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O campeonato aproxima-se do seu final e com isto aumenta também o tom com que os protagonistas do futebol português falam da arbitragem. Não vale a pena alongar muito até porque na passada jornada já tivemos dois grandes discursos por parte do treinador do FC Paços de Ferreira, João Henriques, e por parte do treinador do GD Chaves, Luís Castro.

No meio de tanta retórica repetida há algo que eu pelo menos concordo com o treinador do FC Porto, Sérgio Conceição, e esquecendo-nos do pedaço de hipocrisia existente. Todos nós adeptos do futebol temos que reconhecer que não gostamos do anti-jogo. Retira espetáculo e retira emoção ao jogo que tanto gostamos, os adeptos deslocam-se aos estádios para ver jogo jogado, não para ver o jogo parado de cinco em cinco minutos. Discordo em parte com o treinador do FC Porto quando ele coloca as culpas totalmente no árbitro, o que é suposto um árbitro fazer perante este cenário? O árbitro não é médico nem enfermeiro, não pode averiguar a veracidade da lesão de um jogador, cabe sim à FIFA como organismo máximo do futebol estudar e procurar maneiras de acabar com este “problema”. Concordo sim com a sua critica quando diz que os árbitros “desatam” a dar cartões no período de compensação por perda de tempo, de facto dar cartão amarelo no período de compensação pode ser visto como uma ação de beneficiar mais o infrator, é algo que devia ser retificado pelo Conselho de Arbitragem e transmitido aos árbitros portugueses.

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