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Pepe e Iker Casillas não esquecem FC Porto após conquista da Primeira Liga

O FC Porto sagrou-se campeão nacional pela 31.ª vez na história. Iker Casillas e Pepe reagiram à conquista dos dragões.

Pepe e Iker Casillas sublinharam a conquista do FC Porto na Primeira Liga através das redes sociais. Na sequência do triunfo frente ao Alverca que confirmou o título de campeão nacional, ambos os ex-jogadores partilharam uma publicação nas redes sociais.

Entre 2004/05 e 2006/07 e entre 2018/19 e 2023/24, Pepe vestiu a camisola do FC Porto. Relativamente a Iker Casillas, o antigo guarda-redes, depois de ter passado 16 temporadas pelo Real Madrid, jogou pelo clube azul e branco entre 2015/16 e 2018/19.

Na antepenúltima jornada da Primeira Liga, o FC Porto sagrou-se campeão nacional pela 31.ª vez na história do clube.

Benfica mantém registo de invencibilidade no campeonato após sofrimento em Famalicão

O Benfica continua sem qualquer derrota na Primeira Liga esta época. Empate contra o Famalicão permite manter o registo.

Ao fim de 32 jornadas, o Benfica continua invicto na Primeira Liga. Apesar do sofrimento registado no Norte de Portugal, o empate por 2-2 diante do Famalicão permite às águias manter o registo positivo.

São, neste momento, 22 vitórias e 10 empates no campeonato. Estes resultados impossibilitam já qualquer esperança ao Benfica no título, já entregue ao FC Porto, mas mantém as águias na liderança do mini-campeonato com o Sporting, na luta pelo segundo lugar.

Nas últimas duas jornadas da Primeira Liga, o Benfica defrontará o Braga, em casa, e o Estoril Praia, na Amoreira.

Gustavo Sá, Famalicão x Benfica
Fonte: João Freitas / Bola na Rede

Nicolás Otamendi em risco de já ter feito o último jogo pelo Benfica

Nicolás Otamendi viu vermelho direto e ainda não conhece extensão da penalização. Central em final de contrato com o Benfica.

Aos 55 minutos do empate entre Famalicão e Benfica, numa altura em que as águias venciam o jogo, Nicolás Otamendi foi expulso com vermelho direto e teve de abandonar o terreno de jogo. Expulsão pode trazer consequências para o futuro do central nas águias.

Numa altura em que faltam apenas duas jornadas ao Benfica para o final da Primeira Liga, a dimensão da penalização determinará o regresso do argentino. É certo que o central falhará a receção ao Braga, mas, por ter sido vermelho direto, a suspensão pode contemplar mais jogos de ausência.

Caso Nicolás Otamendi fique suspenso por dois jogos, não voltará a jogar esta época. Numa altura em que o defesa está em final de contrato, o futuro do argentino na Luz não é certo e, se não houver renovação de contrato, tal pode significar mesmo a despedida do defesa da Luz.

Nicolás Otamendi é capitão do Benfica, clube onde está desde 2020. Esta época, o defesa de 38 anos leva 48 jogos pelas águias nos quais anotou três golos.

Nicolás Otamendi Benfica
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Alanyaspor felicita Francesco Farioli pela conquista no FC Porto: «Continuação de muito sucesso»

O FC Porto sagrou-se campeão nacional pela 31.ª vez na história. Alanyaspor deu os parabéns a Francesco Farioli pela conquista.

O Alanyaspor não ficou indiferente à conquista de Francesco Farioli, que garantiu o título da Primeira Liga pelo FC Porto. O treinador italiano já passou pelo clube da Turquia, que agora é comandado pelo português João Pereira.

«Boa, Farioli! Gostaríamos de felicitar o nosso antigo treinador Francesco Farioli por ter conquistado o campeonato da Liga portuguesa ao serviço do FC Porto e desejar-lhe a continuação de muito sucesso», pode ler-se nas redes sociais do Alanyaspor.

Na antepenúltima jornada da Primeira Liga, o FC Porto sagrou-se campeão nacional pela 31.ª vez na história do clube.

As chaves do título do FC Porto

2 da manhã, noite de São João. Entre manjericos e martelos a cidade do Porto aproveitava a festa que entrava pela noite dentro para ir espreitando, com mais ou menos atenção, o que se passava à mesma hora, mas num fuso horário totalmente diferente. Se na cidade Invicta se espalhavam sorrisos boémios, a muitos quilómetros de distância multiplicavam-se as caras de desalento e frustração. O FC Porto empatava por 4-4 diante do Al Ahly e era eliminado do Mundial de Clubes sem vitórias conquistadas e com mais um prego no caixão de uma temporada particularmente infeliz.

