qualquer um. Vamos trabalhar durante a semana. Não posso dizer que o Torreense foi uma equipa muito forte. Tivemos as melhores oportunidades, já eles só tiveram oportunidades claras quando ficámos com 10.
Dany Jean: É um desconcerto total para as defesas adversárias. Mesmo com a marcação apertada de João Goulart, que procurava colocar o extremo do Haiti o mais longe da baliza possível, arranjou formas para se desenvencilhar e galgar metros. Beneficia, num primeiro momento, da agilidade com que se movimenta e, num segundo, da capacidade de drible e de condução a alta velocidade.
Javi Vázquez: É bem mais que um lateral esquerdo para a equipa do Torreense. Também tem a capacidade de chegar por fora e de procurar a linha de fundo para cruzar, mas prefere ser uma espécie de construtor a partir do corredor. Foram várias as situações em que, como um registra, procurou acalmar a equipa e priorizar as saídas mais curtas e organizadas. A batida na bola para o cruzamento é entusiasmante.
Lawrence Ofori: É o motor do Casa Pia. Não é um criativo puro nem o quer ser, mas consegue fazer o simples e ajudar os gansos com e sem bola. Com bola, não tem medo de olhar para a frente e é capaz de oferecer segurança quando necessário. Sem bola, onde mais se destaca, vence duelos, cobre vastas porções do terreno e impede o adversário de jogar. Um dos mais importantes na equipa de Álvaro Pacheco. Nota-se o raio de ação quando, depois de uma expulsão, assume quase sozinho o meio-campo defensivo por um período de tempo.
Khaly x Musa Drammeh: Nenhum dos dois esteve furos acima do outro, mas foi um dos duelos que fez faísca. A marcação individual do central brasileiro ao avançado gambiano. Regra geral, o defesa conseguiu controlar a proatividade do avançado – quer nos duelos aéreos quer na procura do espaço – mas nas situações em que foi ultrapassado, deu sempre perigo. Um dos microduelos dentro de um duelo maior.
O Torreense e o Casa Pia empataram por 0-0 em Torres Vedras. Jogo realizou-se para a primeira mão dos playoffs da Primeira Liga.
O Torreense x Casa Pia terminou 0-0 na primeira mão do playoff de manutenção ou subida de divisão na Primeira Liga. O primeiro jogo deixa tudo em aberto para a segunda mão, que se joga numa semana.
O jogo teve resultado enganador e contou com lances de perigo e agitação constante perto das balizas. Ainda assim, o momento de verdadeiro destaque foi a expulsão de Pedro Rosas (75′) deixando o Casa Pia reduzido a 10 até ao final do encontro.
Em superioridade numérica, a equipa da casa cresceu na partida, ganhou volume ofensivo, mas não conseguiu desfazer o nulo no marcador. Se há 0-0 mentirosos, este foi um deles.
A segunda mão joga-se na próxima quinta-feira, dia 28 de maio, em Rio Maior, com o jogo com início agendado para as 20h. Antes disso, recorde-se, o Torreense tem a final da Taça de Portugal.
O Gençlerbirligi optou por não acionar a opção de compra por Ricardo Velho. O guarda-redes vai regressar ao Farense.
O Gençlerbirligi não acionou a cláusula de opção de compra que detinha por Ricardo Velho e a mesma expirou durante esta quarta-feira. A informação está a ser avançada pelo Record. O emblema turco poderia ter contratado o guarda-redes por três milhões e meio de euros.
O jogador de 27 anos tem contrato até 2028 e possui uma cláusula de rescisão de 20 milhões de euros. Esta época realizou 28 partidas, com 37 golos sofridos. Ricardo Velho é internacional português numa ocasião. O seu valor de mercado é de dois milhões e meio de euros, segundo o Transfermarkt.