Benfica e Académico de Viseu empataram por 2-2 na 1.ª jornada da Primeira Liga. Eis os quatro destaques do encontro.
Gianluca Prestianni: Esteve completamente endiabrado em campo. A partir da esquerda, mas com liberdade quase total para também jogar por todo o lado e permutar posições, trouxe grande imprevisibilidade ao jogo encarnado. Além da irreverência, precisão impressionante nos lances. A execução técnica do passe para Pavlidis e do remate para o golo são assinaláveis.
Vangelis Pavlidis: Está a ter uma temporada de variações na forma como é acionado. Desta vez, apareceu principalmente na versão finalizadora, menos impactante nos apoios frontais e mais determinante a forçar a linha defensiva adversária. Aproveitou, principalmente na primeira parte, o espaço deixado nas costas pelo Académico de Viseu para chegar com perigo.
Cihan Kahraman: É do pé do turco, um dos nomes mais sonantes do Académico de Viseu, que nasce o primeiro golo do jogo, que faz o resultado tremer depois do ascendente encarnado. Além da batida na bola, é também um médio de movimentos, uma dimensão mais evidente em jogos desta característica. Joga sem bola, para procurar as costas dos médios adversários para receber e com projeção.
Rúben Pereira: Jogo emocionante para o defesa central do Académico. Foi formado no Benfica, começou a titular no regresso do clube de Viseu à Primeira Liga e, depois de um lance onde podia ter feito melhor na primeira parte, foi dono de um momento histórico: o primeiro golo do seu clube no regresso à Primeira Liga. Defensivamente, acabou por ver o duelo complicado diante de Vangelis Pavlidis ficar reservado ao companheiro Anthony Correia.