Wessam Abu Ali, avançado palestiniano que entrou no imaginário de vilões do FC Porto, expôs as feridas de um Dragão latejante e nas ruas da amargura. Menos de um ano depois, o momento é totalmente diferente e não é preciso nenhum santo para encher as ruas. Não é preciso celebrar o São João nem abrir caminho pelas multidões para arranjar um espaço suficiente para o bailarico. Basta um cachecol azul e branco, uma camisola com o emblema do FC Porto e um cântico a ecoar, não entredentes, mas com as cordas vocais bem amplificadas: o FC Porto é campeão.

Num ano tudo muda, mas poucos podiam perspetivar que tanto pudesse mudar na vida azul e branca para um desfecho de época tão positivo. Ainda assim, se a premonição poderia ser difícil de projetar, o resultado não é assim tão complicado de explicar nem o porquê de o FC Porto ter sido campeão. E tamanha claridade nas explicações é, porventura, o maior elogio que se pode fazer à época azul e branca.

Francesco Farioli
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

A principal razão passa pela coordenação clara entre Francesco Farioli, treinador que rendeu Martín Anselmi depois da hecatombe transatlântica, e toda a estrutura. Há a sensação, de fora, de que André Villas-Boas confiou muito mais no italiano do que em Vítor Bruno ou Martín Anselmi em tempos. Apesar da brevidade da carreira de Francesco Farioli, antigo adjunto de Roberto De Zerbi e estudioso do jogo, o antigo treinador de Ajax e Nice (para lá das aventuras iniciais na Turquia) já tinha apresentado provas de trabalho feito.

De resto, apesar do fantasma andar a pairar, o fenómeno Ajax era irrepetível em qualquer cenário exceto no único que conjugava todos os mais sádicos deuses do futebol. Primeiramente, porque o trabalho do italiano nos Países Baixos, numa análise capaz de ir além das últimas jornadas, é em tudo assinalável. Faltassem mais provas, é ver por onde anda o gigante neerlandês nesta temporada. Depois, porque há, no plantel do FC Porto, provas de qualidade individual e coletiva e referências no balneário que não existiam pelas terras neerlandesas, onde o medo, a ansiedade e a desconfiança começaram algures a reinar.

Afastado o fantasma, mais exterior que interior ao FC Porto, uma visão sobre o plantel e sobre a construção da equipa deixava antever uma época positiva. Depois de um ano cujo mercado prometeu tudo e entregou quase nada, desta feita a coordenação ideias da estrutura + necessidades do treinador para a equipa funcionou praticamente na perfeição.

Jan Bednarek André Villas-Boas
Fonte: FC Porto

Francesco Farioli queria pulmão, altura, capacidade atlética e de trabalho pela equipa. Como quem não quer a coisa, chegaram, para a titularidade, Jan Bednarek e Jakub Kiwior, uma dupla de centrais da Premier League, Alberto Costa num negócio que enviou um desacreditado João Mário para Itália, Victor Froholdt do Norte da Europa e Borja Sainz. Para o banco, Francesco Farioli teve dedo claro na chegada de Pablo Rosario, antigo pupilo do Nice, e Luuk de Jong, que de inimigo se fez amigo do italiano. No verão, apareceu ainda Dominik Prpic.

As apostas no mercado eram claras: o FC Porto ia ganhar metros, ganhar força e ganhar pulmão em campo. Se quando apareceu, Francesco Farioli se confundia com os românticos estudiosos da posse de bola, da construção curta e da capacidade de brincar com o adversário, o treinador dos dragões chegou ao FC Porto numa versão mais maturada, mantendo uma identidade clara, mas dando mais valor ao controlo e à fisicalidade. E foi este o guião da época do FC Porto.

O FC Porto não fez uma quantidade tal de jogos exuberantes para encantar Portugal e o mundo, mas fez muitas coisas muito bem feitas em campo. Foram poucos os jogos em que o plano de Francesco Farioli se revelou insuficiente ou foi claramente ultrapassado. De resto, há também mérito na forma como a construção da ideia de jogo se foi desenvolvendo, mantendo a base criada durante a pré-época e que torna o FC Porto de 2025/26 uma equipa de autor.

