Gianluca Prestianni admitiu que os primeiros tempos do Benfica foram complicados e que queria regressar à Argentina. Ángel Di María e Otamendi ajudaram-no «imenso».
Gianluca Prestianni falou sobre os primeiros tempos no Benfica. Em entrevista à Telefe, o extremo do Benfica admitiu que foi «demasiado difícil», que queria regressar à Argentina e recordou ainda episódio com Ángel Di María:
«Foi demasiado difícil. Estar longe… eu queria voltar para a Argentina. Já tinham passado os primeiros seis meses e eu já me queria ir embora. Felizmente tive as férias pelo meio, mas depois voltar foi bastante difícil. Não falava com ninguém para não mostrar à minha família que estava mal, porque eles sofrem. Mas houve uma vez que me magoei e o Ángel [Di María] viu-me triste lá no fundo, na piscina. Ele veio falar comigo e eu estava a chorar».
«Ele ajudou-me muito. Disse-lhe que me queria ir embora para a Argentina, que já não aguentava mais. Ele convidava-me para ir jantar a casa dele com a família, com a mulher… eles ajudaram-me muito. Tanto ele como o Ota ajudaram-me imenso. Acho que é graças a eles que estou ali e agora posso estar aqui na seleção», acrescentou Gianluca Prestianni.
Gianluca Prestianni destacou também o papel que Nico Otamendi tem na sua vida:
«Ele acompanha-me sempre no Benfica e continuo a aprender com ele. Oiço muito os seus conselhos e isso deixa-me mais tranquilo também na seleção».
«Não costumo falar com ninguém. Nem com eles [família], nem com a minha namorada. Sou uma pessoa zero demonstrativa nesse sentido, não mostro nada. Nem quando estou feliz. No máximo com os meus amigos, mas pouco. Se estou feliz ou triste, prefiro guardar para mim e desabafar sozinho. Acho que é a minha forma de ser. Não é por nada em especial, já sou assim desde miúdo e continuo a ser», referiu ainda Gianluca Prestianni.



