«O jogador da Jordânia é muito competitivo, muito combativo e têm jogadores muito rápidos na frente» – Entrevista Bola na Rede a João Mota

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João Mota concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O treinador do Al Ittihad SC refletiu sobre a temporada e analisou a seleção da Jordânia, onde foi campeão no comando do Al Hussein, com vários jogadores que farão parte da primeira participação do país num Mundial.

João Mota, treinador português do Al Ittihad SC, concedeu uma entrevista, em exclusivo, ao Bola na Rede, na qual refletiu sobre a evolução da equipa e detalhou as as ideas de jogo. Utilizando a sua experiência de campeão no futebol da Jordânia, onde foi campeão no comando do Al Hussein, providenciou um olhar profundo à seleção que será uma das estreantes no Mundial 2026.

Bola na Rede: Começando a fazer um update desde a última entrevista, agora está a fechar uma época positiva no Al Ittihad, nos Emirados, e com a equipa em crescimento competitivo. Que balanço é que faz desta experiência e quais é que acham que foram os principais desafios até agora? 

João Mota: Bom, foi atípica, porque, normalmente, não aceitaria treinar este escalão aqui dos Emirados. Demorou demasiado tempo a aparecer algo quando eu estava em casa, por surpresa minha, porque tinha acabado de fazer uma boa temporada no Al Hussein, pensei que iam surgir mais situações. Não aconteceram. E eu, como sou um trabalhador, tenho que estar sempre a trabalhar. Eu gosto de trabalhar, não gosto de estar parado em casa muito tempo, e aceitei esta situação. Aliás, passei por Omã, mas depois aceitei esta situação, porque era para competir, por estar no campo. Eu tenho que estar no campo, gosto de treino, gosto de competição, então aceitei. Quando cheguei, encontrei uma equipa realmente muito fraca. Os jogadores sem experiência, a maior parte dos jogadores africanos, porque tem jogadores africanos muito bons, mas jogadores africanos que não tinham, pelo menos dentro do meu nível de competitividade, aquilo que eu queria como modelo de jogo e que eu gosto. Foi uma guerra, porque era difícil entender o pressionar, o defender à frente, o ter intensidade… foi muito complicado. Não consegui os resultados logo, mas com muito trabalho, depois também com alguns reforços que eu fui buscar em janeiro, jogadores que eu conhecia, baratos, que tinham estado no Brasil comigo, demos logo uma pincelada de qualidade e as coisas realmente foram subindo por aí acima, até chegarmos cá acima, ao topo da tabela. Foi ótimo o que conseguimos fazer, foi muito bom. 

Bola na Rede: Antes disso, treinou o Al Hussein com vários jogadores da Jordânia, seleção que vai estrear-se no Mundial. Conhecendo já a grande parte desta geração, o que é que acha que distingue esta seleção das anteriores e como é que explica este crescimento tão rápido do futebol no país? 

João Mota: Eu conheço muito bem a equipa, conheço bem os jogadores. É realmente uma geração boa, é uma geração muito interessante. Tem uma forma de jogo, que eu acredito que facilmente os adversários vão detectar. É um jogo muito vertical e defendem com muitos jogadores, defendem sempre uma linha de cinco.  Não gostam de jogar desde trás, nem têm a capacidade para isso. São jogadores muito competitivos, o jogador da Jordânia é muito competitivo, é muito combativo. E depois tem jogadores na frente que são muito rápidos, além de muito rápidos, muito habilidosos, com muita técnica individual. Então é aí que eles têm, normalmente defendem com sete e põem três jogadores na frente. Quando um defesa tem uma oportunidade, mete na frente e esses três têm uma capacidade enorme de resolver jogos. Normalmente tem sido assim que a Jordânia tem conseguido resultados. É a forma de jogar, não existe no futebol uma forma bonita, uma forma feia, ou melhor, ou pior. É a forma deles e tem dado resultados. São jogadores realmente muito rápidos na frente, que, se tiverem uma oportunidade, eles fazem a diferença. Atrás, eles gostam de jogar em transições, é uma equipa que gosta de transições. Agora, se apanharem uma equipa que tem uma boa posse de bola e circula, circula, circula e consiga ter bola, acredito que a Jordânia vai ter dificuldades. Mas no mundo árabe têm sido muito fortes e realmente, como você disse muito bem, eles têm crescido e é uma geração muito forte, muito boa. 

João Mota Saham Club
Fonte: Saham Club

«O jogador da Jordânia é muito competitivo, muito combativo e têm jogadores muito rápidos na frente»

Bola na Rede: Quando esteve no Al-Hussein, chegou a perceber que esta geração da Jordânia tinha potencial para conseguir uma qualificação para o Mundial? 

