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No mundo do futebol há negócios que valem verdadeiras fortunas. Os valores envolvidos em transferências de jogadores são normalmente megalómanos e têm subido de ano para ano. Há equipas que estão dispostas a gastar milhões de euros num único jogador, enquanto muitas outras nem ousam sonhar em gastar um terço desse valor. Para estas equipas com menos poder financeiro, fazer uma venda destas ocorre “uma” vez na história e representam um grande alívio financeiro.

Mais recentemente, assistimos à venda de João Félix do SL Benfica para o Club Atlético de Madrid por 126 milhões de euros, naquela que foi a maior transferência do campeonato português. Noutros tempos diria-se que este valor era absurdo e que não representa o valor do jogador. E até pode ser verdade. Atualmente, as vendas muitas vezes são concretizadas não só considerando o valor atual do jogador, mas tendo muito em conta a sua capacidade de progressão e o ativo que poderá ser para a equipa no futuro.

Contudo, nem sempre esta projeção do futuro corre bem e jogadores que se almejava serem grande craques tornam-se verdadeiros flops e vice-versa. E este último ponto é também um problema: foram vários os jogadores vendidos por clubes portugueses para outras ligas europeias por uma “ninharia”, quando comparado com o que renderam mais tarde ao seu novo clube noutra transferência. Este tipo de situações podem acontecer por inúmeros motivos, seja por pressões da direção do clube para vender determinado jogador de forma a alcançar um alívio salarial, seja por uma má avaliação do potencial do jogador ou simplesmente porque o próprio jogador forçou essa mudança. O Bola na Rede compilou alguns destes casos.

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