Ricardo Mangas prepara-se para deixar o Sporting no final da época, depois de ter reforçado os leões no verão de 2025.
Ricardo Mangas prepara-se para deixar de ser jogador do Sporting no final da presente temporada. De acordo com o jornal A Bola, o emblema de Alvalade está disposto a ouvir propostas pelo lateral esquerdo, que não entra nos planos do projeto liderado por Rui Borges.
O português não conseguiu tirar o lugar a Maxi Araújo, que continuou como titular absoluto na lateral esquerda, com Nuno Santos a estar recuperado para este final de época. O Sporting não rejeita uma ida ao mercado para encontrar um sucessor para Ricardo Mangas, não fechando igualmente a porta a uma saída do uruguaio.
O jogador de 28 anos tinha-se cruzado com Rui Borges no Vitória SC e reforçou os leões em 2025, depois de uma passagem pelo Spartak Moscovo. Na presente temporada leva 22 jogos, com dois golos marcados e duas assistências. Ricardo Mangas tem contrato até 2029, contando com uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.
O Barcelona qualificou-se para a final da Champions Feminina, depois de vencer o Bayern Munique por quatro bolas a duas.
O Barcelona derrotou o Bayern Munique por 4-2 durante a tarde deste domingo, num encontro a contar para a segunda-mão das meias-finais da Champions Feminina (o emblema catalão e o bávaro empataram o primeiro jogo 1-1), garantindo um lugar na partida decisiva da prova.
Salma Pararuello fez o 1-0, aos 13′, mas Linda Dallmann igualou o resultado, aos 17′. Alexia Putellas voltou a meter as blaugrana na frente do marcador, aos 22′. O 3-1 surgiu no segundo tempo, por intermédio de Ewa Pajor, aos 54′, sendo que aos 58′, Alexia Putellas bisou.
Pernille Harder reduziu, aos 71′, mas as espanholas acabaram mesmo por seguir em frente. Kika Nazareth foi suplente utilizada, entrando aos 86′. A final da Champions Feminina colocará frente a frente o Barcelona e o Lyon.
Rio Ave e Santa Clara garantiram a manutenção de forma matemática na Primeira Liga, marcando presença na próxima edição da prova.
O Rio Ave e o Santa Clara alcançaram a manutenção na Primeira Liga, depois da partida entre o Casa Pia e o Tondela (vitória dos beirões por uma bola a zero). Os conjuntos de Sotiris Silaidopoulos e Petit estarão assim garantidos na próxima edição da prova.
Já o Nacional da Madeira ainda não garantiu a manutenção, mas sabe que não pode descer de forma direta à Segunda Liga, já que possui vantagem no confronto direto com o Tondela, com os madeirenses a possuírem mais seis pontos que os beirões.
Assim sendo, o Tondela apenas pode ultrapassar o Casa Pia e o Estrela da Amadora, nas duas rondas que faltam. O AVS SAD está despromovido.
A União de Leiria recebeu o Farense e foi derrotada pelos algarvios por três bolas a zero, num encontro da 32.ª jornada da Segunda Liga.
A União de Leiria foi derrotada pelo Farense por 3-0 durante a tarde deste domingo, num encontro a contar para a 32.ª jornada da Segunda Liga. Derick Poloni abriu o marcador, aos 40′, com o lateral a marcar uma grande penalidade.
Leonardo Oliveira aumentou a vantagem dos algarvios, aos 60′. Aos 90+10′, Anthony Carter fechou as contas do resultado. Com este triunfo, a formação de José Faria passa a somar 39 pontos e abandona a zona de despromoção, ocupando o 14.º lugar.
Já o conjunto de Fábio Pereira despede-se da subida direta à Primeira Liga, já que não pode ultrapassar o Académico de Viseu, mantendo-se com 49 pontos na quarta posição, sonhando ainda com um apuramento para o playoff de promoção.
O Tondela foi a Rio Maior vencer o Casa Pia por uma bola a zero, num encontro a contar para a 32.ª jornada da Primeira Liga.
O Tondela derrotou o Casa Pia por 1-0 durante a tarde deste domingo, num encontro a contar para a 32.ª jornada da Primeira Liga. Num duelo vital pela luta pela manutenção, a equipa da casa passou a jogar com 10 a partir dos 55′, devido à expulsão com vermelho direto de Cassiano, depois de uma cotovelada num adversário.
