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A Liga dos Campeões é o palco onde todos querem ser protagonistas, é a epopeia onde todos têm a ambição de alcançar o Olimpo do futebol e inscrever o seu nome na história da competição.

É, indubitavelmente, o título de clubes mais cobiçado do futebol europeu e o sonho de qualquer atleta. Contudo, esta é cada vez mais uma prova limitada a um número restrito de clubes. Estou a referir-me, naturalmente, aos colossos europeus, com recursos económicos infindáveis e investimentos megalómanos realizados nos seus plantéis.

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É este o cenário que se tem afirmado e reforçado ano após ano, no qual é latente uma desigualdade crescente e abismal para os restantes clubes do Velho Continente que não possuem a mesma disponibilidade financeira. Assim, a competitividade da prova estará condenada e reduzida a um lote de clubes elitistas, propriedade privada de bilionários que fazem das instituições os seus brinquedos de fim de semana.

A revolução da Super Liga Europeia foi mais um passo nesta direção e um xeque-mate completo a tudo o que o desporto-rei representa. Neste sentido, e perante esta conjuntura, há uma dificuldade acrescida de um outsider conseguir ter um bom desempenho na Liga dos Campeões.

No entanto, são já vários os exemplos de formações que, ao longo dos anos e contra todas as expectativas, fizeram história e se conseguiram superar.

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