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O Barcelona, que já tem praticamente o título de campeão espanhol da época 2017/2018, mostrou em campo que pretende também vencer a copa do Rey. A jogar com a qualidade, garra e ânimo a que nos habituou, o Barcelona procurava uma vantagem confortável na primeira mão em Camp Nou frente ao Valência de Gonçalo Guedes. Por falar em Guedes, o internacional português não constou na lista de convocados para este encontro por lesão. Contanto com ele, o Valência apresentou outras baixas de peso como Garay, Murillo ou Kondogbia, mostrando assim que não ia ter uma tarefa fácil frente ao Barcelona de Ernesto Valverde.

Tudo isto acabou por se refletir numa primeira parte de total dominação por parte da equipa da casa: 80% de posse de bola, seis remates, nove cantos … tudo isto na primeira parte. Vimos um Valência apático, sem conseguir sair a jogar, fazendo o primeiro remate apenas aos 45 minutos de jogo. Se as estatísticas fizessem diferença, o Barcelona já estaria a ganhar e não seria pela margem mínima. A defesa do Valência, que contou com o português Rúben Vezo no onze inicial para substituir o lesionado Garay, conseguiu travar a demanda incansável do Barcelona torno ao golo no primeiro tempo, porém as coisas não correram tão bem na segunda parte da partida.

O Valência acordou na segunda parte do encontro com mais dinamismo e vontade de ganhar vantagem em casa do Barcelona: estava finalmente a ser páreo para o grande Barça. Aos 57 minutos uma grande ovação surge no estádio: a entrada de Coutinho por Vidal mostrou que o jogador é adorado pelos fãs do clube. Ao minuto 66 Luís Suárez trouxe justiça ao resultado com um golo de cabeça após uma assistência do suspeito do costume, Lionel Messi, que mais uma vez mostrou pormenores de técnica inqualificável ao conseguir arrastar a defesa toda do Valência consigo e fazer um passe telecomandado para o uruguaio. Não existiram grandes mudanças após o golo: o Barcelona continuou a dominar e “los chés” não conseguiram acompanhar a supremacia futebolística de “los culés”. O jogo terminou com dezassete remates para o Barcelona e somente quatro para o Valência, que teve uma posse de bola de quase um quarto.

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