Na 32.ª jornada da Primeira Liga, o Famalicão recebeu o Benfica no Estádio Municipal 22 de junho. Fica com os 4 destaques da partida.
O Benfica saiu com um empate a duas bolas da visita ao Famalicão, na 32.ª jornada da Primeira Liga. Estes foram os quatro elementos que mais se destacaram ao longo da partida:
Mathias de Amorim: O internacional sub-21 foi forçado a assumir um papel com maior envolvimento no ataque do Famalicão, devido à marcação apertada a Gustavo Sá e ao condicionamento do Benfica para o lado esquerdo dos famalicenses. Mathias de Amorim forçou Richard Ríos a correr muitos quilómetros, com muita movimentação sem bola. O médio procurou fornecer apoios frontais na saída desde trás e caiu para o corredor esquerdo no último terço, onde combinou com Sorriso. No lance do golo, o primeiro toque de génio de Mathias de Amorim bateu Dedic instantaneamente, seguindo com um remate rasteiro que bateu Trubin. Para o golo do empate, lançou um cruzamento certeiro para a finalização de Abubakar.
Franjo Ivanovic: A diferença de estilo de avançado entre Ivanovic e Vangelis Pavlidis é notável e traz diferentes ferramentas à turma de Jose Mourinho. O croata trouxe uma intensidade de pressão muito elevada, condicionando a saída de bola a partir dos centrais, algo que o Famalicão procura utilizar de forma recorrente nesta fase. Ofensivamente, ofereceu uma ameaça aos encarnados na profundidade, permitindo que Prestianni fizesse movimentos para zonas interiores.
Andreas Schjelderup: O extremo norueguês foi o grande desequilibrado do encontro, aproveitando o posicionamento de Dahl em zonas entre o central e o lateral do Famalicão para explorar a sua capacidade no 1v1. Depois de fazer o golo que abriu as contas do jogo, o jovem de 21 anos esteve na origem do golo de Richard Ríos, batendo vários adversários no drible antes de encontrar o colombiano. Já na segunda parte e com o Benfica reduzido a 10, foi substituído por Alexander Bah.
Fredrik Aursnes: A consistência habitual com um toque de brilhantismo. Aursnes foi muito importante na primeira fase de construção do Benfica, formando uma linha de 3 com Nicolas Otamendi e António Silva, quase sempre como central-esquerdo, com Dahl por dentro. O norueguês teve vários momentos em que demonstrou a sua qualidade de passe e letra de jogo, lançando passes de ruptura para Schjelderup e Ivanovic. Defensivamente, esteve encarregue de uma marcação apertada a Gustavo Sá, o que acabou por condicionar muito o plano ofensivo da formação orientada por Hugo Oliveira.