Os beirões conseguiram adiantar-se no marcador por intermédio de Bebeto, aos 68′, ao não desperdiçar uma grande penalidade. O lateral brasileiro tinha sido lançado dentro de campo pouco tempo antes, com Gonçalo Feio a acertar em pleno no lançamento do experiente atleta. Livolant foi expulso nos minutos finais, já aos 90+11′.
Com esta vitória, o Tondela passa a somar 25 pontos e mantém-se no 17.º lugar, mas apenas a um ponto da formação orientada por Álvaro Pacheco, que ocupa o 16.º posto, em zona de playoff de manutenção. Faltam duas jornadas para terminar o campeonato.
O FC Porto venceu o Alverca por 1-0 no Estádio do Dragão e conquistou o 31.º título de campeão nacional da sua história, colocando um ponto final num jejum de três anos. Mais do que uma simples vitória, este foi o culminar de um processo de reconstrução, tanto para Francesco Farioli, depois das dificuldades sentidas no final da época transata no Ajax, como para os próprios dragões, que vinham de uma temporada 2024/25 marcada por instabilidade e rendimento irregular. Desta vez, a resposta foi muito clara perante a regularidade exibicional e consistência competitiva por parte dos dragões ao longo de toda a época.
No encontro da 32.ª jornada da Primeira Liga, a equipa portista teve de ser extremamente competente para ultrapassar um Alverca bem preparado por Custódio Castro, que apresentou soluções eficazes para exponenciar o seu momento defensivo e criar dificuldades aos dragões no plano ofensivo.
Do ponto de vista tático, o Alverca foi, muito provavelmente, uma das equipas que melhor conseguiu condicionar o FC Porto ao longo do campeonato. Apostando num sistema de cinco defesas, ao contrário de muitos adversários que optaram pelo 4-4-2, Custódio Castro manteve a sua linha de três centrais (Naves, Sergi Gómez e Bastien Meupiyou), com Nabil Touaizi e Isaac James nas alas. O objetivo passou por preservar uma estrutura que deu provas de solidez ao longo da temporada, algo que ficou evidente na forma tranquila como o Alverca assegurou a manutenção na Primeira Liga.
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Em organização defensiva, o Alverca apresentou-se num 5-3-2, com Chiquinho e Sandro Lima na frente. Apesar da superioridade do FC Porto na primeira fase de construção (3×2, com Bednarek, Kiwior e Pablo Rosário), a equipa ribatejana compensava com superioridade na linha defensiva e com ajustes muito bem definidos na pressão. Meupiyou assumiu uma referência individual sobre Victor Froholdt, enquanto, do lado oposto, Naves podia saltar à pressão sobre Gabri Veiga, dependendo do lado da bola. Ainda assim, os centrais do Alverca assumiam referências individuais sobre os médios do FC Porto quando estes entravam nas suas zonas de atuação, largando a referência sempre que que Froholdt ou Gabri Veiga se deslocavam para zonas mais recuadas ou exteriores.
Perante estas limitações, Victor Froholdt procurou libertar-se através de movimentos de lateralização à direita, tentando receber de frente e com maior capacidade de decisão. Ainda assim, o Alverca manteve sempre as coberturas bem asseguradas, impedindo a criação de vantagens claras no corredor.
Um dos grandes segredos do sucesso defensivo do Alverca esteve no trabalho dos médios exteriores, Figueiredo, Rhaldney e do pilar central do meio-campo Lincoln. Custódio Castro estruturou uma linha de três no meio-campo, com Figueiredo a assumir uma posição mais baixa, como médio interior. Estes jogadores foram fundamentais na pressão aos laterais do FC Porto, acumulando funções: ora fechavam por dentro para não permitir a Gabri Veiga, Froholdt receber bola, ora percorriam grandes distâncias para pressionar os corredores laterais (Alberto Costa e Zaidu). Lincoln, por sua vez, geria o espaço central em função da circulação da bola.
