O Benfica tem no centro da defesa a prioridade para começar a delinear o plantel da próxima época. Há quatro nomes em análise.
O Benfica vai começar a delinear o plantel da próxima temporada a partir dos defesas centrais. A informação está a ser adiantada pelo jornal A Bola, que dá conta das indefinições que, neste momento, ainda reinam no plantel encarnado.
A maior incerteza prende-se com o futuro de Nicolás Otamendi. A decisão sobre o futuro está nas mãos do central, em final de contrato, mas neste momento a saída tem maior peso na balança que a continuidade. O central só decidirá o futuro depois do fim da época e tem interessados, nomeadamente o River Plate, o que permitiria o seu regresso à Argentina.
Muito dependente de Otamendi está a continuidade de António Silva no Benfica. Com contrato a terminar em 2027, as águias querem renovar com o defesa central que, antes de colocar a tinta no papel, quer garantias. Para renovar, o defesa português exige maior protagonismo na equipa – algo que passará pela saída do central argentino – e melhores condições salariais.
Por fim, o Benfica terá ainda de definir o papel de Joshua Wynder e Gonçalo Oliveira. Os dois jogadores já marcaram presença nos treinos e no banco da equipa principal, mas excetuando o norte-americano, já na última temporada, ainda não somaram minutos pela equipa principal. A convicção da estrutura, garante a mesma fonte, é que a dupla tem potencial, mas ainda terá de amadurecer antes de ser opção regular pela equipa A.
De resto, apenas Tomás Araújo tem um papel 100% definido na hierarquia. O central está seguro no plantel e é visto como titular indiscutível, preparando-se os encarnados para segurar o defesa caso surjam interessados.