João Mota: Eu não acreditei muito, mas sem querer falar de mim, eu creio que houve alguns jogadores que nunca tinham ido à seleção, que quando eu cheguei no Al Hussein, puxei muito por eles, pela minha forma de jogar e, de repente, eram jogadores que começaram a ser chamados à seleção. Eu senti-me muito orgulhoso disso e há jogadores que agora são titulares da seleção que quando eu cheguei na Jordânia nunca tinham ido à seleção. A forma também como eu ‘plantei’ a intensidade, a pressão pós-perda, o ter a bola. Há jogadores que estão lá na seleção, o Ali Hajabi, o Al-Mardi, os dois defesas-centrais, que não conseguiam sair a jogar e depois, comigo, passaram a ter mais leitura de jogo na construção. Eles evoluíram muito e eu acredito, já me disseram isso e eu fiquei contente, modéstia à parte, que tive um dedinho ali, um milímetro, qualquer coisa, na qualidade da Jordânia hoje em dia. Lógico, nunca fui treinador da Jordânia e o treinador tem o mérito completo. Mas eu sinto-me um padrinho, porque aqueles jogadores, muitos deles passaram por mim. Pode-se dizer que eu poli cada um deles, digamos assim. Realmente eram jogadores que estavam ali apagados e de repente surgiram no futebol da Jordânia.

Bola na Rede: Para além dos jogadores que sente que ajudou, e projetou até acabarem por chegar à seleção, que outros jordanianos acredita que podem que podem ganhar alguma projeção no Mundial? 

João Mota: Olha, eu esqueço-me sempre o nome dele (Musa Tamari), o jogador que está na primeira divisão de França, e o número 9 também (Ali Olwan). Os três avançados são muito fortes (Olwan, Tamari e Mahmoud Al Mardi). Acredito que o (Nizar) Rashdan, que é um jogador do meio-campo, para a nossa linguagem é o trinco, que está ali na distribuição de jogo no meio-campo, evoluiu muito ao nível da visão de jogo, do olhar antes, da visão periférica, e pode aparecer também. Tinha um jogador que se lesionou, não sei, possivelmente não bem a tempo, o Adham (Quraishi), que era o lateral direito, muito forte, quase intransponível no um contra um, e subia bem, com coragem, com determinação. Mas possivelmente não vai conseguir ir a tempo, ele lesionou-se gravemente. De resto, tem ali os três centrais, mas o defesa central, quando já está ali nos 27, 28, dificilmente tem uma grande evolução. Aquilo que sabe é aquilo que sabe, não acredito que eles vão evoluir assim muito. Mas pode aparecer ali um ou dois jogadores interessantes, mas mais os jogadores da frente, sinceramente, são aqueles que resolvem o jogo. Se a equipa adversária for muito certinha, eles são previsíveis, já se sabe o que eles vão fazer. Mas se dão espaço para receber a bola e terem velocidade com a bola, eles fazem golo, e são perigosos. Se tiverem uma oportunidade eles fazem, e é uma equipa muito perigosa por causa disso.  

Moussa Al-Tamari, Rennes
Fonte Rennes

«Os três avançados são muito fortes»

Bola na Rede: Depois de já ter tido experiências no Brasil, na América do Sul, no Congo, na Jordânia, no Amã, no Kuwait, nos Emirados, e entre outros já, que diferenças é que sente na forma de viver e desenvolver o futebol no Médio Oriente, em comparação com outras geografias? 