Francesco Farioli FC Porto
Fonte: Pedro Barrelas / Bola na Rede

Um 4-3-3 base com os extremos abertos, de fora para dentro, os laterais baixos para atrair a pressão e canais de escoamento bem definidos. O 6 era, quase sempre, o homem livre que o FC Porto queria descobrir para ver de frente o jogo e acelerar. Quando estava complicado, o volume de jogo perto da área adversária permitiria uma oportunidade de visar a baliza ou de procurar o cruzamento para Samu Aghehowa. Se não valia em jogo corrido, a bola parada resolvia.

Ao longo da época, a base não se alterou de um ponto de vista substancial, mas para lá do crescimento individual de alguns jogadores e da chegada de outros, houve algumas nuances diferentes. Com o 6 cada vez mais pressionado, percebendo os adversários que não lhe podiam dar espaço, os médios ganharam abrangência. Os laterais, inicialmente mais presos em posições mais baixas, foram ganhando amplitude e profundidade, especialmente no caso de Alberto Costa, e capacidade de projeção de trás para a frente ou de maior diversidade de movimentos, se falarmos de Martim Fernandes. O ponta de lança deixou também de ser usado como destino e passou a ser chave para enquadrar as chegadas dos médios, a romper de trás como terceiro homem.

Em janeiro, o FC Porto ganhou novas armas. Se Luuk de Jong, a quem se projetava um papel interessante, particularmente em jogos de maior exigência técnica, se lesionou, e Samu Aghehowa se viria a lesionar, o FC Porto voltou a fazer uso da rede de contactos de Francesco Farioli e contratou Terem Moffi. Para a rotação na defesa e para a voz no balneário, o FC Porto fez regressar Thiago Silva. Mas os mais importantes, estavam por outras bandas.

Oskar Pietuszewski FC Porto
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Em janeiro, o FC Porto sabia que estava bem encaminhado para o título e decidiu apostar tudo nessa possibilidade. Se Victor Froholdt precisava de descansar mais e de um substituto, chegou Seko Fofana, sem espaço em França e com os recursos físicos e técnicos – acima de tudo estes – para o lugar. Quando a principal lacuna do FC Porto se acentuava na falta de criatividade a partir de posições adiantadas, Oskar Pietuszewski chegou para atenuar o futuro e para marcar o presente. Entrou com tudo para o lado esquerdo do ataque azul e branco e trouxe a irreverência no 1×1 que o Dragão gritava por.

Há, na época do FC Porto, nomes fundamentais. Diogo Costa subiu o nível e, em praticamente todos os jogos, somou uma defesa importante. Nas margens mínimas das vitórias, há uma assinatura bastante clara do capitão. Com bola, quer a iniciar saídas, quer a colocar na frente, foi fundamental. Os polacos no centro da defesa tornaram o setor mais debilitado no mais preponderante do FC Porto. Jan Bednarek chegou com muitas dúvidas e com um ponto de interrogação face às debilidades que a Premier League havia revelado, mas num cenário menos exigente em termos de movimentos, vendo o jogo de frente e com avançados menos completos em comparação a Inglaterra, pegou de estaca. Ao seu lado, também contundente nos duelos, mas com outra leveza no andar e outros argumentos no pé esquerdo, Jakub Kiwior impôs-se facilmente. Continua a ser curioso pensar nas artimanhas de André Villas-Boas para convencer o Arsenal a libertar o polaco tão facilmente.

Mais à frente, outro dos esteios da temporada: Victor Froholdt, indubitavelmente no topo na lista de jogadores mais influentes na época. No lugar dos pulmões tem uma espécie de bateria com energia praticamente interminável, que lhe permite recuar metros para travar transições e, com bola, chegar perto da área para finalizar. Com o avançar da época, foi-se soltando e demonstrando mais recursos técnicos no momento ofensivo – passe, chegada, remate – e defensivo – desarme, interceção e posicionamento.

Victor Froholdt FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Numa segunda prateleira de influência, é possível destacar os dois laterais direitos, Alberto Costa mais possante e físico, Martim Fernandes mais técnico e criativo, foram dando coisas diferentes à equipa do FC Porto. Alan Varela cresceu em influência no meio-campo e, com momentos e fases diferentes ao longo da época, assumiu um papel relevante na equipa. Gabri Veiga, em crescendo durante a temporada, ganhou influência na equipa portista, mais forte na chegada, mais contundente em construção e com peso na bola parada. Pepê, sem um brilhantismo desmedido, é um dos rostos da versão operário que Francesco Farioli quer que a equipa seja. Joga um pouco por todo o lado, oferece-se no momento defensivo e corre pela equipa. Deu mais ofensivamente, a nível combinativo e de definição, que Borja Sainz. Por fim, Samu Aghehowa, enquanto a lesão não lhe mudou os planos, fez uma temporada de destaque. Começou com uma névoa que trazia de Anselmi, que o obrigava a tocar na bola mais vezes fora da área que dentro dela, mas Francesco Farioli conseguiu um equilíbrio. A crueldade do futebol chamou uma lesão quando, para além dos muitos golos, vinha cada vez com maior influência como referência e enquadrador de ataques.