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Com estes comportamentos, centrais exteriores a saltarem sobre médios interiores e médios exteriores a pressionarem laterais, o Alverca conseguiu bloquear o jogo interior do FC Porto. Foi precisamente neste contexto que Deniz Gul poderia ter assumido um papel determinante. Ao baixar no terreno, o avançado turco procurava oferecer uma linha de apoio que permitisse ligar o jogo e criar superioridade. Sempre que isso acontecia, arrastava consigo um central, abrindo espaço para entradas de Alberto Costa, Froholdt ou Pepê. Também neste sentido se pode interpretar a escolha de Pablo Rosário para a posição 6, em detrimento de Alan Varela. A capacidade do médio da República Dominicana para encontrar passes verticais foi essencial para tentar ligar com Deniz Gul e desbloquear o jogo.
Nos corredores laterais, o Alverca manteve-se igualmente consistente. Jogadores como Oskar Pietuszewski tiveram dificuldades em desequilibrar, muito por culpa das coberturas constantes, asseguradas quer pelos alas, quer pelos centrais do lado da bola. Mesmo com as habituais trocas posicionais do FC Porto nos corredores, a equipa do Alverca foi controlando as investidas.
Com bola, o Alverca voltou a mostrar uma ideia já habitual. No processo de construção, Sergi Gómez subia para o meio-campo, formando duplo pivô com Lincoln, permitindo uma saída mais sustentada perante a pressão alta do FC Porto. Ao mesmo tempo, a equipa ribatejana posicionava-se com uma linha de quatro baixa e em linha, garantindo apoio por trás e maior segurança na primeira fase de construção. Com o FC Porto a procurar direcionar a pressão para o lado direito, Zaidu pressionava Touaizi, Oskar fechava sobre Naves e Deniz Gul baixava no terreno para condicionar Sergi Gómez.
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Já no plano ofensivo, a estratégia passava por utilizar Sandro Lima como referência para fixar os centrais azuis e brancos, explorando depois a profundidade com Chiquinho. O avançado português teve, inclusive, uma oportunidade em situação de 1×1 com Kiwior, mas não conseguiu definir da melhor forma. Ainda na primeira parte, o Alverca conseguiu também ativar as subidas de Touaizi pelo lado direito, obrigando a um esforço constante de recuperação defensiva para recompor a linha de cinco e evitar situações de inferioridade numérica (não deixar Oskar Pietuszewski livre).
Apesar da organização do adversário, o FC Porto acabou por chegar ao golo através de uma das suas armas mais eficazes ao longo da época: a bola parada. Através de um pontapé de canto, Gabri Veiga colocou a bola na área e Jan Bednarek, de cabeça, fez o único golo da partida.
Na segunda parte, o jogo sofreu algumas alterações, sobretudo na postura mais agressiva da equipa de Custódio Castro. O Alverca subiu linhas e tornou-se mais pressionante, conseguindo explorar melhor os corredores laterais através de Touaizi e Isaac James. Ainda assim, o FC Porto conseguiu controlar as investidas e segurar a vantagem, num esforço coletivo que, como o próprio Francesco Farioli referiu, teve também um significado especial ao evocar a memória de Jorge Costa, uma figura incontornável na história do clube, como símbolo da resiliência e da identidade que voltaram a marcar este FC Porto campeão.
No final, este título não pode ser visto apenas como o resultado de um jogo, mas sim como a consequência de um processo bem estruturado ao longo da temporada. Um plantel bem construído, totalmente alinhado com as ideias do treinador, gerido com critério e maturidade ao longo da época, e sustentado por uma ligação forte entre equipa e adeptos. Mais do que um campeão, este FC Porto foi uma equipa consistente, equilibrada e preparada para todos os momentos da temporada. E é precisamente essa coerência, entre planeamento, identidade e execução que torna este título, sem qualquer dúvida, mais do que merecido.
