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Pedro Proença destaca importância do Mundial 2030 para Portugal: «Quanto mais as pessoas nos conhecem, mais quererão cá vir»

Eduarda Ferreira · 2 min

Pedro Proença
Foto: Ana Beles / Bola na Rede

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Pedro Proença reforçou a importância do Mundial de 2030 para Portugal e elogiou a boa relação com a FIFA, Espanha e Marrocos.

Durante uma visita de trabalho à Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto à Cidade do Futebol, Pedro Proença sublinhou que o Mundial 2030 dá maior destaque a Portugal. O presidente da FPF destacou também a boa cooperação com a FIFA, Espanha e Marrocos:

«Os indicadores económicos são muito positivos mas, muito mais que isso, é poder trazer mais uma vez centralidade a Portugal no plano desportivo, na envolvência do turismo e tudo o que significará termos esta coorganização. Neste momento, ainda antes do Campeonato do Mundo, a participação e a nossa relação, não só com a FIFA, mas também com Espanha e Marrocos, tem acontecido de forma positiva»,.

A organização do Mundial 2030 em Portugal reuniu-se com a comissão parlamentar na sede da FPF, com vários responsáveis presentes, incluindo secretário-geral Rui Pereira Caeiro, o diretor executivo, António Laranjo, o diretor das seleções e da candidatura, Daniel Ribeiro, e o gestor de Relações Internacionais, António Ferreira. Antes do encontro, Pedro Proença recebeu os participantes e ofereceu camisolas da seleção portuguesa.

O presidente da FPF destacou que o Mundial 2030 é importante para promover Portugal e atrair turistas, recordando o Euro 2004:

«Vai ser muito bom para os anos que vêm a seguir. Focamo-nos muitas vezes muito na competição, no momento e na competição, mas o que fica desta será as pessoas que nos visitaram e vão querer cá voltar. Foi essa a experiência que tivemos no Euro’2004. Acho que o desporto, e o futebol, neste caso, são muito importantes para isso, para trazer pessoas a Portugal — porque acredito que quanto mais as pessoas nos conhecem, mais quererão cá vir».

Sublinhou ainda a importância de preparar o país para a chegada de adeptos e de envolver todo o território na organização do evento:

«Não temos o problema de ter de fazer estádios, tê-los construídos a tempo, mas temos outro tipo de dinâmicas, sobretudo as que vão acontecer com os adeptos, que vão andar por vários países e ver como isso se pode desenvolver e como nos estamos a preparar para isso. Acho que é uma questão importante ver como o resto do país, que não vai ter estádios, mas vai ter pessoas, se prepara e como podemos envolvê-los nesta dinâmica do Mundial».

Eduarda Ferreira

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