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Os 5 clubes internacionais que mais precisam de se reforçar

5.

BVB Dortmund – Quebrar a hegemonia do FC Bayern Munich é o grande objetivo do novo treinador do BVB Dortmund, Marco Rose. O alemão de 44 anos tem um plantel jovem e entusiasmante à sua disposição, mas necessita de alguns retoques e de mais experiência para conseguir rivalizar com o clube da Baviera.

 

Posições críticas

Ao contrário dos restantes plantéis desta lista, o problema do BVB Dortmund não se prende com um setor a precisar de uma melhoria urgente. Assim, o único movimento mais crítico que a direção do clube deve tomar é o de substituir Jadon Sancho. A boa notícia é que o Manchester United FC pagou cerca de 80 milhões de euros pelos serviços do inglês, que podem agora ser investidos noutro(s) jogador(es).

 

Posições a melhorar

Defesas centrais – Matts Hummels é o chefe da defesa e Manuel Akanji vem motivado depois de um bom Campeonato da Europa. No entanto, o BVB acaba por estar refém da boa forma destes dois jogadores, uma vez que Zagadou não oferece as mesmas garantias. Sem dúvida, uma posição a reforçar.

Meio-campo – O grande problema do meio-campo do BVB Dortmund é a irregularidade. Emre Can, Thomas Delaney, Dahoud e Brandt são excelentes jogadores, mas têm em comum a tendência para ter picos de menor forma ao longo da época e alguma apetência para lesões. Witsel é o elemento mais confiável no meio-campo e há também o inglês Bellingham a apontar à titularidade. Ainda assim, não seria mal pensado trazer mais uma opção.

Ponta-de-Lança – Claro que não está em causa a qualidade de Haaland, que, caso fique no clube de Dortmund, é o óbvio titular. Falta, isso sim, um substituto direto ao norueguês. Moukouko é ainda muito jovem e Steffen Tigges demasiado curto.

Frequentador de estádios e consumidor de bifanas desde os 5, aprendeu cedo que é melhor a ver do que a jogar futebol. Aos 22, estuda Jornalismo e vai escrevendo sobre os jogos que valem o preço do bilhete e as estórias que só se ouvem no bar, ao intervalo.                                                                                                                                                 O Vasco escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Frequentador de estádios e consumidor de bifanas desde os 5, aprendeu cedo que é melhor a ver do que a jogar futebol. Aos 22, estuda Jornalismo e vai escrevendo sobre os jogos que valem o preço do bilhete e as estórias que só se ouvem no bar, ao intervalo.                                                                                                                                                 O Vasco escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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