Rodrigo Lima
Relatório Tático
1. Alverca
Organização defensiva
Sistema base: 5-3-2 em organização defensiva
Linha de 5 consolidada, com foco no bloqueio do corredor central e coberturas constantes nos corredores
Médio mais centralizado (Lincoln) como gestor de equilíbrios
Organização ofensiva
Primeira fase de construção com: linha de 4 baixa
Sergi Gómez a subir para formar duplo pivô com Lincoln
Fixação de dos centrais do FC Porto (Jan Bednarek e Jakub Kiwior) através de Sandro Lima
Procura de profundidade com Chiquinho
Projeções de Touaizi no corredor direito e boa recuperação posicional após perda de bola
Limitações
Falta de definição no remate ou no passe no último terço (Chiquinho)
Dificuldade em manter ataques prolongados na primeira parte contra o bloco organizado do FC Porto
Bola parada (golo do FC Porto)
Comportamentos-chave
Centrais exteriores (Meupiyou e Naves) com referências individuais aos médios interiores do FC Porto (Gabri Veiga e Victor Froholdt)
Médios exteriores (Figueiredo e Rhaldney) com dupla função: pressão aos laterais na variação de jogo do FC Porto e cobertura interior
Redução do espaços entrelinhas
Maior protagonismo de Isaac James e Touaizi nas projeções na segunda parte
Bloco mais subido e maior agressividade na segunda parte
Impacto competitivo
Forte capacidade de bloquear jogo interior do FC Porto
Redução da progressão com bola do FC Porto por zonas centrais
Obrigar o FC Porto a procurar circular através dos corredores (mas tendo vantagens nas coberturas)
2. FC Porto
Organização defensiva
Pressão alta orientada ao lado direito do Alverca, condicionando a primeira fase de construção.
Ajustes individuais constantes em função da saída adversária:
Zaidu ajusta a pressão sobre o lateral direito (Touaizi), fechando linha exterior e condicionando progressão por fora.
Deniz Gul teve papel ativo no controlo de Sergi Gómez, baixando para condicionar a primeira ligação entre central e médio, reduzindo tempo de decisão na construção curta.
Oskar Pietuszewski assumiu marcação/pressão direta sobre Naves, orientando o encaixe no lado esquerdo e condicionando a primeira fase de circulação do Alverca por esse corredor.
Dinâmicas principais
Victor Froholdt com tendência de lateralizar à direita para tirar a referência ao Meupiyou e receber livre
Pablo Rosário com papel de ligação vertical
Utilização de Deniz Gul como referência de apoio e arrasto de marcações (dinâmica-chave para ferir o Alverca)
Condicionamento inicial eficaz da construção curta do Alverca
Problemas identificados
Dificuldade em progredir por corredor central
Falta de vantagem clara nos corredores (Limitados por coberturas constantes do Alverca)
Necessidade de maior velocidade na circulação para dificultar a pressão de Figueiredo e Rhaldney
BnR na Conferência de Imprensa
Bola na Rede: Em organização defensiva, vimos o Meupiyou e o Naves a pressionarem o Froholdt e ao Gabri Veiga até determinado ponto. Ainda assim, gostava de lhe perguntar como é que procurou ajustar a pressão, sobretudo em situações em que o Froholdt lateralizava à direita e acabava por retirar a referência ao central do Alverca, que naturalmente não o acompanhava. Por outro lado, qual era o principal objetivo no plano ofensivo e que papel teve o Chiquinho nesse momento do jogo?
Custódio Castro: É mesmo isso. Principalmente do lado direito, estavam a tentar isso mesmo com um pouco mais de eficácia, até pela velocidade do Alberto e do que estava a imprimir no jogo. Depois, também havia uma diferença do lado direito do FC Porto, que era o Figueiredo a defender. Se calhar, não tão rotinado como o Rhaldney, mas a verdade é que depois também, na saída e no que eram transições, tinha tanta ou mais capacidade. O que nós sabíamos era que o Chiquinho e o Sandro Lima acabavam por fazer 2×3 (três do FC Porto), no caso, mas isso dava-nos uma superioridade na linha defensiva, ou através do Bastien Meupiyou ou através do Lincoln, e quando o Lincoln marcava, o Bastien sobrava; quando o Bastien marcava, o Lincoln sobrava, e isso dava-nos alguma superioridade se eles puxassem o outro interior para o lado da bola, porque aí não precisávamos de desposicionar mais ninguém da linha defensiva e o Lincoln podia seguir marcação HxH, tal e qual como o Figueiredo e o Rhaldney iam ajustar em lado contrário, naturalmente. Em termos de transição ofensiva, nós acabámos por não fazer golo por alguma infelicidade, ou às vezes até por alguma indecisão do Chiquinho. Nós conseguimos ter o Chiquinho algumas vezes 1×1 com o Jakub Kiwior, era essa intenção, e a verdade é que não acabámos por fazer golo, mas acho que tivemos algum sucesso no plano.
