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O “Pichichis & Taconazos” é um espaço dedicado à LaLiga, um campeonato pelo qual Pedro Castelo se apaixonou.

Chegar a seis jornadas do final da LaLiga e estar a seis pontos do líder pode ser visto como normal para clubes como o Barcelona, o Real Madrid ou até o atual primeiro classificado, o Atlético. Mas poucos pensariam que essa distância, nesta altura, seria possível para o clube como o Sevilla.

E, numa semana que ficou marcada pela polémica em torno da Superliga Europeia, o Sevilla foi precisamente um dos clubes que mais se evidenciou nas críticas ao projeto de Florentino e companhia. Pela boca de Monchi, a quem voltarei a seguir, fez notar que entrar nesse tipo de ideias não se coaduna com o ADN do clube. E, olhando à distância, o Sevilla é a prova de que a paixão pode ajudar a gerir um clube. Claro que o planeamento e a estratégia têm de estar igualmente presentes, mas este é um clube que se aproxima da forma como se pode viver apaixonadamente o futebol. O oposto dos ideais da Superliga Europeia.

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Escrever sobre este Sevilla e não mencionar Monchi é impossível. Antigo guarda-redes do clube, fez de tudo um pouco até chegar ao lugar que lhe deu maior notoriedade. Depressa passou a ser um dos diretores desportivos mais desejados do planeta futebol. Em Espanha falou-se muito da possibilidade Barça, mas acabou por rumar a Itália, contratado pela Roma. O sucesso não foi o mesmo que tinha conhecido no Sanchez Pizjuán. Regressou a casa para preparar a época 2019/2020, contratou Lopetegui quando poucos acreditavam que podia ser a aposta certa, e os resultados falaram por si: apuramento para a Champions via LaLiga e reforçado com a conquista da Liga Europa. Mais uma Liga Europa para o Sevilla e para Monchi.

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