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Alverca convoca reunião para oficializar a continuidade de Custódio Castro no comando técnico

Dinis Jacob · 1 min

Custódio Castro Alverca
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

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Depois de assegurar a manutenção do Alverca no ano de regresso à Primeira Liga, Custódio Castro permanecerá no cargo na próxima temporada.

O Alverca marcou uma reunião com Custódio Castro para a próxima semana, de forma a oficializar a continuidade do treinador na próxima temporada. No regresso à Primeira Liga, os ribatejanos foram capazes de assegurar a manutenção, depois de um forte investimento no plantel, com 31 contratações.

Também em 2025/26, o Alverca completou a maior venda da história do clube, com a transferência de Alex Amorim para o Genoa por um total de 10 milhões de euros.

A ideia da reunião em questão passa também pela delineação do plano coletivo para a próxima temporada. Desde a chegada ao clube no verão de 2025, Custódio Castro comandou 34 jogos, nos quais acumulou 10 vitórias, nove empates e 15 derrotas.

Custódio Castro Alverca
Fonte: FC Alverca
Dinis Jacob

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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