Com a recente saída de Rúben Neves para o Wolverhampton, ou até mesmo a ainda mais recente venda de Nelson Semedo por parte do Benfica ao FC Barcelona, surgiu a ideia de analisar as saídas do país por parte dos jogadores portugueses para equipas de outros países, e concluir quais as principais que considero terem ocorrido cedo demais, quer para jogador quer para clube.
Portugal é cada vez mais, como sabemos, um país formador e exportador, e por isso esta não foi uma tarefa difícil, até porque os casos de emigrações “precoces” têm-se tornado cada vez mais frequentes.
Fiquem então (e analisem também) com este top 10 de portugueses que emigraram cedo demais.
Nascido no seio de uma família portista, o Nuno não podia deixar de seguir o legado e faz questão de ser um membro ativo na ação de apoiar o seu clube, sendo presença habitual no Estádio do Dragão, inserido na claque Super Dragões. Para ele, o futebol é quase uma terapia, visto que quando está a assistir a algum jogo se esquece de todos as preocupações. Foi futebolista federado, mas acabou por entender que o seu papel era fora das quatro linhas, e também para seguir os estudos em Novas Tecnologias da Comunicação.
O Nuno escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
As formações suecas do Hacken e do Hammarby vão defrontar-se na final da Taça Europa Feminina, após eliminarem o Eintracht Frankfurt e o Sparta Praga nas meias-finais.
O Barcelona atropelou o Real Madrid por 6-0 e marcou encontro com o Bayern Munique nas meias-finais da Champions League Feminina. No total da eliminatória ficou 12-2.
Joan Laporta elogiou a rápida adaptação de Kika Nazareth ao Barcelona. O presidente dos catalães assumiu que a relação institucional com o Real Madrid ficou gravemente prejudicada devido ao caso Negreira.
Miguel Cardoso, avançado do Kayserispor, elogiou Petit, com quem trabalhou no Tondela e na BSAD. O avançado português aponta-o como o principal responsável pela melhoria do clube açoriano, que esta sexta-feira enfrenta o Sporting.