João Mota: Pois, esse é um assunto que é sempre… Eu sou muito controverso em relação a isso. Eu não mudo a minha forma de pensar. Eu acredito que as pessoas tenham as suas ideias, e eu aceito todas, e todas são válidas. Eu acredito que o futebol tem regras, e tem regras de como é que se faz o golo, como é que se defende o golo, e as regras são universais. Eu costumo dar o exemplo do Guardiola. O Guardiola, no Barcelona, arrebentou. Muito bom,  o melhor mundo. Foi para a Alemanha, um futebol completamente diferente. Chegou lá, outra vez o melhor. Foi para a Inglaterra, outra vez o melhor. Lógico que há sempre umas mudanças normais na nossa forma de competir, mas as ideias principais eu não mudo. Mudo consoante os jogadores que eu tiver. As características dos jogadores posso mudar um pouco. Por exemplo, se eu tenho os jogadores que, tecnicamente, não são muito evoluídos, mas têm uma vontade e uma energia muito grande, se calhar eu jogo muito na segunda bola, jogo no futebol mais direto, não tanto com a posse de bola. Mas se eu tenho jogadores que têm uma boa técnica de bola, eu não abdico de ter bola, de treinar muita reação à perda, para ter bola novamente. Às vezes diz-se ‘gosto de atacar com bola’. Eu gosto de ter a bola se o adversário me permitir isso. Como é que o adversário me vai defender? Se eles estão a defender muito à frente, significa que o espaço está lá atrás deles. Então se calhar já sou mais direto. Se eles defendem lá atrás, aí sim, temos que ter bola.Eu lembro-me quando cheguei ao Sudão, no ano em que eu agarrei a equipa principal, disseram-me: «Olha que aqui no Sudão, essa coisa do passe, passe, passe e ter bola aqui não vai dar muito». E chegámos lá e fizemos uma Champions League espetacular, o próprio treinador do Sundowns e do Al Ahly do Egito elogiaram muito a nossa forma de jogar e, até hoje, as pessoas falam comigo acerca dessa equipa. Cheguei à Jordânia: «Não Mota, nem penses nisso, isto aqui é futebol direto, é só bola nas costas». Vamos ver se é. Passado um ano, fomos campeões e tivemos o melhor futebol, tivemos 14 clean sheets, tivemos mais de 20 jogos sem perder. Aliás, não perdi nesse campeonato e só perdi um jogo em dois anos no campeonato, e como a minha forma de jogar. Eu acredito que o treinador tem a sua personalidade, a sua forma de pensar o jogo, e isso não muda. Agora, pode mudar algumas situações que são já ligadas às características dos jogadores. Por exemplo, se eu tenho um ponta de lança de dois metros, que é muito bom de cabeça, eu vou pelas alas porque eu quero cruzamentos lá para cima. Mas se eu tenho um ponta de lança mais móvel, já não quero a mesma coisa Então, depende muito disso. Eu acho que isso é geral. eu tenho a mesma forma de jogo nos Emirados Árabes, se estiver em Portugal eu tenho a mesma forma, e se estiver em Portugal eu tenho a mesma forma. Não mudo.

Bola na Rede: Acredito que vá sentindo algumas diferenças dos contextos em si em que esteve. Que comparação é que faz dos contextos em si do Médio Oriente com outras experiências? 

João Mota: O que pode mover um pouco é, por exemplo, a temperatura. Neste momento aqui estão mais de 40 graus, treina-se com as altíssimas, então o ritmo se calhar é um pouco diferente. Eu não posso exigir aos jogadores para correr 90 minutos aqui como se corre em Inglaterra, é impossível. A qualidade dos jogadores, por exemplo, eu quando cheguei aqui, jogava de uma forma com a equipa que eu tinha, mas depois quando chegaram aqueles seis, sete jogadores que chegaram, que eu escolhi, que eu tive a capacidade de escolher, era lógico, a nossa equipa mudou logo completamente a forma de jogar. Aí já diziam que era um ‘Mota tiki-taka’, que era um ‘Mota Guardiola’.Não era, não tem nada a ver com isso, fui buscar jogadores que tinham alguma técnica, que sabem jogar, que querem ter o bola e gostam de ter o bola, então a gente muda ali alguns contextos. Não gosto muito de defender. Se defendo perto da minha baliza, deixa-me nervoso. É inacreditável, mas é verdade. Sei muito bem que não posso ter sempre a bola, mas gosto de defender lá à frente, gosto de defender lá à frente. É lógico que isso vai fazer com que eu tenha de trabalhar muito, o processo defensivo, a linha defensiva, o controle da profundidade, tem de ser tudo muito trabalhado. Mas é assim que eu gosto de jogar: lá na frente, fico mais descansado. 

João Mota Al Ittihad
Fonte: Al Ittihad

«Não gosto muito de defender. Se defendo perto da minha baliza, deixa-me nervoso».

Bola na Rede: Tem construído uma carreira internacional fora do futebol português, depois de começar aqui em Portugal. Como descreveria a reputação do treinador português? 

João Mota: O treinador português é fantástico, eu acho que o treinador português é fantástico. Estou a falar na generalidade. Logicamente, nós temos treinadores que são melhores que outros, como em todo lado, mas eu vejo que as pessoas falam do treinador português com algum respeito. E nós temos mostrado isso através de resultados. Depois há aquela questão de alguns terem mais sorte que outros. Como eu já disse em entrevistas anteriores, eu tenho subido toda a minha vida, tenho subido o Evereste, e há colegas que vão de elevador.  Alguém diz: «Eu vou-te pôr aqui». E ele chega ali, começa a treinar e vai logo para uma equipa grande. Mas esse treinador não tem culpa. É a mesma coisa que meterem agora o João Mota a treinar o PSG. Se calhar seria uma burrice, se calhar eu não estaria preparado. Mas eu ia dizer que não? Acredito que o treinador português tem realmente conseguido, pelo mundo fora e principalmente aqui no mundo árabe, títulos uns atrás dos outros são quase todos treinados por portugueses. Para mim, o grande impulsionador de todo esse éxito foi depois da era Mourinho, que ajudou muito. Acredito que o Mourinho deu a ‘sapatada’ inicial do treinador português, através dos títulos que nunca se tinha ganho, e as pessoas começaram a acreditar que é possível. Temos sido respeitados, eu pelo menos tenho sido respeitado em todo o lado que vou. Ouço as pessoas a falar, e dizem que o treinador português é sempre uma mais-valia. 

