10 piores equipamentos para 26/27

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Todos os anos, os clubes apresentam novos equipamentos que prometem conquistar os adeptos antes mesmo do início da temporada. Alguns tornam-se instantaneamente clássicos, enquanto outros geram polémica e dividem opiniões. Entre experiências demasiado ousadas, padrões difíceis de compreender e combinações de cores pouco inspiradas, existem sempre camisolas que falham o alvo.

A época 2026/27 não é exceção. Embora várias marcas tenham apostado em conceitos inovadores, nem todas as ideias resultaram da melhor forma. Este ranking reúne dez equipamentos que, por questões estéticas, falta de identidade ou execuções discutíveis, estão entre os mais dececionantes da nova temporada.

10.

SL Benfica – Equipamento Alternativo: O Benfica procurou criar um equipamento diferente, inspirado num dos símbolos históricos do clube. A ideia era transformar as “Papoilas Saltitantes” num elemento visual central do design. No entanto, o resultado acaba por parecer mais uma camisa floral do que uma camisola de futebol. A base branca, a gola polo vermelha e o logótipo Trefoil da Adidas funcionam bastante bem. O problema surge quando se observa o padrão floral espalhado ao longo da camisola. Em vez de acrescentar personalidade, as flores acabam por dominar visualmente o equipamento e criam uma estética que dificilmente agrada a todos os adeptos.


9.

AFC Bournemouth – Equipamento Principal: À primeira vista, o novo equipamento principal do Bournemouth parece um regresso bem-sucedido à tradição. As riscas largas vermelhas e pretas funcionam bem, os detalhes dourados acrescentam elegância e a estreia da Hummel até deixou boas indicações. No entanto, há um elemento que destrói praticamente todo o trabalho realizado pelo restante design, o patrocinador. O enorme círculo branco utilizado pela Vitality no centro da camisola parece completamente deslocado e quebra a fluidez visual criada pelas riscas. Em poucos segundos, o olhar deixa de se concentrar no equipamento e passa diretamente para o pattrocínio.

8.

FC Luzern – Equipamento Alternativo: O principal problema deste equipamento é o padrão ornamental espalhado por toda a camisola. Inspirado na Igreja dos Jesuítas de Lucerna, o conceito tem significado cultural, mas acaba por tornar o equipamento demasiado elaborado. Em vez de acrescentar personalidade, o grafismo cria uma sensação visual pesada e faz com que a camisola pareça mais uma peça decorativa do que um equipamento de futebol. Entre os ornamentos inspirados numa igreja, a faixa azul central e um patrocinador que parece um emoji gigante a apontar para o céu, o Luzern conseguiu criar um dos equipamentos mais confusos da época 2026/27.

7.

RC Lens – Equipamento Principal: A mudança da Puma para a Adidas gerou bastante expectativa entre os adeptos do Lens, mas o primeiro equipamento da nova parceria acabou por dividir opiniões. Entre o amarelo dominante, os detalhes vermelhos e o patrocinador no centro, o conjunto faz mais lembrar uma equipa de ciclismo patrocinada por um supermercado do que um clube de futebol.

6.

Equipamento Eintracht Frankfurt
Fonte: Frankfurt

Eintracht Frankfurt – Equipamento Principal: O Eintracht Frankfurt decidiu afastar-se das tradicionais riscas verticais para apresentar uma versão mais moderna e arrojada da sua identidade visual. No entanto, o resultado está longe de convencer. O principal problema é que as diferentes espessuras e interrupções nas linhas retiram equilíbrio ao design. Quando observada de longe, a camisola perde definição e parece não ter uma estrutura clara, algo particularmente estranho num clube cuja identidade sempre esteve associada à simplicidade das riscas vermelhas, pretas e brancas.

5.

PSV – Equipamento Alternativo: O PSV apresentou este equipamento como uma homenagem ao nascer do sol em Eindhoven. A ideia é interessante e até tem uma ligação local bastante forte. O problema é que nem todas as inspirações funcionam quando são transportadas para uma camisola de futebol. A base branca até funciona bem, mas depois surgem apontamentos roxos, cor-de-rosa e laranja espalhados pelo equipamento. Individualmente, nenhuma destas cores é problemática. Juntas, acabam por criar um visual que faz lembrar um gelado de verão ou uma bebida tropical, em vez de uma camisola de futebol de um dos maiores clubes dos Países Baixos.

4.

FC St. Pauli – Equipamento Alternativo: O St. Pauli é um clube conhecido pela sua identidade muito própria e pelos equipamentos frequentemente alternativos aos padrões tradicionais do futebol. No entanto, o alternativo para 2026/27 é um daqueles casos em que a originalidade parece ter ido longe demais. A camisola apresenta uma base branca atravessada por um conjunto de grafismos pretos diagonais e agressivos que dominam praticamente todo o design. O St. Pauli tentou criar um equipamento irreverente e alternativo. O resultado parece uma camisola que alguém rabiscou com marcador preto antes de entrar em campo.

3.

Carl Zeiss Jena – Equipamento Principal: Há equipamentos arrojados, há equipamentos diferentes e depois há o Carl Zeiss Jena. A Macron decidiu abandonar qualquer abordagem tradicional e apresentou uma camisola composta por um enorme padrão aos quadrados em azul, amarelo e branco. O resultado é tão chamativo que se torna difícil olhar para qualquer outro detalhe do equipamento. O maior problema não é apenas o padrão xadrez, é a sensação de caos visual que ele cria. As cores, apesar de fazerem parte da identidade do clube, aparecem distribuídas de uma forma tão agressiva que o equipamento parece mais um protótipo gráfico do que uma camisola de futebol.

2.

Besiktas – Equipamento Alternativo: A estreia da parceria com a Nike gerou bastante expectativa, mas o resultado não convenceu muitos adeptos. O padrão escolhido pela Nike é simplesmente estranho. As formas espalhadas pela camisola criam uma sensação visual confusa e parecem não seguir uma lógica estética clara. Em vez de dar personalidade ao equipamento, o design acaba por parecer forçado e pouco inspirado.

1.

Newcastle – Equipamento Principal: Poucos equipamentos lançados para a época 2026/27 geraram uma reação tão negativa e imediata como o novo equipamento principal do Newcastle United. Apresentado como uma reinterpretação moderna das tradicionais riscas pretas e brancas do clube, o resultado acabou por ser recebido com forte contestação por grande parte dos adeptos. O principal problema está precisamente na forma como as riscas foram desenhadas. Em vez do padrão clássico associado à identidade do Newcastle, o equipamento apresenta um visual irregular que muitos adeptos compararam a um código de barras. A comparação rapidamente se tornou viral nas redes sociais e acabou por definir a perceção geral da camisola desde o seu lançamento.

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