O Benfica entra em campo, esta quinta-feira, para dar continuidade ao percurso europeu, recebendo o Hearts, da Escócia, na primeira mão da terceira pré-eliminatória da Liga Europa.
No final, fica a sensação de que Portugal voltou a fazer a mesma coisa à espera de um resultado diferente. Continua a haver escolhas muito influenciadas pelo estatuto e menos pelo rendimento ou pela adequação ao contexto do jogo.
A final da UEFA Champions League está à porta e promete colocar frente a frente duas das melhores equipas da Europa. De um lado surge o PSG, campeão em título e dono de um dos ataques mais temíveis do continente. Do outro está o Arsenal, campeão inglês e à procura de conquistar a primeira Liga dos Campeões da sua história.
O Benfica entra em campo, esta quinta-feira, para dar continuidade ao percurso europeu, recebendo o Hearts, da Escócia, na primeira mão da terceira pré-eliminatória da Liga Europa.
Sem ser uma equipa desconhecida, longe disso, o facto de estar num segundo plano no que toca ao protagonismo português lá fora, continua a dar ao Braga uma misticidade e presença que outros clubes não conseguem ter.
No final, fica a sensação de que Portugal voltou a fazer a mesma coisa à espera de um resultado diferente. Continua a haver escolhas muito influenciadas pelo estatuto e menos pelo rendimento ou pela adequação ao contexto do jogo.
A final da UEFA Champions League está à porta e promete colocar frente a frente duas das melhores equipas da Europa. De um lado surge o PSG, campeão em título e dono de um dos ataques mais temíveis do continente. Do outro está o Arsenal, campeão inglês e à procura de conquistar a primeira Liga dos Campeões da sua história.