Bola na Rede: E agora tem alguma saudade de Portugal? Gostaria de voltar a Portugal para treinar? 

João Mota: Treinar em Portugal seria sempre ótimo, e eu tenho até a possibilidade de treinar em Portugal. Mas o problema é que também, vamos lá, vou trabalhar em Portugal? Onde? Na Liga 3, no Campeonato de Portugal? É complicado porque, a nível financeiro, se me dissesse que vou treinar o Marítimo, vou treinar uma equipa da Primeira Divisão, mas o salário é baixo? Eu quero lá saber do salário, até na Segunda Liga. Mas na Liga 3 ou Campeonato de Portugal, recebes  X, quando posso ganhar 10 vezes mais? Aí uma pessoa pensa duas vezes. Não é o que me move, mas é com o dinheiro que a gente compra os ‘melões’. Se eu puder ganhar 10, não vou ganhar 2. Agora, se disserem que em Portugal me dão 10, e eu estava a ganhar 15, se calhar eu ia para Portugal. Apesar de não me sentir melhor que ninguém, e não sinto mesmo, mas enquanto eu tiver uma oportunidade num clube com um bom projeto e um clube com uma boa liga, eu vou andando por aqui. Mesmo sem ser conhecido mundialmente, sem ser famoso, isso a mim não me diz nada. Diz-me é eu sentir-me bem, pôr as minhas equipas a jogar bem, graças a Deus tenho conseguido. Porque eu acredito que no futebol é assim: tem que fazer resultados. E cada vez mais, como os tempos estão, tem que fazer rápido. E curiosamente tenho feito isso: eu tenho chegado e rapidamente eu tenho resultados. Mas eu sinto-me bem, eu sinto-me feliz. Onde me quiserem, seja no Real Madrid ou no ‘Tiro o dedo do croquete’. O que interessa é que as pessoas nos queiram e nos sintamos bem para trabalhar. Isso é o que interessa.

Bola na Rede: Para terminar, quando assiste à Primeira ou Segunda Liga, vê alguma equipa que reflita as suas ideias de jogo?

João Mota: Olha, este último ano, o Benfica de Mourinho é interessante no aspecto de organização, mas eu acredito que realmente o Porto, foi muito intenso. Foi uma equipa que, para mim, eu digo sempre aos meus jogadores: eu não quero que a equipa adversária esteja em zona de conforto em nenhum momento do jogo. E o Porto não deixa ninguém estar em zona de conforto. Quando o Porto não tem a bola, organiza-se e a partir daí começa a pressionar até ganhar a bola. E isso para mim é fundamental. Há treinadores de topo, e eu aceito isso, que dizem: «eu posso controlar o jogo sem a bola». Parabéns… eu gosto de controlar a bola. Eu prefiro controlar um jogo com a bola, porque, sem a bola, porque se eu tiver a bola, o adversário não pode fazer gol. Então eu acredito que o Porto foi uma equipa que mereceu ser campeã e jogou um futebol intenso. Lógico que não pode jogar sempre bem. Mas o Porto foi uma equipa muito intensa, muito vertical quando tem bola, não faz à toa, tem uma boa organização, há boas rotações nas laterais, os jogadores têm bastante mobilidade, e isso mostra muito a minha forma de pensar também. Eu sou um treinador que, por exemplo, não gosto do: «O  número 6 é o número 6, o número 8 é o número 8, o número 10 é o número 10». Eu já não acredito muito nisso, acredito na rotação constante quando se tem a bola. Porque cada vez mais os campos são mais pequenos, a ocupação de espaço cada vez é mais difícil, e às vezes tem que haver arrastamentos para abrir espaços para aparecerem jogadores. Cada vez corre-se mais, precisamente por causa disso. O jogo posicional não tem nada a ver com as movimentações. Essas rotações que podem haver não têm a ver com o jogo posicional. Eu gosto de um jogo posicional, por exemplo, com os laterais sempre bem abertos, na máxima largura do campo. Não significa que seja um jogador Y ou X. Pode ser outro, eles podem estar a mudar constantemente, mas um tem que estar lá aberto e outro está aberto do outro lado. Isso para mim é fundamental. Na compactação, o Benfica é muito forte, foi muito bom. A compactação defensivo e ofensiva é essencial, porque se uma equipa estiver bem compacta quando tem a bola, estará próxima de ganhar a bola de novo. acho que isso é fundamental. 

João Mota Al Ittihad SC
Fonte: Al Ittihad SC

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