Com a recente saída de Rúben Neves para o Wolverhampton, ou até mesmo a ainda mais recente venda de Nelson Semedo por parte do Benfica ao FC Barcelona, surgiu a ideia de analisar as saídas do país por parte dos jogadores portugueses para equipas de outros países, e concluir quais as principais que considero terem ocorrido cedo demais, quer para jogador quer para clube.
Portugal é cada vez mais, como sabemos, um país formador e exportador, e por isso esta não foi uma tarefa difícil, até porque os casos de emigrações “precoces” têm-se tornado cada vez mais frequentes.
Fiquem então (e analisem também) com este top 10 de portugueses que emigraram cedo demais.
Nascido no seio de uma família portista, o Nuno não podia deixar de seguir o legado e faz questão de ser um membro ativo na ação de apoiar o seu clube, sendo presença habitual no Estádio do Dragão, inserido na claque Super Dragões. Para ele, o futebol é quase uma terapia, visto que quando está a assistir a algum jogo se esquece de todos as preocupações. Foi futebolista federado, mas acabou por entender que o seu papel era fora das quatro linhas, e também para seguir os estudos em Novas Tecnologias da Comunicação.
O Nuno escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Nas últimas semanas, Cole Palmer tem sido associado ao Manchester United. No entanto, o treinador Liam Rosenior confirmou que o médio é «intocável» para o Chelsea.
Andrei Arshavin fez um balanço da época do Real Madrid e avaliou o despedimento de Xabi Alonso e a contratação de Álvaro Arbeloa para a equipa merengue.
O Presidente do Sporting, Frederico Varandas foi absolvido pelo Tribunal da Relação do Porto, esta quarta-feira, relativamente ao caso de insultos a Pinto da Costa.
O Bournemouth oficializou as contratação de Rayan e de Christos Mandas. O avançado brasileiro chegou proveniente do Vasco da Gama e o guarda-redes grego foi contratado à Lazio.