Na 35.ª jornada da Premier League, o Manchester United venceu por 3-2 na receção ao Liverpool, desperdiçando a vantagem da primeira parte.
Num jogo entre rivais com grande peso para as contas do pódio da Premier League, o Manchester United superou o Liverpool por 3-2. Bruno Fernandes e Diogo Dalot marcaram presença no onze inicial das equipa comandada por Michael Carrick.
Os red devils entraram melhor na partida, construindo uma vantagem de dois golos, através de Matheus Cunha (6′) e Benjamin Sesko (14′). No segundo golo, Bruno Fernandes esteve perto de igualar o recorde de assistências da Premier League, mas o desvio em Freddie Woodman retirou-lhe a 20.ª da temporada. Após o intervalo, a turma de Arne Slot reduziu a desvantagem com o golo de Dominik Szosboszlai (47′), antes de Cody Gakpo (56′) restabelecer a igualdade. O golo da vitória surgiu pelos pés do menino formado em Old Trafford, Kobbie Mainoo (77′).
Com este resultado, o Manchester United reforçou o terceiro lugar com 64 pontos, garantindo a presença na Champions League na próxima temporada. Liverpool não passou dos 58 pontos, oferecendo uma oportunidade para o Aston Villa saltar para o quarto lugar.
Este domingo, o Damaiense foi derrotado por 2-1 frente ao Marítimo e o Braga bateu o Racing Power por duas bolas a uma.
Na penúltima jornada da Primeira Liga Feminina, o Marítimo bateu o Damaiense por 2-1 num embate dos últimos classificados. Em Setúbal, o Braga venceu por 2-1 na visita ao Racing Power.
À procura de sair do lugar de despromoção direta, o Damaiense adiantou-se aos 22 minutos, com o golo de Sydney Parker. Contudo, ainda antes do intervalo, Érica Costa restabeleceu a igualdade aos 38 minutos. Em tempo de compensação, Gabriela Zidoi marcou o golo da vitória aos 90+1′.
O Braga adiantou-se muito cedo através de Margie Detrizio-Parrett, aos quatro minutos, levando a vantagem para o intervalo. Já na segunda parte, Maribel Floresfez o segundo golo minhoto aos 68 minutos, antes de Pamela González reduzir aos 73 minutos.
Com estes resultados, o Braga chega aos 21 pontos na quinta posição e o Racing Power mantém a sétima posição com 17 pontos. No fundo da tabela, o Marítimo chegou aos 14 pontos, seguido pelo Damaiense com 11.
O Vila Flor venceu por 3-2 frente ao ACD Sótão na final da Supertaça de Futebol de Praia, conquistando o título pela primeira vez na história.
Este domingo, o Vila Flor conquistou, pela primeira vez na história do clube, a Supertaça de Futebol de Praia, depois de bater o ACD Sótão por 3-2. Antes do apito inicial, foi feita uma homenagem a Mário Narciso, antigo selecionador nacional, pelo contributo prestado à modalidade.
Llorenç Gómez esteve em grande destaque com um hat-trick, depois de o Vila Flor ficar em desvantagem em duas ocasiões, com golos apontados por Diogo Dias e Ruben Brilhante.
Desta forma, o Vila Flor arranca a temporada de forma positiva, antes de iniciar o campeonato nacional, marcado para o próximo sábado, dia 9 de maio.
Depois de assegurar a manutenção do Alverca no ano de regresso à Primeira Liga, Custódio Castro permanecerá no cargo na próxima temporada.
O Alverca marcou uma reunião com Custódio Castro para a próxima semana, de forma a oficializar a continuidade do treinador na próxima temporada. No regresso à Primeira Liga, os ribatejanos foram capazes de assegurar a manutenção, depois de um forte investimento no plantel, com 31 contratações.
Também em 2025/26, o Alverca completou a maior venda da história do clube, com a transferência de Alex Amorim para o Genoa por um total de 10 milhões de euros.
A ideia da reunião em questão passa também pela delineação do plano coletivo para a próxima temporada. Desde a chegada ao clube no verão de 2025, Custódio Castro comandou 34 jogos, nos quais acumulou 10 vitórias, nove empates e 15 derrotas.