Com a recente saída de Rúben Neves para o Wolverhampton, ou até mesmo a ainda mais recente venda de Nelson Semedo por parte do Benfica ao FC Barcelona, surgiu a ideia de analisar as saídas do país por parte dos jogadores portugueses para equipas de outros países, e concluir quais as principais que considero terem ocorrido cedo demais, quer para jogador quer para clube.
Portugal é cada vez mais, como sabemos, um país formador e exportador, e por isso esta não foi uma tarefa difícil, até porque os casos de emigrações “precoces” têm-se tornado cada vez mais frequentes.
Fiquem então (e analisem também) com este top 10 de portugueses que emigraram cedo demais.
Nascido no seio de uma família portista, o Nuno não podia deixar de seguir o legado e faz questão de ser um membro ativo na ação de apoiar o seu clube, sendo presença habitual no Estádio do Dragão, inserido na claque Super Dragões. Para ele, o futebol é quase uma terapia, visto que quando está a assistir a algum jogo se esquece de todos as preocupações. Foi futebolista federado, mas acabou por entender que o seu papel era fora das quatro linhas, e também para seguir os estudos em Novas Tecnologias da Comunicação.
O Nuno escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Giorgi Kochorashvili está novamente a ser apontado ao campeonato espanhol. O médio georgiano não tem o futuro definido e pode deixar o Sporting no mercado de verão.
O Al Hilal é o grande vencedor da Taça do Rei da Arábia Saudita desta temporada. A equipa onde milita o médio português Rúben Neves bateu o Al Kholood na final.
José Mourinho foi informado internamente sobre a agressão no balneário e é visto pelo Real Madrid como a solução para a crise. O 'special one' está totalmente disponível para regressar a Madrid.