Com a recente saída de Rúben Neves para o Wolverhampton, ou até mesmo a ainda mais recente venda de Nelson Semedo por parte do Benfica ao FC Barcelona, surgiu a ideia de analisar as saídas do país por parte dos jogadores portugueses para equipas de outros países, e concluir quais as principais que considero terem ocorrido cedo demais, quer para jogador quer para clube.
Portugal é cada vez mais, como sabemos, um país formador e exportador, e por isso esta não foi uma tarefa difícil, até porque os casos de emigrações “precoces” têm-se tornado cada vez mais frequentes.
Fiquem então (e analisem também) com este top 10 de portugueses que emigraram cedo demais.
Nascido no seio de uma família portista, o Nuno não podia deixar de seguir o legado e faz questão de ser um membro ativo na ação de apoiar o seu clube, sendo presença habitual no Estádio do Dragão, inserido na claque Super Dragões. Para ele, o futebol é quase uma terapia, visto que quando está a assistir a algum jogo se esquece de todos as preocupações. Foi futebolista federado, mas acabou por entender que o seu papel era fora das quatro linhas, e também para seguir os estudos em Novas Tecnologias da Comunicação.
O Nuno escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
O Benfica B bateu a UD Leiria por 2-1 e o Torreense não foi além do empata a dois golos na receção ao Penafiel, em jogos da 2.ª jornada da Segunda Liga.
O Newcastle deu início às negociações com o Bayern Munique para a aquisição de João Palhinha. Emblema alemão não quer emprestar com opção ou obrigação de compra.
Na 1.ª jornada da Liga dos EAU, Rui Vitória estreou-se no Al Wasl com uma vitória por 5-1 sobre o United FC, assim como o Shabab Al Ahli, enquanto o Al Sharjah venceu por 3-1.
O Paços de Ferreira somou a segunda derrota em dois jogos na receção ao Paredes (1-0) e o Belenenses manteve o registo vitorioso frente ao Louletano (3-1).