Luís Freire concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O selecionador dos sub-21 falou de Mateus Mané e Fábio Baldé.
O Bola na Rede entrevistou em exclusivo Luís Freire, selecionador dos sub-21 de Portugal. O treinador falou da questão dos jogadores naturalizados por Portugal e deu exemplos de
«É muito importante. Nós temos na Federação um gabinete totalmente de scouting e prospeção, que vai pontuando determinados jogadores e acompanhando a situação deles familiar, pessoal e vontade de representarem Portugal. Depois há ou não o nosso interesse e há ou não o interesse do outro lado. Nós queremos conjugar tudo: O nosso interesse, a qualidade deles e o interesse deles para poderem vir. Mas há um acompanhamento, sim. Há um acompanhamento e há um triar. Temos o caso do Fábio Baldé, que ontem marcou em Toulon. Temos a questão do Mathys de Carvalho também, que estamos a acompanhar, no Lyon. Temos agora o Saviolo, que optou por Portugal, o Mateus Mané. São os casos mais visíveis, mas daí para baixo, também nos sub-19, sub-20, há um acompanhamento de vários jovens e a chamada deles».
«E o inverso? Não, não há [trabalho especial]. É a vontade deles. Estamos sempre dependentes da vontade deles, não é? Eles podem sentir mais o nosso país. Tivemos o caso do Fábio [Baldé], que estava nos sub-19 na Alemanha. Foi desafiado por nós para vir para Portugal e disse logo que sim, porque tinha familiares portugueses, porque tinha raízes portuguesas, porque para a família dele foi uma emoção. Ele, sendo de Portugal, na sua família, iria representar o nosso país. Fez-lhe mais sentido que continuar a representar a Alemanha. O Mateus Mané é português. Se calhar foi Inglaterra que o atraiu e nós recuperamos um português que nasceu cá e esteve cá até aos sete anos».
Lê toda a entrevista de Luís Freire.

