FINAIS

28 de Maio

Del Piero e Maldini com a equipa de arbitragem na final de 2003 Fonte: RantSports
Del Piero e Maldini com a equipa de arbitragem na final de 2003
Fonte: RantSports

O jogo decisivo da Champions foi disputado por quatro vezes a 28 de Maio, data mais repetida para finais da competição.

Aconteceu em 1996/97 (Juventus – Dortmund), 2002/03 (Juventus – Milan), 2010/2011 (Barcelona – Manchester United) e … na época passada (Atlético – Real Madrid).

 

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13 cartões exibidos

Final de Lisboa foi a mais "amarelada" Fonte: Daily Mail
Final de Lisboa foi a mais “amarelada”
Fonte: Daily Mail

Lisboa está ligada a este recorde. Na final de 2013/2014, Atlético e Real Madrid assinaram a final com mais cartões exibidos em toda a história da Champions.

Os colchoneros foram admoestados por 9 vezes (do onze inicial, só Courtois, Filipe Luís, Tiago e Diego Costa escaparam, num jogo em que Godín viu dois amarelos e consequente expulsão) e os merengues viram 4 cartões ( Cristiano Ronaldo foi “contemplado” no último minuto do prolongamento… por ter tirado a camisola).

 

finais entre equipas do mesmo país

Robben sentencia uma final 100% alemã Fonte: Daily Mail
Robben sentencia uma final 100% alemã
Fonte: Reuters

A monopolização de um país numa final é uma tendência crescente nos últimos anos – desde 2012/13 (Borussia Dortmund – Bayern), inclusivé, só uma final não teve clubes “compatriotas”, com o Real Madrid – Atlético a repetir-se em 2013/14 e em 2015/16.

Antes disto, e em toda a história da Champions, houve a mesma quantidade de finais disputadas entre equipas do mesmo país (3) – Em 1999/00, o Real Madrid goleou o Valência por 3-0; em 2002/03, o AC Milan venceu, nas grandes penalidades, a Juventus; e em 2007/08, o Manchester United de Cristiano Ronaldo (1 golo) e Nani levou a melhor sobre o Chelsea de Ricardo Carvalho, também da marca dos 11 metros.

 

reviravoltas

Smicer confirma a recuperação do Liverpool em 2004/05 Fonte: Propaganda Photo
Smicer deu alento ao Liverpool em 2004/05
Fonte: Propaganda Photo

Marcar primeiro é importante, mas nem sempre é sinónimo de erguer o caneco no final do jogo. Por 7 vezes, a equipa que marcou primeiro ficou a ver a festa do adversário:

– em 1998/99, no Manchester 2-1 Bayern Munique (aos 88 minutos, o United perdia por 1-0, mas venceu sem precisar de prolongamento)

– em 2000/01, no Valência 1-1 Bayern Munique (Mendieta adiantou os espanhóis, que viriam a perder nos penalties)

– em 2004/05, no empate a 3 entre Liverpool e AC Milan (porventura a reviravolta mais incrível da história da Champions – os rossoneri estiveram a ganhar por 3-0, mas viriam a perder nos penalties)

– em 2005/06, no Barcelona 2-1 Arsenal. Sol Campbell adiantou os gunners, mas Eto’o e Belleti consumaram a cambalhota no marcador

– em 2011/12 no Chelsea 1-1 Bayern Munique. A jogar em casa, os bávaros adiantaram-se por Muller, mas viria a ser o Chelsea a erguer a taça, depois de vencer nas grandes penalidades.

– em 2013/2014 no Real Madrid 4-1 Atlético de Madrid. Godín deu vantagem aos ‘colchoneros’ num lance caricato, mas o cabeceamento certeiro de Sergio Ramos sobre os 90+3 minutos levou o jogo foi para prolongamento, e aí o Real consolidou a reviravolta.

 

finais terminaram empatadas no tempo regulamentar

 

Em 1995/96, a Juve venceu o Ajax nas grandes penalidades Fonte: Pinterest
Em 1995/96, a Juve venceu o Ajax nas grandes penalidades
Fonte: Pinterest

A avaliar pela história, a probabilidade de o jogo decisivo acabar em empate é de 35%. O mesmo é dizer que aconteceu em 8 das 23 finais da Champions. Apenas uma delas ficou decidida no prolongamento – o Real Madrid 4-1 Atlético de 2013/14. As outras sete foram decididas nas grandes penalidades:

– A Juve venceu a de 1995/96 ao Ajax, mas perdeu a de 2002/03 para o Milan que por sua vez foi derrotado pelo Liverpool em 2005/06;

– O Chelsea perdeu a de 2007/08 (quando Terry escorregou) frente ao Manchester United, mas ganhou a de 2011/12 ao Bayern de Munique;

– Numa reedição de Lisboa’14, o Real Madrid só conseguiu superar o Atlético através da marca dos 11 metros em 2015/16.