A época do FC Porto é marcada pelas duas equipas e pela rotatividade imposta por Francesco Farioli, qual gestor, a rodar a equipa como se o futebol fosse matemática. Nesta rotação, é de Pablo Rosario o destaque. O médio chegou sem grande destaque, mas chamou para si os holofotes em muitas ocasiões. Se é verdade que a polivalência é destacável, não pode incidir apenas nessa característica a qualidade do médio. Principalmente a partir desta posição, é capaz de dar outro perfume ao jogo azul e branco, metendo bolas desde trás e dando criatividade ao jogo. Foi, como solução para 30 ou 60 minutos, que Rodrigo Mora foi enquadrado na época do FC Porto, naquele que é um dos grandes pontos de interrogação sobre o futuro. Estará o criativo apenas talhado a uma rotação como 8, num papel que puxa muito pelas suas lacunas e inibe as suas qualidades? Não dá para prever, tal como não dava para prever o desenvolvimento de Zaidu, que de patinho feio, tornou-se numa espécie de divindade para os adeptos. Com uma pequena diferença: ao jogador meme, juntou-se o jogador memorável pelas arrancadas e definição. Também William Gomes, com golos mágicos, Borja Sainz, mais pelo compromisso que pela intencionalidade ou Deniz Gul, que de terceira opção a crescer se viu atirado aos leões merecem o destaque, como Francisco Moura, apesar do fim de época tremelicante o merece pelos primeiros vezes.

Pablo Rosario FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

A gestão do plantel e a aposta fulcral no campeonato ajudaram o FC Porto a ser competente internamente. Com o endurecimento do calendário, há ainda uma zona cinzenta por descobrir no que concerne à construção de plantéis e à gestão de minutos. Resistindo à tentação de achar que há apenas uma fórmula certa ou perfeita, a calculadora de Francesco Farioli foi decisiva para, depois de um mês de fevereiro onde a sensação de meio-gás chegou a aparecer, a equipa dar resposta fisicamente na fase mais complicada. Março dissipou quaisquer dúvidas sobre a candidatura ao título.

A época foi dura para o FC Porto. O que se passou dentro de campo, ajudou a amenizar a dor profunda que as perdas de Jorge Costa, muito próximo da equipa técnica e da equipa, e de Pinto da Costa, uma instituição que se confunde com o FC Porto e que se despediu na última temporada, mas ainda bem presente na memória, trouxeram. Também eles serão lembrados por adeptos e pela equipa azul e branca nestas semanas.

O título antecipado permite momentos de celebração longos e profundos e antecipa duas grandes festas. O momento não convida à reflexão, embora os sábios antigos garantam que trabalho é trabalho e conhaque é conhaque. A questão central prende-se: e quando é o trabalho que abre as alas para o conhaque? Perguntem ao FC Porto, é melhor. Assim se celebra um campeonato.

jogadores FC Porto
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede

Imprensa espanhola garante: «José Mourinho é a opção mais provável para o banco do Real Madrid»

José Mourinho volta a ser falado em Espanha. Imprensa vizinha garante que o treinador do Benfica é o principal alvo do Real Madrid.

José Mourinho é o principal alvo do Real Madrid e a opção mais provável para assumir o clube. De acordo com o jornalista Ramón Álvarez de Mon, da Radio Marca, o treinador do Benfica não é consensual, mas é a opção analisada por Florentino Pérez, presidente dos espanhóis.

«Mourinho é a opção mais provável para o banco do Real Madrid. Não há um consenso total em relação a ele, mas, tal como antecipou o The Athletic, é a opção que Florentino está a considerar neste momento. Não tenho conhecimento de que haja negociações, mas acredito que elas irão ocorrer até ao final da época», destacou o jornalista espanhol Ramón Álvarez de Mon.

Quanto questionado sobre o interesse do Real Madrid, José Mourinho garantiu que ainda não recebeu qualquer contacto dos merengues relativamente a uma mudança para o Santiago Bernabéu.

Viktor Gyokeres após vitória sobre o Fulham: «Nunca deixámos de acreditar»

Após brilhar na vitória do Arsenal frente ao Fulham, Viktor Gyokeres garantiu que a equipa mantém a crença total na conquista do título.

