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O 11 do século XXI do Paris Saint-Germain

O Paris Saint-Germain está a viver o melhor período da sua história. É um dos mais consagrados clubes do futebol francês e tem uma das melhores equipas do mundo. Contudo, nem sempre foi assim. Há que reconhecê-lo: o palmarés não era tão invejável como o de hoje em dia, antes do clube ser comprado pelo magnata do Catar, Nasser Al-Khelaifi.

Apesar do passado recente hegemónico, os parisienses sempre contaram com alguns dos plantéis mais competitivos da Ligue 1 e vestiram alguns dos melhores jogadores de sempre, mesmo antes da compra multimilionária.

Nos últimos 20 anos, foram muitos os jogadores que fizeram do Parc des Princes a sua casa e ajudaram a fazer do clube o tubarão europeu que é hoje em dia. O Bola na Rede encarrega-se de revisitar o passado e o presente do clube, analisar estes plantéis e escolher o melhor XI do século do Paris Saint-Germain. Uma tarefa difícil, mas entusiasmante.

Spoiler: a equipa é um 4-4-2 de luxo.

O Diogo é licenciado em Jornalismo pela Universidade Católica. Também tirou o curso de árbitro na Associação de Futebol de Lisboa. Tinha 8 anos quando começou a perceber a emoção que o desporto movia. No espaço de quinze dias, observou a família a chorar de alegria o golo do Miguel Garcia em Alkmaar, a tristeza da derrota em Alvalade contra o CSKA o ensurdecedor apoio dos adeptos do Liverpool enquanto perdiam a final da Liga dos Campeões por 3-0. Hoje, e cada vez mais apaixonado por futebol, continua a desenhar o seu percurso para tentar devolver a esta indústria tudo o que dela já recebeu.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

O Diogo é licenciado em Jornalismo pela Universidade Católica. Também tirou o curso de árbitro na Associação de Futebol de Lisboa. Tinha 8 anos quando começou a perceber a emoção que o desporto movia. No espaço de quinze dias, observou a família a chorar de alegria o golo do Miguel Garcia em Alkmaar, a tristeza da derrota em Alvalade contra o CSKA o ensurdecedor apoio dos adeptos do Liverpool enquanto perdiam a final da Liga dos Campeões por 3-0. Hoje, e cada vez mais apaixonado por futebol, continua a desenhar o seu percurso para tentar devolver a esta indústria tudo o que dela já recebeu.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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