Rui Borges analisou o Sporting x Benfica da Primeira Liga. Leões perderam este domingo contra as águias no Estádio de Alvalade.
Rui Borges fez a análise do Sporting x Benfica, encontro da 30.ª jornada da Primeira Liga. O dérbi terminou com a vitória encarnada por 2-1 e o técnico dos leões começou por dizer o seguinte no final do jogo:
«É a crueldade do jogo. Temos de perceber que às vezes é para um lado e outras vezes para o outro. Acima de tudo feliz pelo que a equipa foi capaz de fazer do início ao fim do jogo. Entrámos muito bem no jogo, acho que o jogo foi equilibrado com o passar do tempo. Nós com mais posse, o Benfica a aumentar a pressão, mas sem grande sucesso. No fim da primeira parte, se calhar pelas circunstâncias do jogo, ficámos um pouquinho intranquilos, mas fomos controlando. Na segunda parte entrámos muito bem, quisemos ganhar desde o início, com mais bola, o Benfica com uma ou outra situação também, em transição ofensiva, pagámos o preço por vez daquilo que era a vontade de querer ganhar, a exigência de querer ganhar, a exigência de querer pressionar, depois de todo um desgaste que temos tido, mas a resposta foi muito boa, não podia pedir mais, caiu para o Benfica, faz parte de futebol, agora é levantar a cabeça e seguir o nosso caminho».
«Cansaço do jogo com o Arsenal? Sim, é natural, sentiu-se em quatro ou cinco jogadores, um bocadinho de quebra de energia, mas mesmo assim, a equipa conseguiu manter a autenticidade, a vontade, o querer ganhar, essa ambição e, se calhar, pagámos. Lá está, o futebol é cruel, acabámos de fazer 2-1 num lance de fora de jogo, atirámos mais uma bola ao poste na segunda parte, outra na primeira, e no fim o Benfica, num contra-ataque rápido, acaba por chegar à vitória. O futebol é mesmo isto, às vezes é inglório, mas, acima de tudo, muito feliz por aquilo que a equipa foi capaz, depois de todo este desgaste que tem tido, a equipa deu uma resposta muito boa», prosseguiu Rui Borges.
Rui Borges falou sobre as contas do campeonato:
«Ficam mais difíceis, mas enquanto for matematicamente possível. Enquanto houver vida temos de acreditar».