Viktor Gyokeres destacou-se na vitória do Arsenal na receção ao Fulham por 3-0, jogo em que contribuiu com dois golos e uma assistência. Em declarações à Sky Sports, o avançado valorizou a exibição da equipa, referindo que o grupo entrou em campo com a convicção de que iria criar várias oportunidades e que, nesta fase da época, a prioridade é somar vitórias.

Questionado sobre a disputa do título da Premier League, o sueco garantiu que a confiança do plantel se mantém constante.

«Nunca deixámos de acreditar. E não vamos deixar. É assim que é, e vamos continuar. Só precisamos de nos focar no próximo jogo», afirmou, sublinhando que a equipa tem registado bons resultados e deve manter-se nesse caminho.

Sobre a reta final da temporada, Gyokeres mostrou-se otimista com o atual cenário da equipa inglesa. O avançado lembrou que o campeonato está a terminar e que, por estarem numa boa posição, têm claras hipóteses de alcançar os seus objetivos desportivos.

Sporting define posição prioritária a reforçar com 2 saídas em perspetiva

O Sporting quer reforçar o plantel com novo lateral esquerdo. Caso Maxi Araújo deixe mesmo os leões, contratação é obrigatório.

O Sporting prepara mudanças no setor mais recuado e, de acordo com o jornal A Bola, prepara-se para reforçar a equipa com a contratação de um novo lateral esquerdo.

Os leões já estão a analisar opções no mercado e à procura de nomes capazes de reforçar o plantel às ordens de Rui Borges. É praticamente certo que chegará um novo nome para a posição, mas o mercado poderá ditar mudanças mais profundas.

Isto porque, avança a mesma fonte, nenhum dos três laterais esquerdos do plantel tem o futuro certo. Maxi Araújo tem muitos interessados no mercado e a saída do uruguaio ganha força; Ricardo Mangas não tem presença certa no plantel e a saída está a ser avaliada; e Nuno Santos, embora continue no plantel, entrará no último ano de contrato.

No verão é esperada, portanto, pelo menos uma contratação para o lado mais recuado da defesa.

Ricardo Mangas Sporting
Fonte: Rui Pereira/Bola na Rede

Mercado sueco à espreita: Promessa da equipa B do Sporting pode estar de saída de Alvalade

O jovem extremo Mauro Couto está a despertar um forte interesse do Malmo da Suécia. Com o contrato a terminar em 2027, o Sporting admite negociar o jogador por valores entre 1 e 2 milhões de euros.

Segundo o jornal A Bola, o jovem extremo Mauro Couto, de 20 anos, está a despertar o forte interesse do Malmo. O clube sueco já tinha feito uma abordagem ao Sporting no mercado de janeiro e, com a sua liga local a decorrer, poderá voltar à carga no futuro.

Com contrato válido até junho de 2027, o jogador prepara-se para entrar no último ano da sua ligação ao clube de Alvalade. Para evitar que o atleta saia a custo zero, a estrutura leonina admite a possibilidade de negociar o seu passe caso surjam novas propostas, fixando a fasquia do negócio entre 1 e 2 milhões de euros.

A nível desportivo, Mauro Couto tem sido uma peça fundamental na equipa B do Sporting nesta temporada, contabilizando 29 jogos, dois golos e três assistências. O seu rendimento tem justificado chamadas frequentes às convocatórias da equipa principal de Rui Borges, onde já se tinha estreado na época transata.

Imprensa italiana assinala conquista do FC Porto: «A vingança de Farioli»

O FC Porto sagrou-se campeão nacional pela 31.ª vez na história. Imprensa italiana destacou a conquista dos dragões.

O jornal italiano Corrierre dello Sport noticiou a conquista da Primeira Liga pelo FC Porto e recordou o que aconteceu com Francesco Farioli no final da temporada passada. Daí escreverem: «FC Porto campeão de Portugal: a vingança de Farioli».

«A pouco menos de um ano das lágrimas derramadas pela derrota nos Países Baixos ao comando do Ajax, Francesco Farioli conquista o título de campeão de Portugal com duas jornadas de antecedência, chegando aos 75 pontos com a 27.ª vitória da temporada no campeonato», pode ler-se de seguida.

O Corrierre dello Sport destacou ainda o desempenho de William Gomes, o registo defensivo do FC Porto e abordou o jogo com o Alverca. Na antepenúltima jornada da Primeira Liga, o FC Porto sagrou-se assim campeão nacional pela 31.ª vez na história do clube.